Ansiando

18 Amando Profundamente


Notas iniciais
Este capítulo explicará toda a 'trama policial" que acabou tomando conta dos últimos quatro capítulos da fic... rs BOA LEITURA!!

Os corredores estavam inexplicavelmente vazios, enquanto Gwaine seguia dois passos à frente rumo a uma escada, a sensação de perigo zunia nos ouvidos de Merlin, mas ele ignorou, os passos precisos e apressados levariam Arthur em segurança para um hospital, e isso era tudo o que precisavam por agora. O loiro estava fragilizado a ponto de não conseguir caminhar sem apoio, após o desmaio, Merlin precisou se esforçar para acordá-lo, o vestiu com sua própria jaqueta e agora praticamente o carregava, apoiando todo o peso de Arthur em seu ombro esquerdo.

— Eu tenho a porra da impressão que tem alguém vindo nos encontrar pelas escadas... deveríamos ter pego o elevador, Merlin! — Gwaine falou quando Merlin emparelhou ao lado dele na escada antes de chegar ao 3º piso.

— Sim, seria muito interessante a visão. Dois caras carregando um terceiro... assim. — Merlin declarou com sarcasmo, ele não queria nem mesmo falar em voz alta as condições de Arthur, pensara que ficaria ainda pior se ele desse voz para seus sentimentos.

Gwaine sacudiu a cabeça incrédulo, ele não acreditava que Arthur tivesse sido abusado desta maneira, e vinha controlando sua própria ira a respeito disso, pois sabia que Merlin precisava de frieza agora, e eles necessitavam tirar Arthur dali o quanto antes.

Quando chegaram ao 2º piso, Merlin sentiu o estômago despencar de pavor: aconteceu o que Gwaine esperava.

Dois homens os aguardavam, um deles com cabelos claros e uma longa cicatriz na lateral do rosto, apontava para os recém-chegados uma pistola com ampolas; o outro era alto, forte e negro, parecia ter saído de um filme de assassinos.

Merlin notou perifericamente que o homem com a pistola de ampolas mantinha Gwaine — que automaticamente se posicionara deforma defensiva — sob sua mira; o homem mais alto deu um passo à frente e saiu da linha dos dois, encarando Arthur abertamente, em seu rosto brilhou um sorriso vitorioso.

— Onde pensam que vão? Não imaginaram que poderiam sair tão facilmente, carregando nosso amigo aí, não é? — Ele não terminou de falar e, em um pulo, se jogou de encontro a Merlin, os braços em posição de ataque.

Arthur pressentia a ameaça vibrando nas suas veias, ele não podia deixar que o esforço de Merlin fosse em vão, então, ao pressentir que os recém-chegados atacariam, decidiu que lutaria.

Rapidamente reconheceu ambos atacantes como pessoas relacionadas com a Camelot’s, e não teve dúvidas de que isso era obra de alguém muito próximo. Myror, o homem alto e negro, fora chefe de segurança na empresa antes da equipe de Percy tomar o controle. Toda a equipe dele fora dispensada na saída de Agravaine, após Percy ter apresentado um longo relatório sobre falhas, às quais chocaram Uther definitivamente. E Edwin, Arthur o reconheceu como um químico que há tempos sondava a Camelot’s para obter uma parceria em suas experiências. Arthur lembrava das reuniões enfadonhas que tivera que assistir. O homem parecia querer fabricar armas químicas, e para obter sucesso na distribuição, contava com o nome e o prestígio da Camelot’s. Aparentemente o único que se interessava pelo projeto era Agravaine.

Arthur percebeu que Myror estava focando nele, aparentemente o ex-segurança achou que Arthur era o oponente mais fraco, além de ser o personagem principal, o trunfo. Estava claro no olhar de Myror que ele queria pegar Arthur de volta.

Isso não ia acontecer.

