Acordei bem cedo, o sol ainda estava começando a nascer. Percebi que não estava na minha casa, então me lembrei da noite anterior, da festa e de ter tido uma das melhores fodas da minha vida, até agora. O homem dormia profundamente, ele era muito bonito, mesmo bebado sempre pego os mais gatos da festa. Levantei da cama em silêncio e peguei minhas roupas, saindo do quarto na ponto dos pés. Parei na sala e vesti minha calça. Percebi que meu peito e minha barriga estavam melados, mas não me importei, eu tomaria banho quando chegasse em casa, coloquei minha blusa e saí.

Ao chegar em casa encontro meus pais e minha irmã tomando café da manhã. Entrei sem falar com ninguém, mas eles me repreederam mesmo assim.

— Eren!! Isso são horas?? Você vai chegar atrasado na escola! — falou meu pai, Grisha, um médico renomado e que queria que eu seguisse seus passos.

— Não chame aquilo de escola! — rebati — É uma prisão! Vocês só querem se livrar de mim, pois assim tudo seria mais fácil pra vocês!!

— Você sabe que é para o seu bem! — ele falou autoritário — Esse seu comportamento tem que mudar!! Trate logo de tomar um banho e se arrumar!!

Subi as escada nervoso e entrei no meu quarto. Meus pais não se importavam comigo, só com a reputação da família! Pro meu bem? Até parece, ele só não queria que eu manchasse seu nome! Não sei como que a Mikasa conseguia aturar isso.


*-*-*-*-*-*-*-*

Depois de escutar reclamações a viagem toda, finalmente chegamos à prisão. Eram vários prédios antigos, pareciam construções medievais, se não fosse o inferno até que eu acharia aquele lugar legal.

Meu pai me levou até o portão, onde um homem nos esperava. Era um homem que devia ter seus 40 anos, loiro, alto e imponente. Não me despedi do meu pai, simplesmente entrei pelos portões e segui o homem até o prédio principal.

— Seja bem vindo, jovem Jaeger. Meu nome é Erwin Smith, eu sou o diretor do Internato Wings of Freedom — que porra de nome era esse? Onde já se viu uma prisão se chamar asas da liberdade? — Siga-me, eu vou lhe dar um uniforme e os papeis que precisa. Pode deixar suas malas comigo, providenciarei que elas sejam levadas ao seu quarto.

Depois de um tempo estavamos parados em frente a uma sala de aula. Eu não havia posto meu uniforme, simplesmente o joguei na mochila. O diretor Erwin conversava com o professor. Ouvi ele me chamar de caso extremo. Eu era tão foda assim? Alguns segundos depois o diretos saiu, me deixando na porta daquela sala. ouvi o professor me chamando, então entrei a passos lentos.

A sala era cheia de meninos e meninas usando todos o mesmo uniforme, todos olhavam para mim com cara de curiosidade. Lancei um olhar para eles que dizia que eu não me tornaria como eles.

Me virei para olhar o professor e para minha surpresa eu o reconheci. Era o homem com quem eu tinha dormido na noite anterior. Lhe lancei um sorriso de canto e me virei, indo em direção a uma carteira vaga ao lado de um menino loiro. O professor não pareceu surpreso em me ver. Será que ele não se lembrava? Nossa, isso seria muito foda.

— Seja bem vindo, Jaeger. Meu nome é Levi e eu sou professor de história e também o respnsável por essa turma. — ele disse olhando para mim. Sério que ele realmente não se lembra? Ele se voltou para o aluno ao meu lado. — Arlet, você pode mostrar nossa escola e explicar nossas regras ao Jeager depois da aula?

— Sim, senhor! — disse o menino ao meu lado, parecia que ele tinha medo do professor. Se ele soubesse...!

As horas passaram devegar, provavelmente porque todas as aulas foram chatas, exceto a primeira, a do professor Levi. Tá, eu não prestei atenção na aula, só fiquei admirando aquele homem, me lembrando da última noite e toda vez que ele olhava pra mim eu lhe lançava um sorriso sexy. Sim, eu gostava de provocar.

