Anteros
12 Cartão Telefonico do Demonio
Notas iniciais
Mas ok, um capítulo maior, com um lemonzinho, nham nham, acho que tem gente que vai gostar ^^
Rinmaru-kun... Esse ainda não é pra ti, o seu será melhor e mais caprichado xD kkkk
espero que sacie a vontade de vocês, em breve teremos um mais lindo ♥
estou com sono y.y
o titulo é estranho.. nossa... é mesmo ~observa~
ok, antes q eu durma no pc, aqui vai!
Assim que entrei no banheiro, meu olhos foram logo para aquela sombra de silhueta na cortina que infelizmente não me permitia vê-lo.
Maldita cortina.
Ele... Hmmmm... Pelo que me parece observando a sua sombra...
Ele lavava sua bunda.
Obrigada cortina.
- Trouxe pra que? Já tem uma aqui. – Referiu-se a toalha... Bem, eu diria que minha intenção era na verdade comê-lo ali?
Sim! Sem dúvidas...
- Ok... Você... Precisa que eu esfregue suas costas? – Claro que, só pelo tom que usei a ficha vai cair e...
- Sim eu preciso. – Surgiu para fora da cortina sua mão segurando a esponja amarela e sua cara pidona, como se implorasse ‘’por favor, estou encardido! A sujeira impregnou!’’. E ele não estava brincando...
Imundo.
Revirei os olhos e peguei a esponjinha amarela, esfregando suas costas, ainda fora do local onde a água caía do outro lado da cortina. Ele parecia estar se divertindo muito, muito, muito com aquilo, pois às vezes eu ouvia umas risadas retardadas vindo dele.
- O que foi? – Perguntei com desdém, ouvindo mais um dos risos. – É engraçado ser lavado imbecil? –
- Cócegas porra... – Falou entre algumas risadas novamente. NA BOA! O MOLEQUE TEM CÓCEGAS NAS COSTAS?
Ta, tudo bem, tem gente que tem em lugares bem inesperados... Mas isso aqui é uma esponja em um naco de Mello... NÃO TEM GRAÇA!
Principalmente quando a esponja amarelinha já está meio amarronzada por causa da sujeira, isso realmente, não tem a mínima graça.
- Apenas agüente, encardido. – E não reclamou mais, somente continuou com aquelas risadas medonhas dele, aumentando mais a cada vez que eu lavava a esponja para ensaboá-lo mais uma vez.
E como estava incrivelmente sujo, isso se repetiu por mais ou menos quatro vezes. É sujeira demais pra pouco ser humano... Isso é irreal. Tão irreal quanto a freqüência que os risos tem agora, ficaram mais altos, mais irritantes, mais... Provocantes...
Ele está provocando seu próprio espancamento. Não hesitarei em matá-lo pra cessar esse ataque.
- Você está me irritando... Tem ideia de como você fica chato rindo? – Então parou na hora.
Sua cabeça virou de leve, me encarando, com um bico. Poxa vida, Mello está tão Mel ultimamente... E isso não é exagero.
Acho que ele está virando mulher.
Mas diferente de como eu esperava, Mello novamente sorriu. Foi um sorriso calado, sem aquela gargalhada espaçada, mas um sorriso de orelha a orelha, com direito a dentes.
Era bonitinho. Parecia uma criança com aquele cabelo molhado pra trás, grudado no pescoço, já menos úmido pela falta de água corrente, juntamente aquelas bochechas rosadas por causa da temperatura do ambiente.
ESTÁ MESMO VIRANDO MULHER!
Tanto que dava até pena de olhar e lembrar as coisas que já fiz com aquele corpo nu. Arg... Me sinto um pedófilo.
Mas esse pensamento foi para longe, bem longe quando aquelas sobrancelhas arqueadas, demonstrando uma expressão infantil e inocente, desceram, dessa vez com os olhos pouco menos abertos. Talvez a descrição não esteja boa, MAS ELE ESTAVA RINDO MAIS PERVERTIDAMENTE QUE MEUS PENSAMENTOS SOBRE SUAS BOCHECHAS ROSADAS!
É normal tarar bochechas rosadas ok? É normal... Normal.
