Notas iniciais
Gentneys, boa tarde a vocês! ♥ Finalmente dando continuidade a AOL porque, né, a gente quer saber o que acontece nesse final de arco, socorro :v Como vocês estão? Espero que bem, de verdade... eu to meio mal, motivos pessoais e profissionais me fazendo ficar horrível, mas vida que segue e nada melhor que escrever para fazer as coisas entrarem nos eixos ♥ Retomando um ponto muito importante que eu já havia falado no capítulo 39, mas que é sempre importante lembrar: apenas a título de informação, os capítulos 39, 40 e 41 se passam todos no mesmo dia apesar de serem postados em datas diferentes, okay? Então é provável que ainda essa semana o 41, que vai ser um pouco maior (igual como o final do arco The Toy Master) já saia de verdade porque eu me empolguei demais e semana que vem saia o 42, o final do arco :v Agradecimentos a Ophelia pelo comentário no capítulo anterior ♥ Apreciem a leitura e espero que ninguém morra do coração até o fim do capítulo ♥

Ainda de olhos fechados, conjurou uma caneca de chá enquanto se sentava no chão da biblioteca. Stephen ouviria bastante, então o esperaria pacientemente pois em algum momento ele teria de passar por ali. Sentiu o utensílio se materializar na sua mão e bebericou o líquido quente.

Quando Kelly foi buscar pergaminhos sobre sonhos, notou que os seus não estavam mais à mão. Tampouco era de se estranhar que estivessem faltando nas prateleiras livros sobre interpretação de sonhos e acessos ao Limbo. Ele e Wanda haviam encontrado Stephen jogado dentro da dispensa, dentro do círculo de N’Ematuur, o Oráculo. Ele havia performado perfeitamente um ritual perigosíssimo de entrada no reino dos sonhos e correndo o risco de ficar preso lá se não fosse por Wanda. Ah, ele ouviria bastante mesmo.

“Você pode flutuar o quanto quiser e pensar que não estou notando a sua presença, mas eu sei que está aí, Stephen”, disse a ele abrindo os olhos. Stephen estava levitando levemente à sua frente com uma expressão aborrecida, em sua forma astral. “Nós dois já passamos dessa fase”.

“Concordo plenamente”, ele disse pousando no chão e se sentando de frente para si. “Eu acho que não ia conseguir evitar falar com você esse tempo todo”.

“O que você foi fazer no Limbo dos Sonhos, Stephen Strange?”, foi direto.

“Coisas muito estranhas têm acontecido com a Wanda e eu precisava saber o que estava acontecendo”, o ouviu atentamente. Não seria a primeira e nem seria a última vez que algo estranho aconteceria no Sanctum de Nova York.

“Coisas muito estranhas têm acontecido em Nova York de um modo geral, você quer dizer”, falou irritado.

“Você também notou, não é mesmo?”.

“Do que você desconfia?”, perguntou logo pois também tinha as suas dúvidas.

“Eu ainda não tenho certeza, mas sei que é algo forte o suficiente para mexer com as estruturas do multiverso. E quando digo forte o suficiente, é que eu não consigo mensurar essa ameaça dessa vez. Ela vez de algum lugar não tão próximo, mas ecoa até aqui”, ele respirou pesadamente se colocando na posição de lótus.

“Seria bom que você não deixasse o seu corpo por muito tempo. Volte para ele e volte para cá, essa conversa é algo muito sério para deixar para depois, Stephen”, o alertou.

E então o Mestre do Sanctum de Nova York, mais uma vez aborrecido, se levantou no chão e nadou de volta até onde ficavam os quartos para buscar o seu corpo que, nesse momento, estava tão inútil quanto um saco de ossos e carne deitado na cama.

O garoto Rand havia reaparecido, então ele disse que ele e Wanda passariam o dia fora. Desconfiava que talvez fossem até o encontro do tal Homem-Formiga já que Wanda tinha se encontrado bastante ansiosa por rever o antigo amigo. Já passava da hora do almoço, então supunha que a conversa estava sendo um tanto interessante em Long Island.

