Amor por acaso
25 Capítulo 25
Notas iniciais
Amores da minha life, desculpem pela demora. Eu já tinha escrito faz um tempo, mas estava com preguiça de digitar kkkk por favor não me batam. Como sou boazinha vai ter um curto hot neste cap com o (" ") de sempre.
É isso, boa leitura.
Ela me beija e se aconchega em meu peito enquanto acaricia meu pescoço.
--------------------------------------------------- — Emma?! — É Regina me chamando. — Hm? — Resmungo. — Acorda, loirinha. Senão vamos nos atrasar. — Ela faz que vai levantar e eu a prendo pela cintura. — Você não vai sair daqui sem me dar, pelo menos, um beijo. — Te dou quantos você quiser, mas no banho porque hoje não podemos nos atrasar. Vai ser mais corrido do que ontem. Regina está diferente. Desde que conversamos, ela parece não se importar em esconder o que temos. Todo tempo livre que teve, ela passou comigo. Não que eu ache isso ruim, mas tenho certeza de que ela está aprontando algo. Ela sai do quarto e eu vou logo atrás de mão dada. Só que para piorar Zelena estava virando o corredor e nos viu. A ruiva deu um sorriso venenoso e veio até nós duas. — Não posso nem passar a noite fora que o casalzinho aproveita? — Ela fala cruzando os braços e sorrindo. Engulo em seco e tento soltar minha mão da de Regina, mas ela impede, segurando firme minha mão. — Na verdade... — Eu começo a falar calmamente, mas com o coração na boca. — Na verdade, Emma e eu ficamos até tristes que você não tenha estado em casa na noite passada. — Regina fala com confiança e me deixa surpresa — Tenho certeza de que você adoraria ouvir os gemidos deliciosos que a Emma tem. — Ela termina em tom de deboche, eu engasgo meio atônita com o que ela acabará de dizer. Não havia acontecido nada, mas ela sabia provocar a irmã. — Que gracinha você fingindo que tem coragem para assumir um relacionamento, quando nós duas. Opa. Nós três, sabemos que você só está se aproveitando da cachinhos de ouro. — A ruiva fala sem se abalar com o comentário da morena. Sinceramente? Se essas duas já são assim, eu espero mesmo que eu não tenha que conhecer a mãe delas. — O engraçado é que você acredita me conhecer muito bem mesmo depois de dez anos. Tudo bem que eu posso até ter sido ainda aquela garota medrosa que você humilhava, mas eu não vou mais me privar do que sinto por medo do que você vá falar. Porque eu percebi que não sou uma mal-amada que vai acabar sozinha, algum dia, como você ou a mamãe. — Eu estava quase de queixo caído. Zelena a olhava com raiva e preferi ficar calada porque eu já custo lidar com uma Mills furiosa, imagina ter de lidar com duas. — Mal-amada é a Emma que não vê o quão emocionalmente instável é a mulher com a qual ela esta se envolvendo. — Você não abra a boca para falar uma vírgula, se quer, da Emma. Ela pode ser muitas coisas, mas mal- amada ela não é. Eu a amo como ninguém nunca vai te amar, e tenho certeza que ela me ama também. Por essa razão ela confia em mim e algo que ninguém nunca vai sentir por você é confiança. Eu me sentia um cego no meio da terceira guerra mundial, elas não estavam gritando, mas não as de suas vozes matava qualquer um. — E sabe por quê você não tem a confiança e o amor das pessoas? Porque, ao invés de se sentir feliz pelas conquistas delas, você sente inveja porque não tem capacidade de conquistar o mesmo. — Ok, já chega, não é? Acho que Zelena já entendeu. — falo ao ver que se continuasse naquele rumo logo as duas estariam