Notas iniciais
Ouvi alguém pedindo lemon? Eu trouxe o que vocês pediram, mas não é bem assim como vocês imaginaram. Eu preciso que leiam essa nota inicial porque vocês vão tomar um susto grande!!! Primeiramente, minha gente, deixa eu contar uma coisa. As vezes, em honra a uma recomendação ou alguma data especial, eu costumo fazer duas coisas - não exatamente as duas coisas ao mesmo tempo, ou uma ou outra - ou eu posto um filler ou eu posto capítulo duplo! O que é muito bom! Dois capitulos de uma só vez! Então, quem quiser ir favoritando, recomendando, se achar que fic merece recomendação, dando sugestão de filler, fique a vontade, a casa é sua! -Nonna, não sei o que é um filler! -Dê uma olha em "A Terra dos Bons Gennins" que você verá a explicação lá. -Como posso sugerir um tema para um filler, Nonna? -Ou no próprio comentário ou por MP, tanto faz. -Qual é vantagem de filler, Nonna? -Você acaba conhecendo mais dos personagens, eu posso narrar fatos da vida deles que não serão mencionados na história original (infância, adolescência, primeiro beijo, nascimento, etc), além de serem mais longos que um capítulo (são os chamados one-shots), porém mais curtos que uma longfic (até hoje, meu filler mais longo teve cinco capítulos). Isso é bom que na semana que eu posto o capítulo eu posto o filler de brinde! Entenderam? Agora vamos ao aviso real! O que lerão é a narração de um estupro e a tentativa de um homicídio. Exatamente, você não leu errado e provavelmente é a primeira vez que você está lendo algo assim no Nyah envolvendo Sasuke e Naruto. Eu já li fics com sexo selvagem, mas nada sem o consentimento dos parceiros - se alguém leu, fique a vontade em me indicar nos comentários - mas aqui, nessa fic, você via ler um estupro de verdade, então muita calma nessa hora. Você não verá mais um exemplo de um "Sasuke pseudo-babaca" cheio de orgulho que pensa ser mal, mas age como um "pseudo-badboy". Citando um livro que eu simplesmente acho que não deveria existir - MINHÃ OPINIÃO - Sasuke "não faz amor, ele fode" e quando pensem na palavra foder, pensem na forma mais dolorosa que vocês conhecerem. Fic de máfia, então os personagens terão a postura de mafiosos, principalmente o Sasuke que é um gangster treinado para matar. Basta vocês lembrarem de que ele foi enviado para um local de Treinamento Suicida e faz parte de uma Organização de Guerra. Mas Nonna, por que você faz isso, se o Sasuke gosta do Naruto? Quer mais motivos do que as que eu citei antes? Apesar de terem me pedido lemon, vocês não lerão um lemon, não será uma romantica noite de sexo entre os dois personagens. Agora que estamos avisados, eu espero que tenham maturidade para ler o capítulo e comentar. Tem sexo, mas não é nada bonito e é partir desse capítulo que as coisas vão ficar mais complexas e mais difíceis, então se quiserem partir daqui e ir embora, fiquem a vontade. Sem mais delongas, o capítulo. (com uma foto sexy do Sasuke de terno)

Até onde eu entendo de relacionamentos, é preciso que haja confiança entre os cônjuges e respeito mútuo, além de que coisas fora do limite jamais ocorram. É o que acho. O problema é que o que eu acho é completamente diferente da minha real postura e daquilo que eu faço. Eu acho muitas coisas, mas com poucas em concordo. Enfim, eu acho que em relacionamentos as pessoas precisam ter um sentimento bom para ser compartilhado e qualquer relação que saia disso seja boa e especial, não é? Mas comigo, as coisas não caminham por esse caminho.

Então, acontece que eu acabei de sequestrar uma pessoa. E eu gosto dessa pessoa e eu a sequestrei por causa de uma crise de vontade repentina de transar com ela. Mas Sasuke, que coisa feia sequestrar alguém só para ter sexo! Sim, é horrível, me processe. Nos vemos no tribunal, personificação da justiça.

Deixe-me contar o que eu fiz e o que está acontecendo. Primeiro eu invadi a casa armado e em companhia de trinta "jagunços". Dezessete pessoas bem armadas morreram naquela noite pelas mãos da pessoa, de modo que eu tive dar uma surra miserável na minha vítima até ela apagar. Depois de uma longa briga entre eu e essa pessoa, finalmente consegui pará-la com uma coronhada de fuzil. Eu injetei drogas estimulantes e alucinógenos nele. Isso foi o que eu fiz. Agora, o que está acontecendo é ainda "melhor". Atualmente estou de pé numa cama com lençóis recentes trocados, mas nem por isso são brancos, do motel mais derrubado que eu encontrei nos arredores de Konoha, com alguns de meus seguranças que sobreviveram do lado fora do prédio.

