An Epic Love

27 Capítulo 26 - I Love You


Notas iniciais
Heyy meus amores, vocês vão me amar depois desse capítulo, porque né, fofura mode on hoje...
E vocês amoleceram meu pobre coração e eu mudei um pouco o contexto da história, vocês veram o porque nesse capítulo hehehhe...
Bom vou deixar vocês lerem, aii depois vocês comentam ;D

O dia anterior tinha se passado muito bem, mas enfim tinha chegado o dia, o hospital ligou e disse que meu exame estava pronto e o médico me aguardava as 16:00 Hrs. Eu estava ansiosa, pedi para que Damon me acompanhasse, e ele aceitou de bom grado, mas ele teria uma reunião com o pessoal da empresa dele e não iria vir almoçar conosco, era apenas eu e minha mãe e minha irmã, aproveitei pra falar sobre ir morar com Damon.

- Mãe falou com o papai? – Perguntei com um pouco de medo da resposta.

- Sim filha.

- E o que ele disse? – Arregalei os olhos e um frio atravessou meu corpo.

- Ele disse que de jeito nenhum, vocês mal se conhecem, e que enquanto ele não puder alugar algo pra você, você ficara aqui e vai deixar sua matricula trancada.

- O que? Não, não acredito nisso, ele quer acabar com o meu futuro, é isso?

- Filha tenta entender.

- Não tem o que entender mãe, não tem, e se ele nunca conseguir o suficiente pra pagar o aluguel? Vou ficar as custas de vocês pro resto da vida, aqui dentro de casa, não mãe, não quero isso.

- Filha, por favor.

- Mãe não da, eu quero me formar, quero ter minha vida, agora ficar aqui até sabe lá Deus quando. – Eu praticamente gritava, eu não queria aquilo, não ia ficar me casa até meu pai resolver dar uma de bom e deixar eu fazer as coisas. – Olha mãe se ele não deixar por bem, eu vou sem a permissão dele, não vou ficar aqui sentando enquanto a vida passa pelos meus olhos.

- Filha não é bem assim também as coisas.

- Então me diz mãe, como é?

- Se teu pai disse que não é não filha, você não pode simplesmente sair de casa.

- Posso sim mãe, tenho 18 anos, sei o que eu quero da minha vida, e vou tornar meu sonho realidade. E vou sentir muito se meu pai me proibir disso. Não estou indo apenas pelo Damon, gosto muito dele, muito mesmo, mas assim, eu vejo a oportunidade de ser alguém na vida, ser independente.

- Filha eu sei, mas seu pai é seu pai.

- Não importa mãe, não vou ficar parada esperando a minha vida passar sem ao menos fazer algo. Sinto muito mãe, mas mesmo vocês não concordando eu irei.

Minha mãe não disse mais nada, eu apenas levantei dali e subi para o meu quarto, deitei em minha cama e fiquei pensando nas coisas que falei para minha mãe, ela não merecia aquilo, mas sim meu pai, ele ta acabando com meu sonho, como que vou ficar aqui parada sem estudar, sem ter minha vida? Como? Não dá, mas ele não entende isso, não sei como pode isso, mas ele não entende, não sei se ele será capaz de entender um dia. As horas se arrastavam, o tempo não passava de jeito nenhum, era como se o relógio soubesse da minha ansiedade e não colaborasse comigo, mas parece que meu sono colaborou, acabei dormindo.

Acordei com alguém beijando minha testa, abri meus olhos lentamente e me deparei com um par de olhos azuis me olhando ternamente, me espreguicei e sorri.

- Oi amor!

- Oi pequena! Cansada?

- Na verdade apenas o estresse que me deixou meio sonolenta. Que horas são?

- São 3:15, melhor você se arrumar para podermos ir para o médico.

- Verdade.

Me levantei e dei um selinho nele, ele deitou na minha cama enquanto fui ao meu closet procurar algo para vestir. Peguei meu jeans básico e uma blusinha branca também básica. Me troquei na frente dele, ele me olhava com um sorriso malicioso nos lábios, eu corei, mas eu não ligava que ele me visse com roupas intimas, ele já tinha me visto sem elas, então não via problema algum. Terminei de me vestir, arrumei meu cabelo, passei um perfume e descemos.

- Mãe estamos indo.

- Ta bom. – Ela respondeu com a voz triste, e aquilo me doeu muito.

- Mãe, desculpe, não queria ter dito tudo aquilo pra você, quem merecia ouvir era o pai, e não você, me desculpa, por favor.

- Você ta certa filha, eu estava pensando aqui, e você está certa. Vou te apoiar em tudo filha. – Ela sorriu fraco.

- Obrigada mãe. – Sorri.