Escutou os passos de Stephen com os chinelos de dedo. Era sábado, ele estava estranhamente em casa, mas só veria isso depois. O homem de pijamas se sentou à sua frente no chão, na mesma posição que havia feito antes. Ele também conjurou uma caneca de chá e ergueu a sobrancelha esquerda.

“O que você quer perguntar, Gaga?”, ouviu dele e não pode deixar de rolar os olhos, ele sempre faria isso.

“O que você viu do outro lado, Stephen, no Limbo dos Sonhos? Aquilo era um ritual bastante específico, geralmente feito para entrar diretamente nos sonhos de uma pessoa”, alfinetou.

“A Wanda vai ficar furiosa quando souber que eu entrei nos sonhos dela”, ele assumiu bebendo um pouco do chá.

“Ah, com certeza. E a essa altura ela já deve estar desconfiando disso. Eu já havia encontrado com ela no corredor algumas vezes de madrugada, mas foi a primeira que nós dois percebemos juntos que tinha alguma coisa errada com você”, estava fazendo um excelente trabalho pressionando o homem. “Pela última vez, o que você viu lá?”

Notou pela linguagem corporal dele que Stephen Vincent Strange, Mestre das Artes Místicas e Mestre do Sanctum de Nova York além de neurocirurgião renomado e incontáveis vezes laureado, estava sem palavras para esse momento. Uma cena que pouco havia presenciado e bastante cômica se dependesse do contexto. Stephen massageou as têmporas após deixar a caneca de chá no chão ao lado da sua.

“Interseção”, ele falou. “Duas realidades estão se interseccionando, a nossa e mais alguma outra que eu não faço ideia de qual seja. Pode vir com tudo, eu acho que mereço ouvir tudo o que você sabe que eu fiz de errado ao manipular o Olho de Agamotto por interesses próprios...”.

“Então tudo isso é culpa sua? Que merda gigante que você fez agora, Stephen?”, pelo modo como aumentou o tom de voz, percebeu que ele já esperava por isso. “Só se não foi agora, só se...”.

“É, foi naquele dia mesmo. Foi mês de deze-e-embro...”, entendeu a referência ao filme Anastasia.

Fechou os olhos e se lembrou do dia posterior ao casamento relâmpago de Stephen e Wanda. O havia pego no flagra utilizando a Joia do Tempo para saber se ele e Wanda teriam um futuro juntos. Suspirou tão longamente que sentiu que talvez não conseguisse respirar novamente. Abriu os olhos e percebeu Stephen engolindo a seco.

“A vontade que eu tenho de matar você agora é grande, mas a de tentar resolver isso antes que um estrago pior aconteça é maior”, disse mesmo sentindo raiva de tudo nesse momento. “Cadê o Olho de Agamotto?”

“Eu posso ter colocado um feitiço nele, sabe... para que ele ficasse preparado para uso junto com a capa de levitação...”, ele mordeu a bochecha.

“Então vista a capa e mostre o Olho agora”, disse entre os dentes.

Viu a mágica de Stephen acontecer quando ele gritou pela capa – agora apelidada simplesmente de Querida – e ela correu até o encalço dele. Quando a relíquia tocou os ombros de Stephen, os pijamas foram substituídos pelas vestes arcanas que usava como traje de combate. O Olho de Agamotto se materializou ao redor do pescoço dele como um simples ornamento, não algo poderia alterar severamente as leis naturais do multiverso. Como já havia visto algumas vezes, Stephen movimentou os dedos e abriu o Olho, viu como a Joia esverdeada estava brilhando mais que o normal, como se algum perigo estivesse à espreita nesse tempo todo.

“O que você pensa em fazer para reverter a intersecção dessas duas realidades?”, questionou vendo-o tão surpreso com repentino brilho intenso.

“Tem que haver algo no Livro de Cagliostro, eu vou buscar agora...”.