se estapeando no chão. Puxei Regina para o banheiro e olhei para ela que começou a rir. — Regina! — a seguro pelos ombros e ponho minha mão em sua testa, medindo sua temperatura — Você está bem? O que foi aquilo que você acabou de falar? — Estou maravilhosa, meu amor — ela fala sorridente. — Está bem, mas de onde surgiu essa coragem? Ela chega mais perto de mim e começa abrir os botões da blusa do meu pijama. -De você. — responde e começa a beijar meu pescoço — Sabe... Eu pensei bastante deitada, com você ontem, na cama elástica. — ela falou ainda distribuindo beijos no meu pescoço, sua mão acaba de desabotoar meu pijama e sobe quente pela minha cintura até meus seios. Minhas pernas bambearam e andei um pouco para trás me apoiando na pia. Fazia algum tempo que não eu não sentia aqueles seus toques e aquilo me fazia perder o raciocínio. -E ...o que.. você pensou? — perguntei pausadamente de olhos fechados, me controlando pra não gemer. Ela morde meu queixo olha para mim enquanto termina de tirar minha blusa. — Que se você tem tanta confiança em mim e me ama tanto a ponto de esperar o tempo que for para que eu supere meu medo. Então eu confio que você vai estar comigo mesmo que as coisas fiquem difíceis quando eu superá-lo. — ela me dá um selinho e desce a boca até meus seios me fazendo suspirar. — Você não disse que hoje seria corrido. — sinto sua mão livre na barra da minha calça. -Eles conseguem se virar se nos atrasar uns dez minutinhos. — Regina desce os lábios pela minha barriga e abaixa minha calça e calcinha juntos. " " Ela põe uma perna minha em seu ombro e, logo depois, abocanha minha intimidade. Apoio minhas mãos na pia e mordo meu lábio para não gemer. Ela continua a me chupar e aquela sensação é tão boa que acabo por não conseguir conter alguns gemidos baixos. Em minutos me derramo em sua boca e seguro mais forte na pia até minha respiração se normalizar.
Regina levanta, tira sua roupa e me puxa para o chuveiro. Assim que, ela liga o chuveiro eu a empurro contra a parede do box e a beijo com saudades daquela pele- quente, suave e arrepiada — contra a minha. Desci minha mão até seu centro pulsante e apertei, o que a fez gemer em minha boca. Passei a morder seu pescoço, eu adoro aquele cheiro doce do perfume dela. Meus dedos deslizaram para dentro da mesma e ela mordeu meu ombro como sempre faz quando quer conter um gemido mais alto. Chupei seu pescoço enquanto ouvia seus suspiros e a respiração entrecortada, até que senti seu líquido quente escorrer em meus dedos. " " Depois do banho cada uma foi para seu quarto se trocar. Logo após vou ao quarto do Henry mas ele não estava lá e a cama está feita. O que ele tinha aprontado agora? Desci e nem sinal dele, na biblioteca também não. Já estava ficando preocupada quando vou ao quarto de Regina. — Gina, você viu o Henry? Eu não a... — falei depressa entrando no quarto e ela se vira pra mim, põe o indicador na frente da boca para que faça silêncio e aponta para a cama dela. O garoto estava dormindo esparramado na cama da mãe. — Será que ele ficou acordado muito tempo te esperando? — pergunto baixo sentando na cama e acariciando a cabeça dele. — Acho que não. Do jeito que ele correu a tarde toda ontem, deve ter capotado assim que se deitou. — ela responde fechando o batom e vindo até nós dois — Não acordei ele ainda porque eu ia te chamar para conversarmos sobre nós duas. — Você tem certeza de que quer fazer isso? — Absoluta. — ela