Notas iniciais
Olá genteeee!! Eu nao morri, e como disse, vou sim terminar minhas fanfics. Só que vai demorar um pouco xD Bom, uma leitora fofa me fez voltar a escrever. E realmente agradeço a todos voces, meus leitores. Estão no meu coração. Peço imensas desculpas pela demora, mas vou tentar voltar à assiduidade nas postagens. Gente, espero realmente que gostem deste capítulo, até a próxima, que eu espero que nao demore.

O coração batia acelerado. Era alguém calmo, em todo tipo de situação, mas estar voltando para a vila, para Mikoto, o fazia suar frio. Andava a passos largos ao lado do sensei. As muralhas de seu lar já se faziam presentes no céu. Sentia uma contradição de sentimentos dentro de si, andar rápido e chegar o quanto antes na presença de sua linda morena, ou andar devagar, e adiar a decepção de a morena o ter esquecido. Em ambos os casos, o loiro sofria de ansiedade. Algo que nem mesmo havia acontecido, o atormentava.

—Estamos quase chegando. Melhor irmos direto falar com a Tsunade. Suas informações são muito importantes.

—A vovó com certeza vai estranhar a ajuda que o Itachi nos deu, mas enfim, se trata do irmão dele. Acho que isso pode ser uma boa desculpa.

—Você tem razão. Mas mesmo assim, ainda estou pensativo com essa história do Itachi ter entrado pra Akatsuki, parece algo muito estranho

—O acontecimento em sim é estranho, Ero-Senin. Tudo o que aconteceu... desde o massacre do clã.

—Tudo é sempre tão confuso...

Os dois nem perceberam quando chegaram ao portão da vila. Izumo e Kotetsu direcionaram olhares perplexos aos dois, notando a diferença grande que Naruto apresentava. Estava mais alto, bem mais alto na verdade. Com um olhar sério, firme, imponente. Podiam ver certa semelhança com o Yondaime.

—N-Naruto... Naruto, é você mesmo??

—Claro que sou eu, Kotestu-san. Não consegue me reconhecer?

—Não o culpe Naruto-kun. A diferença é muito grande. Não é mais aquele pirralho que fazia os chunnins da vila se sentirem impotentes por ser tão forte. Agora parece alguém bem mais capaz, maduro... -Izumo tentou defender o amigo porteiro.

—E vocês dois ainda estão no portão? Não deveriam ter feito o teste de admissão para o corpo de jounnins? -perguntou curioso. Os dois a sua frente eram dois chunnins plenamente capacitados quando o loiro havia deixado a vila, era natural que eles tivessem evoluído como ninjas.

—Nós tentamos, mas sabe como é. Nem todos são gênios como você. -Izumo comentou esquecendo o desgosto do rapaz relacionado ao termo gênio.

—Bem, bem, é bom matar a saudade, mas temos informações a passar para a Hokage. -o sannin percebeu que aquela conversa já havia se distanciado do proposito de matar saudades, então achou melhor interromper.

—Bem lembrado, sensei. E vocês dois, fico feliz em revê-los. Tenho um presente pra vocês, mas depois lhes dou.

Os dois entraram na vila, e Naruto sorriu ao ver a expressão dos dois ao receber a notícia do presente.

Andaram nostalgicamente. Devagar, analisando cada metro quadrado daquele lugar. Havia mudado. Muito. O rosto de Tsunade estava esculpido no monte, ao lado do de seu pai. Rosto esse que ele fitou incessantemente por vários segundos.

—“Papai... todos esses anos te admirei sem saber quem realmente era. Todos esses anos falando em te superar, quando na verdade é minha obrigação fazer isso, como seu filho.”

O venho sannin percebeu o olhar fraternal do seu pupilo, o resolveu esperar quando viu o garoto subindo em um poste alto, de onde se dava pra ver quase toda a vila.

—ESTOU DE VOLTA, KONOHA!!

O grito estridente assustou a maioria, a voz era familiar, mas estava tão mais madura, tão mais firme!