Abaixo de mim, entre minhas pernas, com os braços amarrados juntamente com a cauda, o rosto coberto por um saco preto com protetores de ouvido por cima e sem camisa, ofegante e um pouco suado, está a minha “vítima”.

Eu estou desabotoando a minha camisa e analisando esse corpo tão tentador. Jogo a roupa para cima de um criado-mudo com uma luminária de luz amarela, que pouco iluminava o quarto, e lá vejo a injeção usada. Continha um líquido alucinógeno estimulante semelhante aos que eu aplicara anteriormente. Eu o injetara nessa minha deliciosa vítima. Oh merda, estou babando de tesão – por cima e por baixo – se é que me entendem, porque mesmo que não seja o mais perfeito dos ambientes, ainda sim a visão que estou tendo agora é inexplicavelmente incrível.

Ajoelho-me sobre as pernas dele e o sinto tremer com o toque carinhoso da minha cauda em seus pés, não pude evitar um sorriso ao ver sua pele corar pouco a pouco.

Afago sua barriga de garoto em crescimento, sentindo a pele um pouco áspera, curvo-me em reverência a todo o seu esplendor, beijando seu peitoral suado, um mamilo de cada vez.

–Eu queria que esse momento fosse o nosso primeiro e mais perfeito, mas... Tudo bem se for assim. – minha voz estava mais rouca que o normal, eu lambia cada ponto que eu podia – É uma pena que não possa me ouvir, mas não quero que saiba a verdade ainda...

Fui para a fivela de seu cinto e abria com pressa. Foda-se, ele não está vendo, não tem para que eu fazer alguma preliminar. Eu praticamente arranquei fora as calças dele e suspirei de satisfação ao ver que ele também estava excitado – infelizmente por causa da droga que eu injetara nele, não por minha causa – e rápido tirei sua peça íntima e contemplei seu corpo nu, só para mim, encolhendo as pernas por causa do frio do ar-condicionado, que fazia um barulho de motor infernal. Coloquei de bruços e arrebitei sua bunda para mim.

–A única coisa que eu me arrependo é de não poder ver seu rosto. – lambi lentamente aquela fenda e me concentrei em penetrar seu reto com minha língua. As primeiras vibrações são sempre as mais estimulantes. Seus gemidos eram música para os meus ouvidos. Beijei com devoção a pele de seu corpo, iniciando por sua bunda e descendo por suas pernas, subindo novamente, deixando marcas por onde eu podia.

Parei e espalmei sua bunda, abrindo-a com ambas as mãos, dei um beijo ali e busquei algo para prepará-lo. Nada, eu não trouxera nada. Saí com tanta pressa de casa que só tive tempo de pegar algumas camisinhas. Soltei-o e suspirei, indignado. Ouvi-o arfar, como se procurasse meios melhores para respirar, eu ri e comecei a chupar dois dedos meus. O jeito é usar saliva, no fim das contas, e não posso me demorar. Meu pau está latejando.

Devagar meti um dedo, empurrando com dificuldade para dentro daquele cú virgem, depois enfiei outro e meti com mais vontade, arfando de desejo enquanto eu abria as minhas calças, eu precisava me tocar ou iria enlouquecer. Enquanto eu me tocava lentamente, eu meti outro dedo, alargando como podia aquele lugar, fiz minha cauda masturbá-lo e chupei seus testículos com vontade. Enfim os gritos. Sim, ele começou a gritar e se contorcer.

–Mais alto! Eu quero que meus homens no meio da rua escutem o quanto você está enlouquecendo de prazer! – ele não podia me ouvir, mas eu queria gravar para sempre aqueles sons alucinantes – Droga, eu vou gozar antes de meter em você! Nem pensar! Foda-se! – tirei meus dedos, afastei minha cauda e empurrei meu pau com tudo dentro dele.

Acho que eu só ouviria um grito alto daquele quando torturasse violentamente alguém. Seus músculos retais se contraíram e eu vi sangue escorrer quando fui para trás, para mais uma deliciosa investida. Ele gritou de novo. Outra e mais um grito. Uma investida, um grito, uma investida um grito, uma investida um grito. Com força, com vigor, com rapidez, esmagando seus mamilos entre meus dedos, enquanto minha boca marcava seus ombros e seu pescoço.

