Notas iniciais
Acho que esse cap nn tem muita ação dos personagens....mas a parte boa ainda vai chegar...aproveitem, comentem, favoritem, amem esses personagens.Bom não temos capa ainda....pois ela esta sendo finalizada

Observava a chuva que caia cada raio que via, e trovões ouvia cada movimento passava em câmera lenta sobre meus olhos, pensava o que seria de mim se minha mãe morresse naquele quarto, os médicos não queriam que eu visse minha mãe morrer lentamente, um deles se aproximou de meu quarto, sua face era triste já sabia o que iria dizer.

–Desculpe, não podíamos fazer muita coisa – Não pode ser o que vou fazer agora? Corri para o quarto dela, os médicos a haviam coberto com um lençol branco, meus joelhos fraquejaram e eu cai, chorei desesperadamente, me levantei a descobri e me deitei ao seu lado a abracei, os médicos me puxavam, mas eu não queria, não poderia sair de perto dela.

–Saiam, já fizeram tudo que deveriam então tchau adeus – Gritei descontrolada, não poderia ficar sozinha naquela casa, até mesmo depois de tudo que aconteceu, o único jeito era pedir abrigo a meu pai, Rodolfo Lestrange.

Eu precisava estar apresentável quando fosse velo, não poderia usar minhas roupas floridas que transmitiam alegria, o que naquela casa não havia teria que usar roupas pretas, mas como eu odeio preto por transmitir medo a todos, posso ser morta no mesmo momento que entrar naquela casa, então vou dar uma primeira e última boa impressão a eles indo de preto, em meus cabelos não havia muito que fazer eles eram cachos perfeitos e loiros, não eram volumosos somente baixos e compridos iam até meus ombros, havia algumas mechas vermelhas, ele combinava perfeitamente com meus olhos azuis acinzentados, minha altura não ajudava muito, era muito baixinha para me defender se fosse atacada fisicamente.

Comecei a arrumar minhas malas, coloquei tudo que via pela frente, estava nervosa qual seria a reação de meu pai? Será que ele iria me aceitar? Não quero ser humilhada na frente de todos, não quero que ele diga que sou uma garota boba, que não sirvo para ser sua filha e ainda por cima mestiça. Diminui meus dois malões e meu quite de maquiagem e guardei tudo em minha bolsinha branca de correntes douradas, sai de casa e a olhei pela ultima vez em minha vida.

–Kim – chamei meu elfo que não demorou a aparecer.

–O que a minha senhora deseja? – ele era um elfo lindo com olhos verdes esmeralda.

–Quero que a queime – apenas disse isso.

– perdoo e me senhora, mas não entendi?

–Quero que queime a casa – quando percebi que a elfo iria protestar a interrompi – Apenas faça o que lhe mandei, e não discuta – ele apenas assentiu e estralou os dedos, a casa instantaneamente começou a arder em chamas, fiquei de costas não conseguiria ver a casa que fui criada sendo devastada pelo fogo, não sei por que mandei o elfo fazer isso mas acho que era para seguir em frente e esquecer o passado.

–Agora me leve à mansão Malfoy, agora! – ele segurou minha mão e aparatamos na sala da mansão dos Malfoy, havia uma mulher elegante me observando curiosa, sabia quem ela era a esposa de Lucio Malfoy, com certeza ela deveria querer saber quem eu era, mas entrei em choque desespero, pela primeira vez me arrependi de algo, mas não iria desistir já que tinha chegado até aqui.

–O que esta fazendo aqui? – ela pergunta se aproximando.

–Eu procuro Rodolfo Lestrange – ela riu – Por que esta rindo?

–Minha querida... Acho que você deve ter vivido em uma caverna por alguns anos, pois todos sabem que ele e sua esposa, que no caso minha irmã, estão em azkaban – E agora o que eu vou fazer, tenho que me manter de algum jeito, sorte a minha que tenho um cofre cheio de galeões e outras joias que valem muito.

–Quem é você? E o que quer com ele? – Lucio Malfoy aparece na sala.

–Eu sou Charlotte Kemely...Lestrange — aquelas palavras não saiam de minha boca, Narcisa entrou em choque.

–Você e filha de Bella? — pergunta.

–Não eu sou tipo a... filha bastarda de Rodolfo – essas palavras de deram náuseas.

–Impossível! Bella não deixaria essa passar por ela, saberia se ele a traísse.