Aldeões olharam para aquele raio dourado em cima do poste, percebendo de quem se tratava. A recepção de alguns aldeões havia mudado, mas o pensamento imperante ainda era o de que Naruto era um garoto raposa, responsável pela destruição da vila. Desceu do poste com seus sentimentos revigorados. Segundos naquele lugar o fez ter o sentimento de hospitalidade que só seu lar, independente da opinião de outros, pode te oferecer. Era seu lugar. Era seu.

Caminharam por meio da vila, já que o centro do poder da vila ficava em uma linha reta do portão até o centro da vila. Chegaram ao prédio, aquele prédio que o jovem tanto almejava. Um dia seria seu líder.

—Não acredito... Naruto-kun!! -Shizune não se conteve. Tinha uma certa história com aquele garoto. E quem não tinha? Todos que tinham um relacionamento mais íntimo com o garoto, e não acreditava que ele seria o novo herói do mundo? Correu para um abraço apertado.

—S-Shizune-chan... está me apertando.. -sussurrou sufocado pela amiga.

—Gomenasai, Naruto-kun. Olha, olha como cresceu! Está mais alto que eu!

—Bem mais alto, SHizune. -o velho sennin não perdeu a oportunidade, apesar de que seu comentário não havia surtido efeito.

—E você não mudou nada, Jiraya-sama. -a morena riu do mais velho. -Esperem aqui, vou anuncia-los à Tsunade-sama. -entrou na sala da Hokage, saindo poucos segundos depois, com um pequeno sorriso. -Podem entrar agora.

Naruto percebeu o sorriso da amiga, o que o deixou intrigado. Mas deixou pra lá, logo saberia o motivo do sorriso. Abriu a porta e entrou, junto com seu sensei.

—Baa-chan... nossa, como está bonita! -O loiro admirou sua Hokage. Mesmo sabendo os artifícios que ela usava para ter aquela aparencia, ele a considerava alguém extremamente atraente e bonita.

—Nossa, dois anos e meio do lado do Jiraya realmente te fizeram mudar. -disse sorrindo com o elogio do jovem a quem considera um neto. -Não sabe o quanto estou feliz por revê-los aqui. A vila sentiu a falta de vocês.

—Também sentimos, Tsunade, mas sabe que sempre viajo por causa da vila. -disse se aproximando do gabinete da mulher. -E, por falar nisso, temos informações importante.

—É realmente triste não termos tempo para matar as saudades, mas somos os responsáveis por uma vila. Muito bem, estou ouvindo. -a expressão da loira mudou. Se concentrou no que viria.

—Recebemos informações diretamente de um membro da Akatsuki. -Naruto sempre teve o pensamento de pedir aos ANBUs que guardavam a Hokage para se retirarem, mas não notou presença alguma, então resolveu começar a relatar os fatos. -Itachi-san me contou pessoalmente os planos do Orochimaru, e ainda me passou a localização de 3 de seus esconderijos.

A Hokage ficou boquiaberta.

—I-Itachi?? Como?? Porque?

—Baa-chan, certamente Itachi ainda nutre sentimentos pelo Teme. Provavelmente a Akatsuki não permitiria que ele fosse resgatá-lo, então ele se viu forçado a nos informar para que nós pudéssemos fazer esse resgate. -o loiro explicava procurando as palavras mais persuasivas que conseguia encontra, tentando convencer a Hokage.

—É realmente algo possível. O difícil é acreditar que alguém como Itachi nutriria sentimentos desse tipo, alguém que fez o que ele fez...

Naruto sentiu seu sangue gelar. Queria poder contar tudo. Contar que conviveu com Itachi, que conhecia o rapaz, mas não podia. Pelo menos ainda não. Queria falar com Mikoto primeiro.

—Baa-chan, o certo e o errado são simplesmente pontos de vista diferentes... -sussurrou deprimido.

—Eu entendo. Muito bem, mais alguma informação?

—Não, é apenas isso, Baa-chan. -decidiu não comentar sobre suas descobertas ainda. Queria descansar da viagem, ver Mikoto e descobrir logo se podia finalmente chama-la de sua mulher.

—Então, podem ir. Devem estar cansados da viagem. -A Hokage decidiu não dar notícias sobre Mikoto, já que o garoto mostrava querer descobrir sozinho.