O fim das aulas finalmente chegou, eu estava saindo da sala quando alguém me chamou.

— Ei, Eren!

— Que é? — falei me virando. Era aquele menino loiro, tinha me esquecido que ele ia me mostrar a escola e tals.

— E-eu tenho que te explicar as coisas — falou um pouco tímido.

— Ah, claro! — falei um pouco emburrado — Vamos logo, então.

Nós andamos por todo o campus, ele me mostrou onde ficava cada lugar. Só faltavam os dormitórios.

— Bom, por alí ficam os dormitórios!— ele disse enquanto caminhavamos na direção do prédio — depois vou te explicar as regras.

— Nossa! Regras? ninguém merece!

— Com o tempo você se acostuma! — esse Armin era um cara legal, apesar de parecer bem medroso. Não sei o que alguém como ele estaria fazendo aqui!

Chegamos ao prédio dos dormitórios masculinos. Haviam vários corredores e dezenas de quartos. Alguns meninos andavam por ali, todos com o mesmo uniforme, eles passavam me olhando como se eu fosse algum tipo de animal.

— Liga não — disse Armin. — Qual é o seu quarto?

—Huumm! — peguei um dos papeis que ganhei do diretor — Quarto 303, eu acho!

— Sério? Vamos ser colegas de quarto então. ­— então eu estaria no mesmo quarto que ele? Interssante. — Ah, é aqui.

Paramos em frente a uma das portas, onde havia uma placa com o número 303, apenas isso, ao contrário das outras que eram cheias de coisas e marcas. Abri a porta e entrei. Era um quarto um pouco maior do que eu esperava, haviam duas camas, duas escrivaninhas e duas comodas. Na parede à minha frente haviam uma janela que dava para o jardim.

— Essa é minha cama, mas se quiser eu posso trocar com você! — disse Armin, se sentando na cama da direita.

— Não precisa, da no mesmo, eu fico com essa aqui. — disse pegando minha mala que estava no chão e colocando em cima da cama, retirando algumas roupas.

— Enquanto você arruma suas coisas eu vou falando as regras.

— Tudoo, bem!— não gosto de regras, mas não tinha como escapar disso. Pelo menos por enquanto.

— Meninos e meninas não podem ficar juntos, exceto durante o horário de aula. Relacionamentos são proíbidos.

— Eles por acaso acham que os meninos vão tentar agarrar elas ou algo do tipo? Meninos não ficam só com meninas, eles podem ficar com meninos também. — Armin corou com meu comentário. Será que ele... Não, deixa pra lá.

— Atrasos não serão tolerados em hipótese alguma. O toque de recolher é às 22hrs. A primeira aula começa 7h15, você deve chegar pelo menos 5 min antes. Não é permitido o uso de celulares e os únicos computadores são os da biblioteca, que podem ser usados apenas para pesquisa. Não é permitido que se troque de quarto com outra pessoa, a não ser que tenha permissão. Não desrespeite os professores e alunos.

— Caramba, isso não acaba nunca? — perguntei ­­— Eu não vou conseguir lembrar de tudo isso.

— Calma, ta anotado aqui. Continuando, Não serão tolarados atos de vandalismo. O aluno deve estar sempre uniformizado e com o uniforme limpo e arrumado. Não será permitido que os alunos fiquem nos corredores durante as aulas, a menos que ele tenha permissão para tal. É permitido o uso de roupas normais apenas em dias não letivos. — ele fez uma pausa. — Acho que é o suficiente, o resto você lê depois. — ele disse me entregando o papel.

De repente alguém bate na porta.

— Hã? Quem é você? — disse o menino, olhando para mim de cara feia — Cadê o Armin?

— Ah, Jean! — disse Armin, comprimentando o amigo. — Esse é o Eren, ele chegou hoje.

— O novato? — disse me analisando.

