Angels : Heaven Against Darkness [Fic Interativa]
23 Capitulo 23
Notas iniciais
Pov Adam
Estavamos naquele bosque, eu, Amanda e meu sogro...digo, Strayder.
Quando descobri que ela era irmã do Jeremy, eu não gostei de saber que ele poderia ser meu cunhado. Mas eu jamais imaginei que ela pudesse ser filha do Strayder?! É, adeus mundo cruel!
— O que você pensa que está fazendo com a minha filha?!
— E-eu?
— Quem mais poderia ser?
— Pai, olha, se acalma.
— Me acalmar? Eu te peguei beijando esse anjo de meia figa.
— Por favor pai, não o mate!
— Ma-matar?
— Então, eu deixo que os crocodilos do pântano das almas o matem.
— Crocodilos?
— Pai, não!
— Há quanto tempo estão se encontrando?
— Olha pai...
— Como eu não fiquei sabendo disso? Seu irmão por acaso sabia ?
— Si-sim. Mas ele me proibiu, eu vim escondida.
— É, realmente o Jeremy fez o certo. Então você fugiu... eu não acredito que você fugiu só pra ver esse garoto.
— Mas pai, eu o amo.
— Amanda... — ela disse que...ela...
— Já chega! Vamos! — ele disse a puxando pelo braço.
— Solta ela! — falei pegando minha espada.
— Adam, não. — ela pediu.
— Pelo visto até que é corajoso. Mas ainda assim é um anjo dos céus. Eu devia cortar sua cabeça! Mas acho que minha filha prefere voltar pro palacio comigo, não é Amanda?
— Pai, por favor.
— Quer que ele perca a cabeça?
— Nã-não.
— Então, vamos!
— Espera! — ela pediu.
— O que é agora?
— Quero me despedir do Adam, por favor pai.
— Está bem, acho justo, já que é a última vez que vão se ver.
Ela correu na minha direção e me abraçou.
— Não vai ser a última vez, eu vou dar um jeito. — ela sussurrou com sua voz doce em meu ouvido. — Adeus. — ela disse se afastando de mim.
— Adeus.
Strayder a agarrou pelo braço novamente e eles se foram.
— Na verdade, agora sou eu que vou dar um jeito. Você já fez várias coisas pra me ver, agora é minha vez.
Pov Morgan
Eu não sei como consegui, mas eu disse claramente.
— Jeremy, eu te amo. — ele ficou estático. Eu o peguei de surpresa — Você pode dizer o que quiser sobre o amor. Mas é impossivel controlar o coração. Desde a primeira vez que nos vimos, eu senti algo diferente por você. Jeremy, eu sempre te amei, eu já quis dizer antes mas... — antes que eu pudesse terminar, Jeremy me beijou. Sim, nossos lábios finalmente se tocaram. Seu beijo era melhor do que eu imaginava. Parecia um sonho, bem, ainda bem que não é.
Mas parece que o universo conspira contra mim. Strayder chegou gritando e eu Jeremy paramos com o susto.
— Vo-você me beijou.
— Eu acho melhor a gente sair daqui.
— Mas Jerry...- ele fez shii pra mim.
— Me dá a sua mão. — fiz o que ele pediu e ele nos fez atravessar o espelho e aparecemos no quarto dele.
— O que será que ele vai fazer com ela?
— E-eu não sei.
Estavamos vendo tudo pelo espelho. Strayder não conseguiu abrir a porta e a quebrou. Ele estava segurando Amanda pelo braço com força e ela estava chorando.
Jeremy não parecia gostar nem um pouco do que via, dava pra ver que ele sentia raiva do que seu pai estava fazendo.
— Você vai ficar aí e não vai sair nunca mais ouviu! — Strayder disse a jogando na cama.
Ele saiu do quarto e a porta se reconstituiu e ficou perfeitamente como estava antes de ser quebrada.
Jeremy atravessou o espelho novamente.
— Eu sinto muito, Amanda. — Jeremy disse abraçando a irmã. — foi por isso que falei pra você não sair do palacio.
— Eu não entendo Jeremy. Ele já gostou de um anjo dos céus!
— Eu sei. Talvez ele só esteja te protegendo.
— Protegendo do quê?
— Talvez de maiores sofrimentos.
— Diga a ele que só porque foi deixado uma vez, não quer dizer que aconteça comigo também.
Eu precisava passar para o outro lado, mas como se Jeremy era o único que conseguia? Já sei, a telepatia. "Jeremy, você poderia me levar ao quarto da Amanda? Também quero falar com ela."
— Espera só um minuto. — ele disse
Ele me estendeu a mão e me puxou pelo espelho até quarto de Amanda. Minha primeira reação, foi abraça-la.
