Anteros
6 Noticia -des-agradável
Notas iniciais
Mas cá estou! E tentarei postar o próximo mais rápido, já que este ficou bem pequeno.
Antes de vocês começarem a ler... Quero fazer um pedido... Dei uma pequena ajuda ao meu mino numa two shot, e queria muito que vocês lessem... O tema talvez não agrade muito a vocês (hentai) já que nossa praia é outra (*-* lemon *-*) mas ficou muito bom! e já vamos postar o segundo e último capítulo.. Por favor, leiam e comentem ^^
http://fanfiction.com.br/historia/279842/Boa_Noite/
Boa leitura!
O despertador tocou. Fui lentamente abrindo os olhos, porque né, não tinha cortinas na janela e a claridade queimava minha visão!
Acho que vou pendurar um lençol naquela bosta, porque sei que Lana jamais compraria uma cortina de verdade.
Me levantei, Mello ainda dormia do meu lado... Dormia feito uma pedra, e eu sinceramente não queria acordá-lo já que era sábado, não tinha aula, não tinha trabalho, era o dia de descanso dele, meu, da Ak, da Lana (da Lana?), do Near, etc...
Ontem à noite meus pais me ligaram... Disseram que está tudo bem em Paris e que não há previsão para voltar para casa.
SÓ QUE ENTÃO EU ACORDEI DE VERDADE! PORRA!
Olhei pro despertador... Era oito da noite. Não tinha ninguém em casa, pois meus pais haviam saído para fazer compras já que não tinha mais comida congelada. Aff.
Sério! Vocês pensam mesmo que é gostoso? Não é!!
Mello tinha ido para casa, depois de muito custo... Mas ele prometeu que voltaria amanhã... Coisa que não me agradou muito, afinal, não estou nem um pouco a fim de ficar dando satisfação pros meus pais que obviamente vão querer saber o que uma ‘garota’ loira está vindo fazer aqui com tanta freqüência.
E eu não vou querer responder sinceramente.
Fucei em uma das minhas gavetas, uma das únicas que tinha roupas, afinal... FICARAM TODAS NA CASA DA LANA, então vesti uma camiseta branca sem mangas e uma bermuda cinza com um chinelo e saí. Não quero ficar em casa sozinho, é muito ruim, principalmente quando já se estava acostumado com a bagunça da tia naquela casa extremamente ativa.
Perto de casa tinha uma lanchonete, dessas que são um trailer cheio de mesas de plástico em volta... O lanche era barato e enorme, além de muito bom, então eu vinha todos os fins de semana tirar a barriga da miséria, comendo uns 3 lanches e gastando pouco.
E acho que hoje não será diferente. Estou com fome.
Me sentei numa mesa um pouco afastada do trailer, já que lá por perto tinha sempre muita gente, principalmente por causa da TV que fica no balcão de lata.
Quem veio me atender foi uma garota loira com duas mechas do cabelo amarradas nas laterais da cabeça. Parecia muito amável... Diferente das outras pessoas que geralmente me atendiam. Provavelmente foi empregada quando eu estava fora.
– Aqui. – Colocou o pequeno cardápio em minhas mãos, mas eu não precisava. Hoho, eu já sei decorado todos os lanches e bebidas que há aqui. HÁ!
– Quero o lanche número 7, e um refrigerante de lata. — Apenas sorriu e voltou para o lugar de onde havia surgido.
Droga... Como eu estou com fome.
– A-ah... Me desculpa, mas o refrigerante que você quer é o...? –
– Ah, me traga o que custar menos. – Sorri sem graça batendo nos bolsos da bermuda. Ela pareceu entender bem e apenas sorriu de volta. Sou pobre, digdin... Fail.
– Vou trazer já. – Cara! É a versão um pouco mais afeminada e carinhosa do Mello de cabelos compridos! OH!!
Que... Gracinha.
Não demorou muito e logo a garota voltou com uma bandeja de alumínio, nela trazia meu lanche –o lanche- e minha lata de refrigerante.
– Bom apetite! – Então seguiu para outra mesa, para atender a outro cliente.