Uma fração de segundo antes do homem pular, Arthur reuniu toda sua força restante e empurrou Merlin, ambos se separaram e Myror pulou no vazio, o impulso jogou Merlin a dois metros de distância, e agora Arthur sentia todo o corpo dolorido pelo impacto contra o chão.

— Então ainda tem forças, Pequeno Príncipe? — Myror se ergueu rápido demais e agora Arthur nem ao menos conseguia se mover.

Um som abafado de disparo, desviou a atenção de Arthur, e ele viu Gwaine rolando no chão se esquivando de um tipo de dardo que ficou pregado no espaço onde Gwaine estivera, o projétil em muito lembrava aqueles dardos tranquilizantes usados em animais.

Os olhos castanhos de Gwaine pousaram em Arthur, e em seguida ele desviou o olhar e sorriu, Arthur tirou os olhos do amigo e não compreendeu a expressão de Gwaine, apenas sentiu o coração parar com raiva por não poder se mover, Myror se agigantou na frente dele, de pé e parecendo muito satisfeito, em seguida, para explicar o sorriso de Gwaine, Merlin surgiu se interpondo entre Myror e Arthur.

Merlin segurou o braço direito de Myror que estava prestes a nocautear Arthur, com a mão direita e em um giro torceu o braço do oponente para trás, e com a esquerda segurou firmemente o rosto do homem, forçando o queixo para cima, ele derrubou Myror no chão, e sentou sobre as costas do homem totalmente imobilizado.

Arthur viu Lancelot chegando pelas escadas, por trás de Edwin, que ainda apontava a pistola para Gwaine, Lance deu um chute atrás dos joelhos do homem e antes que ele se curvasse em dor, Gwaine tomou a pistola das mãos dele.

Percy e Elyan surgiram também, e Elyan correu para Merlin, com uma sobrancelha erguida sorriu metade admirado, metade surpreso, e algemou Myror, enquanto Percy fazia o mesmo com Edwin.

Ignorando a expressão de Elyan, Merlin tropeçando e nervoso, foi até Arthur que respirava com dificuldade.

— Você está bem?? Deus, está sangrando! Precisamos levá-lo ao hospital!! — Merlin falou desesperado, encarando a têmpora de Arthur que sangrava empapando o cabelo loiro.

Elyan colocou uma mão no ombro de Merlin.

— Vamos cuidar disso agora mesmo, eu já chamei reforço e uma equipe médica estará aqui em alguns minutos. Mas, antes disso, quero saber uma coisa: — Os olhos escuros e frios de Elyan pousaram em Gwaine. — O que diabos você pensou que estava fazendo? Colocou a si mesmo e Merlin em absoluto e irresponsável perigo.

— Ora, eu sabia que ia acabar roubando a cena. E vocês viram? Merlin foi incrível! De onde veio isso? Não imaginava que você fosse capaz de lutar, Merlin! — Gwaine questionou orgulhoso e estupefato.

Merlin simplesmente encolheu os ombros, ainda ajoelhado no chão limpando o sangramento de Arthur com um pedaço de tecido que acabara de rasgar da própria camiseta

— Minha mãe me obrigou a fazer intensivas aulas de autodefesa desde a adolescência. — Ele respondeu humilde.

— Eu posso dizer que vi tudo e foi mesmo muito bom! — Percy exibia um largo sorriso.

Merlin corou levemente, e voltou a atenção para Arthur, que sorria, espelhando os sorrisos de Percy e Gwaine.

— Eles têm razão, olhando para você, ninguém pode dizer que é tão forte. — Os olhos azuis de Arthur brilharam e Merlin sentiu uma pontada de alegria por vê-lo feliz, ele segurou a rosto de Arthur com as duas mãos e uniu as testas, como Arthur uma vez fizera.

— Não forte o bastante para evitar o que aconteceu... mas o bastante para cuidar de você, seu cabeçudo. — Merlin terminou a frase sussurrada, e encostou gentilmente os lábios nos de Arthur, o loiro relaxou e suspirou involuntariamente.

— Ah, hum... vejo que nosso garoto está bem acompanhado.