—Hai, estou sim. Outro dia matamos as saudades como se deve, Baa-chan. -sussurrou saindo. Jiraya resolveu ficar, ainda tinha alguns assuntos menos importantes para tratar. Como o resultado do treinamento de Naruto, e algumas informações menos relevantes sobre a Akatsuki.

Saiu por onde entrou. Tanto da sala quanto do prédio. Era alguém estimado por vários ninjas. Onde passava, era cumprimentado. Adoraria que fosse assim com todos, mas sabia que tinha um longo caminho até chegar neste pondo. Os ninjas o admiravam porque, bem, ele era um ninja. E um expendido ninja. Por mais que o odiassem como pessoa, como ninja ele era formidável.

Saiu daquele prédio já com os pensamentos aéreos. Cada célula do seu corpo era voltada a Mikoto. Cada neurônio seu processava apenas os pensamentos relacionados a Mikoto, e provavelmente por isso, automaticamente foi chegando ao clã Uchiha.

Estava perto de escurecer, era por volta das 5:30 da tarde. Entrou pela entrada principal, ninguém veria mesmo. Aquele lugar estava abandonado há tempos. E mesmo que vissem, ele poderia dar algumas desculpas esfarrapadas... bem, não importa. A entrada principal era por onde ele deveria entrar. Como novo dono daquele lugar. Ou ao menos, o ato de usar a entrada principal o dava esperanças de ser...

O clã Uchiha era grande, andou bastante até chegar à casa principal. Estacionou em frente à casa e parou, encarando a fatídica janela aberta.

—“Como posso lembrar com tamanhos detalhes? Lembro até o balanço que a bunda dela fazia enquanto ela se abaixava pra pegar aquele... ahh, aquela coisa. ” -as lembranças daquela noite voltavam com intensidade. Se martirizava, claro, mas agora estava mais concentrado. Sabia o que queria, e sabia que não deveria mais ter o relacionamento dos dois como algo errado. Eles se amavam, ora! Mereciam ser feliz!

Pulou. Provavelmente não teria palavras para começar um diálogo com Mikoto se a visse logo de cara, então pensou que poderia surpreender Mikoto novamente, como naquela noite. Pulou ao parapeito da janela, ficando novamente de cócoras nele, e observando o interior do quarto.

Mais uma vez, a visão se repedia... uma bela e volumosa bunda lhe dava as boas-vindas. Rebolando de um lado para o outro, como o convidando. Mas ele notou algo diferente... aquela bunda, era diferente da de Mikoto. Claro, ele reconheceria! Amava aquela mulher!

—HINATAA!! -esbravejou, fazendo os pássaro que descansavam em um árvore próxima voarem desesperado.

—AHHHHHH!!!! -a morena de olhos perolados só teve tempo virar e encarar seu amado loiro nos olhos, e então desmaiou.

—“O-O que foi isso???” -Se perguntava mentalmente analisando toda aquela situação. O que Hinata estava fazendo ali? No quarto de Mikoto?

Entrou no quarto e pegou a garota no colo. O cheiro da morena era delicioso de se inalar, acabou encarando os seios da moça, admirando sua magnitude e fartura. Caminhou até a cama e a depositou lá.

Sabia que Hinata sempre desmaiava quando se aproximava do rapaz, ainda mais, depois de uma situação dessas. Difícil seria não desmaiar. Depositou a garota na cama e sentou em uma cadeira, esperaria ela acordar.

Não pôde deixar de notar o corpo escultural que Hinata havia ganhado com esses dois anos e meio. Eram amigos, e Naruto já havia tido a oportunidade de ver Hinata em roupas mais casuais quando saiam em alguma missão, a moça já era alguém que chamaria atenção por sua beleza, mas agora realmente pararia o transito.

Observou e admirou. O rosto delicado, adormecido, o busto farto, o quadril largo e a cintura afinada. Sem contar seu avantajado bumbum.

—Eu devo ter jogado pedra no tumulo do Shodaime, só pode. -comentou sussurrado, para não incomodar a jovem adormecida.

