Angel's Blood
4 Uma conversa com altos e baixos
Notas iniciais
Oiii pessoas que amamos. Capitulo fresquinho que a Rose terminou durante as aulas.
Sei que dissemos que teria lemon, mas não conseguimos fazer neste, então vai aparecer no próximo.
Desculpem n.n'
1- Shiki
Link fechou o notebook. Terminara a sua pesquisa sobre Shiki, recostando-se na cadeira com uma leve náusea a latejar na garganta. Ele governava parte da Europa e um quarto da Ásia (assim como o Dark governava o resto) e não havia área em que ele interferisse, direta ou indirectamente.
Link lera um velho artigo de um presidente de um pequeno país que pertencera a União Soviética. Esse presidente cometera o erro de desafiar Shiki publicamente. Apelando aos humanos que parassem de idolatrar os anjos e começassem a perseguir e destruir os seus “adorados filhos vampiros”.
Depois de ler os primeiros parágrafos do artigo, Link teve a certeza que terminaria com a morte trágica do presidente. Mas para seu espanto, o presidente ainda se encontrava vivo … se é que vivo fosse o melhor termo a utilizar.
Pouco depois dos seus comentários inflamados, o presidente foi vítima de um infeliz acidente de viação. O seu motorista perdeu o controlo do carro e foi enfiar-se num tractor com atrelado que vinha em sentido contrário. Esse motorista sobreviveu sem um único arranhão, proeza classificada como «miraculosa». O presidente não teve tanta sorte. Ficou com tantos ossos partidos que os médicos disseram que ele não poderia voltar a usar os seus membros. Os seus globos oculares estilhaçaram-se internamente, destruindo-lhe completamente os olhos, e a garganta sofreu o bastante para lhe dar cabo das cordas vocais ... mas não para o matar.
Nunca mais pôde pegar numa caneta ou usar um teclado.
Nunca mais falou.
Nunca mais viu.
Ninguém se atreveu a dar a notícia, mas a mensagem ficou bem clara. Quem desafiasse Shiki seria silenciado. O político que substituiu o presidente jurou fidelidade a Shiki mesmo antes de fazer o juramento de tomada de posse.
Mas uma coisa que o interessou bastante foi que, segundo os sites e blogs anónimos, o comportamento de Shiki se tornara mais estranho no mês em que os seus irmãos estiveram em Itália, mais tolerante, segundo as fontes. E o comportamento de Akira ao jantar ao falar se conheceu alguém ...
-Não. Não é possível. — disse o loiro abanando a cabeça de um lado para o outro — Akira nunca faria algo como se apaixonar por um arcanjo. E lá por Shiki ser assim não faz com que o Dark pareça bom. — disse ele preocupado com o rumo dos seus pensamentos
Afinal tinha sido Dark a engana-lo, a faze-lo mentir a família e aos amigos e fora ele que ameaçara os mesmos e o pequeno Alan.
-Sacana. — balbuciou
Ouviu bater no grande vidro da janela do seu quarto.
Baixando sub-repticiamente a mão até a faca que escondia debaixo da almofada, Link olhou para cima. O seu olhar cruzou-se com o do arcanjo. O seu rosto ficava ainda mais belo sob a luz da lua. Era uma prova do seu controlo o facto de que não precisava de mexer as asas para permanecer no mesmo sítio. Link engoliu em seco e aguardou.
-Essa janela não se abre. – disse el na esperança que o moreno o ouvisse
Dark apontou para cima e Link sentiu os seus olhos a arregalarem-se.
-O telhado não está …
Ele já tinha desaparecido.
-Raios! – resmungou ele guardando o notebook
Ao sair do seu quarto, Link passou pelo quarto do irmão, vendo que ele estava num estado deprimido, um estado que lhe fazia lembrar a Zelda quando ela discutia com Kaname. Mas ao ver que a irmã já estava lá com ele, decidiu continuar. Afinal quem o esperava era o perigosíssimo arcanjo de Tokyo.
.-.-.-.-.-.-.-.
-Akira.