Merlin ergueu o rosto surpreso ao ouvir uma voz feminina e totalmente desconhecida. Uma equipe composta por dois homens e uma mulher, todos em trajes médicos, e cada um deles sorria para Merlin e Arthur.

A mulher se adiantou e analisou Arthur rapidamente, e os dois homens atrás dela começaram a remover o loiro enquanto ela fazia perguntas breves sobre o estado geral de Arthur.

— Precisaremos levá-lo ao hospital para fazermos alguns exames mais detalhados. — Ela determinou.

A ternura estava lá, mas Merlin sentiu o profissionalismo contundente nas palavras dela. Ele segurou firme a mão de Arthur, não querendo deixá-lo sozinho.

— Eu vou junto. — Merlin disse determinado, ao que Arthur o puxou para um beijo suave, e todos na sala sorriram.

— Okay, okay! Muito bonito, mas transem depois, agora precisamos dar no pé daqui!

Merlin abriu os olhos a tempo de ver Gwaine, que exibindo seu melhor e mais malicioso sorriso, caminhou liderando a descida pelas escadas.

~*~*~*~*~*~

Alguns minutos depois, em um local não muito longe dali, Tristan e Isolde assistiam satisfeitos enquanto a polícia dava voz de prisão a Sophia, Agravaine, e uma mulher chamada Nimueh, todos estavam sendo algemados e tinham seus direitos lidos por um policial.

— Desta vez sua intuição me surpreendeu! — Tristan escorregou o braço do ombro de Isolde e a segurou firme pela cintura. — Não tinha como imaginar que a moça viria até Agravaine!

— Elementar meu caro marido, os peixes pequenos sempre precisam de um peixe maior para guiá-los e alimentá-los. — Ela falou tranquila, encostando a cabeça no ombro dele.

— Mas o telefonema da recepcionista avisando para Merlin que Sophia havia saído do hotel às pressas com uma suposta camareira foi decisivo, não foi?

— Sim, foi. E quem poderia imaginar que Agravaine havia colocado a própria amante no esquema. Pelo que eu sei, neste momento Edwin está despejando toda a verdade em um interrogatório.

— O que eu achei mais intrigante foi o final do telefonema, a recepcionista falou que Sophia não tinha jeito de quem gostava de gatos. O que será que Merlin disse a ela?

— Mais tarde estaremos com eles e você poderá perguntar. Agora, eu preciso de um bom banho. — Isolde gemeu sentindo a fadiga de horas de pressão.

~*~*~*~*~*~

Algumas horas depois, Merlin observava a luz suave que entrava pela janela iluminando o corpo lânguido e relaxado ao lado dele, o pânico já se fora e agora ele lutava contra o sentimento de culpa que corroera e deteriorara seus pensamentos durante toda a espera no hospital.

Após alguns exames, Arthur não apresentou nenhuma lesão física além de hematomas e arranhões pelo corpo, não havia ossos quebrados ou qualquer contusão, apenas uma intoxicação através de alguma droga sedativa, ele tinha também uma leve desidratação. Segundo a médica do plantão tudo poderia ser rapidamente revertido com administração de um tratamento simples, mas isso não era o que preocupava Merlin.

Arthur contara com detalhes para a polícia sobre a violência e abuso sexual que sofrera, quando o policial perguntara calmamente sobre tentativa de estupro, Arthur riu sonoramente, ele não parecia abalado, mas sim um tanto incrédulo, falou inclusive que Sophia poderia morrer tentando pois não conseguiria nada dele. O médico sugeriu acompanhamento psicológico, ao que Arthur aceitou imediatamente.

Merlin balançou a cabeça no escuro do quarto que agora dividia com Arthur, ele não conseguia se conformar que Arthur tivesse passado por algo assim, e que agora isso pudesse marcá-lo para sempre, se sentia tão impotente por não ter evitado...

