Angel Devil

14 Amizade Distorcida II


Notas iniciais
Pelo titulo dá para percebe que tem mais amizade distorcida neste capitulo também. Então boa leitura! ♥

Fazia menos de uma hora que eu havia chegado em casa, depois de um dia corrido e cheio de desculpas (Diego me acompanhou em todas partes) passei um tempinho com meu pai conversando sobre rotina, para não dar mais motivos de criticarem meu mal comportamento. No quarto, sentei de frente ao computador com os cabelos pingando no meio das costas e apenas enrolada na toalha branca felpuda. Fiquei assim, horas fuçando coisas até senti uma leve surpresa quando digitei Avenged Sevenfold no google, uma quantidade de informação abriu na tela, e eu também fiquei brava com a quantidade de fotos de Brian com outras garotas, fofocas envolvendo a Michelle, e ainda mais puta comigo mesmo por ligar tanto.

Não tenho vocação para ser ciumenta e nem motivos para agir como se Brian fosse meu, porém não dá pra fingir que aquilo não me incomodou pra caramba. Tudo não pode ser verdade...Mesmo assim era estressante a falta de coerência e absurdos que algumas garotas escreviam em sites. Quem não gostaria de dar uma voltinha naquele Opala preto? — era o titulo de um dos textos, detalhando bem a aventura deles com uma desconhecida.

Eu queria fechar a janela, desligar o computador e procurar algo que seja da minha conta, mas minha mão moveu o mause para abri outra aba no navegador como se ela dissesse que este era o único jeito de conhecê-los melhor, então continuei lendo fofocas e noticias — quase sempre eram as mesmas coisas, sem pés e nem cabeça, ou o que eu já sabia e podia adivinhar.

Não foi difícil achar musicas da banda para baixar em sites ilegais, deixei rolando e fui procurar meu pijama. Cai na cama com apenas a luz da tela do meu computador iluminando o quarto, fechei meus olhos deixando minha mente apenas ligada na música que rolava, abraçada meu travesseiro. Fiquei divagando e aos poucos senti o cansaço do dia vencer-me, eu mergulhei na inconsciência facilmente levando algo sobre ''fazer gritar'' comigo.

Tudo foi ganhando cores e um cenário se abriu ao meu redor, como se eu tivesse tele-transportado para cá sem ter o porque. Olhei em volta, pertida primeiramente, só percebendo aos poucos que estou numa praia, sentada na areia rasa, debaixo de um céu cheio de estrelas como é a noite de HG.

Eu me sentia estranha — daqueles sentimentos confusos dizendo para que já estive aqui antes. Como eu poderia esquecer? Ergui meu rosto para a lua cinzenta e grande, procurando alguma explicação do por que estou aqui sem ele. Não faz sentindo, muito menos os grãos mornos da areia pinicando minha pele mostrando estranhamente que estou sonhando.

Claro que não podia ser real! É bom demais para ser!

Voltei olhar para frentre e apreciei o vento gélido contra meu rosto enquanto obrigava meus olhos de alguma forma enxerga mais alguém. É como se eu estivesse esperando, mas nada chegou, nada falou comigo, nada veio tirar os confusos sentimentos de mim. Mas eu continuei assim, aproveitando a paz que este lugar tem, incrivelmente e inexplicavelmente feliz por estar de volta onde eu e Brian ‘’comemoramos’’ minha vitoria contra ele na sinuca, sem ninguém para nos incomodar, sozinhos nando semi-nus naquela água fria.

Era este o meu sonho: Voltei para onde eu quero estar. Entendendo inexplicavelmente o que vem assombrando minhas noites desde que nós separamos, pois é isso que minha mente estava querendo me dizer o tempo todo, eu queria estar aqui novamente. Não pode ser falta de lucidez, pode? O que seria então?