“Você não aprendeu nada com os seus erros, Stephen?”, se sentiu ainda mais apreensivo. “Não, nem precisa me responder, eu sei que não”.

Acompanhou Stephen até a entrada que dava acesso a biblioteca do Kamar-Taj e os dois passaram pelo portal sentindo a vibração do continuum agir sobre eles. O percebeu olhando por cima do ombro enquanto retirava o Livro de Cagliostro sobre o estudo do tempo da corrente e o colocava debaixo do braço. O que temiam que acontecesse estava realmente acontecendo e tudo estava tão insuportável que era mais fácil ele ter um surto emocional do que conseguir ir em frente e admitir para todos que havia feito uma besteirona.

“De onde você saiu?”, ouviu a voz de Danny gritar.

Danny Rand?

Se Danny Rand já estava lá, isso queria dizer que Wanda já estava em casa e algo estava acontecendo no Sanctum, haviam deixado a porta aberta pois não demorariam. Tinha a leve impressão de que já estavam começando a lidar com a falta de responsabilidade de Stephen e isso não era nenhum pouco confortador.

Correu com Stephen até onde o garoto estava e o viu na sala com o uma outra garota em cima dele, caída e apavorada. Ela chorava tão amedrontada que não havia como Danny ter sido responsável por isso. Não era possível que alguém que nunca haviam visto na vida pudesse se parecer tanto com Wanda desse jeito e já havia visto chorando como essa mesma garota estava fazendo. Mas, acima de tudo, ainda estava horrorizado com o que os seus olhos estavam vendo neste momento.

“Você! Você não deveria estar aqui...”, ouviu Stephen gritar. Ele usou a capa para acolher Wanda jogando-a em cima da sua esposa e logo ela foi puxada para trás agarrando também o pé de Danny. Então a garota rolou pelo chão e continuou a chorar.

“O quê?”, a garota perguntou.

“Mas o que é isso, Stephen?”, gritou, estava confuso. “Quem é essa garota?”.

“É complicado, é o que eu estava tentando...”, Stephen segurou os braços da garota com dificuldade já que ela continuava se debatendo. “Eu estava tentando dizer... que estamos interseccionando, Wong. E se estamos interseccionando, ela não deveria estar aqui”.

“Alguém pode me dizer o que está acontecendo aqui ou eu posso continuar pensando que o Stephen me deu presente um elmo viking?”, Wanda falou mal-humorada, se livrando de Querida.

“Ele vai ter o maior prazer em contar. Vai, Stephen, conta para a Wanda. Anda, desembucha”, ofegou ajudando Stephen a conter a garota que se parecia com Wanda.

Recebeu de Stephen um olhar censurador e sabia que não demoraria muito para que ele começasse a falar. “Lembra quando eu disse a você, quando começamos a treinar, que os Vingadores protegem o mundo dos perigos físicos e os magos protegem o mundo dos perigos místicos? Isso é um perigo místico”.

“Como uma garota pode ser um perigo místico?”, Danny questionou segurando Wanda pelos ombros, numa tentativa de protege-la ou contê-la se fosse necessário.

“Nós vivemos em um multiverso, Danny, nós não estamos sozinhos. Existem outros mundos com vida, outras realidades, é disso que o Stephen está falando”, Wanda esclareceu. “Por que o Livro de Cagliostro está jogado no chão?”.

Percebeu o livro jogado não muito longe da garota. Assim como Wanda e Danny, estava ouvindo Danny usar um encantamento simples para tentar conter a garota. “É uma história bem longa, amor”, Stephen disse já conseguindo relaxar os braços da garota.

“Então começa a contar”, Wanda se aborreceu.

“Estamos interseccionando com outras realidades, Wanda. E isso é muito perigoso”, tomou a frente. “Nós não sabemos de onde essa garota saiu”.

“Eu tenho alguma ideia”, Stephen assumiu. “Mas ela não pode ficar aqui, isso pode alterar ainda mais o que já foi feito com o continuum e não podemos arriscar mexer de novo com o tempo”.