— Espera, quem contou pro papai onde eu estava? — ela perguntou se afastando de mim — Foi você,não foi, Jeremy?
— Eu?
— Calma, Amanda não foi ele, eu não deixei que ele saísse desse quarto.
— Não?
— Não. — respondi e quando olhei pro braço dela, percebi que estava roxo. — Meu Deus.
— O que foi? — perguntou Jeremy.
— O braço dela. Seu pai não foi nem um pouco gentil. — falei tentando curar os hematomas com minha magia...e eu consegui.
— Obrigada Morgan. Mas o que eu realmente queria era estar com o Adam.
— Amanda, por favor, tenta esquecer esse cara. Se o papai não tolerou agora, imagina o que pode acontecer se ele te pegar com aquele anjo outra vez?! Amanda, pelo seu bem, esqueça aquele cara.
— Eu não consigo Jeremy, eu o amo. É dificil de esquecer alguém quando se tem esse sentimento. — nesse mesmo momento eu acabei trocando olhares com Jeremy. — Amh, por que estão se olhando.
— Nada. — respondemos ao mesmo tempo e desviamos nossos olhares.
— Espera, não vai me dizer que vocês dois...
— Não foi nada, Amanda, nada.
Isso é o que ele diz, mas nós dois sabemos muito bem, que aconteceu algo entre nós.
— Se vocês dizem.
— Acho que eu vou lá embaixo agora. — Jeremy disse indo em direção a porta.
— Pra quê? — perguntei.
— Pedir a Deborah pra fazer um chá pra Amanda.
— Se você quiser, eu posso falar com ela.
— Não, tudo bem, eu mesmo vou. Fique ai com a Amanda,sim?
— Tá legal.
Ele passou pelo espelho outra vez. É, acho que ninguém abre mais aquela porta.
Pov Scar
Iryna me fez voltar ao campo onde matamos os cavaleiros. Ela disse que era pra eu ver por que o Adam estava demorando tanto.
Mas vocês não sabem o pior. Eu encontrei alguém bem chato naquele campo...o idiota, palerma e repugnante do Noah, porém o Adam não estava ali.
— Seu idiota, o que está fazendo aqui?
— Ah, oi pra você também Scar.
— O que você está fazendo aqui?
— Eu não te devo satisfações.
— Não foi isso que eu te perguntei.
— E daí? Olha Scar, fica fria, tá legal? Eu só tava dando um passeio.
— E tinha que vir justo aqui?
— Olha, eu já tava aqui antes, sabia?
— E pra sua informação, há uma hora atrás, matamos cinco cavaleiros negros nesse campo. — tempestade disse se colocando na minha frente.
— Ah, então é por isso que tem sangue ali.
— É, é por isso.
— Mas vocês tiveram a ajuda de alguém, não é? — Trevor, o dragão de Noah nos perguntou.
— Como você sabe? — perguntei.
— São fracas de mais pra matar cinco cavaleiros negros. — Trevor afirmou. Eu não vou cara desse dragão e nem com a cara do dono dele.
— É, mas a Tempestade matou dois deles, ouviu?
— Hum, o Trevor mataria os cinco num piscar de olhos.
— Eu posso te matar num piscar de olhos. — Tempestade disse a Noah.
— Ou então "eu", posso te matar num piscar de olhos. — Trevor disse se colocando na frente do Noah.
— Scarpana! — alguém gritou. Era o Adam. Ao perceber a presença dele, Noah montou em Trevor.
— Vamos! — e se foi.
— Palerma! — gritei para ele.
Adam se aproximou de nós com seu cavalo branco.
— Ei, vocês estão bem?
— Sim.
— E quem eram?
— Só um idiota e seu dragão mais idiota ainda.
— Amigo seu, é? — ele perguntou irônicamente.
— Nossa, você nem imagina o quanto a gente é amigo. — falei o fazendo rir.
— Amh, vamos voltar? Já está ficando tarde.
— Ah, sim. Ei, por que demorou tanto? A Iryna até me mandou vir aqui pra saber o porque de tanta demora.
— Sério?
— Sim. Mas e ai, por que demorou tanto?
— Bem, eu não sei se devo contar.
— Não vai me dizer que você e ela...
— Não, não. Mas a gente se beijou.
— Então por que essa cara?
— O pai dela nos flagrou.
— Vish!
— E a proibiu de me ver.
— Vish!
— E bem, o pai dela... é o Strayder.
— Caramba! O Strayder?! E como você sobreviveu? — eu estava impressionada.
— Nem eu sei Scarpana, nem eu sei. Agora vamos voltar ao Templo, sim?
— Está bem.
Notas finais
isso vocês iram descobrir só no proximo capitulo, bjus.
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