Notas iniciais
Boa noite meninas! Primeiramente, eu quero pedir mil desculpas por esse tempo sem atualizações. Mas é que tive problemas de ordem pessoal e familiar que me impossibilitaram e privaram de postar qualquer coisa. Ainda não consegui resolver meus problemas, mas eu me senti no dever de postar um capítulo que fosse pra explicar a razão do meu sumiço. E antecipo que meus post ainda não serão tão rápidos como estavam sendo antes, mas que eles virão. Com certa demora, mas virão. E assim que minha vida no mundo real e fora das fics voltarem a normalidade - o que rezo pra que seja breve - eu tornarei a postar com mais frequência. E respondendo as questões me feita pela Jujah e a Fofura em seu comentários... Bom, querida Jujah pelas minhas contas, vai levar em torno de 17 capítulos para o primeiro lapso de memória do Arthur/Grissom aparecer. E não, Fofura, nem todos os capítulos vão ser quentes como esse aqui. Agora vamos ao capítulo.

Nem nos seus sonhos mais apaixonados, ela imaginou que fosse encontrar um homem tão especial e encantador como Arthur. Alguém que lhe despertasse em tão pouco tempo, os melhores e maiores sentimentos e sensações que jamais havia experimentado antes.

Era uma coisa fantástica e maravilhosa. Ela se sentia vivendo um verdadeiro conto de fadas. Seu conto de fadas! Onde o príncipe era um sujeito com lindos e encantadores olhos azuis, que naquele momento, fazia com sua boca um verdadeiro "passeio" lento por seu corpo alvo e nú.

Ele tinha começado por beijar seu pescoço, depois foi seu ombro, provou seus seios lhe arrancando gemidos. Brincou com a ponta da língua em sua barriga lisa e ainda traçou círculos ao redor de seu umbigo. Seguiu pela lateral de seu corpo alcançando suas coxas e descendo mais, chegou aos seus pés delicados.

Não demorou nada para Arthur já está fazendo o caminho inverso em sua outra perna. E um arrepio tomou Sara por completo, quando Arthur seguiu seus beijos em direção a parte interna das coxas dela até chegar e parar em sua virilha.

Ao abrir seus olhos que estavam fechados aquela altura, a morena viu Arthur se acomodando entre suas pernas. Seu namorado então lhe lançou um olhar cheio do mais puro e intenso desejo, que fez com quê algo dentro dela pegasse fogo na hora.

—Vou saborear você, honey. Relaxe e aproveite!

Aquelas palavras ditas naquele tom de voz másculo e altamente sedutor quase fizeram Sara se desmanchar na hora e gritar para que Arthur fosse em frente logo com aquilo que ele pretendia fazer, pois ela estava louca de desejo por senti-lo lhe tocar daquela forma.

E foi o que ele fez no instante seguinte, sem esperar por qualquer palavra vinda de Sara. Não sabia se sua jovem namorada já tinha experimentado esse tipo de sexo. Talvez até sim. Agora, só esperava que ela gostasse de receber esse tipo de "carinho".

Com as mãos agarrando os quadris de Sara, Arthur tocou com a boca o centro entre as pernas de sua namorada fazendo a mesma soltar prontamente um suspiro alto e fechar os olhos apertando-os.

Aquele tipo de sexo, Sara já tinha experimentado antes com dois namorados anteriores ao atual. Com o primeiro havia sido uma experiência boa. Com o segundo já foi muito melhor ainda. Agora descobriria se essa terceira experiência com outro namorado diferente poderia superar as anteriores. Algo lhe dizia que sim e em larga escala.

"Relaxe e aproveite!"

Foi isso que ele lhe disse antes de começar suas carícias. E era isso que ela faria.

De olhos completamente fechados, Sara apenas se permitiu sentir as maravilhosas sensações que Arthur começava a lhe proporcionar com a boca e a língua experiente. Era algo muito mais intenso, mais erótico e mais excitante do que ela já havia sentido antes dele surgir em sua vida.

O turbilhão de coisas que aquela boca estava fazendo crescer dentro dela, era algo inexplicável.

Suas mãos agarraram e amaçarram com força o lençol branco da cama, e seu quadril se arqueou de leve, quando Arthur lhe sugou, arrancando-lhe um gemido alto de pura satisfação.

Santo Deus!