Dei um beijo nela e então saímos, Damon como sempre abriu a porta para mim, eu entrei passei o cinto e ele fez o mesmo.

- O que aconteceu entre você e sua mãe?

- Meio que discutimos por culpa do meu pai.

- Porque?

- Porque meu pai disse que não é pra mim ir morar com você, e que é pra esperar, que um dia ele terá dinheiro para alugar um apartamento, e por enquanto é pra mim ficar em casa e trancar a faculdade. Mas claro que eu não vou aceitar isso, falei para minha mãe que aquilo é loucura, e que eu não vou deixar minha vida passar pelos meus olhos e não fazer nada.

- Pequena, eu sei que pra você ta sendo difícil tudo isso, e seu pai não está ajudando, mas eu não quero que você brigue com eles por isso.

- Amor, não é apenas por ir morar com você, é a minha vida, meu sonho, a universidade dos meus sonhos, não quero deixar isso passar e eu ficar sentada esperando o dia do qual ele terá dinheiro para me ajudar, não quero isso.

- Ah pequena, eles apenas querem seu bem. Eles ainda não confiam em mim. Por isso essa implicância toda, mas sei que um dia farei com que eles gostem e confiem em mim.

- Minha mãe e minha irmã já gostam muito de você, só meu pai que não.

- É seu pai, eu ainda não consegui conquistar, mas quem sabe um dia. – Ele deu de ombros.

- Vai conseguir sim, quem que resiste a esse seu charme.

- Hum, eu sou charmoso então.

- Bobo, claro que é.

Fomos o caminho conversando e rindo, mas a tensão e a ansiedade aumentaram quando estacionamos em frente ao hospital, mas agora era a hora. Deus me ajude, porque eu to um pilha de nervos agora. Entramos e ficamos 20 minutos esperando até que eu fosse chamada.

- Quer que eu te espere aqui.

- Por favor. – Damon assentiu e sentou novamente enquanto eu ia na direção da sala do médico.

- Olá Elena. Como vai?

- Nervosa.

- Bom então, vamos ver logo o que à dentro deste envelope.

Ele se sentou do outro lado da mesa, e abriu o envelope, ele começou a ler e analisar, eu estava cada vez mais nervosa, seu silêncio estava me matando.

- Elena, você não está com o que eu suspeitava que estava. – Eu soltei o ar com tanta força e foi ai que percebi que eu segurava a respiração. – Mas você está com uma infecção complicada e temos que tratar isso, talvez os remédios te deixem sonolenta, e sua imunidade abaixe um pouco e acabe pegando alguns resfriados, mas se você se cuidar, estará curada dentro de um mês. – Ele sorriu aliviado por não ser o que ele suspeitava.

- Graças a Deus.

Ele prescreveu os remédios e me entregou a receita, e o envelope com o exame dentro, ele explicou tudo que eu deveria fazer, o que deveria comer e o que não, e eu ouvi tudo com o Maximo de atenção possível, queria estar boa o quanto antes. Me despedi e sai da sala do médico e fui na direção de Damon, ele tinha os olhos apreensivos, quando me aproximei ele se levantou, eu apenas andei mas rápido e o abracei, as lagrimas brotavam eu meus olhos, eram lagrimas de alivio.

- O que foi pequena? Por favor me fala.

- Eu to bem Damon. Bem. É apenas um infecção, mas ele já receitou os remédios necessários para que eu fique bem, no máximo em um mês, eu estarei bem. – Sorri entre as lagrimas e soluços.

- Ah pequena. Graças a Deus. Eu falei, disse que não seria nada. – Ele suspirou aliviado e me abraçou mais forte ainda. – Te amo pequena, te amo. – Te amo, eu ouvi certo? Ele disse te amo? Aii Meu Deus. Me afastei para olhar em seus olhos e ele me olhou sorrindo.

- Damon, você disse... – Ele não deixou que eu terminasse a frase.

- Sim eu disse te amo. Eu amo você Lena, mais do que você possa imaginar.

- Eu também te amo Damon. – Eu sorri largamente fomos até o estacionamento onde o carro estava, precisávamos nos beijar, e dentro de um hospital isso não seria legal.

Assim que chegamos ao lado do carro Damon me puxou e me beijou apaixonadamente, nosso beijo era urgente, cheio de paixão, amor, carinho e muitos sentimentos dos quais eu não fazia idéia do que significavam, eu só queria estar com ele, estar ali, viver aquele momento. Eu estava feliz, mesmo não estando 100% bem, isso não era o que importava pra mim agora, só queria aproveitar e ouvir aquele te amo de novo.

Notas finais
Viuuu culpa de vocês, amoleceram meu coração, hehehehhe...
Espero que tenham gostado ♥