— Por favor Merlin, você poderia parar de se mover e me abraçar? Esse ar condicionado não está aquecendo nada e minha bunda está congelando! — Arthur sentou irritado na cama, observando detidamente Merlin através da penumbra do quarto. — O que houve?

— Estava... pensando. — Merlin lutou para esconder a voz embargada.

— Desista. Você não é bom nisso. — Arthur riu levemente e esticou os braços puxando Merlin para si, o abraçando ternamente.

Merlin aceitou o abraço, contente por sentir novamente o calor de Arthur contra seu corpo, ele não foi capaz de controlar algumas lágrimas que rolaram quentes no ombro do loiro, Arthur percebendo isso o apertou entre seus braços, unindo seus peitos, as batidas dos dois corações quase no mesmo ritmo.

— Você foi fantástico, Arthur... Me perdoe por não ter chegado antes...

Merlin não conseguiu camuflar sua angústia, a voz sussurrada e vacilante fez Arthur se empertigar instantaneamente. Ele jamais permitiria que Merlin se culpasse.

— Não. Você foi extraordinário, você Merlin. Você me encontrou, abriu a porta, me carregou e protegeu. Pensar em você, no seu sorriso pateta e nos olhos plissados me fez ser forte e aguardar, o que eu sinto por você me mantinha alerta, aquecia e me confortava. Sempre você.

Arthur ergueu o rosto de Merlin, a luz que penetrava pela janela iluminou as feições do moreno, fazendo os olhos brilharem úmidos de lágrimas, Arthur as secou gentilmente com o polegar.

— Eu amo você, Merlin. Em nenhum momento tive medo real, nunca achei que iria morrer ou algo assim, não sem antes dizer a você que o amo profundamente. É tão clichê, mas estou estupidamente apaixonado e foda-se. — Arthur riu baixinho e mais lágrimas rolaram dos olhos de Merlin.

— Arthur... Eu... o amo tanto... tive muito medo e queria ser capaz de apagar tudo o que você passou... — A frase de Merlin foi interrompida por um soluço, que Arthur calou com os lábios.

O beijo carinhoso, lento e saudoso pareceu mostrar a Merlin que juntos eles ficariam bem. Arthur perdeu-se rapidamente, o gosto e o cheiro familiar de Merlin tornando-o embriagado, os movimentos lentos das mãos e línguas deixando seu corpo embevecido.

No entanto, em algum momento a ternura cálida deu lugar a paixão impaciente, as línguas passaram a se mover rápidas e com luxúria, o desejo subitamente já latejava nos dois, Arthur tentava não parecer tão ansioso, mas falhou ao gemer alto quando Merlin o acariciou suavemente na cintura.

Sem interromper o beijo, Merlin deitou na cama puxando Arthur consigo, todo o corpo do moreno se liquefez quando Arthur começou a tirar a boxer dele gentilmente, expondo o membro ereto de Merlin para sua absoluta apreciação. Arthur deslizou a língua umedecendo os lábios ressecados de ansiedade, ele retirou o calção que vestia e jogou os olhos em direção à mesinha de cabeceira, Merlin absorto e incoerente, tateou e abriu a gaveta, entregando em seguida, nas mãos de Arthur um frasco de lubrificante e um preservativo.

Arthur segurou a mão de Merlin por um instante, ele encarou-o em busca de algum sinal de arrependimento, mas tudo o que viu foi zelo e amor.

— Merlin... eu... eu preciso de você...

— Cale a boca, Ar-thur! — Merlin respondeu imitando com perfeição a entonação de Arthur em todas as vezes que Merlin parecia imbecil demais para receber uma resposta adequada. Sorrindo extremamente satisfeito, Merlin colocou um travesseiro logo abaixo do bumbum, e separou as pernas, aguardando.

Trêmulo de desejo e ansiedade, Arthur espalhou lubrificante em Merlin, depois em si mesmo, desenrolou o preservativo no pênis que doía de tesão, e mergulhou, grudando sua boca à de Merlin, e o beijando com sofreguidão.

