Notas iniciais
Oi gente ^^ Bem, com essa demora, resolvi que vou postar caps mais grandes pra compensar. E bem, esse cap... é um mega cap kk

Pov by Scar

Acordei cedo e tempestade ainda dormia. Estava um pouco escuro ainda. Mas resolvi andar um pouco pelo Templo e percebi que a rainha ainda estava na sala de reuniões. Parecia preocupada. Curiosa entrei e resolvi falar com ela.

– Rainha, está tudo bem? — falei me aproximando da mesa.

– Eu adoraria dizer que sim. Mas infelizmente não, não está tudo bem.

– O que aconteceu?

– O portal místico foi aberto e agora qualquer criatura de Relsyn pode ir até o mundo dos humanos. Significa também que Jennet e Blake estão em perigo. Eles podem ser atacados por servos de Strayder.

– Nossa! Mas e o que você pretende fazer?

– Esse é o problema, eu não sei o que fazer.

– Mas e quanto ao reino de Edrylad? Podia mandar Jennet e Blake pra lá.

– O reino de Edrylad é apenas uma lenda. Não existe.

– Mas rainha, já ouveram pessoas que...

– "Pessoas que foram ao reino e voltaram dizendo que é um lugar abençoado, onde todos os seres convivem em harmonia." Scar, eles falam isso pra ganharem popularidade e darem mais corda de que a lenda é verdadeira. Mas eu repito, é apenas uma lenda.

– Mas rainha, pode ser a salvação!

– Não se iluda com histórias, Scarpana.

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– Então não sou só eu que acho que o Reino de Edrylad é uma lenda. — disse Tempestade se inclinando até a margem da cachoeira pra beber água.

– Mas não é uma lenda! Eu sei que não é!

– Scarpana, a rainha Alana é uma das pessoas mais sábias de Relsyn. Acho que não deveria contraria-la.

Eu já ia abrindo a boca pra falar quando algo passou pulando rapidamente pelas árvores.
Eu e Tempestade nos preparamos pra atacar. E seja lá o que for, veio em minha direção e eu lhe dei um soco, o fazendo cair.

Peguei duas adágas que estavam comigo e subi em cima dele pra imobiliza-lo... mas ai eu percebi uma coisa....ele era o idiota do Noah.

– Noah. — falei em um tom doce tentando me controlar.

– Oi, Scar. — ele disse sorrindo.

– MAS QUE DIABOS VOCÊ ESTÁ FAZENDO AQUI?! — gritei enfurecida.

– Calma, calma. Olha, eu acho que devia abaixar essas adágas. Sabe, é que eu tava aqui perto com Trevor e ai lhe escutei falando do reino de Edrylad.

– É e daí? Se vai me dizer que é "apenas uma lenda" , polpe suas palavras, pois já ouvi isso o bastante por hoje.

– Mas eu não ia dizer isso.

– Ha não?

– Não. E bem, será que dá pra sair de cima de mim?

– Claro! — falei me levantando e fez o mesmo em seguida — E então, o que iria dizer?

– Que eu também acredito que o reino de Edrylad exista.

– Mas o quê? — gritou Tempestade impressionada.

– É isso mesmo. Edrylad, o reino da harmonia. Sabe, velhos amigos de meu pai disseram que seus avós foram pra lá.

– Sério? E eles tem provas que Edrylad exista? — perguntou Tempestade encarando Noah.

– Nã-Não. Mas...

– Mas o quê?

– Scarpana e, se nós irmos até a lendária Edrylad?

– Nós? Você quer dizer, eu e você?

– E os nossos dragões, se eles concordarem.

– O que pretende com isso, garoto? — Tempestade estava irritada.

– Eu... eu quero ajudar vocês.

– Como? — Tempestade estava falando por mim, enquanto eu apenas ouvia.

– E se levarmos as pessoas da Aldeia pra Edrylad ? Assim, todos estarão a salvo.

– Mas não se trata só das pessoas da Aldeia da rainha — finalmente eu falei — as outras Aldeias, reinos e o mundo dos humanos também estão em perigo. Se você quer salvar todos, lute, não fuja. Fugir é sinal de covardia e covardia só piora as coisas.

– Mas Scar... — de repente um vento forte começou a soprar. — O que é isso?

