Angel's Blood
3 Meus amigos, minha familia
Notas iniciais
A nossa escola foi mesmo cruel e encheu-nos de testes e trabalhos. Mas voltamos com mais um capitulo.
Esperemos que gostem.
1-Layna
2-Ikuto
3-Akira
4-Drago
P.S: desculpem ele nao ter asas
Sentado num parque da cidade, Link via os patos a nadar num lago. Ele tinha ido até lá para arrumar as ideias, mas não estava a conseguir. Os patos também sonhavam? Provavelmente não. Com que sonharia um pato? Com pão fresco, um belo voo lá para onde os patos costumavam ir.
Voo. Sentiu um no na garganta ao lembrar dos últimos minutos. O brilho dourado das asas, os olhos poderosos e o brilho do pó de anjo ainda estavam bem preservados na sua memoria. Esfregou os olhos tentando apagar essas imagens, mas foi em vão.
–Seguiste-me.
–Pareceu-me que precisavas de ficar sozinho.
–Importas-te de tirar a asa? – pediu o loiro olhando para cima – Esta a tapar-me a vista.
A asa dobrou-se num sussurro leve. Um som que ele nunca iria associar a outra coisa senão a asas. As asas de Dark.
–Não queres olhar para mim Link?
–Não. – respondeu o loiro olhando para cima sério – Quando olho para ti, tudo se torna confuso.
A gargalhada de Dark entrou na cabeça dele.
–Não ganhas nada em evitar o meu olhar.
–Também não quero ganhar nada. (Himea: Link – 1 / Dark – 0) Mas se tu tens tanto poder do que e que o outro e capaz? Ainda da cabo de mim antes de eu chegar a um metro dele. – disse ele concentrando o seu olhar nos patos
–Estarás protegido.
–Trabalho sozinho.
–Desta vez não. – a voz dele era de aço – Shiki tem um fetiche pela dor. O Marques de Sade foi seu discípulo.
–Então ele gosta de perversões sexuais.
–É uma maneira de ver.
De algum modo as palavras dele transmitiam sangue, sofrimento e horror. As emoções entraram pelos poros de Link.
–Basta! – disse o loiro cruzando o olhar com o moreno mais uma vez
–Peço desculpa. – disse Dark dando um pequeno sorriso – Não pensei que fosses tao sensível.
Link não acreditou nem um bocadinho.
–Shiki. Fala-me dele. – pediu o loiro, visto que a única coisa que o loiro sabia sobre o outro arcanjo é que ele dominava u pedaço da Europa e Ásia
–É a tua presa. – disse ele com um olhar frio, distante e ate com um pequeno traço de sofrimento – Não precisas de saber mais nada.
Link deu um sorriso triste.
–Não sei o que faria se um dos meus irmãos se virasse contra mim. Tal como tu, os meus irmãos são a minha única família. – disse ele olhando para o céu
–Mamã?
–Obrigado. – disse ele com uma expressão seria
Lentamente, o moreno aproximou-se do loiro cobrindo-o com a suas asas.
–Tem cuidado Link. Os movimentos dele podem ser imprevisíveis. Por enquanto temos de aguardar. – disse ele segurando o rosto do loiro
–Aguardar o quê? – perguntou o loiro corado
–Sangue!
Ping. Ping.
Uma suplica balbuciada, assobiada.
–Mamã?
Link tremeu no meio das lembranças. Apesar de caçador, ele odiava sangue.
–O que é que ele fez?
Dark aproximou o rosto do pescoço do loiro, inspirando o seu aroma doce.
–O que é que ele fez? – repetiu o loiro corado com o toque do moreno de olhos vermelhos
–Nada que precises de saber Link. Nada que te ajude a localiza-lo.
Com uma enorme dificuldade, o loiro empurrou o moreno de leve com um misto de nervosismo e arrependimento.
–Já acabaste com os teus joguinhos sexuais? – perguntou sem rodeios
O sorriso dele desta vez não era só uma sombra e aqueles olhos de vermelhos vivos tal como um belo par de rubis. Um vermelho vivo e flamejante.
