Amor que não se pode explicar
1 Prólogo
Notas iniciais
olha só quem já voltou. rsrs
não consigo ficar muito tempo sem escrever, e confesso que estava sendo uma tortura rsrs
sei que tinha levantado a hipotese de uma segunda temporada de Real love ou uma versão da 5 temporada, mas essa historia surgiu com um surto em minha cabeça e precisava escreve-la.
espero que gostem.
Enjoy *.-

Uma tarde tranquila de outono. Brisa suave, sol quase se pondo, passarinhos se despedindo do dia com um belo canto, as folhas das árvores balançando de acordo ao vento. Tudo parecia perfeitamente bem, a natureza toda parecia conspirar para mais um dia perfeito.
E no meio de tanta perfeição um choro ecoou no tão silencioso hospital de Beacon Hills. Mais um bebê tinha nascido. Nada demais você pode pensar, já que milhares deles nascem todos os dias em todo mundo, mas esse seria especial, já que se trata de um dos protagonistas de nossa história. Nessa lindíssima tarde veio ao mundo o pequeno garoto Stiles Stilisnki, que na verdade não recebeu esse nome, mas seria o que ele escolheria usar mais tarde.
A família não podia está mais feliz. O pai, o xerife da cidade, a mãe uma linda e gentil jovem. Mas as coisas já mostrava que não seriam nada fáceis para o garoto que acabara de nascer.
O parto fora mais complicado do que o previsto e logo após o seu nascimento, sua mãe sofreu uma parada cardíaca, vindo a falecer pouco depois de ver o rosto do seu pequenino filho e só teve a oportunidade de lhe dizer “ eu te amo”.
Ao receber a noticia o xerife ficou em uma mescla de sentimentos. Tinha seu pequeno garoto nos braços, seu lindo filho, o melhor presente que poderia receber de sua amada esposa. Mas agora ele não poderia cuidar dele com ela, como tinha planejado. Sua dor era imensa.
No outro lado da cidade mais uma família estava reunida. Tudo parecia exclusivamente perfeito. Os filhos brincavam na sala, os adultos conversavam na cozinha. Apenas um membro não estava presente. O filho caçula da família Hale, que estava na escola já que ficara de detenção ao brigar com um garoto por defender sua família que estava sendo insultada de estranha.
A tarde já estava se esvaindo quando o jovem retornou para o lar que ficava no meio da reserva florestal da cidade, completamente isolada da vida urbana e por isso mesmo eles eram alvos de constantes insultos, mas o garoto não podia reclamar. Não quando se tinha uma família completamente perfeita como a de Derek. Pais carinhosos e irmãos e primos perfeitos.
Ao se aproximar da casa, o garoto sentiu que algo estava errado. Sua pele arrepiou e pôde sentir o cheiro de fumaça. Ao olhar para a casa onde morava, seu corpo todo tremeu, seus olhos encheram de lágrimas, seu peito doeu e suas pernas fraquejaram.
Viu seu lar, sua alegria, sua família, tudo que mais amava ser consumido pelas chamas, e foi pensando nisso que correu o mais rápido que seus poderes lupinos permitiram. Em poucos segundos já estava dentro da casa. Brilhou os olhos intensificando a visão para poder enxergar no local que estava todo tomado de fumaça, fogo e tristeza. Procurou por alguém ao qual pudesse ajudar e ouviu uma voz que reconheceu imediatamente.
- Laura? Onde você esta?
- No meu quarto. – Falou baixinho com a voz fraca.
O garoto tentou passar pela sala, mas tudo estava tomado pelo fogo. Lembrou-se da entrada dos fundos e saiu desesperado. Arrodeou toda a residência chegando á porta estreita que dava ao corredor de acesso aos quartos. Rapidamente estava em frente á porta do quarto da garota.
- Vou arrombar a porta, saia de perto. – Gritou avisando á irmã.
Não teve resposta e isso o preocupou. Meteu o pé com toda a força contra a porta que com ajuda do fogo já estava quase solta, e ouviu um baque surdo quando ela se encontrou com o chão e mais uma vez agradeceu por seus poderes lupinos.
Assim que a porta caiu pôde ver a jovem caída ao pé da cama, provavelmente por ter inalado fumaça demais. Pegou a irmã nos braços e saiu o mais rápido que pôde da casa.
Assim que saíram o jovem colocou a irmã deitada na grama, e mesmo sentindo as lágrimas escorrem pelo rosto e o desespero agitar todas as células de seu corpo, ele pôde ouvir sirenes e logo já tinha muitas pessoas ao seu redor, perguntando como estava, o que aconteceu. Mas ele parecia não ouvir ou ver nada. Estava trancado em seu mundo de dor e só foi despertado quando viu sua irmã ser colocada na ambulância. Não sabe como, mais quando se viu já estava dentro da ambulância segurando a mão da garota desacordada.
A vida já mostrava que não seria fácil para nenhum dos garotos. Tão novos e com uma dor que muitas pessoas não sentem nem durante uma vida inteira.
Mas isso os impediria de tentar vive-la da melhor forma possível?
Notas finais
como já avisei, essa fic provavelmente será semanal, já que meu tempo esta corridissimo, mas isso não me impede de as vezes postar mais de um por semana rsrs
Bjão a todos, esperando ansiosa a opinião de vcs
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