Meu subconsciente estava me dando o que eu passei desejando durante semanas sem noticias dele, a satisfação de um desejo, um alivio momentâneo. Ele estava me colocar no lugar que estive com Brian para matar as saudades, sei lá, porque era apenas isso que eu buscava. Eu sorri com esta ideia, de repente feliz, declarando que poderia ficar aqui durante meses, gritando para mim mesma:''Não acorde, por favor, não abra os olhos, não! É a melhor coisa que te aconteceu estes dias. Não abra os olhos...Não na melhor parte, não!''

A claridade invadiu meu quarto sem me dar chances de dormi mais um pouquinho. Fechei meus olhos com força, tentando voltar á dormi, mas um sorriso besta sem querer brotou involuntariamente em meus lábios, a razão desse sorriso acabou expulsando todo o sono que restava me puxando para a realidade de uma vez, com um monte de lembraças da noite que passei naquela praia com ele. Não foi real.

Pisquei meus olhos, ficando de barriga para cima na cama, enquanto na minha mente tinha vagas imagens de lua cinzenta e grande, estrelas, praia, uma sensação boa, vento gelido e...Brian. “Ugh, era só o que me faltava!’’ — pensei retirando o sorriso idiota do rosto para o meu proprio bem. — '' Um sonho desconexo idiota. Isso sim que era!'' — acrescentei com mal humor matinal, afetada.

Não será uma grande dia para mim, posso ver. O clima de merda já me deu bom dia sem ao menos ter esperado sair da cama. Era cedo quando me aprontei do jeito que achei melhor no banheiro, com preguiça de até enfiar minha calça jeans no corpo, coloquei meus pertences dentro da mochila e debaixo da cama retirei os companheiros tênis de lona brancos.

O café da manhã seguiu silencioso entre eu e minha família. Minhas irmãs foram as primeiras saírem da mesa, correndo como crianças ligadas na tomada. John desejou bom dia, preparando-se para levá-las no colégio, depois assumiria seu compromisso de presidente em uma empresa de administração que quase eu não tenho noticias.

– Volte as 6 para provar seu vestido — Francisca fez questão de lembrar da festa de gala, comemorando os 52 anos daquele empresa.

O que eu tenho haver com isso? Nada, mas sou a filha do presidente e tinha uma mãe que fazia questão deste prestigio social.

Limitei-me a murmurar um ’’Urrum’’ sem vontade. É ótimo começar o dia recebendo ordens dela, não sabem como eu amo. Sair de casa mais cedo do que de costume, só para não ficar debaixo do mesmo teto que Francisca. Mas por causa da distração com os meus proprios pensantos acabei chegando na sala atrasada, fazendo olhos se viravam na minha direção em sincronia e o professor autorizar minha entrada ‘’um pouco’’ curioso também porque a Melinda Valentin nunca foi uma aluna atrasada.

Caminhei até o fundo da sala, caçando o melhor lugar de defesa para minha pessoa, os cochichos foram interrompidos pelo professor que voltou dar a sua aula com a voz seria, como se eu não fosse mais interessante do que ele. Posso dizer que tudo estar normal até agora. Perfeito. Conforme tinha que ser. Mas eu nunca desejei tanto não ter acordado hoje como estou desejando agora.

Escola é um saco.


[...]


Apoiei minha mão na mesa enquanto segurava o livro da capa vermelha com a outra mão. Li a introdução, achando o romance chulo interessante já na primeira frase. Ok, o moçinho e moçinha não sabiam viver sem o outro e no final eles acabavam mortos por causa dessa teimosia de ficarem juntos...

''Quem perde sua vida assim por alguém assim? Do que a dianta se no final morrem?'' — eu questionava franzindo a testa para o livro quando senti uma pressão estranha entre meu dedinho e o anelar, olhei para minha mão e encontrei um dedinho diferente entre eles. Diego os entrelaçou, me fazendo sorri do seu gesto bobo.

– Sabia que você estaria na biblioteca.

– Sabia que você viria me procurar. — ele confirmou minhas palavras também sorrindo.