Aquilo acabara de voltar a ser o Mello, a ser o chocólatra que me encarava de rabo de olho naquele dia no Coruja, degustando seu chocolate, me fazendo esperar por sua carona enquanto segurava a carta de declaração tramada que escrevi.
Voltou a ser o Mihael! Que coisa linda!
Minha mão, segurando a esponja mais ou menos encima de seu ombro direito, foi puxada... Me vi entrando contudo naquela área onde a água do chuveiro batia com força no chão, e em poucos segundos eu já estava encharcado, com minha roupa casual.
Claro que eu nem devia ter reparado nessas coisas já que o garoto havia tomado meus lábios num beijo tão quente quanto a água, tão ardente quanto suas bochechas. De certa forma, parecia bem diferente de ontem quando eu o possuí no quarto ao lado... Ele parecia menos azedo, mais zeloso.
Parecia justamente aquele Mello que conheci há um tempo atrás.
Claro, isso me faz pensar no que Misa disse. Confiar mais, me entregar mais ao Mello tanto quanto fiz com ela, que já me acha importante só por causa da confiança que tive em si.
Mihael, você me enlouquece.
Cortou nosso beijo e, sentindo um incomodo pelas minhas roupas, tentou logo tirá-las, começando pela blusa que parecia meio difícil de arrancar por estar molhada, pesada e grudada no meu corpo.
- Filha de uma... – E antes que ferisse os sentimentos da minha peça de roupa, eu mesmo a retirei, sentindo a água e as mãos de Mello passearem pelo meu tronco.
E essas malditas mãos me encostaram na parede fria. Vai se foder, é horrível ter o mínimo contato com as paredes do banheiro durante o banho e o idiota parecia saber disso, tanto que riu sarcasticamente da minha expressão de ‘dor’.
Fiz o mesmo com ele, que pareceu sofrer mais já que estava mais quente que eu. Baitchola.
- Awn Matt... – Parece que o gelo das paredes de ladrilho branco não apagou o fogo daquele rabo... Sério. – É assim que você me recompensa por sair passeando com uma garota enquanto eu era preso? –
- Pensei que já tinha dito que ela é minha amiga de infância. – Falei, mordendo seu pescoço, alternando as palavras com carícias pelas suas costas frias.
- Não sou idiota. – Puxou-me para ainda mais perto pela barra da minha calça, arfando um pouco. – Sei o que amiguinhas de infância tem debaixo da saia, e também sei como aquilo queima e pega fogo. – Ele falava sério, mas eu sentia vontade de rir da versão dele...
- Mas devia saber também que não queima tanto quanto você. – E lancei minha mais nova e improvisada pedrerisse pra ver se ele sossegava.
Ganhei o que? Uma joelhada nas partes baixas.
- Matt vai se foder, melhora isso ai. – Riu baixo.
Sinceramente, vou ter que melhorar mesmo.
- Vou pedir uns conselhos pra Misa... – Falei ainda baixo, efeito da dor que sentia entre as pernas.
Outra joelhada.
- QUER QUE A SUA FONTE DE DIVERSÃO FIQUE INDISPONÍVEL SEU VIADO?! – Negou.
- Você mereceu. – Disse o loiro. Então encostei novamente suas costas na parede gelada, ouvindo outra desaprovação enquanto eu saia dali, indo em direção a porta.
- Mereceu também... —
- Não! Matt... Não saia ainda! Você precisa terminar o serviço... Minhas costas ainda estão sujas! –
Ah! Mas não tem cabimento, depois de duas joelhadas no saco até desanima né? Por favor!
- Lave sozinho. – Falei ainda mais emburrado, girando a maçaneta mas parando antes de sair...
Bom, Misa me deu o maior apoio agora a pouco me dizendo pra confiar em Mello, etc, etc. Eu pretendo sim me aproximar mais dele e como dizem, melhorar um pouco esse relacionamento conturbado que temos, então não são duas joelhadas nas partes baixas que irão me impedir de ter o chocólatra, que parece precisar tanto do ruivão aqui.
- O que foi Matt? Decidiu ficar? – Disse com aquela cara retardada, chacoalhando a esponja. E eu, apenas voltei a fechar e trancar a porta, apoiando somente o ombro direito nela, observando atentamente aquela pessoa mais a frente, que ficava cada vez mais sem graça por ser encarada daquele jeito.
