Anteros
25 Voltinha
Notas iniciais
Eu aqui cansada, cheguei da escola e pá, tive que tomar um banho porque o calor ta teeeeeeeeeenso.
Mas ok, é segunda feira, dia de postar capítulo novo, e este aqui, com lemon!
MWAHAHAH 66~
mas enfim, vocês estão desanimados, onde estão aquelas reviews que vocês me escreviam no começo da fic? Eu sei que a estória não está lá aquelas coisas...
Enfim, eu espero que vocês gostem!
- Sim... Qualquer coisa... Mell. – Repeti suas próprias palavras, lembrando-o de que apesar de NÃO SER o momento certo, eu queria.
Na verdade eu nunca precisei de um momento certo pra me excitar... Tanto que eu ficava duro vendo a diretora do ensino fundamental usando uma saia e uma camisa por dentro dela. Mas esse não era o mal, o estranho é que eu ficava assim quando aprontava e ia tomar bronca dela em sua sala.
Ah, qual é o mal disso?
- Seu pervertido. – Nada mais justo. Mello dizendo isto em sua voz provocativa –e ainda um pouco ressentida pelo que fez- colou-se ainda mais em mim e enrolou suas pernas no meu quadril, beijando todo o meu rosto e pescoço, mordendo, pressionando seus lábios nos meus sem aprofundar...
Isso era bom, pois eu conseguia sentir cada milímetro de seus lábios.
Enquanto sua boca atuava na minha, sua mão bem mais assanhada percorria um caminho pelo meu corpo, subindo pelas costas até a nuca e descendo pelo traseiro, apertando minha coxa. E na volta claro, fazendo uma breve pausa para acariciar meu pobre amigo desperto.
- Melloooo... – Grunhi baixinho, eu necessitava que sua mão parasse de brincar com as minhas costas e ficasse de vez lá ‘em baixo’... Mas parecia fazer de propósito só para conseguir meus grunhidos infelizes.
E conseguindo-os decidiu cooperar. Sua mão que antes não parava quieta pousou no local desejado, e ali acariciou a ponta do meu membro até que arfei mais profundamente, e ele percebeu que logo eu não agüentaria devido ao liquido que já lubrificava meu membro e sua mão.
E durante esse tempo não cessaram os beijos em meu rosto.
Até o momento.
O loiro desenrolou sua perna da minha cintura, e se rastejou pacientemente para baixo, e enquanto fazia, foi dando os mesmos beijos e mordidas pelo meu peitoral e barriga, até chegar ao membro pulsante e lubrificado, o qual desferiu os beijos e caricias mais... Quentes, usando sua língua.
Seus movimentos com a boca ali não eram frenéticos, mas sim calmos e passivos. Lentos mas não menos provocativos. Sentir sua mão já era uma sensação incomparável, mas sentir sua língua era... Algo de outro mundo.
Já fizemos isso várias vezes mas Mello nunca perdia a oportunidade de me surpreender. Dessa vez investiu apenas na ponta, envolvendo-me em sua boca, que sugava suavemente alternando entre leves caricias com a ponta da língua.
Mello.
Como disse Beyond mais cedo... Mello é um demônio.
- Awn... –
- Já gemendo Matt? – Disse com o propósito de me envergonhar, afinal, ele sabe que a essa altura não tem como conter os gemidos.
Muito menos quando se recebe algo como o que ele está fazendo.
- Mello... – Chamei. – Que tal virar de quatro e me deixar te estuprar? –
- Não seria estupro. – Levou minha mão até sua calça, que continha O volume. – Pelo menos não enquanto isso continuar assim. –
- M-maldito... – E num outro movimento ousado seu, acabei me desfazendo em sua boca. Mello tarado! Seu gostoso!
Puxei a criatura para cima novamente, deixando seu rosto na mesma altura que o meu, e beijei sua boca ainda suja. Meu gosto ali era excitante demais e obvio, foi inevitável provar.
E ele cortou o beijo, rápido até demais. Retirou suas cueca, que era a única coisa que vestia, e o restante das minhas, com uma certa rapidez, e quando já nus Mello se levantou e me puxou para fora da cama, o que parecia... Estranho.
Ele ta querendo o que?
Jogou no chão sua caixa de chocolates que estava na cômoda de quatro gavetas e se sentou encima do móvel... Hmmmm. E em seguida chamou-me com um breve movimento dos ombros e cabeça.
Foi muito gay eu diria. Mas tudo bem. Ele é muito tesudo.
Suas pernas estavam entreabertas e seu membro ereto, mas quem disse que eu perderia tempo justamente ‘ali’? Fui até o loiro e segurei-o pela cintura, puxando mais o seu corpo para a ponta da cômoda. Beijei seu pescoço e pendei sua cabeça para trás, tendo mais acesso àquela pele bronzeada e já levemente suada.
Mordi seu ombro e braço –isso foi estranho- e segurei suas coxas, trazendo seu quadril ainda mais para a ponta, o que me surpreendeu não ter caído do móvel ou se deitado nele. E naquela posição Mello estava totalmente acessível a mim. TO-TAL-MEN-TE.