–Não estava a fazer nada a tua cabeça Link. Nem agora nem antes.
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Ele tinha mentido. Com certeza, ele tinha mentido. Claro que Link não era tolo o suficiente para acreditar nas palavras de um arcanjo manipulador.
Link abriu a porta do seu apartamento sentindo o doce cheiro da comida acabada de fazer e o som das risadas pelo grande apartamento, que o fizeram esquecer logo do arcanjo de olhos vermelhos.
–Tadaima!
–Okaeri Link! – responderam uma serie de vozes dentro da casa
Link suspirou entrando na sua casa em direcção a enorme sala da casa.
–Layna, quantas vezes tenho que dizer para não convidares estes folgados para a nossa casa sem me dizer nada? – disse ele resmungando com a loira sentada no enorme sofá da sala
–As vezes que eu desobedeci? – perguntou ela sorrindo
Layna era a irmã gémea de Link e muito parecida com o irmão. Tinha cabelos loiros de um tom dourado e dois grandes olhos azuis brilhantes, um corpo magro e flexível de anos em ginástica e do trabalho de caçadora, mas com seios pequenos.
–Relaxa Link. Deixa a tabua convidar os teus lindos e maravilhosos amigos para a vossa casa. – disse um ser de cabelos escuros coberto com fios de vários novelos de lã
–Voltas a chamar-me tábua e arranco-te a cauda Ikuto. – disse Layna furiosa
Ikuto era um jovem caçador de cabelos de um azul-escuro e olhos arroxeados. Ele descende de uma família de yokais e por isso nasceu com uma cauda e orelhas de neko, o que o tornava bem fofo para Layna e um motivo para o irritar para Link.
–Vocês já começaram? – perguntou um jovem albino saindo do que devia ser a cozinha, pois vestia um avental – Venham mas é comer. Eu e a Zelda terminamos o jantar.
–Certo nii-sama. – disse Layna indo para a cozinha
O albino era Akira, meio-irmão três anos mais velho de Layna e Link (eles têm a mesma mãe, mas não o mesmo pai). Akira tinha cabelos prateados um pouco despenteados e olhos azuis iguais aos dos irmãos que foram herdado pela sua mãe, um grande porte físico e atlético de dar inveja aos homens e fazer as mulheres babarem-se. Apesar de tudo, ele não era um caçador, pois Akira era filho de uma humana e de um vampiro, ou seja, ele é um mestiço. (essa historia aparecerá depois)
–Linkie!
Uma voz animada fez-se ouvir seguindo-se de um vulto loiro que saltou sobre o jovem, o que acabou numa grande queda.
–Ola para ti também Zelda. – disse Link esfregando a cabeça – Só falta aqui o folgado do Sting. – disse ele rindo
–Ele ainda não voltou da América. – disse Zelda – Aquele idiota tem muita sorte por ser protegido do Leigh. É difícil imaginar um caçador de vampiros a caçar um arcanjo.
Link engoliu em seco ao ouvir as palavras sair da boca de Zelda.
–Sim. É difícil imaginar. – mentiu – Onde esta o Allen? – perguntou tentando mudar de assunto
–Quando conseguires tira-lo daquele buraco diz para poder filmar, porque se não ninguém acreditaria. – disse Layna rindo alto na cozinha
–Como é que ela nos ouviu daqui? – perguntou Zelda
–Já viste aquelas orelhas? Parece um morcego da fruta. – disse Ikuto abafando o riso com a mão
–Hei! Eu ouvi! – gritou Layna
–Claro que ouviu. – disse Ikuto colocando as mãos nas orelhas e fazendo barulhos de morcego
–Como é? – perguntou Layna aparecendo na sala com uma frigideira nas maos
–Vamos comer! Estou esfomeado! – gritou Ikuto correndo para a sala de jantar fazendo todos rir
Um a um, os presentes foram sentando-se a mesa babando-se para a lasanha colocada no meio desta. Lentamente, as conversas normais de uma família normal foram começando a surgir entre os amigos.