Observei seu cabelo castanho molhado, a pele com um pouco de tom rosado brilhando por causa do suor, e meu sorriso cresceu ao ver o seu mais novo uniforme do time de basquete. É, eu já sabia.

– Parabéns! Por que não me contou que o teste seria hoje?

– Queria fazer uma surpresa. Pelo visto foram mais rápido do que eu...

– Desculpe, teria tampado meus ouvidos se as noticias por aqui não fossem tão rápidas.

– Somos mais interessantes do que a véspera de provas — concordou explicando melhor o problema dessa gente.

Eu coloquei o livro de volta na estante enquanto Diego foi na frente para se trocar. O esperei no pátio acompanhada por mais olhares curiosos, sabendo que dois deles eram de Bia e Alice. Agora elas mal falavam comigo, ou não se importavam mais em pegar carona na minha faminha, porque ela já não era das melhores. Uma vadia revoltada que jogou todo seu futuro fora? Digna de pena? Excluida por todos? Essa sou eu! Nada da vida perfeita de dar inveja.

– O que temos para hoje?

Diego surgiu vestido suas roupas normais.

– Hm, bem, eu tenho aula daqui 5 minutos...- o novo atleta da escola fez careta e um gesto com a mão, dizendo ‘’dispenso’’. — Estou falando serio. Não posso matar mais aulas.

Você querendo ficar aqui? Isso não é normal — Diego estreitou os olhos, fazendo golpe baixo comigo.

– O que sugeri então? Estando dentro daquela sala ou não ainda vão me tratar como um E.T de qualquer jeito...

– Não precisamos ficar aqui. Pelo o que me lembre você está me devendo um tour pela cidade...

– Ah claro, todo essa critica contra minha vontade de estudar deve ser porque você já tinha tudo programado? — perguntei irônica, sacando tudo.

– Tudo programado — sorriu se achando o mais esperto.

– Então qual seria o primeiro da lista?

– Deixa essa pro final — respondeu misterioso. — Podemos começar por você. Tem algum lugar em mente?

– Tudo bem...- engoli minha curiosidade. — Eu gosto de dias nublados. É perfeito para assistir as enormes ondas da passarela de troncos...Já que você aprecia uma bela paisagem, é o que tempos para hoje.

– Então partiu.

Confesso que nunca fui fã de praia, acho por morar numa cidade que em sua volta só existe água acaba enjoando, mas ultimamente comecei a gostar dos belos lugares que tem fora do condômino, e por outro lado minha cabeça não conseguiu desligar do meu sonho estranho na madrugada passada. Tentei desesperadamente distrair com qualquer coisa que se tornava inútil segundos depois, a minha teimosia não queria deixar eu confessar que estou sentindo saudades dele, era este o motivo de sonhar com este pedaço de paraíso numa tentativa frustrada de esta mais perto do que aconteceu entre nós, de estar mais perto daqui.

Droga de sonho! Eu podia ir muito bem até lá só para provar a mim mesma que não tinha nada de especial nisso. E é o que estou fazendo exatamente agora, caminhando ao lado de Diego pela a areia. Bem, minha idéia não foi tão insana como imaginei, quando chegamos fiquei foi grata por esta aqui novamente. A atmosfera praiana, longe do clima pesado na escola ou em casa. Isso poderia virar um vicio, ou melhor, virar meu bote de salva-vidas.

– No que esta pensando?

– O que? — perguntei distraída.

A passarela feita de troncos não era difícil de localizar. Achei estranho está vazia, pois é um dos pontos turísticos que mais vem gente. E sobre ela andamos até a ponta, daqui de cima podíamos ver as ondas passando entre os grossos troncos na vertical, dando a sensação de estarmos bem no meio do oceano.

– Parece que você esta resolvendo aqueles cabulosos cálculos de Geometria — brincou inclinando-se na direção do vento para ver a água. Seus fios castanhos se espalhavam conforme o vento batia, misturando as cores escuras e claras, como o meu fazia. Diego se virou para mim, eu mudei minha mirada para seus olhos.