Vire-o de barriga para cima e sorri com o resultado da depilação apressada que eu fizera nele enquanto estava desmaiado. Continuei metendo, sem diminuir meu ritmo assistindo ao seu pênis borbulhar por causa das drogas e do prazer. Retirei rapidamente meu pau, coloquei uma camisinha e voltei apressadamente para dentro dele, obrigando-o a arquear as costas e gritar ainda mais alto. Mamei em seu peitoral e lhe dei um bom agrado, masturbando-o com velocidade. Pensando bem acho que não o agradei, porque ele gritou mais alto e começou a se debater em cima da cama, tentando inutilmente me afastar com as pernas.

–Você é incrível! Ainda pode lutar! O que eu coloquei em você não foi suficiente para te nocautear, mas tudo bem. Eu adoro um sexo difícil! – peguei minha pistola e dei uma coronhada em sua cara. Ouvi-o tossir e gemer por causa da pancada. Ele ainda se debateu com força, então eu dei outra coronhada, ouvindo o quebrar de seu nariz. Minha vítima tosse incontrolavelmente e eu vejo o quanto empapado de sangue ficou o saco preto que eu colocara em sua cabeça. Finalmente ela parou.

Penteei meus cabelos para trás e ri, abrindo suas pernas para me encaixar ali, revirei meus olhos e lambi meus lábios.

Voltamos aquele ritmo louco de antes até que finalmente gozei dentro dele. Retirei-me devagar, vendo o sangue escorrer de sua fenda ferida e olhei para o meu casaco abandonado no chão. Por sorte eu levara duas doses extras para caso que a primeira não surtisse efeito, o que aconteceu de verdade. Injetei uma na altura de seu pescoço e comecei a me masturbar esperando o efeito da droga, arfando de expectativa e vendo linhas vermelhas se formarem ao longo de suas pernas.

Ele ficou se contorcendo, mexendo-se de um lado para outro até que, do nada, gozou sobre o próprio corpo, me fazendo sorrir.

Coloquei outra camisinha e rápido eu já estava nele, obrigando-o a me ter dentro dele. Lambi sua barriga, sentindo o gosto curioso de seu sêmen em minha língua áspera. Minha vítima voltou a gritar, ora por causa das investidas fortes em seu interior, ora por causa da minha própria língua, que realmente arranha. Puxei-o para meu colo, de modo que fiquei sentado em meus calcanhares e com as minhas mãos o fiz galopar loucamente no meu colo.

–Assim, isso mesmo, me aperta, luta para que eu não entre! É assim que eu gosto! – mordi seu ombro com força, deixando filetes de sangue escapar pelas costas marcadas e cravei minhas garras em suas coxas – Agora devagar, bem profundo, assim! – fi-lo subir e descer lentamente, ao ponto de entrar e sair completamente de dentro dele.

Beijei avidamente seu pescoço, fazendo-o gemer no meu ouvido.

Eu estou putamente ensandecido!

Segurei-o pelos braços, dando um espaço entre nossas barrigas e voltei a meter com vontade, assistindo ao seu pau explodir em outro gozo, esmagando-me em seu interior, mas eu só gozei alguns minutos depois, bem fundo, de tal modo que eu achara que a camisinha iria estourar. Mas fora só um “achar”. O sangue manchou ainda mais a minha virilha, mas eu nem me importei com isso, meus olhos já estavam vermelhos demais para enxergar qualquer coisa.

Joguei-o de lado sobre o colchão e busquei outra camisinha.

–Olha só o que você fez comigo! – falei rindo – Ainda estou duro como ferro! – desamarrei velozmente seus braços e os prendi na cabeceira da cama. Seus pulsos estavam um tom roxo, meio esverdeado e um de seus dedos estava quebrado, mas não estava pior do que o seu quadril ferido e estapeado – Vou te comer assim agora, então aguente, porque só vou parar quando as camisinhas acabarem!

Amarrei sua cauda no seu pescoço e comecei a me mover dentro dele, com rapidez e necessidade, de olhos fechados e concentrado.

