Notas iniciais
Oi, tudo bom galera?
como foi seu dia?
o meu foi ótimo :)
bem, eis o cap 22.
Espero que tenham uma ótima leitura ^^

Pov Jennet

Eu estava ali, sentada naquela cama abraçada a meu pai, novamente deixando as lágrimas cairem, como na morte dela, na verdade nem sei se ela morreu. Será que tudo não passou de um simples sonho? Será que Relsyn não existe? " Ela sempre estará com você" .
— A moeda romana! — gritei me afastando do meu pai.
— O quê? Que moeda romana?
— Amh, bem, é que... — ótimo! E agora? — é que...sabe, eu peguei um livro na biblioteca do bairro.
— Na biblioteca do bairro?
— Sim. E no livro a garota mora na Roma e então a mãe dela fica doente. E pra salva-la ela tem que encontrar o último denário de prata que pertence a familia dela e que foi guardado em algum lugar de Roma.
— Jennet, eu nunca vi esse livro e, bem, não temos nenhuma biblioteca no nosso bairro, lembra? Ah não ser a particular dos Cartney.
— Então pai! Eu peguei o livro lá!
— Ah, entendo. Mas o que isso tem a ver com a sua mãe ?
— Nem eu sei.
— Filha, olha eu prometo que vamos encontra-la , como a menina do livro que procurava o último denário. — rimos — esse livro não existe, não é mesmo?
— O quê? Como? Mas é claro que existe!
— Então me mostre ele.
— Tá bom, não existe!
— Que moeda romana é essa que você disse?
— Bem, é que...- eu falo sobre a mamãe? Ou o levo a Relsyn?
— Filha, olha, eu não sei porque falou dessa moeda romana. Você nunca se interessou muito pela Roma. Eu me lembro até de uma vez que você tinha um dever de casa pra fazer e era sobre a Roma...você disse que foi o pior dever de todos.
— Porque foi super dificil e com razão!
— Ah, está bem. Olha, eu preciso ir a casa dos seus tios em Forks, você não quer ir comigo? — mas e Relsyn? Eu preciso ir lá!
— A casa do tio Xavier ?
— Sim.
— Tá legal. — é acho que vou ter que confirmar se Relsyn existe uma outra hora.

Pov Amanda

Vesti as roupas da Morgan e ela vestiu as minhas. Ainda bem que temos o mesmo tamanho!
— Acho melhor você colocar o capus.
— Ah,sim. E você, cubra sua cabeça com as cobertas e pelo amor de Deus não fale nada!
— Está bem, boa sorte.
— Obrigada, Morgan! Eu fico te devendo essa!
— E olha que eu cobro, ein?! — rimos. — Ate mais. — ela disse se deitando na minha cama e se cobrindo com as cobertas.
— Até!

Tranquei a porta, desci as escadas e Jeremy estava na entrada com Katerina dando ordens aos guardas.
— Quero que os dois fiquem atentos e não deixem que minha irmã saia, entenderam!
— Sim.
— Ótimo!

Eu ia saindo de fininho, mas ele percebeu minha presença.
— Ei,Morgan! Onde você tá indo?
— No-no mundo dos humanos.
— Mas já?
— Sim, eu preciso ir. Tchau.
— Mas ainda tá cedo, você não acha?
— Mas eu preciso ir agora!
— Sua voz tá estranha. Você tá bem?
— Sim, é só uma gripe.
— Então tá,né?! Até mais.

Ufa! Achei que não passaria por ele.
Entrei na floresta negra e passei pelo território dos vampiros. Mas ai quando eu estava entrando na floresta de Kane, cinco cavalos quase me atropelaram. Eram cavalos negros dominados por cavaleiros das trevas. E nos céus, o mesmo dragão que pousara no campo das rosas de sangue, estava os atacando, era ela, Scarpana e seu dragão, Tempestade.
Não só ela mas também, aquele que me fez desobedecer Jeremy só pra vê-lo, Adam Books.
Ele estava montado em um cavalo branco correndo atrás daqueles cavaleiros negros e ao seu lado uma garota de cabelos loiros em um cavalo de pelo castanho.
Das árvores os elfos atiravam flechas. Conseguiram matar um dos cavaleiros e o dragão pousou na frente dos outros, soprando fogo e assim matando dois deles. O quarto foi morto pela garota de cabelos loiros que atravessou a espada na sua garganta! Porém o quinto era mais esperto. Mesmo estando cercado, não deixava que o acertassem. Até que Adam conseguiu derruba-lo machucando o cavalo negro que foi ao chão e assim,ele pode matar o quinto cavaleiro cravando a espada em seu coração.
— Hey vejam tem alguem ali.