Merlin se acomodou, enquanto Arthur o beijava, ele se empurrou contra o membro do loiro, para favorecer e permitir que o penetrasse lentamente, todas as preliminares esquecidas pela urgência do amor, que eles precisavam demonstrar um ao outro. Por um instante Arthur pareceu resistir intimamente, mas Merlin jogou os próprios quadris contra a cabeça do pênis que entrou um pouco mais.

Arthur riu mais uma vez naquela noite, fora tolo em temer que Merlin não aguentasse, ou não estivesse pronto, e Merlin já se sentia contente por ouvir o riso, sentir o cheiro e o amor que vinha de Arthur. A amargura anterior se dissolvia gradualmente enquanto o loiro o penetrava com cuidado, movendo-se com graça e força comedida, Merlin se agarrou aos cabelos loiros, acariciando-os, e Arthur o beijava com movimentos longos e ternos.

Eles sentiram que todo o medo e incerteza de antes, se desvanecera e escorria para fora de suas mentes, os corações acelerados, e a paixão cegava-os para todo o restante do universo, à cada investida de Arthur, Merlin sentiu que estava mais próximo de explodir, e não era apenas o orgasmo, havia outro sentimento, algo imenso que fazia seus olhos embaçarem de lágrimas que nada tinham a ver com o coito ou a apreensão.

Merlin esticou os braços e puxou Arthur para si, beijando-o com ardor, ele sentiu algo quente escorrendo em seu rosto e abriu os olhos, encontrando lágrimas escorregando pelos cílios caramelo de Arthur. O loiro equilibrou o peso do corpo com uma mão, e com a outra segurou a nuca de Merlin mantendo o rosto do moreno colado ao dele.

Com as mãos livres Merlin começou a manejar o quadril de Arthur, obrigando o loiro a arremessar-se descompassadamente, o pênis de Merlin a ponto de explodir devido ao contato com a barriga de Arthur, e quanto mais próximos eles chegavam do clímax, mais lágrimas desciam por suas faces, Merlin não conseguia compreender essa emoção nova e tão sufocantemente maravilhosa, e Arthur aceitou isso como algo incompreensível, novo e fabuloso.

Arthur estava aumentando o ritmo das estocadas e Merlin gemeu quando sentiu a ponta do membro esfregar sua próstata, ele cravou os dedos no bumbum do loiro, obrigando Arthur a dar mais tempo de atrito a eles, Arthur sentiu o namorado estremecer inteiro e o sêmen de Merlin inundou o espaço entre eles, se espalhando na pele de ambos, Arthur arremeteu para uma segunda e longa estocada, e gozou também, pequenas ondas de emoção e lágrimas empurraram os dois para um universo paralelo, de um beijo ardente e necessitado.

Exausto, Arthur deixou-se cair sobre o corpo quente e suado de Merlin.

— Feliz Aniversário, Arthur... — Merlin falou com a voz abafada pelos cabelos de Arthur.

— Acho... que faltam dois dias... — O loiro afastou o rosto e disse um pouco confuso, porém, um sorriso imenso brilhava iluminando o coração de Merlin. — Mas sei que sou maravilhoso e mereço algo antecipado!

— Merece mesmo, seu vaidoso arrogante! Durma agora, amanhã já estaremos em Londres.

Arthur mergulhou para mais um beijo, abraçando Merlin com todas as forças que tinha, e o moreno, mesmo sufocado pelos braços do namorado, suspirou exultante e aliviado por estarem juntos, novamente.

Notas finais
~continua~ Oieee!! Espero que tenham gostado do desfecho dos vilões, a parte policial acabou... rs... Próximo capítulo será muito calmo, um pouco de rotina e uma festa... será o último, depois tenho o epílogo e essa fic terminará :'( Postarei o mais breve possível, mas quero receber seus comentários, se estão lendo me deixem saber se estão gostando, se faltou algo... rs Agradeço a todos que leram!! Mil Bjs, Vivi