— Algum problema comigo? — disse irritado. — Por que ta me olhando tanto? Por acaso ta me querendo?

Nós ficamos algum tempo discutindo, pouco depois ele parou e me olhou com um sorisso.

— Humm, gostei de você! — disse Jean, mas calmo

— Hããã? — não estava entendendo nada — Do que você ta falando? Começa a discutir comigo e do nada fala que gostou de mim?

— Bom, é que eu sou meio esquentado, e foi você que começou. — ele disse, coçando a parte de trás da cabeça. — Eu meio que tava procurando você, ouvi boatos de que o novato era um caso extremo. Só não imaginava que estaria no quarto do Armin.

— E por que você estava me procurando?

— Bom, é que tem um grupo aqui no internato, formado apenas por "casos extremos", claro que nem todos entram, mas acredito que você tenha potencial pra isso.

— Que tipo de grupo é esse?

— Bom, é meio como uma sociedade secreta, as pessoas sabem que existe, mas não sabem quem são os membros e nem onde são os encontros.

— Bom, agora eu sei que você faz parte.

— Isso por que eu quero que você se junte à nós.

— E se eu não quiser?

— É uma escolha sua, mas você deve jurar não contar a ninguém sobre esse convite. — ele me olhou com uma cara ameaçadora. — Mas saiba que entrar nesse grupo é a melhor coisa que pode te acontecer nessa prisão.

— E se eu aceitar? O que eu tenho que fazer? — era óbivo que pra entrar num clube tão seleto eu ia ter que passar por algum tipo de teste.

— É simples, cada um dos membros vai te dar um desafio, se você conseguir cumprir todos você tá dentro.

— E que tipos de desafios seriam esses? — perguntei, mas já sabia a resposta

— Os piores possíveis. — ele me olhou com um olhar maquiavélico

— Tudo bem, eu aceito! — disse, seria legal fazer esse tipo de coisa.

— Certo. Então nos reuniremos no meu quarto depois do toque de recolher. — ele disse isso e saiu.

— Mas eu nem sei onde fica. — disse

— Tudo bem, eu te mostro — disse Armin — Mas tem que tomar cuidado com os monitores, e não pode fazer barulho.

— De boa.

*­-*-*-*-*-*-*-*

— Tudo bem, é por aqui! — disse Armin. — parece que os monitores já passaram por aqui.

Eram onze horas da noite, eu e o Armin estavamos andando pelos corredores, indo ao quarto de Jean. Já havia passado do toque de recolher, então se fossemos pegos andando por alí estaríamos ferrados. Não entendia o porque do Armin estar me levando, afinal ele poderia ter problemas também.

— Por que você está me levando até lá, Armim. — perguntei num sussurro — Não seria melhor pra você se você tivesse me mostrado o lugar antes?

— Silêncio, Eren! Estamos quase lá! — ele acabou de me repreender?

Andamos mais alguns metros e descemos uma escada, estava tudo escuro e nem sinal de algum monitor. Fomos andando sem fazer barulho, até que paramos.

— É aqui. — falou Armin, arranhando a porta. Pouco depois ela abriu e nós pudemos entrar.

O quarto estava um pouco escuro, a única fonte de luz era uma vela, além de Jean haviam mais quatro meninos. Três numa cama e um na outra, havia uma caderia entre elas. Jean e Armin se dirigiram para a cama onde tinha apenas um menino. Percebi que Armin fazia parte do grupo.

— Sente-se! — disse Jean apontando para a cadeira.

— Sim. — disse um pouco nervoso

— Bem, senhores. — disse Jean, num tom de voz baixo, mas que dava para entender. — esse é Eren Jaeger, mais um dos "casos extremos" dessa prisão. Hoje numa conversa com ele, pude perceber que ele tem o perfil ideal para entrar no nosso grupo. Então eu o chamei para se juntar a nós, e como podem ver ele aceitou. — ele se virou para mim, — Você está disposto a fazer qualquer coisa para entrar no grupo?

