Animal
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Notas iniciais
Passou a língua pelos lábios e sentiu, sem se surpreender, o gosto de sangue lhe infectar a boca. Já não conseguia se assustar com essas coisas, nem mesmo seu pai parecia surpreso quando Stiles voltava para casa – tarde da noite – com alguma parte do corpo sangrando... e Stiles sabia que isso não era legal, não era nada bom... não era justo com ele, com seu pai, mas não era culpa de Stiles. Dessa vez não era.
É tudo culpa do Scott, ele a droga de sua... de sua alcateia! Bufou, grande amigo ele tinha, nem atendia a droga do telefone quando ele e Derek... estremeceu, lembrando-se do maior e desviou o olhar ao chão, suspirando, de repente sentindo-se abatido, derrotado. Por algum motivo, a voz de seu pai enfraquecera e as mãos pesadas dele estavam em seus ombros, enquanto o mandava subir para o seu quarto, de castigo, com aquela voz paterna cansada e decepcionada que Stiles tentava de todas as formas substituir por uma voz orgulhosa e alegre. Subiu as escadas, lentamente, lançando um último olhar ao seu pai antes de pular os últimos lances e correr ao seu quarto, trancando-se com suas ultimas forças, para então cair, sem firmeza nos joelhos e escorregou pela porta, até o chão... tremulo.
Soluços, gemidos e ofegos saiam por sua garganta ferida, enquanto tossia gotas de sangue que manchavam seu rosto e chão do quarto. Esfregou o rosto úmido e manchado com o dorso do braço, levantando-se meio cambaleante, tirando os sapatos e os atirou para debaixo da cama, pensando em se jogar sobre ela assim mesmo, não se importando com o sangue e poeira que estavam impregnados em suas roupas. Um barulho em seu telhado o chama a atenção, atiçando sua curiosidade incansável, para olhar o que era, senão ele não conseguiria dormir!
Um vulto passou rapidamente por sua janela, acordando-o por inteiro ao chegar perto e constatar, assustado, que aquele barulho eram passos que circulavam sua janela. Lambeu os lábios, pegando seu taco e capacete, colocando-os com a respiração ofegante, enquanto se aproximava da janela, a passos lentos, tendo vez ou outra um pulo de susto quando um movimento rápido do vulto se fazia diante de sua janela. Respirou fundo, contando até três e, com o taco em uma mão, abriu a janela em um segundo, pronto para o ataque quando o vulto deu um ultimo salto para longe, embrenhando-se entre as muitas arvores da vizinhança. Suspirou, entre aliviado e mais curioso de saber o que era aquilo.
Realmente aquela não era a sua noite. Pensou cansado, espreguiçando-se e lançando o taco ao chão, pensando que talvez ele devesse tomar um banho e ir dormir. Sim, esse era o certo. Aquela noite já estava demais por perdida de qualquer modo.
Um som estridente atrás de si o fez virar-se com brusquidão. Levou uma das mãos à boca, engolindo um grito de susto pelos rosnados baixos que Derek soltava em sua direção. Suas orelhas estavam bem pontudas e eriçadas, assim como seu rosto rígido e presas afiadas mostravam que ele não estava ali para conversar. Olhou para a porta atrás de si pelo reflexo do espelho em sua diagonal, logo ao lado tinha a porta do banheiro aberta, poderia ter uma chance de correr até lá e se trancar, mas o barulho ainda poderia alertar ao seu pai e... Derek não estava em total consciência dos seus atos como ele podia ver. Ofegou quando um rosnado mais alto chamou-lhe a atenção e Derek caiu cauteloso no piso de seu quarto, em posição de ataque.
Deu um passo para trás, sem tirar os olhos do lobisomem. – Dere- ah! – Tentou se esquivar, mas o outro usara de sua agilidade e força para saltar sobre Stiles e derrubá-lo no chão. – Ai... Derek! – sussurrava exaltado, tentando usar toda a sua força para manter as presas salivantes do outro longe da sua pele. – Derek... Derek, sou eu! Stiles! Vamos, acorde logo, meu pai... meu pai vai ouví-lo... – o outro rosnou sobre ele, quase conseguindo cravar suas presas no rosto dele e Stiles fechou os olhos com força, esperando poder acordar daquele pesadelo. – Derek! Acorde, por favor, por favor, você tem de me reconhecer! Vamos... Derek! Aahi! – soluçou, sentindo os braços doerem tamanha a força que fazia para manter o outro afastado de si.