–Então Ikuto. – começou Layna – Como esta a Utau? – perguntou ela referindo-se a namorada do moreno
–Acabamos hoje. – disse ele dando uma garfada na lasanha – Já não aguentava os ciúmes dela. Alem disso acho que estou mesmo virado para os homens. – disse ele calmo
–Ainda bem, não gostava nada dela mesmo. – disse Zelda comendo também – Então e tu Layna? Conheceste alguém na missão que tu e o Akira realizaram em Italia?
A copia feminina de Link riu da pergunta da outra loira como se aquilo que ela dissera tivesse sido uma piada.
–Não vou namorar tao cedo. – disse ela dando um gole na taça de vinho – Por agora sou casada com o meu trabalho.
–Não podes ficar assim Layna. Acabas por ficar solteira para a vida. – disse Ikuto rindo
–Olha quem fala. – devolveu a loira
–Vamos meninos. Calma. – pediu Zelda olhando depois para o mais velho dos jovens a pedido de socorro – Então e tu Akira? Encontras-te alguém interessante em Italia?
A discussão entre Layna e Ikuto cessou. Layna olhava com pesar para o irmão mais velho. Este levantou-se da mesa sem dizer nada e saiu da sala de jantar em silencio absoluto.
–Foi alguma coisa que eu disse? – perguntou Zelda preocupada
–Ignora Zelda. – disse Layna sorrindo – Eu vou busca-lo.
Jovem levantou-se do seu lugar, rumando para o quarto do seu irmão enquanto os outros se deliciavam com o resto do jantar.
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–O que acharam dele? – perguntou Dark observando o jantar de amigos do seu andar da torre do arcanjo
–Jovem demais para um trabalho tao perigoso. – disse Leigh observando a cidade calado
–Deixa de parecer santo Leigh. Todos sabemos que não és simpático o suficiente para chegar até esse ponto. – disse um jovem ser de asas cinza e de longos cabelos cor de chocolate
–Não vão começar outra vez pois não? – perguntou um outro anjo de asas negras e de cabelos compridos que se encontrava na sala – Pára de te meter com o Leigh, Dimitri. Se o queres levar para a cama não o faças aqui.
–Eu nunca dormiria com ele. – gritaram os dois anjos apontando um para o outro
–Feitos um para o outro. – disse um jovem vampiro de cabelos prateados limpando o sangue que escorria dos cantos da sua boca
Com o comentário do vampiro, os dois jovens calaram-se mas ainda se podia ver os olhares mortais que eram lançados pelos dois.
–Obrigada Zero. – disse o anjo de asas negras
–Não tem de quê Kanda-sama. – disse o outro curvando-se
–Estas entre amigos Zero. Não precisas dessa formalidade toda. – disse Leigh calmo
Zero riu.
–Desculpem. Força do habito.
Dark deu um leve sorriso e voltou a fitar o seu caçador loiro pela janela com um olhar serio.
–Avisaram o Rogue sobre o Shiki? – perguntou
–Ele deve voltar ainda esta semana. – informou Leigh – Não acredito que ele é o responsável por estas mortes todas. Eu sei que ele é um pouco sádico, mas ele nunca chegou ao ponto de matar humanos e …
–Beber o sangue deles. – completou Dimitri
–Ainda não acredito que ele está a decair dessa forma. – disse Kanda – Uma ofensa para os arcanjos.
Dark e Leigh estreitaram os olhos. Apesar da situação em que se encontravam, eles detestavam que insultassem um dos membros da sua família, especialmente numa altura tao critica.
–Falas muito para quem gemia as alturas na cama dele Kanda. – falou Leigh com escarnio
O moreno calou-se desviando o olhas com a cara vermelha e Dimitri, Zero e Dark riram alto. Uma leve brisa invadiu aquele andar da Torre, fazendo com que eles se calassem.
–Fazes o favor de não destruir a minha torre Kanda? Podes destruir a tua a vontade, mas deixa a minha em paz por favor. – disse Dark sério
O moreno suspirou como se estivesse aborrecido e o vento parou. Toda a gente sabia do quão devastador podia ser um arcanjo, especialmente os que ficam stressados mais facilmente como Kanda.