– Uma ventania.

– Oh, não me diga. — falou em tom de irônia.

– Noah, o que te levou a pensar nisso? A salvar as pessoas da Aldeia da rainha? Me levar junto com você.

– Ele preten... — disse Trevor aparecendo em meio as árvores.

– Eu só queria o bem de todos. — Noah disse interrompendo seu dragão.

– Vou tentar acreditar. Acho melhor irmos pra dentro do templo.

– Não, eu não vou.

– Por que?

– Você sabe o porque. Eu e Trevor podemos ser atacados pelos aldeões.

– Eu digo a eles que estão comigo.

– Eu não acredito no que está querendo fazer, Scarpana! — gritou Tempestade.

– Do que está falando?

– Você se cegou por acaso? — ela disse — não vamos leva-los ao templo.

– Ha não? Por que ?

– Você realmente se cegou. Eu não acredito. — repetiu Tempestade em desgosto.

– Bem, eu vou embora daqui. — Noah disse se virando pra ir embora.

– Não, espera! Vocês vão ao templo comigo sim. Mas só desta vez também.

– Está bem. Promete não contar sobre o monstro que eu matei?

– Claro que prometo. Agora vamos! — corri até Noah, o puxei pelo braço e começamos a correr.

Ao longo do caminho. Animais saiam em disparada também. Coelhos e outros animais pequenos passavam por nós apavorados. Nossos dragões tiveram que deixar de voar pra caminhar. O vento parecia estar ficando cada vez mais forte.
Tinhamos que chegar ao templo logo. Eu sabia que aquele vento não era boa coisa. E as nuvens escuras acima de nossas cabeças, não indicavam chuva, mas algo mais perigoso.

Foi uma verdadeira luta contra o vento, mas conseguimos chegar ao templo. Na Aldeia, as casas estavam de portas e janelas fechadas, as pessoas já estavam com medo.

Ao entrar no templo, Noah teve um pequeno problema com os guardas e acabou atacando eles... resultado : Noah foi levado a rainha como intruso. Pois os guardas pareciam nem me ouvir dizer que ele estava comigo. Noah, idiota.

– O que faz em meu templo? — perguntou a rainha se aproximando de Noah, que estava sendo segurado por dois guardas.

– Eu o trouxe, ele está comigo. — gritei.

– Soltem-o! — ordenou a rainha. E os guardas logo obedecerão.

– Isso aê, é bom mesmo ter me soltado senão eu ia fazer picadinho de vocês!

– Noah, acho que já tá bom! Você já arrumou encrenca demais com os guardas, não acha? E rainha, o que está acontecendo lá fora?

– É culpa do portal místico, ele foi aberto. Essas nuvens indicam as trevas vindo até nós.

– Então, eles vão nos atacar?

– Pelo o que tudo indica, teremos sérios problemas.

Pov by Jennet

Dormir, dormir, dormir... tem coisa melhor do que isso? Estava tão bom dormir, as cobertas quentes me davam um conforto tão bom... mas ai ouço a voz de meu pai me dizendo pra acordar...

– Filha, está na hora de acordar. Você tem escola hoje! Vamos, levante-se, Jennet!

Vencida me viro pra ver seu rosto e coçando os olhos pergunto a ele quantos horas eram, e a resposta dele :

– Seis e meia.

– Seis e meia?! Tá cedo demais!

– Jennet, pelo o que eu percebo, você não preparou nada. E você sabe muito bem que não temos uma empregada!

– Há pai, me deixa dormir só mais um pouquinho — pedi.

– Nem pensar! Vamos, levante-se!

– Está bem, está bem.

Me levantei como uma lesma.

– Vamos, filha! Mas animação! — eu tive que rir.

– Animação? Pra ir pra escola? — disse sonolenta. Animação para ir a aquele lugar, só vou ter quando ver aquilo explodir.

– Olha, filha, sei que pode ser duro pra você, mas...

Será que seria pedir demais pra que meus novos amigos detonassem aquela escola?

– Jennet? Você me ouviu?

– Claro, papai! — falei sorrindo enquanto entrava no banheiro. Mas na verdade, eu não ouvi nadinha do que ele disse.