O jovem albino levantou os olhos para a loira a sua frente. A mesma tinha nas mãos um copo que, pelo cheiro que Akira sentiu, estava cheio de O-.
-Sei que não gostas, mas não bebes sangue a quase um mês … — disse ela com a voz calma – Além disso, o sangue ajuda-te a acalmar. – disse Layna colocando o copo nas mãos do irmão mais velho
-Obrigado Layna.
O jovem deu um sorriso triste, dando um gole do seu “alimento”. Layna sorriu também afagando o cabelo do mais velho.
-Ele irá voltar para ti Akira. Eu sei que sim.
-E se ele não voltar?
-Por favor Akira. – disse ela num to irónico – Achas mesmo que alguém consegue resistir a tua carinha de anjo?
O albino estremeceu.
-Ups! – disse ela colocando a mão na frente da boca – Má escolha de palavras.
O mais velho apenas sorriu olhando para o fundo do copo como se fosse a coisa mais interessante do mundo.
-Só gostava de saber porque é que ele está a fazer isto Layna. Eu amo-o tanto, mas tanto que não sei o que fazer. – disse ele escondendo o rosto entre os joelhos
O coração de Layna apertou no seu peito ao ver o seu irmão a sofrer daquela forma. Não se contendo, ela abraçou-o como forma de lhe mostrar que não estava sozinho, que a tinha com ele.
-Ele vai voltar para ti Akira. – disse a loira com a sua voz suave – O Shiki também te ama.
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Link levou uns minutos a subir as escadas e a abrir a porta que levava ao telhado.
-Para aí não vou! – gritou quando não o viu em lado algum
O topo do edifício em que morava tinha sido desenhado por um arquitecto vanguardista que acreditava mais na forma do que no conteúdo. Uma série de cumes desiguais, irregulares, sucedia-se a sua frente. Era impossível andar entre eles sem encontrar a morte.
-Não, obrigado. – disse em voz baixa ao vento que fazia o seu cabelos balançar de leve, aguardando de porta parcialmente aberta – Dark!
Se calhar, pensou, o arquitecto não era vanguarda. Talvez apenas odiasse anjos. O que lhe pareceu uma vantagem, o facto de admirar as asas deles, não significava que tivesse ilusões em relação ao seu fundo bondoso.
-Fundo bondoso! Que vontade de rir. – disse com ironia e, de repente, viu que tinha Dark a sua frente a ocupar o seu campo de visão
Sem quere, recuou um passo e quando se recompôs, ele estava lá dentro a fechar a porta. Raios! Link detestava que ele o fizesse agir como um novato a caçar o primeiro vampiro. Se aquilo continuasse, acabaria por perder todo o seu auto respeito.
-Que queres? – perguntou cruzando os braços
-É assim que recebes as visitas?
A boca dele não tinha nem sequer a sugestão de um sorriso, no entanto era sensualidade materializada, provocante e sedutora.
-Para com isso.
-Com o que?
Havia confusão naqueles olhos vermelho rubi.
-Nada. «Vê lá o que dizes Link.» Que vieste aqui fazer?
Ele fitou-o por um longo tempo.
-Gostava de falar contigo sobre a caçada.
-Então fala.
Dark olhou em volta do patamar que ninguém usava. Os degraus metálicos estavam enferrujados a única lâmpada era amarelada e estava prestes a fundir-se. Acendia, apagava. Acendia, apagava. Ficava acesa dois segundos e depois voltava a apagar e acender. O padrão repetia-se e quase que enlouquecia o loiro, mas Dark também não estava muito satisfeito.
-Aqui não. Vamos para a tua casa.
O loiro ficou irritado com a ordem.
-Não. Os meus irmãos estão em casa. Além disso, trabalho é trabalho ... Vamos para a sede da Guilda e usamos uma das salas de reuniões.
-Não me custa nada. — ele encolheu os ombros, chamando a atenção de Link para a sua largura — Por ar é uma questão de minutos. No teu caso é bem capaz de levar uma meia hora ou mais ... houve um acidente na rua que conduz a guilda.
-Um acidente?
