Anteros

5 Oportunista


Notas iniciais
Boa noite queridos leitores(as), como estão?
Espero que bem ^^
Bom, me perdoem por demorar a postar, porque eu geralmente deveria fazer mais cedo, mas tenho alguns motivos que acabaram me deixando cansada e estressada u.u
Mas vamos ao que interessa, aqui está o tão esperado lemon de vocês. Desculpem se houve muitos erros, sei que é minha responsabilidade deixar tudo o melhor possível para vocês, mas ultimamente está tão difícil, desculpem-me...
Espero que gostem! Até lá embaixo.

Íamos os dois, dirigindo pelas avenidas do centro em direção a minha doce e odiosa casa. Passamos pela estação de trem, pelo super mercado 24h, em frente ao puteiro do bairro onde moro, etc, etc.

- Chegamos. – Paramos em frente a minha casa. Amarela de muro alto. O portão era branco, de lata. E as portas e janelas beges. Até que era jeitosa.

- Nossa Matt... Que casa bonita! – Falava como se estivesse de frente para uma mansão.

- Vamos entrando e, por favor... Nada de tentar me agarrar na frente dos meus pais... Diferente do seu avô que não se importa com gemidos no segundo andar, meus pais nos mataria. –

- Ok... – Parecia desapontado. AINDA BEM que eu fiz essa exigência...

Entramos. Tentei não fazer barulhos para que nós apenas subíssemos, passássemos um tempo, e então depois Mello saía da minha casa de mancinho... Seria maravilhoso! Mas como nada na minha vida são flores... Meu pai tinha que aparecer, simplesmente do nada, brotando do chão!

- Mail, quem é essa garota? – Mello rosnou.

Não é modo de dizer, ele realmente rosnou.

- Sou a namorada dele. Prazer em conhecê-lo. – POOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOORRA MELLO! MAS QUE PORRA É ESSA?!

- Namorada? Mail... Você mal voltou para casa e já traz uma garota, sua namorada? – E agora?

- Não é isso pai... Ela não é... –

- Você é pai do Matt? – Oh não... Me esqueci que Mello está com ódio do velho por ter me trazido para casa. – Ótimo. Venha, vamos logo, vamos lá para cima Mail. – O loiro segurou meu pulso e começou a me puxar para a escada.

Como ele sabe que lá encima é meu quarto e não uma cozinha?

- Mail... Eu não quero que você fique ai em cima sozinho com uma garota! –

- Não tem problema... – Respondeu Mello, ainda mais afiado que antes. – Não há nenhuma garota aqui encima. – CALA A BOCA DESGRAÇA!

E à medida que nós caminhávamos para meu AP, via o rosto do meu pai, confuso, cada vez mais distante.

Mello é um idiota, e isso não é novidade.

Tenho certeza que usara artimanhas para destruir toda a ‘harmonia’ do meu lar... Um a um, matará meu pai e minha mãe. Depois me levará embora daqui. E tentara me comer todos os dias.

-MELLO! – Sussurrei num grito (?) da pra imaginar né? Ok... – Mas que droga foi aquela?! –

- Seu pai perguntou ‘que garota é essa’, eu apenas respondi... –

- Não sabia que você tinha uma vagin... – Tampou minha boca e fez um sinal negativo com a cabeça.

Significa que não houve alterações em seu corpo, ainda bem.

Assim que entramos no meu quarto, o loiro retardado fechou e chaveou a porta... Ação mais do que esperada. Droga.

Quando trancou a porta já veio rapidamente em minha direção, tomando com uma das mãos a minha cintura e com a outra agarrando minha nuca, impedindo que eu ‘escapasse’.

- Você fugiu ontem... Mas não foge agora. – Hmm... Primeiro, eu não fugi! Segundo, porque ele está falando como o menininho da relação? Que eu saiba ele fica por baixo...

E POR QUE DIABOS ESSA MUDANÇA DRASTICA DE MELLO PRA CARAMELLO?

Seu rosto se aproximou do meu tão lentamente que dava tempo de tomar um copo de leite antes que tocasse meus lábios. Mas ta, foi charme dele... Então deu uma leve mordida, sinal de que não seria apenas um beijinho, mas sim o inicio de uma sessão de gritos e gemidos... Droga!

Ele me seduz. E eu não posso fazer nada!

Durante aquele beijo quente Mello foi nos guiando até a porta do meu guarda-roupas, onde me recostou e começou a tortura desferida em mordidas e outras caricias calientes pelo meu pescoço.

Enquanto me levava ao fim da sanidade... Retirou minha blusa e desabotoou minha calça, coisa que nem mesmo percebi acontecer... Parabéns, está ficando cada vez mais ágil loiro. E como eu acabei de dizer... Sua agilidade aumentou, e muito!

Logo, antes que eu me desse conta, sua mão já estava num lugar intimo o suficiente pra me fazer arfar. Os movimentos que ela fazia em meu membro deixavam minhas pernas fracas em sinal de que eu não agüentaria por muito tempo...