se senta de frente para mim, também na beirada da cama. — Henry — chamei e assim que viu as duas ele se sentou apressado. — Por que as duas estão aqui? — Lembra que uma vez eu estava aqui no quarto da sua mãe e disse que você ia saber de uma coisa legal logo, logo? — comecei dizendo e ele confirmou com a cabeça — Então, não sei se você vai gostar, mas... — Regina se ajeita, respira fundo, segura uma de minhas mãos e fala: — Emma e eu... Emma e eu.... — Estão namorando? Agora me conta uma novidade. — o garoto fala como se já estivesse na cara e Regina arregalou olhos surpresa. Abaixo a cabeça e tampo o meu rosto com uma mão para segurar o riso. Não estou muito surpresa o garoto é muito esperto para não ter percebido. — Desde quando você sabe? — Regina pergunta ainda perplexa com o que filho acabará de dizer — Bom, eu tenho minhas suspeitas muito tempo — ele falou pondo uma mão fechada no queixo e a outra apoiando o braço como se estivesse solucionando um mistério — Mas tive certeza ontem, quando o moço do sorvete passou perto do pula-pula e fui procurar vocês para pedir dinheiro. Ai vi vocês se beijando naquela barraquinha perto do escorregador. — Você viu, o quê? — Regina estava começando a ficar pálida. — Foi só um beijo mãe — Espera. — falei ao me dar conta do pestinha que ele é — Então ontem, quando você começou a me fazer perguntas, você já sabia estava só fazendo graça, seu pimentinha? — Você tinha que ver sua cara ontem. — ele fala apontando para mim e começa a rir — eu acho que você ficou mais vermelha do que as mechas do cabelo da titia Rubi. — Você me paga. — falei semicerrando os olhos e ele ri mais ainda. — Meu bem, — Regina fala para o filho — mas por você está tudo bem? — Porque não estaria? — ele fica de joelhos, abraça o pescoço das duas e o abraçamos também — Agora a Emma vai ser minha mãe também. Meu coração deu um pulo ao ouvir aquilo e o apertei mais no abraço. Nunca pensei em ter filhos e para falar a verdade nunca quis ter um. Eu sei que isso é diferente porque a maioria das mulheres sonha em ter filhos, mas meu lema sempre foi " filho é uma coisa linda, desde que seja das outras pessoas". Acredito que sempre pensei dessa forma porque nunca sentir essa necessidade de ter uma criança para não me sentir sozinha. Eu posso até ser uma moleca, mas sempre fui àquela pessoa que as crianças choravam só de chegar perto. Acho que acabei pegando implicância. Porém naquele abraço eu entendi o porquê de querer ter filhos, é uma sensação gostosa ser chamada de mãe pois de certo modo ele confia em mim de todas as formas que pode e para tudo que precisar. — Emma acho que já pode me soltar. — Não posso, não. — É sério, eu preciso me trocar. — ele fala, eu o solto e ele vai correndo para o quarto dele. — Viu, não foi tão difícil. — falei pra Regina que olhava um ponto fixo na porta. — Quando foi que ficou tão esperto? — ela virá pra mim- Ás vezes, tenho saudades de quando ele ainda estava aprendendo a andar. — Mas é assim mesmo. — falo me aproximando dela — Daqui a pouco ele estar perguntando sobre garotas. — Você sabe que não vou deixar ele namorar antes dos 25, não é? — ela pergunta me fazendo rir. — Você é muito dramática, sabia? — pego o seu queixo e lhe dou um selinho demorado — Agora, acho melhor nos apressarmos porque já devemos estar muito atrasados e a culpa é toda sua. — Digo me levantando e saindo do quarto. — Você não reclamou no banheiro. — ela falou um