E isso fez formar em meu rosto um sorriso dos mais imorais.
E acho que foi REALMENTE imoral, pois mesmo em toda a sua safadice, Mello corou e cerrou levemente seus olhos após arregalá-los. Ele estava... Nada mais nada menos que...
Envergonhado.
Não é uma graxinha?
Arqueei minha coluna e debrucei meu corpo entre suas pernas, chegando próximo de seu rosto, onde beijei seus lábios semi abertos. Não vou dizer que estava arfando, pois ainda tínhamos feito pouco, mas havia sim uma elevação em sua respiração.
Eu arraso corações, sou formoso pra caralho.
- H-hm... – Um gemido bem baixo eu recebi assim que pressionei com um dedo sua entrada, enquanto acariciava com a outra mão sua coxa, a qual eu apertava uma vez ou outra, deixando vermelhas marcas.
Desde a primeira vez que Mello e eu nos ‘pegamos’, fui percebendo que o que mais o excita não é ir logo ao ponto, mas sim carícias lentas e pacientes, principalmente daquelas mais ousadas. Afinal, ele é sensível nesse aspecto.
Sinceramente, ele é estranho nesse ponto. Mas tudo bem, estranho sou eu por ficar secando tanto um homem que mais parece uma garota, ainda mais secando o ser com uma cara tão pervertida.
Enquanto a criatura está nua numa cômoda, gemendo.
É isso.
- Mello... – Trouxe minha mão cujos dedos já o penetravam, preparando seu corpo até sua outra coxa, e segurando-as com firmeza, trouxe o mais que podia para a ponta –e dessa vez ele conseguiu se deitar sobre ela, mesmo que com metade se suas costas para fora em minha direção.
Era muito difícil me agüentar com ele naquela posição, mas já que não é necessário me segurar, foda-se.
Meio que literalmente.
Forcei meu membro no pobre Mello, que mal teve tempo de gemer (de dor ou prazer, não teve tempo pra isso), e somente abriu sua boca, insinuando um gemido mudo. De inicio claro, doeu tanto que me espanta ele não ter me xingado de cuzão, afinal de contas, eu não lhe dei o melhor preparo de todos e o penetrei sem nenhuma delicadeza, mas em pouquíssimo tempo seus olhos cerrados e sua boca aberta mudaram para uma expressão manhosa.
Seus olhos se mantiveram entreabertos e seu lábio inferior era mordido por seus dentes superiores. Suas bochechas eram rubras, e seu peitoral começara a suar.
Mello é sexy. E creio não ser preciso dizer toda vez que trepamos.
A cada estocada ouvia-se o barulho do móvel, como a cama que rangia com Raito e Lawliet, ou como a cama que também rangia com Near e Beyond. Mas a cômoda emitia um som bem mais sofisticado. Um som adequado a um loiro que gemia e se agarrava em suas laterais buscando apoio.
E já meio erguido, levantei-o de vez e o peguei em meu colo, sem me retirar de seu corpo, e passei a ergue-lo e abaixá-lo, penetrando-o de pé, em movimentos pouco mais lentos, afinal, não sou o mais forte do mundo.
Ele já quase não agüentava mais, pois já fazia um bom tempo que levava as estocadas, e confesso que foi tanto tempo que comecei a sentir câimbras pelo corpo, mas foi então que chegamos em nosso limite. O loiro gozou primeiro, e com as contrações de seu interior, acabei me desmanchando também, e não nos afastei até que todos os espasmos tivessem sumido.
Mas por incrível que pareça, tanto eu quanto ele ainda tínhamos energia... Isso é bom, significa que poderei desfrutar de um chocólatra no banheiro onde preciso tomar um banho.
Agarrei-o pela cintura e o puxei, dando-lhe um beijo lascivo e firme, seguindo sem se desvencilhar. Provavelmente Lana está no bar bebendo as bebidas caras sem Sill perceber, e Misa está com ela lixando a sola dos pés da tia. Temos a casa só para nós então não há problema sair pelado pelo corredor até o banheiro.
Ou pelo menos eu pensei que não tinha problema.
- Ora, ora... Olha o que temos aqui. – Cessei o beijo e olhei para a porta, que fora aberta com um chute. Seilá, talvez eu esteja drogado.
Eu disse talvez, não significa que eu realmente esteja drogado.
Talvez eu tenha bebido... E não me lembro, no entanto, estou bêbado e vendo coisas.
Ou então louco!
Ou sonolento...
Ainda penso que estou drogado... Não é possível.
Só sei que esses policiais parecem bem reais.
- Estão presos por trafico de explosivos, trafico de conteúdo pornográfico infantil, entre outras merdas que vocês sabem que fizeram. Vistam suas roupinhas garotas, vamos dar uma volta até a prisão. –
Ah, seilá, só sei que fodeu.
Notas finais
Mas não, eu continuarei com outra longfic, uma melhorzinha eu espero.
É isso, tomara que tenham gostado!
Os leitores aumentam e as reviews não, mandem reviews! MANDEM. não custa NADA, sabe...
E que tal uma recomendação? hmmmm? é isso.
Obrigada por ler!
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