– É que...Eu e minha mãe não estamos nos dando bem nesses últimos dias — contei meia verdade enquanto apoiava meus cotovelos no parapeito da madeira e me debrucei.

– Vocês já se deram bem antes?

– Não — respondi rindo de mim mesma, claro que não. — Pelo menos para mim não.

– É o que eu pensava...- estranhei suas palavras. Sempre acreditei esconder de todos o que eu sintia de verdade, mas Diego demonstrou pela segunda vez saber demais. Impossivel!

O espaço entre nós era pequeno apesar da largura da ponte, ele aproveitou para colocar seu braço envolta dos meus ombros tranquilamente, fazendo-me só sorri da situação.

Diego levantou a sobrancelha como se perguntasse no que havia graça, fingindo-se de besta. Mordi o lábio inferior para conter o riso e balancei a cabeça negativamente, desistindo de ir contra ele. É engraçado estarmos tão próximos, me lembra o começo de tudo, mas no final o projetinho de bom-moço acabou me fazendo sentir mal por causa das minhas atitudes. A onde eu estava com a cabeça quando resolvi tratá-lo mal?

Com ele as coisas são mais faceis de lidar; eu sei a onde pisar, o que falar, como agir, calcular minhas vontades, brincar na hora certa, conversar abertamente...As coisas são simplesmente saudáveis. Tenho segurança, certeza no que faço, e alguém confiavel do meu lado. Conquistei um ombro amigo, de verdade — apesar que nós dois não parecermos ser realmente amigos...

Era mais do que isso, quero dizer, não tem toda aquela tensão que existe entre eu e Brian, mas é só...Uma amizade distorcida.

– E o que me diz? — eu quis saber. A paisagem estava conforme eu descrevi.

– É incrível...

– Vou sentir saudades disso — estendi a conversa. Senti ele deixar de olhar o mar para prestar atenção em mim. — Mas não há nenhum motivo que faça eu ficar. Já me vejo em um outro lugar, sem pais para te controlar, não sendo...

– A estrelinha da família o tempo todo — Diego completou a frase como se estivéssemos falando sobre ele.

Franzi minhas sobrancelhas mais ainda.

– Também pretende ir para longe quando termina o colegial?

– Não...Vou estudar aqui na Califórnia mesmo. Não quero nem pensar o que meu irmão faria se eu saisse de casa — ele percebeu minha cara de paisagem e meio hesitante continuou: — David só tem á mim para apoiá-lo. É difícil de explicar, mas já me disseram tantas coisas...Alguns médicos declararam que meu irmão tem escrisofenia, autismo, ou como disseram uns filhos da puta no último colégio que estudamos: um anti-social franginho que servia de saco de pancada para os machões feito eles. Eu não acredito em nada disso, para mim ele só é...Ele mesmo. Mas as pessoas não entendem e querem que ele mude, inclusive meus pais, não aceitam alguém especial feito David.

A voz de Diego era carregada de revolta, emoção e inquietude. Por causa da minha falta de palavras e estado de choque ficamos em silêncio por um tempo. Mas meus olhos não deixaram seu rosto trincado. Era um desabafo, meio sem coerência, mas era Diego contado-me um pouco da sua vida abertamente.

Na minha cabeça eu imaginei o menino espinhento, chamado David, quieto, andando sempre de cabeça baixa e mudo. E também sofrendo freqüentemente preconceitos, principalmente de gente da mesma idade que a nossa. Era fácil entender.

– Agora entendi porque nunca o vi por aí desde que vocês chegaram. Foi só aquela fez na Missa e na festa de Santo Antonio...

– David estuda em casa. Ele até tentou freqüentar escola...Pra você ter uma idéia colaram super-bonde no seu lugar, ele não conseguia sair da cadeira, foi terrível. E por causa dessa humilhação e outras piores meu pai pediu transferência no seu trabalho e viemos parar aqui. Não é a primeira vez que mudamos algo por causa dele, e David se sente mais culpado por isso, piorando ainda mais as coisas.

