Angel

18 Medo da Rejeição


Notas iniciais
Olá meus amores sentiram minha falta? eu senti muito a falta de vocês não somente nessa historia,mas nas outras também!eu comecei o capitulo de Babá em apuros,mas não sei onde foi parar aquele inicio,m desculpem ,como sempre fazem! esse capitulo não ficou tão longo quanto os anteriores,mas espero que gostem da mesma maneira! eu atualizei a historia Love Story,mas ate agora só teve um comentário,não pretendo desistir ,mas falta de comentários desanima,como todos os autores sabem,e ate mesmo os leitores,pois as historias são desativadas. Graças a Deus que não é o caso dessa historia,mas senti isso nas outras e ate em historia de amigos. AAHHHH quase me esqueci pra quem curte Swan Queen de Once upon a time eu fiz uma historia espero que leiam e gostem! boa leitura

POV NATASHA

Steve e eu trocamos um olhar meio que desesperado, nem precisava dizer o porquê, eles mal haviam chegado e a zona já estava instalada.

Tomo coragem e me levanto deixando o loiro ali fitando o nada completamente paralisado, sinceramente eu estava com medo, mas eu tinha mais dó do Steve que não estava acostumado aos filhos do Barton e já eu estava mais do que acostumada com aqueles projetos de gente bagunceira.

Mas eu não conhecia Melissa o suficiente e isso com toda certeza me dava arrepios, aquela garota era uma coisa de outro mundo, com certeza quando o assunto era ser vitimas de suas travessuras, Steve e eu éramos peritos. E talvez o fato de as crianças me conhecerem não fosse assim tão bom, afinal se fosse bom, eles não aprontariam comigo toda vez que eu vinha aqui. Querendo ou não admitir, já era fato comprovado que eu estava quatro vezes ferrada, mas eu tinha quase certeza que Clint e Laura se juntariam as crianças para me provocar, e o pior, que a provocação deles era bem mais forte que as das crianças, eles tinham provocação “Steve” na ponta da língua. Pobre de mim, não sei o que fiz para merecer tanta crueldade, na verdade sabia, mas preferia tortura ao que o que eles fariam comigo.

Volto a minha realidade ao chegar ao banho sem ao menos ter me dado conta de que caminhava para o mesmo.

Então já que estava ali resolvo ir ao trabalho.

Olho-me no espelho, pego minha escova e uma pasta de dentes e começo a escovar os dentes tranquilamente por alguns minutos, saio do banheiro vou até onde estavam as minhas coisas, pego minhas roupas e tudo que iria precisar para minha higiene pessoal. Olho em direção a onde o loiro ainda permanecia sentado, mas dessa vez não estava fitando o nada, mas sim a mim.

Sorrio pra ele, que cora ao notar que foi pego no flagra enquanto me analisava minuciosamente com aqueles lindos olhos azuis.

Pisco para ele, que naquele momento faltou pouco para que caísse para trás, sorri vitoriosa e maravilhada com meu efeito sobre aquele homem maravilhoso em todos os aspectos.

Caminho de volta ao banheiro sendo seguida por seu olhar.

Fecho a posta, mas não antes de mandar um beijinho para ele, o mesmo sorri finge ter desmaiado dou uma risada, e finalmente foco no que deveria fazer.

Tomo um banho demorado e relaxante, visto minha roupa que era constituída por uma calça jeans uma blusa tomara que caia preto e nos pés calçava uma sapatilha da mesma cor da blusa.

Saio do banheiro e vejo Steve se levantar veio em direção ao banheiro, lhe dou passagem, mas o mesmo ao passar por mim deposita um beijo em minha cabeça, e esse simples ato me faz sorrir boba.

Antes que eu começasse a caminhar ouço sua voz chamar por meu nome, e sem pensar duas vezes me viro para onde ele estava.

–Nat?—Meu corpo todo arrepia ao ouvir sua voz.

–Oi?-dou meu melhor sorriso para o loiro que cora bruscamente.

–Você já vai descer ou vai me esperar?-Havia um tom estranho em sua voz, talvez animado ou esperançoso, não soube definir, e olha que trabalho há anos como espiã, ler a expressão dos outros é algo fácil para mim, mas realmente esse homem é um mistério que a cada dia eu sentia mais vontade de desvendar, homem nenhum me deixava com tamanha curiosidade. Mas parecia que esse mistério todo se devia a sua ingenuidade, coisa que eu tinha duvida se queria que ele perdesse. Por um lado ele poderia corresponder aos meus duplos sentidos, mas por outro ele poderia se tornar como qualquer outro homem. Ou esse ultimo eu esteja me equivocando?

Era tão difícil ter certeza de algo quando se tratava daquele homem.

–Eu estava pensando em descer pra dar uma olhada na Mel, mas se você quiser que eu fique com você, eu fico. -Sorrio docemente para ele, mas no fundo eu queria sorrir maliciosa para falar aquelas coisas em duplo sentido.

–Não, não precisa, alguém precisa ficar de olho naquela menininha, se não ela ira deixar a Laura doida. –É, nesse ponto era totalmente verdade apesar dela já lidar com três crianças todos os dias.

Apenas concordo com a cabeça e saio do quarto sendo seguida por aqueles olhos atentos.

Vou até a sala onde a correria era demais, mas o que eu estranhei foi não ter visto Mel no meio daquela bagunça.

Aproximo-me do sofá onde Laura estava sentada com Clint que implorava para que as crianças parassem de correr pela sala.

–Laura. -Chamo ao ficar bem perto dela, a mulher se assusta, mas logo se recompõe olha com curiosidade.

–O que foi Nat?-Perguntou

–Você viu a Mel? Ela não esta brincando com as crianças... -Não consigo disfarçar meu tom de preocupação, e logo percebendo Clint me olha com as sobrancelhas arqueadas.

Eu o ignoro e foco minha atenção em Laura que olha para um cantinho bem afastado da sala onde vejo algumas mechas de cabelos ruivos.

Sem dizer mais nada, me afasto e caminho rapidamente e silenciosamente até a minha pequena que estava toda encolhidinha atrás de um móvel.

Sento-me no chão, ela fica me olhando sem dizer nada até que estende os bracinhos para que eu a pegasse no colo.

–O que houve, minha pequena?-Passo a mão por seus cabelos.

–Eu estou com vergonha titia. E se eles não gostarem de mim?-Ela já começa a ficar vermelha para chorar.

–Que bobagem meu amor, é lógico que vão gostar de você!-Digo acariciando seu rostinho de boneca, ela dá um pequeno sorriso e olha em direção onde as crianças ignoravam os pedidos de Clint e continuavam correndo pela sala, mas por incrível que pareça agora estava pior, eles corriam pela casa inteira sem nenhuma exceção de local.

Minha pequena sorri para mim e vai correndo até as crianças que param de correr e encaram Mel com curiosidade. Vejo-os conversando animadamente, mas não consigo distinguir o que falavam.

A única garotinha de Clint pega na mão da minha ruivinha e os quatro começam uma corrida sem fim e olha que eram apenas oito da manhã.

CONTINUA...

Notas finais
Bom o que acharam? gostaram? vocês vão ler a historia Swan Queen? vcs curtem Swan Queen? espero vocês nos comentários viu? não se esqueçam de mim. Favoritem Recomendem acompanhem e comentem por favor! mil bjus bbs!