– Eu vou descer. Vê se se arruma direito, ein? — ele gritou a mim.

– Pode deixar! — gritei de volta.

Tirei minhas roupas, fui até o box e liguei o chuveiro deixando com que a água caisse sobre mim.
O que será que eles, meus colegas, pensaram de mim, nesse tempo em que estive fora? O que eles acharam ? O que perguntaram a Blake? Sentiram minha falta? E Sarah? Ela havia viajado pro Canadá alguns dias antes de minha mãe cair doente. Será que ela ficou sabendo? Talvez não. Mas sabe, se Blake era como meu irmão, Sarah era como minha irmã.

Ela não devia estar sabendo da morte de minha mãe. Por que se ela soubesse, estaria aqui comigo até eu ter me recuperado totalmente.
As vezes Blake tinha ciúmes de mim por conta dela. Eles discutiam na minha frente. Eu poderia jurar que Sarah gosta dele, por isso nunca quis imaginar a hipótese de eu gostar dele também, não queria brigar com minha amiga por ele. E bem, acho que apesar de nos darmos super bem, acho que Blake e eu jamais passariamos de amigos. Os outros sempre disseram que formavamos um belo casal, mas quando Sarah estava com Blake... as pessoas diziam que eles eram perfeitos um para o outro e é verdade, os dois juntos parecem uma versão mais jovem de Angelina Jolie e Brad Pitt. Me pergunto se Blake sentiu falta dela. Eu ainda não o perguntei, mas hoje iria saber!

Desliguei o chuveiro, enxuguei meu corpo com uma toalha e depois coloquei um roupão cinza — Meu pai poderia ter entrado no meu quarto novamente.

Sai do banheiro e fui até o guarda roupa. O abri e encontrei várias opções. Poderia ir só de preto, mas isso me tornaria melancolica demais, poderia ir como um arco-íris, mas eu jamais iria assim a qualquer lugar que seja. Por isso escolhi algo simples, uma blusa vermelha, calças jeans, um all-star preto e branco e uma jaqueta preta de couro.
Fui até a penteadeira. Ali havia uma escova, no qual minha mãe já havia pentiado meus cabelos com ela.
Incrivel como simples coisas lhe fazem lembrar de uma pessoa querida.
Pentiei meus cabelos com ela e fiz um rabo de cavalo no alto da minha cabeça. Passei uma maquiagem leve.
Arrumei a minha mochila e desci. Não sei por que meu pai havia me acordado tão cedo se as aulas começam ás 8:00.

– Muito bem, Jennet! Tome seu café e quando terminar nós saimos. — disse meu pai da cozinha.

– Sair? Mas a escola só abre ás oito!

– Jennet, acho que você não prestou atenção no que eu disse lá em cima, prestou? — hora da verdade.

– Não. — falei fitando o chão.

– Bem, nós iremos a delegacia.

– A delegacia?! — perguntei sem entender.

De repente surge Morgan descendo as escadas apenas de pijama.

– Por-Por que delegacia? — Morgan estava assustada com as palavras de meu pai. Mas por quê?

– Eu e Jennet iremos a delegacia pra ver se eles tem informações sobre o corpo de minha esposa. E você vai ficar aqui pra vigiar a casa! — ele disse seriamente.

– Há, espero que tenham novas informações sobre ela. Eu vou voltar a dormir. — Morgan disse subindo as escadas, dando de ombros — até mais tarde.

Meu pai fez sinal pra que eu fosse até a cozinha.

– Ela aprontou algo que eu não sei? — ele sussurrou.

– Que eu saiba não. — respondi. Mas ainda me pergunto. Por que ela estava tão assustada? Será que ela aprontou algo mesmo?

– Eu nem a vi chegar ontem.

– Bem, mas eu a vi. — ai, que boca grande a minha! Mas eu conto sobre o garoto? Ou deixo pra lá? Ai meu Deus, o que eu faço?!

– Jennet?

– Ela chegou bem tarde mesmo, devia ser mais de meia de noite. E bem, ela parecia cansada.

– Espero que o cansaço tenha sido causado por trabalho.

– Trabalho?

– Sim, Morgan está trabalhando. Se bem que o lugar onde ela trabalha fecha as portas mais cedo. — sussurrou pensativo.

