An Epic Love
26 Capítulo 25 - I Feel Special With You
Notas iniciais
Queroo agradecer aqui a Páh e a Vanessa Morgado pelas recomendações, me emocionei muito quando vi. Muito obrigado mesmo... ♥
E queria me desculpar por não ter respondido os reviews de vocês. =/
Bom agora vou deixar vocês lerem *-*
Cheguei em casa e Damon me acompanhou, minha mãe ficou assustada ao me ver, meu rosto estava inchado, pois havia chorado o caminho todo. Contei para eles o que o médico disse, minha mãe ficou apavorada, meu pai não demonstrou mais seu olhar era fundo e perdido, eu ainda chorava mais com menos intensidade do que antes, Damon não saiu do meu lado, pedi licença e subi para meu quarto, minha mãe assentiu e meu pai também, Damon subiu comigo, dei espaço para que ele entrasse e fechei a porta, me deitei na cama e ele deitou ao meu lado me puxando para mais perto dele.
– Damon obrigado por estar comigo.
– Não precisa agradecer bebê, sempre estarei com você.
Eu sorri fraco e ele me deu um selinho, deitei em seu peito, ele acariciava meus cabelos com delicadeza, por um momento esqueci do que estava me deixando triste e aproveitei aquele momento.
O dia passou lentamente, foi um dia tenso, e silencioso, ninguém comentava ou falava sobre o assunto, a noite chegou e Damon foi embora, eu não queria que ele tivesse ido, sinto que precisava do calor do seu corpo com o meu está noite, mas isso não seria possível, meu pai nunca deixaria. Tomei um banho coloquei meu pijama e me deitei, eu sentia o cheiro do Damon em meu travesseiro, foi como um calmante, peguei no sono rapidamente. Teria que levantar cedo no dia seguinte para fazer o exame, Damon ira me levar, eu ia sozinha, mas ele insistiu, queria me acompanhar.
....................
Me levantei no dia seguinte, mais cedo do que eu previa, a ansiedade e o nervosismo me consumiam, me levantei e fui para o banho, me arrumei e desci, fiquei uma hora na sala esperando dar o horário para ir encontrar Damon. Sai e Damon já me esperava no carro em frente a minha casa, ele desceu do carro e abriu a porta pra mim como sempre ele fazia. Dei um selinho demorado em seus lábios e ele sorriu.
– Nervosa pequena? – Perguntou enquanto passava o cinto.
– Muito, o pior é que o resultado demora de 3 a 4 dias para ficar pronto. Isso me deixa mais nervosa ainda.
– Vai dar tudo certo pequena, você vai ver, não à de ser nada grave.
– Assim eu espero. – Sorri fraco.
Seguimos o resto do caminho em silêncio, sua mão estava em minha perna, ele tirava apenas para trocar de marcha. O caminho até o hospital não era longo. Já estávamos na sala de espera, e uma enfermeira deu um de xarope com gosto estanho, e depois de 15 minutos entrei para fazer o exame. Depois de colocarem um tubo pela minha garganta e tirarem o que precisavam de lá, levantei meio tonta por causa do xarope, a enfermeira pediu para que ficasse um pouquinho sentada para que o efeito passasse.
– Elena, fique uns minutos sentada, e to vendo aqui que o médico pediu urgência, então tentaremos fazer com que o exame fique pronto amanhã mesmo, mas te ligamos tudo bem?
– Tudo bem.
Esperei um pouco e senti que a tontura estava passando e então segui até a sala de espera onde Damon me esperava.
– Como foi o exame pequena?
– Ruim, eles colocam um cano em sua garganta é horrível.
– Eles não falaram nada sobre o resultado?
– Não. Apenas disseram que vão tentar fazer com que o exame fique pronto amanhã. Mas vão me ligar.
– Tomara que fique né pequena, assim já saberemos o que você tem. E iremos saber que não é nada de grave. – Ele sorriu e eu sorri fraco.
Ele me abraçou forte, aquele era meu porto seguro. Nos braços dele eu me sentia segura, como se nada de ruim pudesse acontecer quando estava ali. Ficamos um tempo abraçados e seguimos para o carro, ele abriu a porta, eu entrei e passei o cinto, ele foi para um outro caminho, eu o olhei e ele sorriu.
