Amores Distantes

41 Revoltas e brigas


Notas iniciais
E aí? Eu sei que vocês tão indignados por causa do cap. anterior!!! Preparem-se para mais indignação. Ei, eu já terminei a história! Esse não é o último cap. depois desse tem mais 5 capítulos. tô tentando não chorar kkkk Boa leitura!

Jonas bateu com força no balcão de mármore da recepção. Os recepcionistas se espantaram.

– Que tipo de hospital é esse que não presta atenção na ala da maternidade? – rosnou Jonas.

Nicolas ficou abraçado comigo. Minha cabeça estava escorada no ombro dele. Nicolas estava mais forte.

Lágrimas caíam sem parar dos meus olhos. Meu bebê recém-nascido longe de mim. Só uma pessoa muito desumana mesmo para fazer uma coisa dessas e com isso eu quero dizer Erick.

– Tente se acalmar... – tentou a enfermeira.

– Eu não tenho que me acalmar porra nenhuma! – gritou Jonas. Ele continuou a gritar com todos. Os pacientes que estavam na recepção ficaram espantados. A raiva do Jonas era tão grande que ele nem percebia que a maioria das pessoas ali presentes não falavam a sua língua.

Saímos de lá. O sol já estava se pondo.

Na calçada, abracei forte o Jonas. Enxuguei minhas lágrimas na camisa dele.

– Eu quero minha filha. – falei com a voz chorosa.

– Eu vou busca-la! – falou.

– Vamos chamar a polícia. – falou Nicolas.

Entramos em uma lanchonete. Nicolas usou o telefone para chamar a polícia.

Jonas e eu bebemos água.

– Nicolas – chamou Jonas. Nicolas olhou para o pai – depois tente ligar para a Amanda.

– Se for ligar para ela, passe o telefone para mim. – falei.

Nicolas continuou a falar com a polícia e depois ligou para minha casa. Quer dizer, casa do Erick. Passou o telefone para mim.

– Alô? – falou uma voz masculina do outro lado da linha.

– Erick? Cadê minhas filhas? – disse desesperada.

– Vou dizer uma coisa, não há nada mais irritante do que choro de bebê! – ele bufou – Essa filhota de garçom é insuportável! Liz, você deveria era agradecer por eu ter pegado a criança.

– Erick devolve as minhas filhas e vai pro inferno! – rosnei.

– Passe o telefone para o garçom vagabundo ou eu desligo.

Fiz o que ele disse.

– Erick se você gosta de ter seus dentes na boca e intactos eu sugiro que você devolva a minha filha e a Amanda. – ameaçou Jonas no telefone.

Jonas e Erick continuaram a discutir pelo telefone. Nicolas e eu só observávamos. Jonas devolveu o telefone para a dona da lanchonete.

– O QUE FOI QUE ELE DISSE? – perguntei angustiada.

– Ele disse que quer que nós vamos até lá. – respondeu – Sem polícia. Também falou que quer fazer um acordo. Sinceramente eu não acredito em nada. Sei que aquele psicopata está tramando alguma coisa. Mas temos que ir!

– O que a polícia disse Nicolas? – perguntei.

– Disseram que primeiro iriam ao hospital. – respondeu – Talvez cheguem à casa do Erick... Por volta de nove da noite.

[...]

Chegamos na casa. Jonas bateu com força na porta. Erick abriu a porta normalmente.

Jonas não perdeu tempo. Deu lhe um soco na cara, fazendo Erick cambalear para trás.

– Cadê a minha filha seu demônio? – rosnou Jonas puxando o pela gola da camisa – Responde!

Erick apenas sorriu para ele. Sangue começou a sair do canto da sua boca. Jonas lhe deu outro soco e uma joelhada no estômago.

– Erick devolve a minha filha! – falei alto – E cadê a Amanda?

Erick permanecia calado. Jonas o arremessou por cima do sofá, fazendo Erick se chocar contra a mesa de centro feita de vidro. O som de vidro quebrando ecoou por toda sala. Tentei correr para escada, mas senti alguém me puxar para trás. Alguém colocou um lenço com cheiro estranho na frente do meu rosto.

Olhei para Nicolas que estava desmaiado no chão. Por que estava desmaiado? Olhei para Jonas que ainda batia no Erick. Ele olhou para mim perplexo. Senti meu corpo amolecer. Meus olhos queriam se fechar.

– Liz! – falou Jonas enquanto eu desmaiava.

Notas finais
O que acharam??? O q o corno vai aprontar? cadê a Amanda? Eles terão um final feliz? Comentários, por favor!!!