Não sei o que era mais alto. O barulho do ferro da cama se chocando contra a parede, os meus rosnados, nossos corpos se batendo com violência, as músicas que tocavam em meu celular – para me dar mais inspiração — ou se os gritos da minha vítima. Acho que os gritos dele se sobressaíram ante tudo. De repente sua cauda se soltou e começou a chicotear o meu abdômen. Eu ri por causa da coincidência e por causa da dor. Agarrei sua cauda e mordi-a com força, quase arrancando um pedaço fora. Ele continuava se debatendo loucamente, o que me deixou extremamente irritado.

Peguei a última dose e apliquei em sua nuca. Sua cauda estava em minha boca e eu ainda metia com vontade quando senti seu cú relaxar. Sorri, satisfeito. Desamarrei seus braços e os prendi atrás de suas costas de novo. Sentei-o de costas para mim, com seu rabo – eu deveria dizer os dois rabos, não é? – sangrando e obriguei-o a galopar novamente enquanto eu o masturbava impiedosamente. Ele gritou e gemeu com a cabeça encostada em meus ombros e seu senti que ele estava finalmente se entregando aos efeitos alucinógenos.

A única questão fora que eu aplicara três doses, quando uma já é suficiente para matar uma pessoa por ataque cardíaco. Quando ele gozou, seu corpo pendeu friamente para frente, chocando-se surdamente contra o colchão manchado. Acabei por gozar também.

–Finalmente... Me acalmei... – toquei seu corpo, analisando os cortes e percebi que não havia reação. – Dormiu? – não ouvi nada. Saí da cama e fui para o banheiro, depois de uma rápida ducha eu me vesti novamente e fitei-o com tranquilidade. Ele dormia como um anjo com a cabeça coberta por um saco preto. Mas dormia mesmo?

Limpei-o com um pano úmido e pus se sua cueca e sua calça. Sua cauda estava com uma ferida feia, provocada por meus dentes, e provavelmente seu canal retal estava estrompado. Sentei-me na cama, de costas para ele, e suspirei longamente. Nenhuma reação.

–Que merda foi essa? – me perguntei – Eu acabei de estuprar... – bati minhas mãos na cabeça e tentei me acalmar – Não é a primeira vez que eu fiz isso! Calma, Sasuke, calma! Você é da máfia, não pode ficar preocupado com isso... Relaxa cara, relaxa...

Ouvi um ranger de molas e fitei minhas costas. Nada, tudo como eu deixara. Esfreguei meu rosto novamente e fiquei pensando o que aconteceria se ele descobrisse que fora eu que o estuprara e o drogara. Novamente ranger de molas. Mas não tive tempo de me virar. As cordas que eu usara para amarrar aquele cara estavam agora em meu pescoço e me enforcava com tanta força que eu achei que meus olhos saltariam das órbitas.

Joguei-me para trás e comecei a me debater, sem saber o que fazer, sem conseguir gritar ou me apoiar em alguma coisa, balançando freneticamente braços e pernas no ar. Vi suas pernas prenderem as minhas e as cordas se apertarem ainda mais. Eu vou sufocar, sufocar, eu vou morrer, esse cara vai me matar! O jeito que tive foi cravar as minhas garras em suas pernas, mas isso só gerou uma breve folga. Ergui-me como pude e ele veio logo atrás, ainda tentando me sufocar, mesmo com suas pernas e sua cauda sangrando.

–Me larga! – gritei e ele pareceu me ouvir, pois as cordas me deixaram, mas eu estava enganado: agilmente ele subiu em mim e travou suas coxas em torno da minha cabeça, apertando-a com uma força que eu não sabia que um homem drogado podia ter.

Bati desesperadamente em suas pernas com os punhos e cambaleei, sentindo-me tonto com a pressão e o peso sobre meus ombros. Uma dor de cabeça aguda parecia perfurar o meu cérebro por causa do que ele fizera contra mim. Caí pesadamente sobre a cama e ouvi-o rolar por cima dos travesseiros. O móvel gemeu. Respirei fundo e tentei tornar os meus sentidos, quando uma risada maníaca ecoou pelo quarto, me arrepiando completamente de medo.

Sim, medo. Porque no mínimo esse cara deveria estar morto depois das dosagens de estimulantes que eu injetei nele.

Coloquei-me de quatro e vi-o escorado na parede, sentado, tamborilando os dedos nas mãos ainda amarradas. Seu rosto ainda estava com o saco e linhas grossas de sangue escuro escorriam pelo seu peito. Engoli em seco e movimentei-me para sair da cama, mas ele foi tão rápido que eu deixei-me levar pelo susto que eu tivera: num piscar de olhos, aquele cara estava com suas pernas em volta do meu pescoço, aplicando-me um enforcamento em triângulo com submissão. Bati em suas coxas, mas senti minhas forças me deixarem.