– Quero te levar pra ver a nossa casa! – Nossa casa, ele disse nossa?
– Nossa?
– Sim, se você vir morar comigo será nossa. – Ele me olhou e piscou.
Apenas sorri e ele segui o caminho longo cantarolando algumas canções do Radiohead que tocavam, eu apenas fiquei observando, ele até que era afinado, e era fofo ver ele cantando.
Depois de um longo tempo chegamos na casa, ele estacionou o carro na frente do portão e então entramos, a casa já estava praticamente pronta, apenas uns pequenos detalhes a serem acertados, janelas e portas colocadas e o numero de pessoas trabalhando ali havia diminuído, tudo já havia sido pintado.
– Daqui a uma semana vai estar tudo pronto. E daqui a duas você começa a estudar e quem sabe vir morar comigo. – Ele me abraçou e sorriu.
– Quem sabe. Tenho que falar com minha mãe novamente sobre isso. Meu pai será um problema nessa questão.
– É eu sei, mas vai dar certo, você vai ver. – Ele me deu um selinho demorado. – Daqui a uma semana poderei fazer aquela noite especial com você.
– Você ta esperando a casa ficar pronta ou é impressão minha?
– Não é impressão sua não, estou apenas esperando tudo ficar pronto e vou arrumar tudo pra que seja perfeito para nós dois. – Ele sorriu torto.
– Você é perfeito sabia?
– Não sou não.
– É sim. Ninguém nunca me tratou tão bem quanto você. Me sinto especial com você.
– Você é especial pra mim pequena. E quero que você se sinta especial sempre.
– Obrigada!
Ele me beijou calmamente, era um beijo delicioso, sua língua pediu passagem, e eu cedi, nossas línguas dançavam lentamente, minhas mãos estavam eu seus cabelos, e as suas em minha cintura me apertando forte e me puxando para mais perto de si. O ar nos faltou e então encostamos nossas testas e sorrimos um para o outro, era tão bom estar com ele, me sentia completamente bem.
Ele mostrou o restante da casa, tava tudo ficando perfeito e lindo, queria muito poder morar aqui, mas não sei se poderia, espero do fundo do meu coração que sim.
– Venha, agora quero te levar em um lugar aqui perto.
– Onde?
– Venha.
Ele me puxou pela mão, e seguimos a pé por mais um menos uma quadra e meia, e então atravessamos a rua chegamos em frente a um parque lindo, havia crianças correndo por todos os lados, seus pais sentados nos bancos observando enquanto riam de alegria por ver seus filhos se divertindo. Caminhamos pelo parque observando tudo, sentamos no gramado em baixo de uma arvore grande, ele me abraçou e eu me aconcheguei em seu peito.
– Amei esse lugar, é tão lindo. Esse contato com a natureza me acalma.
– Eu sabia que você iria gostar, por isso te trouxe aqui. E também me sinto mais calmo quando estou em contato com a natureza, é revitalizante.
– Sim, e muito.
Demos um selinho demorado e encostei minha cabeça em seu peito novamente. Ficamos longos minutos ali observando tudo e então voltamos para o carro. Seguimos de volta para casa. Damon fez com que eu me sentisse melhor hoje, eu estava me sentindo mais leve, não estava mais com medo de estar doente, estava me sentindo muito bem por sinal. Voltei pra casa cantarolando junto com Damon, nos divertimos muito no carro durante a volta pra casa. Chegamos em casa depois de um longo tempo.
– Vai entrar amor?
– Não posso bebê. Tenho que trabalhar hoje, vou na empresa resolver uns problemas, mas assim que sair de lá passo aqui te ver.
– Ta bom.
Ele me beijou, e então desci do carro, fiquei no portão até seu carro virar a esquina, só então entrei, um sorriso estava estampado em meu rosto, e vi o brilho nos olhos de minha mãe ao me ver.
– Como foi o exame filha? – Contei tudo pra ela como tinha sido e tal, e contei onde tinha ido com Damon e falei o quanto me sinto bem estando ao lado dele. Minha mãe sorria lindamente ao contar sobre onde fomos e como ele me trata. Comentei sobre morar com ele de novo e ela prometeu falar com meu pai. Eu tinha medo do que ele poderia falar, ou fazer, ele era imprevisível nessa parte, não fazia a menor idéia de como ele iria reagir.
Notas finais
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