Aquilo estava sendo triplamente melhor do que já tinha experimentado antes. Sara começava a perceber que tudo com Arthur era muito melhor do que já tenha feito antes com outro. Com seu namorado atual tudo sempre era melhor e melhor. Talvez isso fosse explicado pelo grande fato de amá-lo verdadeiramente como jamais amou à outro antes dele.

Seus olhos se abriram por um mísero segundo e a visão de uma cabeça grisalha entre suas pernas se desdobrando em carícias úmidas e íntimas, fez seu tesão se quadruplicar.

Arthur fazia de um jeito que nenhum outro fez. De um jeito incrivelmente prazeroso e excitante. Seu namorado lhe estimulava e passeava com a língua ávida e louca pra lhe levar ao ápice do prazer, exatamente nos pontos certos e mais sensíveis. Ele também ainda lhe sugava na intensidade perfeita pra lhe arrancar gemidos incontroláveis do mais puro erótico prazer e satisfação.

Era como se Arthur conhecesse seu corpo tão bem, que soubesse exatamente onde e como tocar pra fazer as coisas dentro dela pegarem fogo e entrarem em combustão.

Seus olhos se fecharam tão rapidamente quanto se abriram. Uma onda avassaladora de prazer começou a vir tomando conta de Sara mais fortemente a medida que as carícias de seu namorado se intensificavam segundo à segundo.

Então sua respiração começou a ficar desregular. Seus seios começaram a subir e descer de forma mais intensa e rápida dada a sua respiração acelerada. Gemidos incontroláveis escapavam de sua boca. E suas mãos agarraram os cabelos volumosos e encaracolados do homem que ela amava, o qual lhe proporcionar o melhor sexo oral que já tinha recebido até hoje.

—Arthur... — Ela pronunciou jogando a cabeça pra trás nos travesseiros. Seu ventre e seu corpo já começavam a se contraírem com a aproximação do orgasmo.

O nome de seu namorado naquele instante, pronunciado por Sara, não passou de um sussurro saído da boca dela. Ela estava perto. Muito perto do ápice!

O homem de olhos azuis encarou por um segundo sua namorada e com a boca colada ao sexo de sua parceira, sorriu contente e estasiado com o prazer que vinha proporcionando a sua amada e o qual via escancaradamente nas reações e feições da mesma.

Era exatamente aquilo que ele queria além de prová-la, quando se propôs a lhe fazer aquele tipo de sexo. Arthur queria ver o prazer e satisfação completa, tomar o rosto de Sara conforme ia lhe provando e lhe fazendo sentir as melhores sensações, que esperava que nenhum antes dele tenha conseguido fazê-la sentir e alcançar.

—Vem, honey!... Quero sentir você chegar na minha boca. Vem, pra mim, Sara!

Com a voz carregada do mais puro tesão e erotismo, Arthur pediu aquilo interrompendo por míseros segundos suas carícias.

Voltando sua boca para a "tarefa" de fazer Sara chegar ao limite do seu prazer, Arthur então, viu sua namorada chegar pouquíssimos momentos depois do pedido dele, em um orgasmo intenso e arrebatador, pra deleite e satisfação do namorado apaixonado, que sentiu-se satisfeito por ter conseguido fazê-la chegar ao orgasmo.

Ela sentia como se sua alma tivesse sido arrancada fora do corpo e agora levitava como uma folha ao vento assim que seu corpo alcançou a "libertação" completa.

Segundos passaram-se e ainda mantendo os olhos fechados, Sara tentava se restabelecer daquele prazeroso orgasmo que Arthur lhe fez alcançar.

—Tudo bem com você, honey?

Sara ouviu meio ao longe Arthur lhe questionar isso alguns segundos depois de subir por seu corpo e alcançar sua boca pra lhe beijar os lábios sutilmente.

Tudo bem?

Tava tudo ótimo!... Explendido!... Maravilhoso!... Incrível!... Ela poderia listar inúmeros adjetivos pra qualificar o quão bem estava depois de receber o sexo oral mais prazeroso da sua jovem vida.

Ela abriu os olhos pra responder a pergunta dele e encontrou seu namorado lhe encarando com um sorriso lindo estampado nos lábios.

—Eu estou mais do que bem, amor. Estou... Ótimo!

Ela contou tocando o rosto dele e em seguida lhe dando um beijo quente.

—O bom disso é que você dá prazer e recebe de volta. — Ela murmurou após o beijo e dando uma mordida leve no queixo de Arthur.