Seus punhos apertaram-se e ele acertou o alto da minha cabeça com toda sua força, me empurrando para fora do espaço mínimo que ele deixara entre seus joelhos. Caí sentado que nem uma criança e completamente desorientado. Ele se levantou devagar e veio até mim, descalço e imponente. O que eu fiz? O cara vai me matar e com todas as razões do mundo! Eu estou muito ferrado, por Deus, eu estou completamente ferrado.

O cara parou, retirou os protetores de ouvido e com o pé tocou levemente a minha virilha. É o quê?! Ele vai me castrar?! Seu pisar leve mudou para uma felação tranquila, mas eu sou um gato e sou desconfiado: afastei-me até ficar encurralado na parede. Ele me acompanhou e voltou a me massagear com o pé. Mesmo eu sabendo que eu iria ficar sem, arfei de desejo, pois meu pênis voltara a endurecer. Ouvi-o rir brevemente.

Suas mãos amarradas puxaram minha cabeça contra sua virilha e eu entendi o que ele queria, o fiz com todo o prazer que me era permitido. Mordisquei os botões de sua calça e com a língua os tirei, para então baixar o zíper. A peça de roupa desceu sem ordens e depois foi a vez da cueca ser retirada com a minha boca, de modo que fiquei curvado diante de suas pernas, como um servo humilde e obediente. Retirei aquelas roupas e continuei curvado, esperando seu próximo comando silencioso.

Sua cauda tocou o meu queixo e entendi que eu tinha que me sentar, depois ela apalpou-me entre as pernas e eu me desfivelei, permitindo que meu pênis, já ereto, escapasse. Então ela subiu lentamente por meu peito e eu fui desabotoando minha camisa pelo caminho e retirando meu paletó. Fitei aquele saco preto com desespero, como se eu pudesse ver seus olhos imperiosos me dando ordens e me humilhando.

O cara se virou e ergueu a cauda, me permitindo ver aquele lugar que eu tanto machucara. Eu tinha que prepará-lo novamente, se eu bem entendera. Lambi e beijei aquela entrada ferida, dando o máximo de mim sentindo o gosto amargo do sangue em seu cú. A cauda dele envolveu meu pescoço e eu percebi o quanto ela era musculosa, sufocando-me lentamente. Eu entendi que se eu forçasse algo ele me enforcaria sem problemas. Acariciei suas pernas enquanto eu o preparava até que seu pé me deu um “coice”. Senti minhas costas doerem contra a parede dura.

Ele se virou e encostou sua glande em meus lábios. Suguei-o como uma criança que mama no seio da mãe. Ele acabou por arfar de desejo, o que me fez sorrir mesmo com a boca preenchida por seu pênis delicioso. O cara me empurrou de novo e se abaixou de vez, descendo com tudo contra meu pênis, me fazendo gritar de prazer.

Nem sei como foi que ele conseguiu se encaixar tão certeiramente. Mas ele se encaixou e gemeu baixinho. Galopou, galopou, galopou, galopou, galopou tão bem que quem gemeu dessa vez fui eu enquanto ele ria baixo e doentiamente.

Seus braços passaram por cima de minha cabeça e eu me senti abraçado. Deitei-me de lado ao seu comando e ele me obrigou a estocar naquela posição complicada. Tive que usar o dobro de força nas costas para ficar com os quadris da altura dos seus e assim meter com vontade, pois ao que me pareceu quanto mais força e rapidez eu usava, mais ele se arrepiava e ria. Mas eu ainda via o sangue escorrer pelo seu corpo e pingar sobre as minhas roupas.

Beijei devotamente as feridas de seu corpo e de repente ele nos fez rolar pelo chão, tipo uma cambalhota para trás, sem nos desconectar. Entendi imediatamente quando vi que seu quadril não abaixara, suas pernas entrelaçaram minha cintura no ar e seus braços forçavam minha cabeça para frente. Continuei empurrando mesmo com aquela posição desconfortável para mim, até que ele gozou, mas me deixou continuar, pois ele percebeu que eu ainda não estava satisfeito. Rolamos para o lado e ele tirou os braços de cima de mim, colocando-os acima da cabeça e ele começou um rebolar tão lento que me fez perder as forças. O cara estava rebolando de acordo com a música que estava tocando no meu celular, contraindo seus músculos internos, me torturando impiedosamente.