–Bem … vou andando. – disse Zero – Temos um encontro la em baixo. – disse ele sorrindo
–Diverte-te. – disseram Dimitri, Leigh e Kanda
Zero deu um sorriso de lado e saiu fechando a porta. Assim que o barulho dos paços de Zero desapareceu, Dark dirigiu-se a abertura que havia nas janelas para poder sair.
–Se me dão licença, vou visitar o meu caçador. – disse ele dando um sorriso de lado
–Certo. Nos também vamos andando. – disse Dimitri levando-se, esticando as asas cinza
–Exibicionista. – resmungou Leigh
–Não finjas que não gostas Leighzinho querido. – disse Dimitri sorrindo sacana
–Antes morto. – disse o moreno
Dark rolou os olhos com a infantilidade que o irmão mostrava com Dimitri. Para ele seria mais fácil que eles ficassem juntos de uma vez, mas em vez disso passam a vida a discutir um com o outro como duas crianças mimadas.
–Ninguém merece. – disse ele com um suspiro antes de levantar voo
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O local era escuro como o mais profundo negro, apenas iluminado pelas pequenas tochas colocadas em locais estratégicos, que davam um pouco de luminosidade ao ambiente sombrio. Um jovem anjo de asas pretas azuladas, cabelos negros e dois lindos olhos azuis que mais se assemelhavam a duas safiras de tao brilhantes que eram.
No centro da sala encontrava-se um trono onde uma mulher estava sentada, mas não se podia ver o seu rosto porque este estava envolto nas sobras e parecia que nada o poderia iluminar.
O jovem ajoelhou-se em frente da mulher.
–Minha senhora. Trago novidades.
–Sobre os meus filhos? – perguntou ela com uma voz cheia de ódio e amargura
–Sim. Parece que Dark contratou um caçador para capturar o Shiki e Rogue esta a voltar para o Japão. – informou o servo
–Então eles já suspeitam de algo. – disse ela sem tirar o ódio da voz – Shiki querido.
Respondendo ao chamado, um jovem anjo de cabelos negros e olhos vermelhos como os de Dark apareceu ao lado da mulher, deitando a cabeça nas suas pernas. As asas de Shiki eram lindas, de um vermelho vivo com as bordas douradas. Um regalo para os olhos.
–Vais fazer um favor a mamã, querido. – disse ela afagando o cabelo do anjo – Quero que vás a Tokio e mates o caçador que os teus irmãos contrataram para te apanhar. E se algum deles se intrometer no teu caminho, não hesites em mata-los.
Os olhos de Shiki arregalaram-se um pouco. Ele levou as mãos a cabeça e gritou. Gritou o mais alto que pôde.
–Calma, meu lindo. – disse a mulher afagando os cabelos dele – Em breve não iras sentir a falta deles.
Nisto, ela lança um feitiço ao jovem anjo de asas vermelhas, que o fez desmaiar.
–Quero que vás com ele, Drago. Não o deixes exagerar na quantidade de humanos que mata. O nosso objectivo são os outros arcanjos e os caçadores.
O anjo de asas preto-azuladas engoliu em seco, temendo o que acontecesse a seguir.
–Certo, minha rainha.
–Vais mandar uma criança fazer o trabalho de um adulto? – pronunciou uma voz vinda de um dos corredores.
O anjo mais jovem tremeu de medo ao ver sair de lá um vampiro de aparência jovem de cabelos loiros com um casaco vermelho que cobria parte do seu rosto e o corpo tatuado.
–Qual é o problema Gunji? – perguntou ela
–Drago é muito jovem senhora. Um arcanjo que ainda nem completou quinhentos anos e nunca saiu deste esconderijo. Ele não sabe como viver no mundo exterior.
–Falas como se soubesses Gunji. – disse a mulher rindo – Transformei-te a dezoito anos apenas.