– Hm. Dá até para entende-lo, não acha? Toda esta pressão em cima de si não é fácil...Como você quer que ele pense que é para o seu proprio bem quando os proprios pais não entende que ele sempre será assim e não adianta mudar pra lugar nenhum? Mas vocês dois parecem ter uma convivência legal. David não esta sozinho, ele tem você, não é? – tentei confortá-lo. Acho que é o que as pessoas fazem quando alguém se abre contigo. — A forma como você fala dele deve ser um cara especial mesmo...

– E é. Você tem que ver os desenhos daquele garoto! Desde que entendemos por gente David desenha muito bem. Eu o insentivei a começar escrever uma historia em quadrinho já que ele sempre criou personagens diversos, e hoje sou obrigado a aguentá-lo tagarelando sem parar sobre o que criou. É um saco! — confessou rindo. Eu sorri também. — Quero dizer, não é ruim os desenhos, mas eu não entendo nada aqueles livrinhos japoneses, não é minha praia, e eu só fico murmurando ’’Uhum’’ ou ’’ Legal’’. Queria que ele tivesse alguém, um amigo, para compartilhar esses tipos de ideias, mas ele mal sai de casa. O que salva é a internet.

O jeito frustrado de Diego me fez revirar os olhos.

– Você acabou de dizer a solução do problema dele! Com certeza na internet David encontrar gente talentosa feito ele e que tenha os mesmos gostos, sei lá, de varios lugares do mundo aliais. O lado ruim é que essas pessoas participam de um forma indireta na vida dele e...- minha voz morreu quando percebi Diego olhando nos meus olhos de uma forma estranha, não era mais aquele peso angustiado... — O que foi?

– Você é incrível, sabia?! — eu desviei os olhos envergonhada, sentindo minhas bochechas esquentarem por causa do jeito intenso que ele me elogiou. — Quando falo sobre meu irmão para alguém, ou até para uma garota, nem prestam atenção no que eu digo. E até agora não ouvi nenhuma critica de você, ou concordando que meus pais tem razão, ou aqueles médicos...

– Que isso! Nada haver. A pessoa incrível aqui é você, serio, sem puxação de saco. Você é um cara bonito, tem um futuro promissor pela frente, podia esta muito bem olhando para o seu próprio umbigo ao em vez de tomar as dores do seu irmão.

– Você me acha bonito? — ah claro, não posso baixar a guarda um pouquinho que já vem cheio de graçinhas!

– Agora te acho um babaca — fingir esta irritada. Então ele gargalhou. — Falando serio Diego, é lindo isso. Estou orgulhosa de você.

– Então é assim? — deu uma pausa estudando-me depois da estranha pergunta. — Então...Este era o segredo o tempo todo para consegui fazer você senti algo bom por mim?...Por que eu não pensei nisso antes?

Dei uma cotovelada na sua costela, repreendendo-o.

- Para com isso!

Não tem jeito, o idiota vai zoar qualquer coisa que eu disser agora em diante. E ainda por cima devolveu a cotovelada.

– Ai! — exclamei e por vingança retirei seu braço em volta de mim, afastando para a ponta.

– Não faz cena. Nem foi forte... — tentou se aproximar mas eu dei um passo pro lado direito, tentando ainda ficar seria. A gente começou a ’’dançar’’ em cima da ponte e quando vi que não tinha mais jeito de fugir das suas mãos, sair correndo provocando-o com uma risada alta.

Quem via de fora poderia até desconfiar que fossemos um casal de verdade. Mas eu não enquadro a esse tipo de cena e parece que Diego também não, a gente só ignoramos as restrições, curtindo a liberdade sem parar pra pensar se devemos ou não fazer isso. E no final eu estava mais do que agradecida de voltar aqui, Diego também salvou meu dia.



Notas finais
Gostam da aproximação de Diego e Melinda? Mesmo não sendo um Brian ele é um cara interessante, vai! rsrs gosto dele, serio :)