Se sentia atraído por aquela moça deitada, ele era um homem, afinal. Mas atração é resistível, ainda mais quando se tem algo tão importante em mente. Só conseguia imaginar Mikoto no lugar de Hinata. Naquela cama. Ao lado dele. O convidado a participar de um anoite inteira de orgia, para compensar todo esse tempo que ficaram separados.

Deixou de admirar a escultura a sua frente quando ela começou a mexer.

—Hinata, acordou? -comentou caminhando em direção a cama

A moça sentou na beirada da cama, olhando de um lado para o outro como se tivesse acabado de acordar de uma noite grande de sono. Estava aérea, perdida. Parecia que nem mesmo o nome lembrava.

—Onde eu tô?

—Não seja boba, Hinata. Está na casa da Mikoto-san.

O rapaz se aproximou e sentou do lado da moça na cama, que começo a perceber a situação em que estava

—Ei... Ei, Naruto-kun... é você, Naruto-kun??? -indagou eufórica.

—Claro que sou eu, Hinata. Porque todos não me reconhecem mais? -fingiu estar decepcionado.

—Oh lord, é você Naruto-kun!! É mesmo você!!

A moça se jogou nos braços do maior. Distribuindo centenas de beijos no rosto do rapaz, que acabou sem reação. Não conseguiu se manter sentado, a moça havia se jogado nos braços dele sem qualquer aviso, acabou tombando ambos, que caíram deitados na cama. Hinata ficou por cima do loiro, colando seus corpos em um abraço íntimo. Beijava repetidamente o rosto do loiro, sem perceber a proximidade dos corpos.

—Oh lorde, é mesmo você! É seu cheio... é você! -dizia eufórica. Parecia que tinha acabado de ganhar o maior presente que poderia pedir ao seu pai no seu aniversário. O loiro achou aquela atitude muito estranha. Apesar da amizade entre eles, não se podia dizer que eram melhores amigos, para a garota agir daquela forma. -Senti tanta saudade, Naruto-kun!

O loiro segurou moça pelos ombros, afastando seus rostos. A moça pareceu não se importar, e mostrava um sorriso tão quente que poderia facilmente derreter diamantes.

—“Esse sorriso... que lindo. Tão quente...” -encarava a garota deitada em cima dele, enquanto imaginada todos os processos que levaram aquela situação. -O que faz aqui? -decidiu ir direto ao ponto.

—Eu vim fazer uma faxina, Mikoto-chan me pediu. -comentou simplesmente, ainda sem perceber que estava com a região pélvica perigosamente única à do rapaz.

—Como assim? E a Mikoto-san? -perguntou estranhado a resposta da moça.

—Ela está em uma missão, faz uns 3 dias. E antes de ir ela me pediu para vir aqui ao final do dia tirar a poeira acumulada. Já que o clã é deserto, acumula poeira rapidamente. -estava tão extasiada por rever seu amor que se negava a receber estímulos externos. Qualquer coisa que não fosse referente a Naruto era filtrada e excluída.

—Ela está em uma missão? -a pergunta saiu em um tom mais atordoado do que o garoto realmente queira que saísse. -Como assim? Missão?

—Ah, missão. Eu não sei os detalhes, mas ela não volta em menos de 5 dias. -aquilo aprecia tão normal. Estava deitada no peito de seu amor, e ele não parecia se importar. Parecia que faziam aquilo há anos, e ela gostava disso, até que... -EIII... AIII NARUTO-KUN!! GOMENASAAAI!!

Levantou em um pulo, surpreendendo o rapaz.

—O que foi?? -perguntou preocupado.

—Eu... eu tava deitada em cima de você! Te beijei... Oh Lord, eu sou doida!!

O garoto riu daquele jeitinho doce que a menina tinha.

—Não se preocupa com isso, senta aqui de novo, precisamos realmente conversar. Tem muita coisa que você precisa me explicar.

A moça pareceu se acalmar mais, apesar de que a pigmentação em sua face preocupou Naruto um pouco.

—H-hai...

—E então, porque a Mikoto-san pediria pra você vir limpar a casa dela? -arqueou a sobrancelha. A resposta realmente deviria ser algo bastante inusitado.