Encarei aquele lanche, como quem vê o amor de infância novamente. Aquela era uma das coisas que eu mais amava nesse mundo. Aquele lanche, AQUELE LANCHE! Quantas vezes ele matou minha fome quando a fome me matava? Quantas vezes eu gastei meu precioso dinheiro comprando esse maravilhoso lanche?! E... E... Como eu adorava aquele potinho com molho de alho que vinha junto! Era a dupla perfeita, como Tico e Teco. Sério.
Dei a primeira mordida. Então a segunda... E assim por diante até aquela preciosidade estar completamente em meu estomago, pronto para ser digerido pelos meus ácidos estomacais. Quanto amor.
E como não preciso mencionar, não estava nem um pouco a fim de voltar para casa, muito menos depois de sentir o êxtase de comer essa maravilhosa refeição.
– Droga... Eu não quero voltar mais. – Deitei a cabeça na mesinha, que comportava no máximo quatro pessoas devorando seus lanches.
Ali fiquei por um bom tempo, apenas lamentando da vida baixinho... Mas parece que havia um expectador ali, ouvindo todas as lamurias do Matt...
– Nossa. Você não parece nada bem. – Falou a mesma voz fina que me ofereceu o cardápio. A garota se sentou na mesma mesa que eu, tirando seu avental e o pequeno chapéu com o nome da lanchonete. – Porque está assim? –
Hmmm... Legal, a mina vem do nada perguntando da minha vida. Nem um pouco deselegante.
– Por nada demais. –
– Não parece. – Fez um tom doce, só pra tentar parecer menos intrometida. – Se precisar de companhia... –
– Ah... É que sabe... – Então, eu desabafei pra fedelha. Tipo, EU PRECISAVA TANTO CONVERSAR! Naomi não estava em casa... Não tinha mais ninguém, então... Foi ela mesmo.
Falei, falei, falei, disse todas minhas lamúrias e outras coisas. Reclamei da vida, reclamei de tudo que havia no mundo!
Po, ela parecia muito legal... Eu precisava de alguém assim pra conversar, mesmo que fosse um completo desconhecido como ela...
Eu tinha dito absolutamente tudo, meeeenos a parte em que a pessoa que eu estava apaixonado era Mello... O QUE ELA PENSARIA DE MIM?
‘’Hmmmm... Que viadiiiiiinhooooo!’’ Agora leia com o timbre de uma garota enojada. É isso ai.
– Olha só Matt... Eu sei que sua situação não é das melhores, mas você devia tentar ter uma conversa franca com seus pais... Uma conversa séria. – AHAHAHAH mina engraçada daporra.
– Não é uma boa ideia Misa. – Sim... Nós já sabíamos o nome um do outro... – Eu te falei como eles são... Jamais aceitariam a Mel. – Mel, Mel, Mel... Foi o nome que coloquei NA Mello da minha história.
– Você jamais vai saber se não tentar Matt! Oras... Não disse que seus pais nunca te deram à mínima? O que você tem a perder? Só tem a ganhar, porque essa garota parece fazer valer a pena o sacrifício. – Ela tem razão.
Mas ela teria se Mello fosse uma garota, mas já que não é o caso.
– Sim... Vou ver o que posso fazer. – Tentei me fazer de coitado. Porque né, ah... Não que eu não seja um não é mesmo?
Então durante nosso interessantíssimo dialogo, ouvi meu celular tocar.
– Alo? – Fiz um sinal de desculpas para Misa, por interromper nossa conversa, mas eu tinha que atender, pois na tela do aparelho mostrava o nome do branquelo Near. – O-o que? Preso? – Na boa.
Eu não consigo acreditar que depois de largar de mão do Coruja Mello conseguiria ser preso.
– Aconteceu alguma coisa ruim? – Misa sussurrou, com uma expressão preocupada.
Acenei positivamente.
Notas finais
HEHEHEH... Ainda não sejam precipitados u.u não vão chingando a coitada da Misa e pá... Não antes de ver as atuações dela na fic... Depois podem julgá-la xD kkkk
Bem, aaah, e esse final ein? a porra ficou séria u.u
Vamos ver no que dá! MWAHAHHA
mais uma vez, muito obrigada! Obrigada pelos reviews, pelos leitores que estão se manifestando, pelas recomendações lindas... e.. vamos recomendar mais ^^ WEEE
enfim, obrigada por tudo!
Oh sim, vamos ler a two shot e mandar reviews maravilhosas sim? Onegai? Onegai? *w*
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Chuu :*
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