Notas iniciais
N/A:Resolvi fazer um prólogo para vocês entenderem melhor a
historia. Espero que gostem!
Comentários é a forma de alimentar a criatividade do autor!
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Boa Leitura!

~Prólogo~

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As sombras tremulantes da chama da vela dava aquele quarto um ar sombrio. Os trovoes anunciavam uma tempestade próxima. Charlie queria que sua amada estivesse em um lugar mais iluminado e preparado, mais não podia correr riscos.

Renée deitada na cama se contorcia de dor, Charlie sofria a cada gemido que ela dava. De repente ela apertou sua mão com mais força. Seu olhar esperançoso o alcançou.

—Charlie me prometa que o protegera. Não deixe que ele o leve, por favor.

—eu não o permitirei. —ele lhe assegurou.

—obrigada, eu te amo e aconteça o que acontecer eu sei que você protegerá meu filho.

—nosso filho, ele será nosso.

Renée o olhou com carinho, sua admiração e amor cresceram ainda mais por ele, ela sabia que não sobreviveria. Ela podia sentir. Mais saber que ele cuidaria de seu pequeno ou pequena lhe dava forças para lutar. Ela sabia que ele viria, ele sempre vinha.

Uma nova contração a fez gritar a plenos pulmões, a ama lhe dissera que não seria fácil. Ter um hibrido poderia custar à vida de uma mulher.

Mais ela sonhava que seu filho teria uma vida normal, longe daquele ser sem coração, que lhe roubara a chance de ser feliz com o homem que ela sempre amou. O Charlie o garantiria que assim fosse.

Um trovão iluminou o quarto ao mesmo tempo em que Renée sentia a ultima contração.

A parteira a olhou com pesar.

—a criança esta sufocada.

—não! —gritou Renée—tire-o, eu escolho ele, faça o que eu to mandando. —gritou Renée ao sentir uma dor aguda, por um momento ela achou que tinha desmaiado. O choro estridente do bebe cortou o silencio sombrio daquele aposento.

Ao abrir os olhos contemplou sua pequena, ela sorria maravilhada, apesar do cansaço.

—una bambina. —disse a parteira.

Renée a ouviu como se tivesse muito distante, se esforçou a abrir os olhos e contempla-la. Ela era linda e perfeita. Renée viu Charlie a segurar com carinho, ela se agitava abrindo os bracinhos em protestos.

—ela se chamara Isabella, como minha mãe. —disse Renée.

—é linda como o nome. —falou Charlie.

Renée já ia responder-lhe mais passos apressados os alertaram. Aporta fora aberta com brusquidão. Carlisle e Esme entraram. Renée logo percebeu o olhar angustiado da sua amiga.

—ele esta vindo!

—por favor, não deixem que ele a leve.

—não o permitiremos. —disse Esme.

Mais vozes e tilintar de armas anunciaram os guardas vulturis.

Charlie beijou a mulher que sempre amou e secou-lhes as lagrimas. Ele não tinha tempo a perder, Aro não deixaria barato. Ele pegou aquele pacotinho que continha àquela pequena criatura que já preenchia seu coração. Olhou pra Renée com pesar. E fugiu com a pequena Isabella, deixando-os para lidar com Aro. Seu peito lhe doía, ele sabia que Renée não resistiria. Mais ele faria de tudo para cumprir a promessa que havia feito.

E lá no quarto carlisle e Esme se preparavam para o confronto. Infelizmente eles tiveram uma ideia.

—onde estar meu filho, perguntou Aro vulture.

Esme endereçou um olhar de tristeza para Renée que jazia quase sem vida.

Ele se aproximou e com ele veio toda a guarda, ele pegou a parteira com brutalidade.

—onde.

A parteira como havia sido instruída endereçou um olhar para a cama, onde jazia um bebe sem vida, bebe esse que ela mesma o trouxera a vida naquele mesmo dia. De outra família.

Aro se aproximou e levantou o lençol, soltando em seguida com brusquidão.

Ele endereçou um olhar de desprezo a Renée e deixou o quarto.

Renée o viu indo embora, suas forças já se iam, mas ela sabia que sua pequena teria um futuro brilhante e normal pela frente. Seu coração de mãe lhe doía por não ter a chance de vê-la crescer, mas ela se sentia em paz. Ela não tinha mais medo. Com um ultimo olhar se despediu de seus amigos.

Seu ultimo pedido.

— a protejam.

Esme balançou a cabeça em concordância e viu sua amiga dar seus últimos suspiros.

continua...

Notas finais
eai gostaram? comentem!