Tomei meu café da manhã e entramos no carro do meu pai. Sentei no banco da frente, ao lado dele. Estava um pouco escuro ainda. Já haviam carros nas ruas, mas estava muito escuro. E agora estavamos entrando numa rua deserta. Porém com os postes ainda acesos.
E pra minha surpresa, um relâmpago e um trovão cruzaram o céu. Meu Deus! Eu não havia levado nenhum guarda chuva comigo. To frita! Ta não é o fim do mundo! É só água.

– E ai, anciosa? — meu pai perguntou enquanto dirigia.

– Pelo o quê?

– Há, bem, é que você vai voltar a escola.

Meu pai ainda acha que eu tô animada pra ir a escola? Ok. Essa busca pela minha mãe está mexendo com a cabeça dele.

– Eu fiquei só uns dias fora, pai. Acho que não houverão muitas mudan... — antes que eu pudesse terminar, meu pai freiou o carro. — O que aconteceu?

– Eu vi uma garota no meio da rua e quase que eu a atropelo. — ele disse saindo do carro.

Eu pude sentir uma força maligna no ar. E resolvi sair do carro também. Ele não havia "quase" atropelado a garota, ele a atropelou.

– Deus! Precisamos leva-la pro pronto socorro. — ele disse a pegando e a carregando até o carro.

Ela era linda, tinha longos e lisos cabelos castanhos, olhos cor de mel e uma pele morena clara.

– Pode me soltar senhor. Eu estou bem. — disse baixinho.

– Tem certeza que está bem?
– Sim, pode me colocar no chão.

– Ok e me desculpe por atropelar você.

– Eu estou bem, não precisa se preocupar. — disse enquanto meu pai a colocava no chão.

– Como você se chama? — perguntei.

– Skyler, me chamo Skyler. E acho que eu não vou precisar ir ao hospital, mas vocês vão.

– Nós? O que quer dizer com isso? É algum tipo de cigana? — meu pai disse rindo.

– Não, uma coisa um pouco diferente. — seus belos olhos passaram a ter um tom vermelho.

– Pai se afasta dela. — avisei a ele dando passos pra trás.

– De mim?

– Pra que, Jennet? Skyler parece uma garota legal. Por que está me mandando se afastar dela? Vocês já se conheciam?

– Pai, por favor.

– Jennet, eu só vou sair daqui quando me disser o porque.

– Pai, ela é um monstro! — gritei.

– Jennet! Que modos são esses?! — ele disse irritado. — Perdoe minha filha. — ele disse se voltando a Skyler — acho que ela não sabe o que está dizendo.

– Pai, por favor, me escuta. Ela é do mal, ela quer nos matar. Ela está aqui a mando de Strayder!

– Strayder? O homem que sua mãe namorou antes de mim? Jennet, o que deu em você pra pensar numa coisa dessas?

– Mas pai!

– Nada de "mais pai" . Vamos embora! Skyler, se você quiser uma carona, fiquerei feliz se puder ajudar.

– Tudo bem, eu não vou precisar de uma carona. Até porque acho que não vai ter jeito de vocês andarem no carro mais.

– Você diz coisas estranhas. Você é um tipo de medium? Vai acontecer algo de ruim?

– Pai, por favor.

– Sim... e vai ser agora. — ela ergueu sua mão em direção ao carro.

– O quê?

Senti um cheiro de queimado e o carro explodiu e as chamas subiram. Com o impacto, eu fui jogada pra longe. E meu pai que estava proximo ao carro. Temo pelo o que aconteceu.
– Pai!

Preocupada me levantei com um pouco de esforço e fui cambaleando até ele. Eu pude ver os ferimentos em seus braços e pernas. Ele estava sangrando muito, enquanto eu levei apenas alguns arranhões.

– Pai. — eu não aguentei o vê-lo daquela forma e acabei chorando. — O que você fez com ele?! — gritei.

– Eu não fiz nada com ele, só com o carro. — ela disse com um sorriso.

– O que você pretende com isso? Por que está aqui? Foi ele que te mandou não é? Foi Strayder. Ele quer matar meu pai por ter ficado com Alana.

– Não importa quem me mandou aqui. O que importa pra mim, é te matar. Por isso preparesse pra morrer.