Respingos de saliva molhavam seu rosto que, em outro momento, Stiles teria nojo, mas agora era o de menos comparado ao medo que sentia ao se lembrar do rosto distorcido em feições lupinas e... famintas.
Pensou que já estaria morto, pensou que por um momento, um momento simplório, Stiles já não estivesse vivo, respirando, que as bufadas de Derek não passavam do carinho da morte, sua compaixão quanto ao sofrimento de Stiles. Como ele estava enganado. Seus pensamentos o confundiam, o tratavam como um tolo abobado.
- Stiles... — um sussurro, não, mais um ofego, quase um sopro, um ultimo esforço de um quase morto. Se Derek não estivesse assediando sua orelha com a língua nesse momento, talvez Stiles nunca tivesse escutado o suspiro, ou talvez ele tenha apenas imaginado. – Stiles...
- D-derek? – sussurrou o humano, com medo demais para que sua voz saísse em um tom mais másculo. O lobo rosnou e afundou seu nariz gelado novamente contra o pescoço de Stiles, fazendo o humano sobressaltar e gemer. Outro rosnado. Não teve mais coragem de tentar entender a situação ou falar novamente com o outro, deixando-se completamente à mercê das vontades do lobo.
Mordeu o lábio inferior com força para não choramingar da dor de ter as garras maltratando sua cintura por debaixo da camisa, apertando-o com uma força mais do que desnecessária. Ouviu o outro gemer e suspirar novamente. – O que... o que disse?
O lobo rosnou perto de seu ouvido e Stiles sentiu sua nuca gelar quando as presas molhadas rasparam sua pele arrepiada. Oh céus, não, por favor... – Por... você...? – ele tentou esquecer o medo e o tremor que sentia, tentou se controlar, tentou não provocar o outro a morde-lo, tentou pacientemente não fazer alguma coisa estúpida que o fizesse matá-lo! – Por que... logo você...?
Seu medo talvez o estivesse fazendo ouvir coisas, não deixando-o raciocinar coerente. Confuso e levemente corajoso, Stiles levou suas mãos aos cabelos de Derek, puxando-o para cima, suspirando pesaroso quando os olhos vermelhos o encararam e um arrepio diferente dos anteriores passou por seu corpo. Ficou olhando-o por longos minutos até que um barulho no andar debaixo os fez despertar.
- Droga, é meu pai... – viu Derek erguer o tronco sobre o corpo de Stiles, suas garras espalmadas contra o peito do humano, como se não quisesse deixá-lo escapar e Stiles ofegou. Viu o lobo cheirar o ar e olhar para a parede quando o som do motor do carro de seu pai se fez presente e Stiles sabia que o adulto já tinha ido trabalhar. – Hey... – segurou o braço peludo do lobo, chamando sua atenção para si, mesmo que o cérebro de Stiles o estapeasse por chamar a atenção de um lobo perigoso e provavelmente faminto para ele. Engoliu com dificuldade. – T-tá tudo bem, Dere- epa! O que você vai fa- Oh Deus.! – gemeu alto e tentou impedir as mãos de Derek, ou melhor, suas garras destroçassem o que sobrou de sua camisa já abusada pelo outro. – Derek, para! – gemeu e se encolheu quando um rosnado mais forte saiu da garganta do outro e Stiles retirou suas mãos do caminho, tentando se preservar. Bom, ao menos era a sua camisa e não ele mesmo, né? – Oh Deus... – soluçou quando Derek aproximou suas presas de sua pele. – Por favor, Derek não me morda, eu não quero isso... não... não, não quero... – tentou se afastar, mas o lobo o prendeu firme ao chão. Levou os braços ao rosto, tampando os olhos para não ver aquilo.