A cabeça de Link foi invadida pelos pormenores medonhos da noticia que acabara de ler sobre Shiki. Poderia Dark ser igual ao irmão?
-Tens a certeza que não foste tu que o provocaste?
O moreno de olhos vermelhos lançou-lhe um olhar divertido.
-Se eu quisesse, obrigava-te a fazer tudo o que me apetecesse. Por isso para que é que eu iria dar-me ao trabalho de de proceder a esse tipo de manobras?
O modo cru de como ele fez o loiro lembrar do tamanho do seu poder e, simultaneamente, a ausência de poder de Link frente a ele, fez com que os dedos do humano ansiassem por uma lâmina.
-Não devias olhar para mim dessa maneira Link.
-Porquê? — perguntou ele movido por um instinto suicida que nem ele sabia que tinha até ao momento — Assusta-te?
O arcanjo aproximou-se muito levemente.
-Sempre escolhi para amantes homens guerreiros. A força fascina-me.
Link recusava-se a deixa-lo brincar com ele, ainda que o seu corpo resistisse. Ainda de modo impetuoso e violento.
-As facas também te fascinam? Porque se me tocares eu uso a minha sem sequer pensar. Não me importo que me atires daqui para baixo.
Dark pareceu parar para pensar.
-Não era esse o castigo que escolheria parar ti. Seria uma morte demasiado rápida.
Foi aí que Link se lembrou que não estava a enfrentar um simples e fraco humano, ou até um vampiro. Aquele era Dark. O arcanjo capaz de fracturar todos os ossos de um vampiro só para lhe mostrar quem manda.
-Nunca te deixaria entrar na minha casa Dark. — o seu porto seguro
Fez-se um silencio pesado como uma ameaça. Link permaneceu imóvel sentindo que já tinha ido suficientemente longe por aquela noite. E embora soubesse o que valia, também sabia que para um arcanjo ele era, ao fim e ao cabo, dispensável.
Os olhos vermelhos de Dark encheram-se de labaredas enquanto o seu poder crepitava no ar. Link preparava-se para ultrapassa-lo no exíguo poço das escadas quando ele falou.
-Então vamos para a Guilda.
Link pestanejou ainda sem acreditar.
-Vou de carro.
Ele conduzia um veiculo da Guilda como a maioria dos caçadores. Passava a maior parte do tempo fora do país e, por isso, achava que era um desperdício de dinheiro ter um carro próprio.
-Não. — a mão do moreno agarrou o seu pulso — Não posso esperar. Voaremos.
O coração de Link parou de bater. Literalmente. E quando regressou a vida, ele mal conseguia falar.
-Como? — perguntou num guincho indignado
Mas ele já estava a abrir a porta, arrastando o loiro atras de si.
Link deixou-se arrastar.
-Espera!
-Ou voamos ou vamos para tua casa. Escolhe.
A arrogância da ordem cortou-lhe a respiração. Tal como o tom furioso. O arcanjo de Tokyo não gostava que lhe dissessem «não».
-Não escolho nenhuma das hipóteses.
-Impossível.
O moreno puxou o loiro, mas Link resistiu. O seu maior sonho era voar, mas não nos braços do arcanjo que, no seu estado de espirito actual, podia larga-lo a qualquer momento. Se ele fosse voar seria com umas asas só suas. Se bem que isso era impossível.
-Porquê tanta pressa?
-Não te deixo cair ... pelo menos esta noite.
E, de repente, o loiro viu-se em cima do telhado sem subir nenhuma escada. Os instintos de sobrevivência falaram mais alto. Link agarrou-se ao pescoço do arcanjo enterrando o rosto na curva do pescoço deste sem se aperceber de como isso era excitante para o arcanjo.
O vento chicoteava o seu rosto e cabelos e enchia os seus olhos de lagrimas. Depois, como se já tivesse atingido uma altitude suficiente, Dark alterou o seu angulo de voo, abrigando o loiro do vento. Link perguntou a si mesmo se ele não o teria feito de prepósito, depois apercebeu-se que estava a cair na armadilha de tentar humaniza-lo. Ele não era humano. Nem parecido com um ele era.