O homem de olhos azuis sorriu, mas o pensamento de que sua namorada faria aquilo só porque ele fez nela, fez com que Arthur lhe avisasse:

—Ei! Quero que saiba que você não precisa fazer isso só porque fiz em você, honey. — Arthur deslizou o dedo pelo contorno do rosto de Sara.

Quando ele se propôs a fazer sexo oral nela, não foi de maneira alguma, com a intenção de que ela lhe retribuisse aquilo. Óbvio que seria maravilhoso que ela fizesse isso nele? Certamente! Não seria hipócrita de dizer que não seria. Mas se ela fizesse, era por vontade própria e não apenas pra retribuir o que lhe fez. Até porque, Arthur fez o que fez porque quis e porque também queria saber qual era o sabor dela. E acabou por descobrir que ela tinha o melhor dos sabores! E o mais doce também!

—Eu não vou fazer por isso. Eu vou fazer porque eu quero fazer. — Ela murmurou pra ele.

Dito isso, as posições na cama foram invertidas. E com Arthur de peito pra cima e sob a namorada, Sara começou seu passeio com a boca pela extensão do peito de seu namorado deixando uma trilha de mordidas leves e beijos úmidos por onde ia passando. Seus olhos sempre conectados ao de Arthur e vendo estampados nele o fogo da paixão e do desejo tomarem conta deles.

E quando Sara alcançou seu membro em riste e que se encontrava em um grau de excitação nível cem, Arthur contraiu a barriga. Do jeito que ele estava não aguentaria muito de suas carícias.

As mãos de Sara o tomaram e somente o simples toque delas já fez Arthur suspirar. E quando sua boca desceu e envolveu uma parte do membro dele, Sara viu seu namorado fechar os olhos e agarrar com as duas mãos, as pequenas barras verticais de madeira que haviam no encosto da cama.

Sem demora, Sara começou a fazer com a boca e o auxílio das mãos, movimentos de sobe e desce sobre o membro de Arthur, que deixou um gemido escapar por isso.

Ela estava empenhada em proporcionar ao seu namorado a prazerosa experiência que ele lhe submeteu momentos atrás. Entre movimentos de sobe e desce, intercalados a sucções e ao deslizar de sua língua pela extensão do membro cada vez mais pulsante de Arthur, Sara via que estava se saindo bem em fazer seu namorado sentir talvez o mesmo prazer que sentiu quando ele lhe fez aquele tipo de sexo.

E realmente ela estava se saindo bem, Arthur que o diga. O homem de olhos azuis se sentia segundo após segundo chegando mais e mais a beira da perdição completa com aquelas carícias esplendidamente maravilhosas que Sara lhe fazia de maneira magistral.

Aquela boca de lábios macios que ora deslizava por seu membro, ora envolvia boa parte dele de forma quente e úmida, era algo que só ia fazendo mais seu sangue correr por seu corpo todo com a velocidade de um trem bala. Além de fazer seu coração bater tão aceleradamente que parecia estar enfartando de prazer. Um prazer selvagem, que já lhe consumia feito fogo.

Ele já não podia suportar mais. Precisava estar dentro dela urgentemente e foi o que murmurou em um tom rouco a Sara. Ela interrompeu o que fazia e esticando o braço apanhou da mesinha ao lado da cabeceira de cama, um preservativo. Tudo bem, que Arthur havia meio que lhe dobrado a respeito das questões de terem um filho, mas por agora, ela ainda achou que fosse prematuro demais abandonar a proteção. Eles podiam aproveitar mais antes o relacionamento deles que estava só no começo, antes de "abolirem" o preservativo e tentarem o filho que seu namorado tanto queria.

Por enquanto, Sara queria seguir com o uso do preservativo. E quando sentisse que era hora de parar com o uso deles, ela pararia.

Rasgando o pacotinho preto e descartando-o no chão do quarto, ela "vestiu" seu namorado com o preservativo e sem demora, já descia sobre o membro de Arthur até tê-lo todo guardado dentro dela.

Sem perda de tempo Sara já calvagava sobre seu namorado. Com as mãos espalmadas e apoiadas sobre a barrigada dele e sentindo as mãos de Arthur cravadas em sua cintura, a morena subia e descia sobre o homem de olhos azuis que lhe fitava fixamente, estampando no olhar o fogo que lhe consumia. O mesmo fogo que podia ser visto refletido naquele instante, nos olhos castanhos de Sara.