— Sim. — respondi

— Entao — ele disse se virando para os outros membros — vocês já sabem. Cada um de vocês deve dar um desafio a ele, se ele cumprir todos, poderá se juntar a nós. Entretando — ele me olhou sério — se você falhar, nunca poderá a contar a ninguém sobre isso. Está preparado?

— Sim. — parecia que era a única coisa que eu podia responder naquela situação

— A cada dia você fará um desafio. O primeiro a te desafiar será o Bertolt. Por favor, diga seu desafio para ele.

Ele chegou para frente e pude finalmente ve-lo direito. Ele estava sentado entra dois meninos menores que ele, parecia ser bem alto e tinha cabelos pretos.

— Olá, Eren, eu me chamo Bertolt Hoover!

— Oi.

— Meu desafio pra você é simples. Você vai ter que invadir a cozinha da escola, fazer um lanche para nós e voltar.

— E então, Eren, acha que consegue? — perguntou Jean

— Sim, vou dar o meu melhor.

— Aqui está uma mochila para colocar a comida.

— O que vocês vão querer? — perguntei

— Você pode preparar alguns sanduiches naturais e trazer refrigerante. Não esqueça os copos — disse Jean.

Coloquei a mochila vazia nas costas e saí em silêncio pelo corredor escuro, a única iluminação era da luz da lua vindo pelas janelas, para minha sorte era lua cheia. Não haviam monitores, a barra estava limpa.

Segundo o Armin, os monitores são os melhores alunos da prisão, eles são escolhidos para reportar qualquer infração às regras, podem andar pelos corredores após o toque de recolher e ainda ganham outras vatagens. Normalmente eles passam checando os corredores até meia noite, quando vão dormir, mas ainda eram onze e meia, então eu corria risco de encontrar um.

Desci a escada para o primeiro andar, onde quase dou de cara com um dos monitores. Subi e me escondi na escada, eperando ele passar. Quanto ele finalmente sumiu da minha vista, segui para fora do prédio.

Fui andando pelo jardim em direção ao refeitório, não havia ninguém no caminho, nenhum vigia, nada. Acho que não espervam que algum aluno saíria do dormitório nesse horário e isso facilitava bastante.

Era ainda meu primeiro dia de aula e eu já estava fazendo esse tipo de coisa, até que aqueles caras eram legais, um grupo formado apenas por casos extremos. Parando pra pensar, isso quer dizer que o Armin é um caso extremo também? Mas ele é tão tímido e medroso, não consigo entender isso. Depois vou perguntar pra ele.

Será que se eu for pego eu serei expulso como nas outras escolas? Provavelmente não, afinal, essa escola é como uma prisão, então provavelmente eu seria punido de alguma forma. Por falar em punição, eu nem acredito que aquele homem gostoso de ontem seria meu professor, isso é bem interassante, mas acho que ele não se lembra de nada daquela noite. Queria foder com ele de novo, mas algo me diz que ele só ficou comigo por que estava bebado. Provavelmente ele é hetero. Será que eu consigo ficar com ele de novo? Já sei! Agora eu mesmo vou me desafiar. Meu desafio será conseguir transar com ele de novo, e eu tenho até o final do mês pra conseguir isso.

Cheguei no refeitório e fui direto para a cozinha, estava trancada, mas eu sabia abrir portas e sempre andava prevenido. Tirei um arame do meu bolso, abri a porta e entrei. Abri a geladeira e a luz quase me cegou, peguei os ingredientes necessários e coloquei numa mesa, guardei uma garrafa de refri na mochila. Comecei a preparar os lanches. Estava quase terminando de guarda-los na mochila, quando ouço um barulho. Me abaixo e me escondo ao lado de uns ármarios. Droga, os copos estão em cima da mesa. Estiquei meu braço e consegui pegá-los a tempo de alguem entrar acendendo a luz.

— Que estranho. — falou uma voz — parece que esqueceram de trancar a porta.

Aquela voz não me era estranha, devia ser um dos professores, meus olhos não haviam se acostumado com a luz ainda, então não pude ver quem era. Se ele me visse alí eu com certeza estaria encrencado.