- M-Mello... Eu, eu vou... – Mas antes que eu pedisse PELO AMOR DE DEUS MELLO! DEIXA EU SENTAR PRA NÃO CAIR PORRA! Acabei gozando. – A-awn... – E gemendo baixo como uma vadia acostumada.

Tsk...

Depois da preliminar, fez questão de retirar o restante da minha roupa, me jogando completamente despido na cama... Coisa que me deixava extremamente desconfortável. Afinal... EU NÃO QUERO FICAR NU SOZINHO!

- Tira... – Apontei para suas calças. Que já mostrava um belo sinal de animação.

- Vem tirar. – Minha impressão ou ele falou como uma criança que retruca um ‘cala a boca’ com um ‘vem calar’... Que coisa.

Minha vingança por ele tentar ser o garoto sedução foi simplesmente a pior... Pegar meu edredom e me cobrir, deixando apenas a cara de cachorro para fora. Ele jamais resistiria.

- Seu... Maldito. – Bufou, desistindo, desabotoando sua peça e retirando sem demora junto ao resto das roupas, puxando após o cobertor que me tampava.

Eu definitivamente não me canso desse corpo magrelo!

E este mesmo me cobriu, agarrando o meu num abraço apertado e necessitado... Agora eu não sei distinguir se ele estava com mais saudade do meu corpo nu ou de um singelo abraço apaixonado...

No processo iniciei outro beijo, dessa vez um pouco mais quente... O peito de Mello subia e descia, arfando, dando sinais de que precisava urgentemente de alivio. Então desfiz nosso abraço, percorrendo com minha mão por todo o seu corpo, até chegar ao local desejado.

- M-Matt... – Gemia baixo enquanto eu acariciava seu membro ereto. O loiro começou a ficar gelado –talvez vergonha, quem sabe-, coisa que intimamente me deixava extasiado. ALIÁS! EU NÃO RESISTO A UM MELLO SUANDO FRIO! Pronto! Admito minha tara.

E antes que chegasse ao ápice, me fez parar com os movimentos... Me empurrou um pouco para trás, fazendo com que eu me sentasse com as costas apoiadas na cabeceira da cama, em seguida ajoelhou-se sobre o meu colo.

Isso é um bom sinal! Parece que o Mail será o menininho! Aff...

Lentamente sentou-se sobre o meu membro, sem nenhum preparo, coisa que percebi tê-lo incomodado, já que sua expressão não foi das melhores.

- Matt... Você... Está ficando grandinho. – Falava entre pausas enquanto tentava se acostumar... Haha! Não estou ‘ficando grandinho’ e sim você que está mais... Mais... Mais apertado.

- A-ah... – Não consegui conter um gemido... Ele parecia mais gostoso, sério... Acho que foi o tempo de... Um dia longe.

Nossa.

Mello subia e descia, apoiando-se com as mãos no meu ombro. Mas como eu antes já precisava do merecido alivio, não suportou por muito tempo... Logo chegou ao seu limite, derramando-se sobre mim.

- D-droga. – Disse desapontado, arfando.

Eu sinceramente não acredito que estou vendo o Mello chateado por uma coisa dessas... Acho que ninguém nunca imaginou.

Em seguida lançou um bico, que aparentemente supunha alguma coisa a mais... Aiai, o que esse imoral vai me pedir?

- Mail... Eu... Posso te recompensar? Seria ótimo dormir aqui hoje, então... Eu faria o que você quisesse... – Ah, lindo! Esse era o plano? Tirar a sanidade do Matt pra conseguir o que quer? Nop!

- Oportunista! – Gargalhei cansado, empurrando-o da cama... Resultado. Um Mello furioso jogado no chão.

- Seu drogado. – Ué! Cadê aquele garoto charmoso de agora a pouco? – Vai ter volta. – Foi pelo quarto caçando suas roupas e vestindo peça por peça, fazendo vez ou outra uma careta de dor.

- É nisso que da tentar o ruivo aqui! – Sou foda. – Já disse que não tem como você ficar aqui... –

- Mas é só por hoje! –

- Não... Hoje você volta pra casa. – Me lançou o olhar mais sanguinário do mundo. Acho que não falei algo muito legal.

- Eu vim do quinto dos infernos, te acho de bobeira, você me come! E manda eu ir embora? – Sim... – Mas vai ter volta mesmo! –

- Estou com muito medo Mello.... – Ironizei, provocando-o.

Mas juro que nessas breves/torturantes horas senti muita falta dele... Desde quando será que me tornei tão dependente dessa coisa? É tão estranho.

Ai, esse Mihael.

Notas finais
Olá! O que acharam do capítulo? AAAAH, eu espero de coração que tenham gostado >
mas eu tenho estado tão ruim pra escrever O.Ó que não estou mais confiando muito no meu 'taco'... kkkk que coisa estranha de se dizer u.u
Oh sim, quero agradecer muito pelas já duas recomendações! OBRIGADA MINAS LINDAS DO MEU ♥
e aos leitores fantasmas, onegai, comentem Anteros, não custa nada >:
Enfim, muito obrigada a todos(as) vocês ~
Um abraço bem forte da Nako! Até o próximo capítulo...