–Mas com os meus ancestrais anjos estou vivo a mais de seiscentos anos e evolui mais do que qualquer outro vampiro neste ou outro mundo. – disse ele gargalhando alto
Uma gargalhada estridente que fez com que todos os pelos do arcanjo mais novo se eriçassem. Medo. Era um bom nome para quilo que ele sentia. Ele temia o vampiro que nos primeiro cinco meses da sua transformação tinha rasgado meio mundo de pescoços.
–Não quero ouvir mais nada Gunji. – disse a mulher séria – O Drago vai vigiar o Shiki em Tokio e fim de conversa.
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Link estava numa poltrona do seu quarto com o notebook no colo ligado a internet. Ele estava a consultar a sua conta na guilda, onde o histórico das transições mostrava um deposito muito recente.
–São zeros a mais.
Link respirou fundo, voltou a contar e ainda assim eram zero a mais.
Leves batidas na porta foram ouvidas e o rosto luminoso de Layna que trazia um pequeno tabuleiro com duas canecas e uma taça de marshmallows.
–Marshmallows e chocolate quente? – perguntou ela sorrindo docemente
Link não se iludiu. Layna, não tinha chegado ao posto de um dos dez melhores caçadores por ser a miss simpatia. Nervos de aço e a força de vontade de um bull terrier eram a melhor explicação.
–Não vale a pena fazer perguntas. Não te vou contar nada. – disse apenas
–Vá lá Link! Eu sei guardar um segredo.
–Não. Se eu te contar morres. – disse ele com a voz falha
De facto fora isso que Dark dissera antes de o deixar sair do parque.
Se contares seja a quem for, homem, mulher ou criança, matamo-lo. Não existem exceções.
–Não sejas tao dramático Link. – disse Zelda entrando também com a sua caneca
–Ele sabia que vocês iam fazer perguntas. – disse ele com as mãos na cabeça
–Hum!?
–Se eu vos contar não so vos mata a vocês como também ao Akira, Kaname e o Alan também.
–Sacana. – resmungou Zelda entre dentes
–Vou ver como estão os outros para ver se não partem nada na casa. – disse Layna saindo do quarto
–Viste o deposito? – perguntou Link
–Ai não se não vi. Pensei ate que o contabilista da guilda tinha enlouquecido e depositado todo o dinheiro na nossa conta em vez de apenas a percentagem da guilda. Aquilo sim é que é dinheiro. – disse ela incrédula – Mas não me contes nada. Mais cedo ou mais tarde irei descobrir. Até já tenho uma ideia.
A ansiedade percorreu a espinha de Link.
–Tens?
–Vampiro assassino. Que mais podia ser não? – disse ela rindo
Link nada disse.
–Lembras-te daquele que fugiu?
–Aconteceu com mais do que um. – respondeu Link com naturalidade apesar de sentir o sue sangue gelar
–Há cerca de vinte anos. Nós estudamo-lo nas nossas aulas na guilda. Não te lembras?
«Vinte não.» pensou Link «Dezoito»
–Gunji. – a voz de Link saiu num sussurro inaudível
Muitas vezes Link se perguntava se Gunji estava mesmo morto. Muitas vezes que ele suspeitava que ele estava vivo. Que ele tinha sido salvo.
Ping. Ping.
Vem cá caçadorzinho. Prova.
O som do telemóvel de Zelda ecoou no quarto e, apressada, a loira levou o aparelho ao ouvido.
–Fala querido … O Alan? … Certo. – ela sorriu – Estou a caminho.
–Vai lá embora. – disse Link antes que a amiga dissesse mais alguma coisa que fosse tornar a sua noite de pesadelos maior
–Obrigada. A prepósito. O Sti vai voltar. Parece que o Rogue vai voltar para Tokio.
Link riu.
–Pensei que ele se tivesse fartado de brincar ao gato e ao rato. – disse o loiro rindo
–Vou andando. – disse a loira antes de fechar a porta do quarto
Link suspirou abrindo um novo separador no Google e colocou o que queria pesquisar. “Shiki”
Continua …
Cap. 4 – Uma conversa com altos e baixos
Notas finais
P.S: No próximo vai ter lemon (talvez).
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