Á sua frente só via asas, até que ousou virar a cabeça para apreciar a vista. Não havia muito para ver visto que estavam a voar acima da camada de nuvens.
-Eu não te disse para deixares a minha mente em paz? — resmungou entre dentes
Dark olhou nos olhos azuis do loiro.
-Estás com frio?
-Mereces um prémio. — disse ele tremendo — Não fui feito para voar.
O moreno desceu sem avisar. Link agarrou-se bem e bebeu cada minuto daquela experiencia única, armazenando as recordações sensoriais para saboreá-las mais tarde. Foi então que se apercebeu que não havia razão para temer uma queda fatal. Os braços de Dark pareciam pedras a sua volta, inquebráveis, infatigáveis, provavelmente, ele nem chegara a sentir o seu peso.
-Assim é melhor? — perguntou o moreno encostando os lábios a orelha do loiro
Espantado com o tom meigo da pergunta, Link corou sentindo um formigueiro descer do seu rosto até um pouco abaixo do umbigo, o que o fez ficar ainda mais vermelho.
-Sim. «Ele nem pense que eu vou agradecer. Ele nem sequer me pediu autorização antes de partir rumo aos céus.» Não me respondeste.
-Em minha defesa considero que foi mais uma declaração que uma pergunta. — comentou divertido
Link arregalou os olhos extremamente vermelho. Provavelmente todo o sangue do corpo do loiro tinha subido para a cabeça para ficar com aquele tom de vermelho.
-Porque continuas a entrar na minha mente?
-É mais fácil do que perder tempo a espera que te convenças de alguma coisa.
-É uma espécie de violação.
Silêncio total, de modo que a pele de galinha em Link voltou.
-Tem cuidado com as acusações que fazes.
-É a verdade. Eu disse para não o fazeres e mesmo assim entraste. Isso tem outro nome?
-Os seres humanos para nós não são nada. Formigas apenas, fáceis de esmagar, fáceis de substituir.
Link estremeceu mesmo sem saber qual era aquele sentimento que sentia. Dor, tristeza, eram palavras muito fracas para todo aqueles sofrimento que uma simples fala causou nele.
-Então porque nos deixam viver?
-Divertem-nos, de vez em quando. Vocês têm a vossa utilidade.
-Somos o alimento dos vossos vampiros. — replicou Link furioso consigo mesmo por pensar que poderia haver, nem que fosse um pouco, de humanidade nele — Como é? Têm uma prisão cheia de "petiscos” para os vossos bichinhos de estimação?
Dark apertou-o nos braços, impedindo o loiro de respirar.
-Não é necessário. Os petiscos oferecem-lhes de bandeja de prata. Mas deves estar ao corrente ... afinal o teu irmão mais velho é um desses "bichinhos de estimação".
-O meu irmão não é para aqui chamado. — disse o loiro irritado
-Porquê?
-Ele não teve direito a escolha. O Akira nasceu vampiro.
Dark soltou uma gargalhada, mas Link nunca tinha ouvido um som tão frio e ameaçador.
-Esperava melhor de ti Link. A vossa família não vos acha umas aberrações? Sempre pensei que simpatizavam com aqueles que gostavam de vampiros.
Se Link pudesse soltar o pescoço dele, teria cravado as unhas naqueles rosto perfeito dele.
-Não falo da minha família contigo.
Nem com ele, nem com ninguém.
-Repugnas-me.
Foram exactamente as últimas palavras que o seu pai lhe dirigira.
-Vai, então e rebola-te no esterco. Não te dês ao trabalho de voltar.
-Se ele for eu também vou.
As palavras do seu irmão vieram a sua memória.
-Como se eu me importasse, seu filho bastardo. Não preciso de filhos de aberrações como vampiros.
-Se eles forem eu também vou.
E fora assim que os três irmãos se tinham ido embora. Deixando para trás a casa onde cresceram, o luxo. Levando consigo apenas as roupas que traziam vestidas.