- A-ah, qual é... Se não quiser esfregar minhas costas tudo bem, fique apenas ai sentado me vendo tomar banho... – Suas bochechas avermelhadas pelo calor agora enrubesceram ainda mais por causa da vergonha. Besta.
Devagar fui até ele, em apenas três ou quatro passos, já que grande o banheiro não era. E quanto mais eu me aproximava, mais o garoto se acanhava... Ok que ele era o pervertido dos pervertidos, mas até mesmo ele tem seus momentos ukes level 10.000.
- M-Matt... – Grunhiu baixo encostando-se na parede do canto, apenas esperando a próxima ação do garotão aqui.
Não digo que foi por impulso, até porque no momento não quero fazer nada sem pensar... Quero analisar minuciosamente todas as ações e expressões de Mello, quero conhecê-lo melhor, e mesmo que não seja o local apropriado, fazer com que nunca mais se esqueça desse banho.
- Mihael, venha cá. – E um pouco surpreso por ouvir seu nome saindo da minha boca, veio até mim.
Segurei seus ombros trazendo seu tronco para perto até encostar em meu corpo e eu descer minhas mãos até sua cintura molhada. Arqueei levemente o rosto pra frente sussurrando em seu ouvido.
- Eu te amo. – Beijando a região em seguida.
Seu corpo se arrepiou e se contorceu um pouco, aquele era um Mello que eu não conhecia, sem dúvidas.
Então voltando a encarar seus olhos, virei seu corpo de costas pra mim, e ele, com o rosto de lado, ainda observava meu rosto como antes.
Beijei e mordi seu pescoço e ombros, enquanto o maldito friccionava o traseiro na minha calça, arg, ridículo... Será que ele não sabe que isso vai fazer a diversão acabar bem mais rápido?
- Não Mello, não é assim... Ah. – Falei baixo, gemendo... Eu não queria que ele fizesse isso, pelo menos não dessa vez, bem justamente quando queria satisfazê-lo por mim mesmo.
- É assim... – Virou-se novamente, abaixando-se, retirando minha calça juntamente a peça intima, sem rodeios. Mello não faria nada, nada mesmo além da única coisa que tanto ele quanto eu precisávamos.
Num movimento rápido se levantou, me empurrando até o vaso sanitário que por estar com a tampa abaixada me fez sentar ali, colocando-se no meu colo.
E ali o maldito loiro se deliciava em ver minha expressão chorosa em somente tê-lo no meu colo, rebolando sobre o meu membro, sem nem mesmo se penetrar.
- Mell... Por favor... Faça direito... – Pedi no tom mais necessitado que alguém poderia usar. Claro que, era só conversa fiada aquela de observá-lo minuciosamente... Até porque, é impossível já que esse mino tira completamente minha sanidade.
Deu uma breve risada marota, erguendo-se, sentando com tudo em meu membro, fazendo com que eu sentisse o quanto ele é apertado e quente.
Seus cabelos ainda úmidos para trás juntamente a suas bochechas rosadas faziam parte daquela imagem maravilhosa sobre mim, arfando, soltando aquele ar morno enquanto serrava seus olhos com força, talvez para tirar sua atenção da breve dor.
- M-MATT! – Entendi que o loiro precisaria de ajuda, então somente passei a masturbá-lo na mesma freqüência que seus movimentos rápidos...
Foi ai que ouvi o barulho da fechadura da porta sendo aberta por um cartão telefônico que invadia o cômodo pela frincha da madeira velha e corroída...
- Vocês estão demorando... Matt, eu disse pra apressar a... Mel... – A voz da loirinha perdeu completamente a força e o volume a me ver naquela situação.
Mello parou na hora, encarando Misa.
Eu parei na hora, sendo pego no flagra com o pênis de uma ‘garota’ em mãos.
Misa ficava cada vez mais e mais e mais e mais e mais vermelha, até cair no chão.
Cara, ela desmaiou por descobrir que Mel é garoto ou por me ver fodendo ele?
Quem sabe?
Notas finais
gostaram? deu pra recompensar minha demora? nhaaaam *3*
é pq eu tava sem criatividade, então custei a escrever... e no fim, saiu essa porquera ali encima y.y bububu
mereço reviews? onegaai!
bem, é isso, desculpem qualquer coisa...
Até breve meus amores !
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