—É que somos muito amigas. Ela me contou que pediu uma vaga para ela no hospital, e antes disso eu já era voluntaria. Bem, já deve ter percebido que nos tornamos amigas por causa disso. Acabamos nos aproximando muito, e hoje somos melhores amigas. -comentou sorridente. Estava ao lado do homem que ama, falando de sua melhor amiga. Até que a lembrança sobre os sentimentos de ambas veio de volta a memória, o que fez o sorriso da linda morena desmanchar. -Mikoto-sama é uma pessoa adorável...

—Sim... e como sei disso... -comentou nostálgico. Adorava as lembranças que tinha de sua infância, já que Mikoto fazia parte delas.

—Pensando bem, Naruto-kun, o que você faz aqui? -perguntou inocentemente, deixando o loiro em uma situação completamente complicada.

—B-Bem, é que... eu... eu tinha que vir aqui sabe. Mikoto-san é minha amiga também...

—Hn... eu sei disso também. Conversamos muito, sobre tudo... -Hinata realmente quis deixar a entender que ela sabia sobre todo o acontecido entre Naruto e Mikoto.

Os dois passaram quase duas horas conversando sobre muita coisa. Tinham muito o que conversar... até que decidiram pedir mais informações sobre a missão de Mikoto, e correram para o escritório de Tsunade.

—É confidencial. -retrucou a sannin estranhado a proximidade dos dois a sua frente.

—Baa-chan, eu preciso muito ver a Mikoto-san. Me diz que missão é essa, quem sabe posso até ir ajudar ela!

—E eu também, Hokage-sama!

Tsunade pensou bastante. A missão de Mikoto não era fácil, mas ela era alguém completamente capacitada, se sairia bem mesmo sozinha. Pensou, ponderou e finalmente deu seu veredito.

—Está bem... vou manda-los como time de apoio. Mikoto está em uma missão especial levando um Byakugan até a vila da nuvem. -a informação deixou Hinata tensa, mas Tsunade tratou logo de acalmá-la. -Não se preocupe, Hinata. Este Byakugan foi extraído de um membro do seu clã, sim, mas ele estava de acordo com isso. Morreu de velhice, e em vida sempre disse que queria doar seus olhos para estreitar as relações entre Kiri e Konoha, e, bem, mês passado a Mizukage esteve em Konoha e acabamos assinando um tratado de paz e um aliança. -a morena pareceu menos preocupada.


—Mas isso é realmente bem simples, Hokage-sama. Ela já deve estar voltando, já que são aproximadamente 10 dias de ida e volta até Kiri, e faz 3 que ela saiu. -comentou Hinata pensativa. Sabia que Mikoto era muito rápida.

—Sim, é verdade. Mas em todo caso, já que querem tanto ver a Mikoto, podem ir. Mas não receberão por esta missão.

—Não faz mal, Baa-chan. -o loiro estava animado. Excitado e tenso. Iria rever Mikoto. Iria analisar tudo, perceber se ela queria ou não o ter como homem. Se ela alimentava o mesmo sentimento que demonstrou ter há anos atrás, ou se simplesmente o queria como um filho.

Aquele pensamento o perturbou, nem mesmo percebeu que havia saído do prédio junto com Hinata.

—Estou com saudade da Mikoto-sama... -a jovem pensava sobre tudo o que aconteceria quando os 3 estivessem juntos. E seria muito melhor resolverem tudo fora da vila. Não queria atrapalhar o reencontro de Mikoto com Naruto, mas ela também era alguém envolvida naquilo tudo. Deveria ir.

—S-sim... eu também.

—Então, vamos nos aprontar e saímos ainda hoje. Tudo bem que esteja de noite, temos o Byakugan do nosso lado. -comentou sorrindo marotamente para o maior ao seu lado.

—A-Ah, verdade. Vai ser de grande ajuda. Obrigado, Hinata. -o loiro abraçou a menina, que se derreteu em seus braços.

Os dois se soltaram, correram para suas casas, se aprontaram rapidamente e iniciaram sua missão: Rever Mikoto o mais rápido possível.