Ótimo os elfos me viram!
— Peguem!

Corri o mais rápido que pude, até que tropecei e fiquei caida em meio as árvores.
Eles estavam se aproximando e quando fui perceber estava cercada por elfos, a Scarpana, a garota loira e o Adam.
Me levantei devagar...
— Calma, sou eu. A Amanda. — falei tirando meu capuz.
— Amanda?! Tudo bem, ela é uma amiga minha. — Amiga?
— Ah, é?
— Acho que o territorio está limpo, vocês já podem ir.
— Espera, você não vem com a gente? — a garota loira perguntou.
— Não, vou ficar com ela.
— Então tá. — ele ficou me fitando por alguns segundos e se foi, guiando os outros que estavam junto dela.

— Desculpa por eles.
— Não tudo bem, eles não me fizeram nada.
— Mas quase fizeram.
— É, pra ser sincera deu um pouco de medo quando os elfos gritaram "peguem!". — confessei e acabei o fazendo rir.
— Olha, que tal se a gente ir em um lugar?
— Adam, lembra? Anjo das trevas. Eu não posso ir no templo, eles me atacariam.
— Se você fosse comigo não atacariam. Mas eu não estava falando do templo, eu estava falando de um outro lugar que eu conheço.
— Ah,tá legal.

Pov Morgan

Já que era pra ficar deitada, resolvi tirar um cochilo. Mas acordei com meu Jerry chamando pela irmã.
— Olha, eu disse que não era pra sair do palacio...mas não precisa ficar ai deitada na cama! Vamos, levante-se! — ele disse puxando as cobertas. — Amanda, vamos! Se você não se levantar, eu te tiro dai a força! — continuei parada. — Amanda, eu sei que você está acordada! Esse é o meu último aviso. Levante-se! — o que eu faço? — Paciência esgotada.
— Espera! — eu me virei com cuidado para ele não ver meu rosto, mas como nem tudo é como a gente pensa...
— Morgan?! — eu fui correndo até a porta e a tranquei. — Mas que diabos... VOCÊ TÁ FAZENDO AQUI NO QUARTO DA MINHA IRMÃ ?! Espera um pouco... cadê a minha irmã?
— Jeremy, eu posso explicar.
— Ah, nem precisa. Ela foi atrás dele, não foi?
— Sim.
— Ah, mas eu vou atrás dela! Morgan, sai da minha frente.
— Nã-Não.
— Morgan!!!
— Jeremy, qual o problema dela ir vê-lo?
— Bem, eu não sei se você percebeu ainda... mas eu não vou com a cara do Adam e é proibido um anjo das trevas ter um caso com um anjo dos céus segundo as leis de Relsyn.
— Quando se ama o proibido não existe.
— Eu vou dizer a você o que eu já disse a Amanda uma vez, amor é para os fracos.
— E o que você sente pela sua mãe?
— É diferente, tá legal.
— Não, não é. O mesmo amor que um homem tem por uma mulher não é mesmo, mas ainda assim é amor. Sabe, eu não gosto do que o seu pai colocou na sua cabeça.
— E eu não gosto de pessoas me atrapalhando.
— Jeremy, por favor, deixa a sua irmã ficar com ele.
— Com o Adam nunca! Agora me deixa passar.
— Não antes de te dizer uma coisa.
— Que coisa?
— Jeremy, e se você descobrisse que alguém proximo sente algo diferente por você?
— O que você está querendo dizer com isso?
— Jeremy, eu te amo.

Pov Amanda

Adam nos levou para um lugar bem longe dos dois palacios principais de Relsyn, o do meu pai e o da Alana.
Estavamos em um bosque muito bonito...
— Adam, por que me trou... — eu não consegui terminar, pois o que eu mais queria, aconteceu.
Nossos lábios estavam colados. Sim, nos beijamos! Seu beijo era tão bom, tão doce, que eu desejava que aquele momento durasse pra sempre. Mas de repente...
— Amanda! — alguém gritou e nós paramos. Eu conheço essa voz e ela não me agradou nem um pouquinho agora. Eu tô ferrada, a gente tá ferrado, o mundo tá ferrado...tá exagerei um pouquinho.
— Pai?!
— Strayder?!

Ah, meu pai não! Ele não!

Notas finais
E ai gostaram?
o que será que vai acontecer?
bem, bjus e até o proximo cap =^.^=