-Deve ter sido interessante quando saíram de casa. Mas soube que o teu pai nunca deserdou o Akira e a Layna.
-O meu pai não te diz respeito. — respondeu numa vos brusca, disfarçando a emoção
Um silêncio desconfortável envolveu-os aos dois, mas logo fora quebrado pelo arcanjo num murmúrio sinistro.
-E a tua mãe?
Ping. Ping.
-Mamã?
Qualquer coisa estalou. Largando o pescoço dele, Link bateu-lhe com as pernas, ao mesmo tempo que tentava causar, com as mãos, algum dano naquele rosto perfeito do moreno. Foi um ato suicida, mas se havia um tema que Link não conseguia reagir racionalmente, era o da sua querida mãe. O facto daquele arcanjo, o imortal a quem a breve esperança de vida humana era indiferente, se atrever a usar a efémera existência da sua mãe contra ele era intolerável. Queria magoa-lo apesar da futilidade desse objectivo.
-Nunca mais te atrevas ...
Dark largou Link.
.-.-.-.-.-.-.
No quarto de Akira, o jovem vampiro mestiço dormia num sono profundo. O sangue que Layna lhe tinha dado continha calmantes para ajudar o jovem a dormir, coisa que ele não fazia a já muito tempo.
No outro canto do quarto, um jovem anjo de asas tão vermelhas quanto os seus olhos observava-o a dormir com o que parecia ser um sorriso no rosto. Lentamente, Shiki aproximou-se do jovem, acariciando o seu rosto adormecido.
-Em breve não poderás vir vê-lo. — soou uma outra voz no quarto
Shiki encarou o outro anjo, este de olhos azuis e asas de uma cor entre o preto e o azul, e suspirou.
-Eu sei.
-Tens de entender que é perigoso para ele. — disse o outro de cabeça baixa — Desculpa não ter podido fazer nada.
Shiki olhou nos olhos de Drago. Os olhos azuis transmitiam tristeza, dor, sofrimento. Os sentimentos que sempre transportaram.
-A culpa não é tua Drago. Não podias fazer nada.
-Sabes muito bem que podia ter feito alguma coisa, mas eu sou um cobarde. Tremo de medo sempre que vejo aquele vampiro ou a n... ou aquela mulher. — disse ele a beira das lagrimas
-Idiota. Não te culpes por algo que não foi culpa tua.
O outro suspirou.
-Se fosse agora, já teria escapado há muito tempo das garras deles. Mas eu nunca te deixaria com eles, sem falar que te usariam para me atrair de volta.
-Os outros vão arranjar uma solução. — disse Shiki antes de beijar o rosto do albino
-Shi .. ki. — murmurou Akira ainda dormindo
Drago sorriu.
-Ele deve amar-te muito para sonhar contigo.
Shiki devolveu o sorriso.
-Sou um arcanjo cheio de sorte não? – perguntou dando uma risada logo a seguir — Viste a irmã dele?
O outro assentiu com a cabeça.
-Ela está disponível.
-Shiki. — resmungou o outro completamente vermelho
Shiki riu. Era divertido provocar Drago, mas é claro que só o podia fazer quando estava fora do controlo mental da sua mãe.
-Rogue está a voltar. — comentou Drago — Achas que eles vão conseguir?
-Eu acho é que aquele Link vai ser um cunhado perfeito. – disse ele antes de voltar a rir
-Francamente. O teu sentido de humor é muito esquisito. — resmungou Drago suspirando — Vem. Daqui a pouco o controlo mental volta. — disse ele olhando nos olhos vermelhos de Shiki — Não te preocupes. Tanto o Akira quanto os seus irmãos ficarão bem. Eu vou protege-los.
Shiki olhou para Drago com os olhos dilatados de quem esta prestes a chorar.
-Obrigado. — agradeceu antes de beijar os lábios de Akira — Espera por mim, meu amor. Vou voltar para ti.
Continua …
Cap. 5 – A Festa do arcanjo
Notas finais
E tudo ... prometido lemon no próximo capitulo.
Ate a próxima pessoas que nos amamos n.n
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