Alguma coisa úmida tocou sua pele ferida, fazendo Stiles sobressaltar e o lobo rosnou novamente. De novo a coisa úmida tocou sua pele, deslizando por ela, deixando uma trilha molhada pela sua cintura, perto da sua pélvis, as mãos de Derek puxaram suas calças um pouco mais, deixando o caminho de sua virilha livre. Gemeu quando a coisa úmida tocou suas feridas, desenhando em torno dela, molhando-a e fazendo o ardor passar milagrosamente, tá, talvez não milagrosamente, mas ajudou a parar a dor. Com um pouco de coragem de tinha, ou talvez seja sua curiosidade de novo batendo contra sua razão, Stiles abriu uma fresta entre os braços magros, constatando que Derek estava lambendo suas feridas... e completamente concentrado.
- Merda... – gemeu, a língua de Derek percorreu uma linha reta até o outro lado, os olhos vermelhos o encarando fixamente, como se eles tentassem verificar de Stiles não fosse fugir. Stiles abriu a boca, gemendo baixinho, seus braços abaixando-se estirados pelo chão do quarto, num símbolo de entrega que acalmou mais o lobo, pois seus olhos agora estavam concentrados no trabalho de limpar as feridas de Stiles.
Sua língua causava arrepios no corpo de Stiles, eriçando seus pelos. Diferente de antes, não era o medo que fazia seu corpo tremer e contorcer levemente, mas sim um calor estranho e sentimento que Stiles nunca sentira antes o faziam suspirar baixinho. Era o medo e o frio na boca do estomago, mas também eram as borboletas estranhas o açoitando por dentro, pedindo caminho por sua garganta para sair.
Ele perdeu a noção do tempo enquanto estava ali. Seus olhos ficaram focados no teto do quarto, vez ou outra suspirando e os fechando quando Derek chegava perto de sua virilha e o lambia com mais avidez. Aquilo não devia ser normal, não porque Derek era um lobo (isso realmente não era normal), mas sim porque Stiles aos poucos perdia seu medo, sim ele ainda estava lá, mas não era maior do que aquela sensação quente que o acolhia e ninava, sem contar a dormência de seu corpo que relaxa e se moldava aos toques da língua. Suspirou, de olhos fechados e então os abriu quando a língua molhada abandonara seu corpo e um bafo quente acariciou seu rosto. Ele observou o rosto quase humano de Derek diante de si, quase porque, ele realmente parecia humano, suas feições estavam mais suaves e menos peludas, mas as presas ainda estavam lá e os olhos avermelhados também. Ofegou quando Derek empurrou seu rosto com o nariz e começou a lamber as feridas de seu rosto.
Stiles tinha uns arranhões no lado esquerdo do rosto, embaixo do olho levemente inchado, um corte em sua cabeça, o mesmo corte que fizera manchar metade de seu rosto em fios de sangue que se assemelhavam a lagrimas. Estas, sendo limpas pelo lobo sobre si. Riu quando o outro lambeu sua mandíbula, fazendo cócegas, para então gemer quando ele passou a lamber com força e sugar a pele do pescoço. Oooh, aquilo estava muito errado mesmo.
Teve o pescoço esticado por tempo o suficiente para faze-lo dolorido por algum tempo mais, então Derek ergueu-se, olhando para ele por alguns minutos e, Stiles achou que ele estava satisfeito porque suas presas encolheram e seus olhos voltaram ao normal. Derek deitou-se sobre o corpo do mais novo, encaixando a cabeça em seu pescoço, suspirou em um semi rosnado contra sua pele úmida. Seu peso caindo proporcionalmente sobre o corpo menor e mais magro de Stiles, esmagando-o no chão e fazendo-o arfar ruidosamente.
Prendeu seus dedos em torno dos ombros fortes e ossudos, sentindo-os tremer levemente com o ronco baixo que saía da garganta do mais velho. Ele estaria dormindo? Tentou enxergar pelo canto dos olhos o rosto escondido dele. Impossível.