pouco alto me fazendo sorrir enquanto descia as escadas. Desci e arrumei tudo o que precisava logo estávamos no carro. Quando chegamos Regina teve que resolver as coisas e eu fui aos brinquedos com Henry, novamente. O festival começou mais cedo e ficou tudo lotado de novo. Os amiguinhos de Henry apareceram e deixei ele ir com eles. Estava conversando com o pai da morena quando ela chegou. — Vocês agora ficam nesses segredinhos... — ela fala ao dar um beijo no pai e entrelaçar o braço no meu. — Acho que você que anda escondendo algo de mim desde que cheguei. — O senhor replicou olhando para nossos braços. — Como se você já não soubesse. Emma me contou. — Mas só contei isso. Não comentei aquela outra coisa... — disse dando uma piscadela para o pai dela porque eu sei que a morena é tão curiosa quanto filho. — Pois é...que coisas tão interessantes vocês têm conversado a meu respeito? — ela pergunta como quem não quer nada e fazendo nós dois rirmos. Um casal chega para cumprimentar ela e ela nos olha como se dissesse "isso ainda não acabou". — Sei que deve ser difícil, mas acho que você deveria se controlar mais, Emma. — Rubi chega atrás de mim falando baixo e colocando a mão em meu ombro. — Não entendi o que quer dizer. — Amiga, olha no pescoço da nossa prefeita.- segui o olhar até onde Regina conversava e meu sangue gelou. Tinha uma marca roxa bem amostra por causa do cabelo curto dela. — Droga. — vou até ela e peço licença ao casal a puxando pela mão. — Regina, você tem base o pó no carro ou com você? — Não, porque? — ela pergunta confusa. — Não fica brava comigo, mas deixei uma marca roxa no lado direito do seu pescoço. — Você, o quê? — ela põe a mão rapidamente no pescoço, tampando a marca — Eu vou subir no palco hoje, todo mundo vai ver. Emma eu te mato. — Não se preocupa, nós damos um jeito. — Espera, já sei. Tem um cachecol no porta luvas do carro. Você pega para mim, por favor? — eu faço que sim com a cabeça, ela me dá a chave e vou correndo. Peguei o cachecol e estava voltando até duas pessoas desagradáveis apareceram na minha frente. — Oi princesa, quanto tempo. — Killian disse com um sorriso sacana nos lábios. — Emma eu não sabia que conhecia meu amigo tão bem. — A ruiva diz em seguida, apoiada no ombro dele. Só revirei os olhos e fui dar a volta pelos dois, mas Zelena segurou meu braço me puxando de volta. — O que vocês dois querem? — Perguntei já ficando irritada. — Eu só quero ajudar um amigo. — Zelena deu de ombros. — Pois é. Depois daquela noite no meu apartamento você sumiu e não responde minhas mensagens. — Os olhos azuis dele me fitam e ele tenta fazer uma espécie de bico, o que me faz acha-lo mais patético. Acho que eu deveria ter sido mais seletiva com as pessoas que eu dormia. — Você não acha que isso quis dizer que eu não estou afim? — Pergunto erguendo as sobrancelhas. — Vai falar que não se encantou pelos olhos azuis?! — Zelena mais afirma do que pergunta. Chego mais perto dela e falo provocando a : — Você sabe muito bem, depois dessa manhã, que eu prefiro um par de olhos castanhos. — Por favor, não é garota? Você acreditou mesmo naquele discurso de "eu amo a Emma" ? — Ela inclina um pouco a cabeça para o lado me analisando — Você sabe tão bem quanto eu que ela só fez aquele showzinho para continuar comendo a babá gostosa do filho dela. — Eu estava a ponto de dar um tapa na cara daquela vadia, mas eu sabia que era exatamente o que ela queria então me contive.