— Esses funcionários de merda não servem nem pra trancar uma porta.

Quando meus olhos finalmente se acostumaram, pude ver quem era. Professor Levi. Mas o que ele esta fazendo aqui? Isso me deu uma idéia.

Fui me esgueirando por entre os armários, tendo cuidado para não ser visto. Cheguei na porta, mas não saí, apenas deixei a mochila lá. E apaguei a luz.

A única luz naquele comodo era a pouca claridade que vinha da porta, o que quase não fazia diferença

— Mas que porra! — disse Levi. — como se não bastasse deixarem a porta aberta, agora a luz queima! — ele não desconfiava que tinha mais alguem lá.

Andei até ele e o agarrei por trás, tapando sua boca para impedi-lo de gritar. Ele se assustou e começou a tentar escapar, mas eu era maior e mais forte então foi tudo em vão. Começei a mordiscar sua orelha, fazendo ele se arrepiar. Ele ainda se debatia, mas relaxou um pouco

— Eu quero tanto você — sussurei no seu ouvido, mudando a voz um pouquinho. — que eu não consigo me controlar.

Desci minha boca até seu pescoço, onde dei vários beijos e chupões. Enfiei minha mão por baixo de sua camisa, passando ela por sua barriga até chegar a um dos mamilos. Comecei a massagear seu mamilo ao mesmo tempo em que beijava seu pescoço, percebi que ele tinha relaxado. Será que ele tava gostando? Eu não iria estupra-lo alí, se ele mostrasse resistencia eu iria parar, mas ele não estava mais lutando, ele queria aquilo também.

Tirei minha mão da sua boca devagar, para o caso de ele gritar, o que para a minha surpresa não aconteceu. Percebi que ele estava ofegante, sério que ele ficou assim só com estimulo no mamilo?

Continuei massageando-o, enquanto deslisava a outra mão pela sua perna, logo chegando ao seu pau. Comecei a massagea-lo por cima da calça e percebi que ele já estava super duro, ele soltou um gemido fraco, parece que ele realmente estava gostando e isso estava me excitando também. Puxei ele mais pra perto de mim, fazendo minha intimidade roçar nas suas costas. Ele pareceu surpreso com isso mas logo soltou outro gemido.

Abri sua calça e tirei seu membro pra fora, lentamente fazendo movimento pra frente e pra trás. Continuei fazendo isso enquanto abria minha própria calça, assim que fiz isso, senti a mão do Levi na minha perna, logo pegando no meu pau e fazendo movimentos. Voltei a massagear seu mamilo, ao mesmo tempo que o masturbava. Não entendia porque eu estava tão atraído por ele a ponto de fazer isso. Continuamos desse jeito, entre gemidos e mais gemidos. Cada vez mais rápido. Até que ele geme alto e sinto algo quente escorrendo na minha mão. Levi havia gozado e eu estava quase lá também. Eu ainda não estava satisfeito, mas sabia que não poderia fazer mais do que aquilo naquela hora, apesar de estar muito excitado.

Enquanto eu não gozava, continuei massageando o membro de Levi que logo estava duro de novo. Ele não parava de se contorcer e gemer e me masturbava tão rápido que não pude aguentar mais e gozei na sua mão.

Empurrei ele até uma parede, abaixei e abocanhei seu pau, chupando com vontade, não sabia se tinha como ele estar mais excitado. Passava minha lingua nele todo, me deliciando com aquilo, enquanto ele gemia e arfava. Fui aumentando a velocidade, e seus gemidos ficaram mais intensos.

— Ah....huum...Aaaaahhhh! — ele não aguentou e gozou na minha boca.

Eu me levantei, arrumei minha calça, dei um selinho nele e saí, deixando ele ofegante encostado na parede da cozinha. Peguei a mochlila e fui para o dormitório dos meninos.

Quem imaginaria que o nosso professor mais severo teria um lado desses.