Respirou fundo. Uma. Duas vezes antes de tossir para limpar a garganta, então respirou fundo de novo, o máximo que o peso de Derek permitia. – Derek... – sussurrou, sabendo que a audição canina não impediria o lobo de ouvir. Um rosnar baixo em resposta, ele não estava dormindo. – Não consigo respirar... direito. – outro rosnado, agora mais alto e longo, e Derek se arrastou pelo corpo de Stiles, lentamente, esfregou seu corpo grande e parrudo sobre o corpo frágil e sem graça de Stiles. Sentiu-o se acomodar entre as pernas e sobressaltou, mas então Derek cavou entre suas coxas com os joelhos, resultando nas pernas arqueadas de Stiles. – Derek! – gemeu entre surpreso e embaraçado com a posição, mas o peso de Derek afrouxou um pouco sobre seu peito, em compensação, agora seu membro e o de Derek estavam colados juntos, suas bolas sendo espremidas entre as calças e a pélvis de Derek. – Não-não era isso que eu tinha em mente.
O lobo rosnou de novo, contra seu pescoço, soltando bufos sonoros contra sua pele úmida enquanto fungava e se esfregava sobre ele. Seu peito era machucado pelo couro do casaco de Derek que o arranhava e maltratava, seu membro espremido e atiçado com o toque da jeans justa ao corpo másculo, fazendo carinhos bruscos e circulares que o excitavam. As mãos grandes prendiam seus quadris no lugar, puxando um pouco o corpo para se elevar mais e Stiles achava que logo Derek o poria de cabeça para baixo do jeito que as coisas estavam seguindo.
Resmungou pasmo quando Derek lhe deu mais uma lambida, dessa vez bem longa entre a clavícula e o ombro, subindo lentamente até seu queixo. Gemeu surpreso ao sentir a língua ultrapassar o limite de seu queixo e o lábio inferior, sobressaltando-se quando sua boca foi circulada pela língua atrevida. Suas mãos correram rapidamente para o peito largo de Derek, empurrando-o como podia e agradecendo pelo outro aceitar seu pedido mudo para se afastar, mesmo que Stiles tivesse um pouco de receio em fazê-lo.
Os olhos do mais velho estavam normais, ao menos no normal sério e... carrancudo de Derek, suas sobrancelhas quase unidas em clara confusão que nem mesmo Stiles conseguia entender, o rosto rígido parecia mais ressentido que o normal, enquanto os lábios finos quase sumiam em uma linha firme. – Stiles... – chamou o outro. E Stiles não sabia o que responder, Stiles não sabia nem o que estava querendo perguntar sobre tudo aquilo, não sabia se era por medo ou por pura confusão mesmo.
- Stiles. – o sussurro rouco de seu nome ao sair daquela boca maldosa praticamente assediou os ouvidos de Stiles, fazendo-o se arrepiar.
- O que está fazendo, Derek? – perguntou baixo também, como se ambos estivessem fazendo algum segredo ou como se Stiles esperasse que seu pai estivesse atrás da porta os espionando com um copo de vidro no ouvido para escutar tudo o que diziam, colado à porta.
- Beijando você. – falou Derek, categórico após um tempo em que ele ergueu as sobrancelhas e analisava ao rosto que lembrava de um cachorrinho perdido do menor. Seu rosto curvado sobre o seu tinha uma expressão estúpida que zombava de Stiles em um "duuh", como se aquilo fosse óbvio. Bem, e era.
- Por que...? – questionou de novo, franzindo o cenho e não deixou que o outro respondesse. – Digo, não sei se você percebeu, mas você invadiu meu quarto em forma de lobo completo, ameaçando-me com seus caninos grandes e ferozes sobre a minha cara e... e rosnando igual a um cão selvagem que não comia a dias, praticamente violentou o meu corpinho puro e ingênuo, esfregando esse seu pau duro contra mim como uma cadela no cio! – ok, ele estava nervoso, o terror estava estampado em sua cara, agora ele tinha a CERTEZA de que enlouquecera. – Por que você está me beijando agora?! Já não bastou o que me fez? – Stiles sabia que ele só não estava usando suas mãos para se expressar "melhor" porque ele queria garantir que Derek estivesse com o corpo o mais longe possível. O que era difícil. Digo, qual é, Derek era um lobo, ele podia muito bem arrancar os membros de Stiles e simplesmente faze-lo submisso.
