Anteros

24 Qualquer Coisa


Notas iniciais
Sim, cá estou eu na segunda como normalmente costuma ser agora xD
vamos as novidades...
Meu Genn-chan foi embora mesmo ;-; boa sorte pra ele em Brasília e que ele cresça logo pra me sequestrar y.y
E esse capítulo ta meio.. seilá, dramático? mas claro, drama no estilo Eros/Anteros... todos sabem que nunca termina do jeito que deveria xD
e... que mais... AH, próximo capítulo com limonada ^^
e... hmmmm... acho que quebrei meu dedo mindinho do pé chutando a quina da porta, e não, não é eufemismo, eu realmente creio ter quebrado 1-1 kkk

Eu broxei, broxei... Broxei magnificamente no momento em que Beyond sussurrou: ‘’Sua mãe ainda está inteirona ein?’’, afinal de contas, quem consegue ficar excitado com a sogra?

AQUELA PROSTITUTA LOIRA E GOSTOSA É MINHA SOGRA! ELA QUERIA DAR PRA MIM!

- M-Mellooooow. – Grunhi apavorado. E entendendo o que eu queria dizer, apenas fechou os olhos, tentando encontrar as palavras certas.

- Relaxe. Ela não fará nada a você, eu estou aqui. – Enquanto Mello tentava me confortar e amenizar meu trauma, Olivia voltou até onde eu estava e pegou suas roupas, amontoando-as nos braços e cobrindo-se apenas com o seu sobretudo bege.

- Bem, é isso por hoje rapazinho. Caso ainda queira sua gratificação, sabe onde me encontrar. – Deu-me uma piscadela descarada, me avisando sobre o sobrado, lugar onde eu poderia vê-la.

Mas cá entre nós. Apesar de eu ser homem e ela ser gostosa, é ainda minha sogra prostituta. Sem mais.

Ela foi em direção a porta novamente, e passando por Mello, deu um rápido beijo em sua bochecha, o qual ele não esperava. Sua reação? Nojo. Quase esfregou o rosto na parede mal rebocada. E ela, atrevida, passando por Beyond, deu-lhe um tapa no traseiro.

- Hoho, vai com calma tia. – Gargalhou maroto. Ai.

E permanecemos os três ali, eu ainda na mesma posição, com a blusa meio erguida e a calça amarrotada. Mello parado na porta olhando com ódio para o chão, e Beyond. Oras, com a mesma expressão vaga de quem lembra de tripas nos asfaltos escaldantes.

- Matt, levanta dessa cama agora. – Sabe quando seu pai ou sua mãe fala lentamente entre pausas, com aquele tom que você conhece muito bem? O tom de quem vai te dar uma surra de mangueira.

Esse mesmo.

Me levantei e, como o filho desobediente, passei por ele como uma flecha indo direto para baixo em direção ao carro, onde eu me sentaria e ficaria calado esperando pela bronca e pelas mangueiradas. E pouco tempo depois o loiro surgiu na entrada com o comedor de geléia, vindo para o carro.

- Olha, você arruma um jeito de ir para casa. Tenho assuntos a tratar com ele pessoalmente. – Se pronunciou Mello, dando a Beyond a triste noticia de: ‘nada de carona hoje’.

- Pelo clima, eu prefiro ir pra casa de joelhos a entrar nesse carro com vocês. – Deu uns tapinhas no meu ombro pela janela do passageiro. – Boa sorte meu amigo. Me de noticias suas depois, se puder. –

Se puder.

Se puder.

Essas palavras ecoaram sufocantes na minha cabeça calejada de tombos em escadas.

Mello entrou no carro e deu a partida, e antes de dar a ré e nos levar embora para casa me deu uma boa olhada de cima a baixo, como se dissesse: Prepare-se para a surra de sua vida.

Deus. Que ele não encontre uma mangueira nem um fio recapado, mas sim uma flor. Me fodi.

E assim fomos, ele, inexpressivo. E eu, como um condenado no corredor da morte. Eu fico pensando se agora não era melhor estar na pele do japa caloteiro que o moreno arrancou as tripas.

Para a minha total desgraça, chegamos tão rápido em casa que mal deu tempo de respirar. Mello parou, desceu do carro, abriu a porta do passageiro e me agarrou para o carro, me arrastando pela calçada para dentro de casa, então escada acima até o nosso quarto.

ELE VAI ME MATAR, SÓ PODE! E CADE A LANA PARA TESTEMUNHAR O CRIME?

O loiro me jogou na nossa cama de casal, a qual caí na mesma posição em que havia me encontrado no hotel. Não sei se vale a pena detalhar tudo, pois ficaria cansativo, mas Mello retirou sua roupa da mesma forma que Olivia tinha tirado, e no fim estava ele só de cueca na minha frente.

MAS QUE PORRA É ESSA? CADE A MANGUEIRA E O FIO?

- Primeira coisa. – Disse, se sentando em meu colo com cada perna em um lado da cama. – Vocês fizeram algo antes de eu chegar? – Perguntou num tom assassino.

Fiz um sinal negativo.

- Você sabe quem é ou seu nome? –

- Sim. Olivia... Sua mãe, uma prostituta. – Respondi na lata com medo de apanhar.