– Eu não acredito nisso. Se seu alvo era eu, por que fez isso com meu pai?! — eu estava gritando e chorando ao mesmo tempo.

– Eu já disse! Eu não fiz nada com seu pai, mas sim com o carro. — ela gritou — Eu queria lhe deixar um pouco indefesa pra que as coisas ocorrossem mais rápido. Agora chega. Eu não gosto de ficar de conversinha. Vamos direto ao que interessa! — disse e começou a correr na minha direção deixando suas asas e suas longas garras a mostra. Ela era um anjo das trevas.

Eu precisava fazer alguma coisa, mas qualquer coisa que eu pudesse usar contra ela, estava no carro. Eu não tinha nenhuma arma ou algo pra me defender.
E ela acabou me acertando com um soco. Fazendo me cair no chão e gemer de dor. Ela era muito forte.

Na verdade eu tinha uma coisa que poderia usar. Mas será que eu teria controle? Será que seria certo usar meus poderes?

Ela já ia se aproximando pra me atacar novamente quando ouvi um barulho de sirene. Era a policia.

– Ha, droga! — Skyler resmungou.

Eles estacionaram seus carros e um deles mandou que Skyler levantasse as mãos pra cima. Ela levantou e o mesmo cheiro de queimado surgiu.

– Mas que cheiro é esse? — perguntou um deles e em seguida, dois dos três carros deles explodiram. Os fazendo voar pra longe.

– E agora, o que a carne assada vai me mandar fazer, ein? — disse rindo.

– Senhorita, ou seja lá o que você for. Entregue-se e saíra viva. — disse um dos que sobreviveram.

Ela deu uma gargalhada e disse:
– Acho que vou matar vocês também.

– Por favor, não! Eu tenho uma familia e filhos pra criar. — disse um moreno.

– Que se dane! Vocês vão morrer. — Skyler disse erguendo suas garras pra atacar.

Antes que ela o fizesse, peguei uma pedra que encontrei em um quintal de uma das casas daquela rua e joguei nela. Ela instântaneamente se virou pra mim.

– Não faça nada a eles. Seu alvo sou eu. — afirmei tentando salva-los.

– Não é mais. — disse um homem com uma capa preta e rosto coberto pelo pano. — Mudança de planos, Skyler. Vamos embora.

– Mas o mestre disse que...

– Eu sei o que ele disse. Mas ele tem outros planos pra ela. Vamos embora.

– Mas...

– Vamos logo!

– Está bem.

Ela voltou a forma humana enquanto caminhava até ele e foi sumindo no ar. E o cara de capa preta, desapareceu em seguida, como se fosse apenas um holograma.

Logo os policiais que sobraram vieram até nós.

– Você está bem? — perguntou um de olhos azuis e cabelo grisalho.

– Sim, mas por favor. Ajude meu pai. Ele não pode morrer.

– Tudo bem, venha conosco. Nós vamos leva-los ao hospital.

Pov Blake

Eram 7:00 hrs da manhã e minha mãe me acordou dizendo que havia acontecido um acidente. Um carro havia explodido e segundo ela, pelas imagens parecia o do Sr. Louis. Preocupado acabei ligando pra Jenn e ela confirmou.

"Blake, um deles nos atacou e explodiu o nosso carro e feriu meu pai. Eles já começaram, Blake. Eles já começaram."– ela disse chorando.

Naquele momento, senti uma pontada de culpa. O que houve com o pai da Jenn, foi culpa minha...

" Jenn, calma, eu estou indo pra ai agora. Me diz onde você está."

Nem liguei pras reclamações de meu pai, peguei o carro e fui direto pro hospital. Lá encontrei Jenn na enfermaria. Ela chorava enquanto a enfermeira tentava acalma-la. Eu posso a entender. Quando "perdeu" sua mãe, ela desmanchou em lágrimas. E se ela perdesse o pai, o que aconteceria? Bem, espero que esteja tudo bem com o Sr. Louis. Pois não gosto de vê-la sofrer.

Notas finais
E então, o que acharam? Será que o pai de Jennet vai sobreviver? Isso vocês descobriram nos proximos capítulos ;) Não se esqueçam de comentar! Bjus e até