– Você não vê Cissa, ela e apenas uma garotinha aproveitadora, acha vai nos enganar? -

–Você e louco? Eu não preciso de dinheiro, eu tenho o suficiente para me manter, só vim aqui para saber de meu pai nada mais, não temos nada a tratar então adeus.

–Espere antes me responda, quem e sua mãe – Narcisa parecia aflita.

–Willon Golfrin.

–Você não vai embora, ficará aqui, não dificulta agora a casa é sua e se acomode.

–O que está acontecendo? – um garoto loiro aparece no topo da escada.

–Draco essa e sua prima Charlotte – O garoto sorriu desceu segurou minha mão e me puxou para cima, meu elfo vinha atrás olhando assustado para todos os lados. Chegamos a uma suíte presumi que lá seria meu quarto.

–Você joga quadribol ? Pergunto ao perceber que ele segurava um livro sobre Quadribol.

–Sim sou apanhador e você joga?

–Não, mas gostaria de ser batedora.

–Sabe se você for para a sonserina fique sabendo que a uma vaga de batedora livre, se quiser ela pode ser sua.

–Ela já e minha – ele riu.

– E ai o que vamos fazer agora?

–Bem – olhei pela janela – A chuva já parou o que acha de saímos? Estou com fome de doces e quem sabe algumas travessuras – sorri e ele retribuiu com gosto.

–Ótima ideia então se troque e nos encontramos na sala O.K. ?

–Claro – ele saiu do quarto – Kim você pode arrumar minhas roupas no guarda roupa e separar um par para eu vestir em quanto tomo banho?

–Claro minha senhora – entrei no banheiro fiz minha higiene matinal e usei uma toalha que havia lá. Sai do banho Kim não estava no quarto vesti as pesas intimas e depois observei as roupas que ele deixou pra vestir, ele sempre acerta meu gosto. Uma saia que chagava nos joelhos uma blusa sem manga, ambas pretas e continuei com o allstar. Desci as escadas e fui em direção a Draco que conversava com Lucio.

–Cuide bem dela Filho, Narscisa vai com vocês certo?!

–Sim, vamos aparatar então seguram no meu braço – Assim fizemos, quando meus pés tocaram o chão novamente senti vontade de vomitar.

–Onde estamos?

–É o Beco diagonal, sério você nunca veio aqui? — perguntou o loiro.

–É que eu não saia muito de casa entende.

–É claro.

–Preste atenção, Char sua lista de matériais chegou há poucos minutos, vou comprar seus livros e os de Draco me encontre daqui a duas horas no Floreios e Borrões, para que possamos encomendar os uniformes, certo?

–Claro – Respondi.

–Até mãe – Draco colocou seu braço em meu ombro e caminhamos até uma sorveteria próxima.

–De que sabor você quer? – ele pergunta.

–Hum chocolate vermelho.

–Ótima escolha — se direcionou ao vendedor – Dois de Chocolate vermelho.

–6 Galeões – Draco pagou, pegamos os sorvetes, mas quando íamos embora fomos parados por dois garotos, um ruivo e outro moreno.

–Olha Harry esse lugar começou a ser mal frequentado.

–Se ele fosse bem frequentado você não estaria aqui, não é Weasley?

–Draco quem são eles?

–Me desculpe, me chamo Harry Potter – disse o moreno – E esse é meu amigo Ronald Weasley – apontou para o ruivo ao seu lado.

–Mas quem é você – Perguntou Ronald, olho para Draco nervosa, o que eles iriam pensar se soubessem que sou filha de um assassino que está em azkaban.

–Charlotte... Lestrange Respondo abaixando a cabeça, porém o loiro não gostou muito de minha atitude, estão se aproximou de meu ouvido e sussurrou.

–Levante a cabeça, você deve se envergonhar perante suas atitudes e não as dele – Ele tinha razão, levantei a cabeça e não se importei com a cara que os meninos fizeram.

–Algum problema?- pergunto

–Você e filha de Bellatrix a mulher louca? –Ronald pergunta fazendo uma cara apavorada.

–Ela disse que era uma Lestrange e não Black — Draco me puxou pelo braço e saímos de lá, não tocamos no assunto só andamos e tomamos o sorvete, as duas horas se passaram e caminhamos até a F&B, encontramos Narcisa e fomos até a loja de tecidos, fizemos os uniformes e voltamos para casa, Jantamos e fomos dormir.

Notas finais
Eai gostaram ? espero q ss....