A ideia arrepiou o corpo de Stiles.
Só não sabia do que.
Stiles tentou balbuciar mais alguma coisa quando viu que Derek não iria responder, mas então o outro investiu contra ele. Agarrou as mãos de Stiles, prendendo-as cada uma ao lado da cabeça do adolescente, seus lábios perigosamente pertos, tão pertos que Stiles não conseguia nem mesmo respirar com medo de que se tocassem. Os olhos de Derek olhando-o como se fosse... não sabia explicar, mas ele parecia estar pensativo quando um rosnado que retumbou de seu peito assustou Stiles.
De olhos fechados ele só pôde sentir uma bufada feroz de Derek contra sua boca, um rosnado baixo que parecia como se Derek tivesse mandado Stiles trancar a janela e a casa, então o outro o abandonou.
Sim, ele o abandonou.
Sozinho no quarto, Stiles pôde abrir os olhos de novo, mesmo que depois de um tempo que ele não sabia ao certo qual era. Sozinho. O silêncio da noite, que Stiles achasse que fosse fazê-lo se acalmar e ter alívio quando chegou em casa, agora não passava e um tormento, uma tortura cruel do destino contra a existência de Stiles. Ele não tinha ninguém ali, mesmo ferido, mesmo confuso, mesmo completamente impotente e inseguro, Stiles não tinha ninguém. Ninguém para se firmar, ninguém para ter conforto, ninguém para beijar ou abraçar.
Levantando-se ele cambaleou até a janela, trêmulo, fechou-a e então se arrastou ao banheiro. Olhou-se no espelho, suas feridas já cicatrizando, ao menos bem mais rápido do que qualquer ser humano normal e Stiles achou que só não entraria em pânico com a ideia de que Derek o transformara em um lobisomem porque... bom, porque ele já estava em choque por tudo o que aconteceu.
Tirou sua roupa suja por completo, jogando-as no lixo, ele analisou seu corpo já quase completamente curado, menos pelas marcas das garras de Derek, estas pareciam recentes, mas não sangravam ao menos, tinha saliva por seu corpo grudento, mas ele não estava sujo de terra ou do mundo lá fora. Ele estava sujo... com os resíduos saliváreis de Derek espalhados por seu corpo. E algo dentro o dele o fez parar por minutos se encarando no espelho, vendo as mordidas – humanas enfim – de Derek em seu pescoço, clavículas. 18 mordidas ao todo.
Por algum motivo, ele não se importou, não no momento, não intimamente ou conscientemente, ele... não quis saber daquilo. Apenas deu as costas ao espelho e foi para o quarto, olhando em volta e para o chão onde estavam antes, Stiles jogou-se à cama, nu, suado, melado... sozinho.
Notas finais
Tô feliz de ter conseguido voltar a escrever, sei que estou pendente em duas outras histórias aqui, mas um passo de cada vez, esta não vai ser longa, mas também não vai ser curta, vai ser... o suficiente. E pensar que era pra ser uma história de um só capítulo, acabei transformando em uma novela, culpa da Gabi que me provoca a pensar melhor no que escrever e como desenrolar a história. Bom pra vocês, eu acho, espero que tenham gostado e por favor me deem suas opiniões e ideias, aceito sujestões.
Outra coisa. Eu sei que a interpretação de um personagem equivale à perspectiva de um escritor, mas eu PRECISO saber se alguém ALGUÉÉÉM achou meu Derek bom, se tem algum defeito nele, quanto a Stiles... porra, é o Stiles não tem segredos, não muitos, mas o Derek, eu fiquei dois meses empacada nessa porra porque não sabia como o Derek iria agir, então, por favor, respondam-me: Sim, não, bom, ruim? E eu quero sujestões de como o Derek seja, não posso dizer que vou aceitar todas (porque como disse, cada um com sua interpretação) mas eu posso muito bem me adaptar as que entrarem em consenso.
beijos povo.
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