“Quem é ela, Stephen?”, Wanda perguntou feroz.

Hesitante, Stephen engoliu a seco e olhou para Wanda mesmo sem saber. “Ela é um ser pertencente a uma realidade, assim como nós todos aqui, mas ela não pertence a nossa realidade. Ela foi trazida para cá de algum jeito”.

“E isso é possível?”, Wanda perguntou novamente. “Que dia longo, meu Deus...”, a ouviu baixo.

“Deve ser, mas provavelmente não é frequente”, Stephen disse. Olhou para a garota e viu como ela olhava para Stephen, como se estivesse analisando a feição dele. “Garota, se você me disser que eu não sou o Stephen, eu juro que perco a paciência”.

“Stephen!”, Wanda gritou e assim como eles, ela também havia percebido uma névoa escura se formando e escurecendo mais ainda ao redor deles. Sentiu e foi uma das piores coisas que sentiu na vida. Sentiu o corpo da garota começar a derreter entre os seus dedos e ela ser totalmente consumida pela névoa.

Não demorou muito para que ouvisse novamente um baque, um grito e um choro desesperado, dessa vez agora oriundo do piso superior do Sanctum. Não estava na sua melhor forma, mas correu com Stephen e Danny atrás de Wanda, que usou a Capa de Levitação para subir primeiro. Quase perdendo o ar, chegou a topo da escada grande e se lembrou que havia esquecido o livro lá embaixo, então abriu um portal pequeno para pegar o Livro de Cagliostro sem ter que voltar já que também tinha os seus truques.

Wanda estava amparando a garota que agora se agarrava a ela como se a feiticeira fosse o seu porto seguro. “O que você está fazendo aqui? Você não estava em Dubai”, a garota perguntou confusa a Wanda.

“Luna, me escuta. Você não está... você não está na sua realidade. Se lembra? Aqui eu e a Wanda somos casados”, ouviu Stephen dizer. “Como você veio parar aqui?”

“As Sombras... por todo os lados”, a garota, agora chamada de Luna, disse.

Ouviu um estrondo vindo da ala dos quartos e logo percebeu do que essas tais Sombras se tratavam. Alguém queria a garota e já havia visto esse tipo de coisa há não muito tempo. E isso batia com tudo o que havia feito de proteção por onde passou em Nova York até o momento. As aparições, os bonecos, o poltergeist e agora isso... tudo agora parecia fazer sentido de um jeito completamente estranho. Uma Sombra tomou a forma de uma mão e agarrou a perna da garota, ouviu o grito dela como se sentisse aquilo queimando a sua pele.

“Precisamos mandar essa garota de volta para a realidade dela, Stephen, antes que seja muito tarde. Ela não pode ficar aqui”, Stephen falou firme.

“E só agora você pensou nisso? Não podemos manda-la de volta com essas coisas grudadas nela, as chances de elas a trazerem de volta ou pior, matá-la no caminho, são grandes demais. Fora que nem sabemos como ela conseguiu sobreviver a uma travessia assim”, assumiu.

“Tem um feitiço no livro, eu acho que ele pode servir. Mas precisamos esconder o artefato que mantém as duas realidades em contato antes que algo pior aconteça. Abre o livro na página setenta, eu não me esqueceria de um ritual como aquele”, Stephen ofegou.

“Eu preciso saber... qual... qual é o artefato?”, a garota reclamou.

“E ainda tem isso?”, Danny perguntou.

“É a rede de cabelos da Lucrécia Borgia. As Sombras estão usando a rede de cabelos tanto daqui como de lá para fazerem a travessia”, ele explicou. “Vocês dois cuidam da garota, eu vou com Rand até o Kamar-Taj buscar algumas coisas que vamos precisar. Eventualmente um de vocês vai precisar buscar a rede de cabelos, mas por enquanto vocês ficam aqui e não deixam mais Sombras se aproximarem”.