- E por que estava em um quarto de hotel com uma prostituta nua encima de você? – Parei e pensei. Ah, foda-se, vou contar como aconteceu.

- Ela me pediu ajuda no carro. Eu a ajudei tendo que fugir. Ela se sentiu grata e decidiu retribuir, eu pensei que ela queria sorvete, mas descobrir que queria é chupar outra coisa, e quando me dei conta estávamos ali. – Nenhuma mentira para me foder.

- Sabe que não deve dirigir meu carro. – ELE ESTÁ PREOCUPADO É COM O CARRO?!

- Me desculpa... Eu sabia, mas não pensei na hora. –

- Você nunca pensa na hora... – Aproximou seu rosto do meu. – O que faria a respeito se eu dissesse que quero te colocar de quatro e te comer sem remorso nenhum? – Engoli seco. – Você pensaria na hora? –

- E-eu já estou pensando nisso, acho que não quero. –

- Acha que eu queria que você fugisse com uma vadia? –

- Acho que não. –

- Acha que não? –

- É-é... Acho que não. –

- Acho que quero te comer sem remorso. –

- A-acho que não devia. –

- Acho que vou, e se você disser ‘acho’ de novo, vou te comer em todas as posições doloridas existentes. –

- C-creio que não deva fazer isso. – E eu acho que não devia ter dito. Pois ele se encheu e me girou, colocando-me de bruços e arrancando minha calça de uma vez, junto a cueca e tudo que tinha direito, e com isso acabei indo parcialmente para o chão.

Estava o pobre Matt ajoelhado encostado na cama, mais especificamente de quatro, com o traseiro a mostra e arrebitado.

Mello estava evidentemente transtornado. Eu sabia que não era de raiva de mim, eu tinha essa certeza, e também sabia que aquele ódio era de sua mãe. Eu não sabia exatamente o porquê, mas parece que ele REALMENTE não vai com a cara dela.

Sobrou para a pobre bunda do Mail.

Mello nem se deu o trabalho de tirar sua última peça de roupa, apenas retirou seu membro de dentro dela, pronto e preparado pra fazer o que tanto queria.

Até agora eu não consegui averiguar muito bem a situação, e ver Mihael aposto atrás de mim com aquela expressão cega, pronto para... Me estuprar acho eu... Foi realmente traumático, bem mais do que Olivia com seus seios friccionados nas minhas costelas. E só ai percebi a gravidade daquilo.

Não... Mello... Mello não fará isso, ele só está tentando me assustar.

Eu estava enganado.

Ele se forçou contra mim, e por eu não estar nem um pouco relaxado a dor que senti por ter aparentemente me penetrado um ou dois centímetros foi terrível, e a única coisa que fiz foi chorar.

Isso mesmo. Foi o que fiz, por mais ridículo que pareça.

- M-Mello... Pare. – Pedi tremulo, e felizmente fui atendido. Meu loiro parecia ter voltado a si, pois visei-o e vi em seu rosto que não podia estar mais arrependido.

- Matt... – Parou por alguns instantes vendo o que estava fazendo. E creio que por muito pouco não se sentou do meu lado e chorou comigo, só não o fez porque tinha um ruivo pra apaziguar. – Eu não queria te comer sem te dar uns carinhos antes. – Parou novamente. – Você dirigiu meu neguinho e quase comeu uma prostituta. -

AH, VAI NOMAR NO CÚ.

Empurrei ele para o lado, e caiu no chão como um idiota. Limpei o ranho da minha cara e subi na cama, deitando nela. Sem muito o que fazer ou pensar. E ele veio atrás.

- Matt? – Virei de costas pra ele. – Matt não me exponha esse traseiro assim. – Virei de frente pra ele. – Matt! Não me exponha esse... – Apontou para o meu membro. – Esse pau duro. TU FICOU DURO É SEU TARADO? TAVA GOSTANDO? –

- GOSTANDO É DA TUA MÃE PELADA! FILHO DE UMA PUTA! – E mesmo com tais insultos não ganhei tapa na boca. Pois ele sabia que era tudo verdade, menos a parte de eu ter gostado dela pelada...

- Me perdoa? – Deitou-se ao meu lado e me abraçou. – Eu não sabia o que estava fazendo. – E não me soltou nem por um instante.

- Perdôo... Mas saiba que nunca vou me esquecer disso. – Funguei ainda tentando me livrar dos vestígios do choro.

- Tudo bem, eu mereço. –

- Você também precisa se redimir. –

- Como? Faço qualquer coisa! –

- Resolva meu problema. – Fui maroto, apontando para o meu amigo abaixo. Tudo bem, blá blá... Estupro e tal, mas cá entre nós... Ele disse QUALQUER COISA.

Notas finais
E então? tipo.... FOI UMA MERDA QUE EU SEI! mwahahhahaaha
eu adoro fazer merdas fora do banheiro também!
mas tudo bem, eu só espero que vocês comentem, porque no capítulo anterior as reviews cairam um pouco, onde estão vocês fantasmas? vocês se manifestam mas somem depois! o que é isso? u.u
bom, muito obrigada a quem leu! e um forte abraço!
Boa semana!!