–Puta que pariu!!! – eu gritei quando ele começou a quicar no meu colo sem ajuda dos braços, subindo um pouco com um salto e descendo rebolando lentamente, usando as forças das próprias pernas. Sua cauda serpenteava atrás de si – Mas que porra é isso?! Vai me matar desse jeito!!! – de repente ele parou e se levantou, caminhando para longe de mim, indo até a minha arma e pegando-a. Fiquei desesperado. – Se vai me matar – falei ofegante – Me deixa pelo menos gozar dentro!

Ouvi sua risada e suas unhas roçando contra as cordas que prendiam suas mãos. Caíram e ele estava livre. O cara se vestiu tranquilamente e engatilhou a arma contra mim. Deixei minha cabeça cair e suspirei. Se for para morrer, pelo menos vou morrer satisfeito. Pensei enquanto me tocava rapidamente, ao som de uma música sensual e de sua risada. Fitei-o, sentindo os impulsos elétricos causados pela proximidade do orgasmo e os meus olhos nublarem de prazer. Me sentei subitamente, sem parar de me tocar, sem acreditar no que eu estava vendo.

Ele estava de costas, movendo-se lentamente como uma dançarina do ventre, aproveitando o momento lento da música e quando ela ficou animada, ele começou a rebolar freneticamente, na “Dança do Bumbum”.

Meu coração foi a mil por segundo e eu acabei gozando só por vê-lo rebolar daquele jeito. Peguei-me rindo da minha própria sorte enquanto fechava a minha calça e ouvia sua risada sádica mesclar-se com a minha. É muita zica, constatei.

–Você sabe torturar como ninguém... Sabe mesmo... – eu arfava, extasiado. Fora o melhor sexo da minha vida. Eu posso morrer feliz – Vai, pode puxar o gatilho. – fiquei na pose de Cristo crucificado e fiquei movendo minha cauda lentamente ao meu lado. Os disparos me fizeram encolher. Olhei em volta e vi os buracos dos tiros ao meu redor.

Ele disparara, mas não para me acertar, apenas para me intimidar ou para descarregar a arma. Ouvi alguns tiques metálicos e me voltei para a minha vítima, levantando meu rosto.

O cara desmontava minha arma e jogava as partes sobre cama, despejando o resto das balas no chão, como se fossem contas que caíram de um colar quebrado. Levantei-me cuidadosamente, com medo de que alguma coisa fosse acontecer e fitei-o com curiosidade. Ele jogou o saco preto sobre a cama e finalmente eu vi seu rosto ferido. As coronhadas que eu lhe dera lhe cortara os lábios e fizera seu nariz sangrar: num gesto brusco ele colocou o nariz no lugar.

–Escuta... – ele não me olhou, nem me deu ouvidos. Virou-se pelo outro lado e saiu do quarto mancando de uma das pernas, deixando um rastro sinistro de sangue pelo caminho. – Espera...! – nenhuma resposta. Ele me ouviu, mas não me viu, não me direcionou nenhuma palavra, apenas saiu rindo folgadamente.

Dez minutos depois dois capangas meus entraram no quarto e me viram sentado na cama, com as mãos entrelaçadas e de cabeça baixa. Levantei lentamente meu olhar e sorri ao ver seus paletós manchados com sangue que eu supunha ser dos outros.

–Senhor, ele...

–Eu sei, eu sei. – falei me levantando e ajeitando meu paletó – Eu disse que não era para vocês se meterem com ele. – comentei com desdém. Ao sair do motel, eu vi um camburão da polícia levantando metade dos homens que eu levara para sequestrar o cara e fazer a minha proteção – Égua! – murmurei sorrindo com a quantidade de pessoas que saíram algemas do motel. Quem escapou dos policiais? Eu e os dois capangas que estavam comigo.

–O que vamos fazer? – um deles me perguntou.

Franzi o cenho e saí caminhando rua abaixo. Eles só me acompanharam. Eita que essa noite foi comprida, graças a Naruto. A calçada estava manchada de sangue, abaixei-me e toquei aquela mancha recente, farejando o ar. Era o sangue de Naruto. Olhei mais a frente e vi alguns pontos espalhados de sangue.

Só Deus sabe o quanto eu me ferrei com o que aconteceu essa noite.

Notas finais
As notas iniciais ficaram longas pra cacete, mas isso é bom de vez em quando, porque é a forma que eu tenho de me comunicar com vocês de modo geral! Mas... Perguntinha: quanto Sasuke está ferrado?