Viu quando Stephen abriu um portal para a sua biblioteca e logo passaram por ele com um Danny maravilhado por ter contato com este tipo de magia. Ajudou Wanda a sentar a garota e percebia como ela parecia desconfortável com esta situação. Elmo Viking foi até um apelido bacana, mas duvidava que Stephen fosse capaz de algo assim, pelo menos não com Wanda.

“Ela está gelada, Wong”, Wanda contatou ao tocar o rosto da garota pálida e amedrontada.

“Você fica aqui com ela que eu vou fazer o que o Stephen pediu, eu não vou demorar”, Wanda assentiu com a sua fala e se levantou para ir em direção ao salão de relíquias. A rede estava em um busto, ou deveria estar.

Conforme foi aproximando os seus passos, mais sentia que havia alguma coisa errada. Sabia que algo estava remexendo o Sanctum e não foi muito difícil chegar à conclusão de que tudo sempre teria relação com aquela maldita rede. As suas suspeitas se confirmaram quando passou pelo corredor e viu de longe o busto envolto em névoa escura e uma rede de cabelos sumida. Correu de volta até onde os outros estavam e os viu reunidos. A vez de engolir a seco e escolher bem as palavras era sua agora.

“Bom, não mais”, Stephen respondeu alguma coisa de forma ríspida para a garota. “Ela está em outro lugar que não aqui”. Pelo tom se Stephen, provavelmente já havia começado a se questionar sobre o paradeiro da joia.

“O que nós vamos fazer, Stephen?”, perguntou a ele. Wanda e Danny estavam juntos com eles no momento, sentados ao redor de um círculo com as mesmas velas azuis. N’Ematuur havia performado inúmeros rituais e Agamotto também aprendeu algumas coisinhas com ela. Stephen sinalizou para que se sentasse junto deles.

“As Sombras precisam se agarrar a ela para eu poder manda-la de volta, depois vamos atrás da rede. Precisamos destruí-la também, vamos chamar o Domenico, quanto mais ajuda, melhor. Vamos, deem as mãos”, mais uma vez, fez como ele disse que seria feito e escutou Stephen proferir as palavras.

“Não precisa se preocupar, doutor, elas já estão aqui”, a garota disse rangendo os dentes. Com os seus olhos treinados, viu a névoa escura começar a se grudar no corpo da garota e depois começar a derreter a imagem de Luna diante dos seus olhos.

“Agora nós precisamos achar a rede e destruí-la, senão ela pode voltar para cá e atrapalhar ainda mais a linha de tempo”, Stephen comentou.

“Que merda foi essa!?”, Wanda gritou.

Quando percebeu, tudo o que conheciam como Sanctum de Nova York estava sendo consumido pelas Sombras. E sentia que algo sairia das sombras para que todos perecessem não muito depois.

As luzes começaram a piscar, uma de cada vez até que o movimento deixou o ambiente com a sensação de que todos estavam em câmera lenta. Já havia visto isso uma vez. Engoliu a seco quando a luz se restabeleceu e começou a sentir um cheiro de carne tostando enquanto as emanações do local mudavam. Viu Wanda cair no chão de joelhos, enjoada por causa do odor e sujando o tapete de vômito, sendo amparada por Stephen. Pela primeira vez viu o Punho de Ferro acender sem problemas já que Danny também sentia o perigo iminente.

“Isso foi divertido. Mas chegou a hora de conversarmos de verdade”, uma voz feminina disse e, antes que se virasse para saber quem era, a escuridão tomou conta do Sanctum e só o que conseguia enxergar era breu.

Notas finais
Me perdoem por esse delay, não deveria ter acontecido assim, mas eu não vou mentir que estou me sentindo meio desanimada. Tem alguém aí ainda acompanhando? Eu geralmente não fico assim, só que dessa vez a consequência do silêncio me pegou de jeito e eu fiquei pra baixo. Me deixem saber se gostaram mesmo assim :v