Faltava muito, mais muito pouco pra ele. E invertendo as posições e deixando Sara embaixo, Arthur segurou-a pelos pulsos e levantando seus braços acima da cabeça, acelerou seus movimentos, enquanto as pernas de sua namorada se entrelaçaram as dele.

Dentro. Fora. Vai e vem. Rápido e mais rápido, cada vez mais.

—Oh... Deus...

O gemido dela já se misturavam aos dele e ecoavam alto pelo quarto todo. Uma estocada funda de Arthur. Seguida de outra. E outra. E mais outra. E então eles gozaram juntos, deixando escapar cada um, um gemido bem alto, enquanto se agarravam um ao outro apertadamente.

Com o rosto escondido entre os cabelos de Sara, Arthur por fim deixou seu corpo pesar suado sobre o de sua namorada.

Que coisa mais fantástica foi aquela?!

Um breve silêncio tomou conta do ambiente. E passado poucos segundos disso, a voz de Arthur se pronunciou:

—Graças a Deus, eu não sou cardíaco ou teria morrido hoje e há poucos instante de um ataque do coração.

A risada de Sara ressoando no ouvido de Arthur após ele ter murmurando tais palavras, fora o som mais agradável de se ouvir e chegou a arrancar do homem de olhos azuis, um sorriso.

—Você tá bem? — Sara quis saber depois de cessar seu riso e pôr-se a acariciar a nuca suada do namorado, pra logo em seguida, dar um beijo no ombro do mesmo.

—Bem até demais! — Arthur lhe respondeu com o rosto ainda escondido na curvatura do pescoço de Sara. Sentindo um torpor lhe tomar e seu corpo ir relaxando com aquela delicada e gostosa carícia em sua nuca.

Alguns segundos mais inerte sobre Sara e Arthur rolou para o lado da cama, saindo de cima de sua namorada. E após se restabelecer por completo do maravilhoso momento de amor deles, o homem de olhos azuis se levantou da cama e disse a namorada que ia só jogar fora o preservativo e já voltava. Sara assentiu e o viu seguir a suíte do quarto e regressar pouquíssimos segundos depois pra junto dela na cama.

—Acho que nessas últimas horas desse dia, eu ainda não disse que te amo, disse? — Arthur quis saber após se acomodar novamente com Sara na cama.

—Hum... Que eu me lembre ainda não!

—Então eu digo agora. Eu te amo!

Ela sorriu toda boba com a declaração dele.

—Eu também te amo. E quer saber mais? Eu quero morar nessa cama com você pelo próximos cinco dias, pra termos mais "sessões" de amor intenso como essa de ainda pouco, amor. — Sara comentou mordiscando de leve o peito de seu namorado.

A gargalhada de Arthur ecoou pelo quarto assim que ouviu tais palavras vindas de sua namorada.

Os lábios de Sara também se esticaram em um sorriso, pois a jovem havia adorado ouvir aquele som lindo da gargalhada de Arthur.

—Honey... Eu não sei se tenho todo esse pique! — Arthur comentou ainda rindo e deslizando uma das mãos pelos cabelos de Sara.

—Pois eu acho que você tem pique de sobra. Se duvidar tem mais pique do que muito garotão por aí.

A testa de Arthur se franziu e uma de suas sobrancelhas se arqueou com aquele comentário.

—Sara Sidle por acaso está me comparando com seus ex-namorados, que certamente eram "garotões"?

O dedo indicador de Arthur tocou carinhosamente a ponta do nariz de Sara, fazendo a namorada sorrir daquilo.

—Jamais cometeria esse erro indelicado de te comparar com eles. E sabe por que?

—Não. Por que?

Chegando seu rosto bem próximo de Arthur a ponto de seus narizes se encostarem, Sara então lhe murmurou:

—Porque você é... Incomparável, amor! E mais, você é sem dúvida alguma, o melhor e mais fantástico homem, que já conheci. E não digo isso somente em relação ao sexo. É em relação a tudo!

Ela lhe piscou e ele sorriu enternecido diante de tal confissão dela. Sem saber o que dizer depois do que ouviu, Arthur resolveu fazer a única coisa que lhe ocorreu pra retribuir aquelas palavras... Beijou Sara da maneira mais apaixonada que podia.

Notas finais
É isso! Capítulo com nível altíssimo de temperatura. Espero que tenham apreciado. Nos vemos em alguns dias. Um grande beijo a cada uma.