— Você está dormindo com a prefeita? — Killian perguntou interrompendo. — Para você ter ideia. Você é tão ruim de cama que agora prefiro mulheres. — Alfinetei descontando minha raiva e ele me olhou como se estivesse ofendido. — O que está acontecendo? — Regina chama nossa atenção chegando do meu lado. — Só estou tentando juntar um amigo meu com a garota que ele gosta. — Zelena falou com o costumeiro sorriso cínico e os braços cruzados. — Qual é a parte da frase " Emma é minha namorada" que você não entendeu? — Regina pergunta também cruzando os braços e olhando com raiva para a irmã. — Para de bancar a durona. Nós sabemos que mesmo que tenha falado isso em casa, esse seu medo patético te impede de assumir um relacionamento com ela para toda a cidade. — Quer apostar? — Regina abre um sorriso — Pois observe. Regina se virou para mim e me puxou pela nuca, colando nossos lábios. Eu senti meus estômago estremecer. Ela realmente estava fazendo aquilo? Quando dei conta de que ela estava sendo a mulher confiante por quem me apaixonei, relaxei e coloquei minhas mãos em sua cintura. Ela prendeu seus dedos em meus cabelos e me puxou mais como se tudo dependesse daquele beijo. O beijo durou pouco e me fazia querer mais como todos os beijos que ela me dá, porém aquele não eram o momento. Quando recuou ela se virou devagar e concentrou sua atenção na irmã que parecia estar prestes a dar um piti ali no meio. — Satisfeita? Agora todos sabem. — Regina pegou minha mão e se virou para sair dali, mas voltou e falou : — E quer saber de uma coisa? Eu cansei, não quero que você ou suas coisas fiquem nem mais um segundo na minha casa. Não me importo se você vai embora hoje a noite. Quando eu chegar em casa eu não quero ver nenhum sinal de que você já esteve naquela casa. Você está me ouvindo? — E o que te faz pensar que eu vou fazer isso? — Se você estiver lá eu presto queixa na delegacia de invasão de domicilio e olha, eu adoraria ver você presa. — Regina havia chegado no seu limite e era de alguma forma divertido vê-la pondo para fora toda a raiva reprimida durante os anos — Sabe? Acho que você tem que aprender que sou eu a prefeita da cidade, sou eu a dona daquela casa, sou eu a dona do meu corpo e sou eu a irmã mais velha. Então, aprenda que sou eu quem escolhe como as coisas vão acontecer, você não vai mais me manipular. Entendeu? A ruiva não falou mais nada e saiu em passos duros em direção a saída. Elas não haviam falado muito alto, mas alguns curiosos que passavam por perto ouviram a discussão. Regina não se importou com algumas pessoas que olhavam apenas pegou o cachecol e colocou. Segurou minha mão e me puxou para um lugar menos movimentado. — Desculpe me. — Ela falou ao sentarmos em um banco de pedra. — Pelo que? Porque, sinceramente, eu me senti muito orgulhosa do que você acabou de fazer. — Obrigada, mas me sinto mal por você ter que passar por tudo isso. É no mínimo desgastante. — Eu quase não estou suportando sua irmã durante uma semana. Como você suportou por 18 anos? Ela sorri e diz: — Da mesma forma que você vai ter que me aturar por muito tempo. — Ela segura minha mão. Enruga o nariz e pisca os olhos, fazendo aquela careta fofa que faz quando tenta quebrar um clima ruim. — Vou torcer para que eu nunca tenha que discutir com você. — É só não fazer muita bagunça, dona Emma. — Ela fala enrolando um cacho do meu cabelo que pendia em meu ombro — Já basta a bagunça que faz na minha cabeça e no meu coração. — ela fala de forma meiga olhando para o cacho loiro em seu dedo. — E prometo bagunçar ainda mais. — falo sorrindo e lhe dando um selinho. Ela sorri e ficamos mais um tempinho conversando até que ela teve que ir e subir no palco para agradecer a todos que haviam comparecido e colaborado com o festival. Os dois Henrys apareceram e ficamos conversando. Não comentaram nada sobre o que tinha acontecido mais cedo e eles provavelmente devem ter visto. Quando ficou muito tarde as pessoas começaram a ir embora e a desmontar tudo. Era quase uma da manhã quando fomos os quatro embora. O pai de Regina havia concordado em ir no outro dia de ônibus porque Regina não o queria na companhia da irmã. Chegamos e a luz da sala refletia no lado de fora. O carro da ruiva ainda estava ali e Regina foi apressada na nossa frente. Fomos rápido atrás e ao chegarmos na sala Zelena estava sentada na poltrona observando, calmamente, uma Regina furiosa. — Emma, leva o Henry para o banho, por favor. — Regina fala sem tirar os olhos da irmã. Assim que subimos, a contragosto do garoto, começamos a ouvir alguns gritos vindo do andar debaixo. Certifiquei me que ele estava tomando banho e desci. — VOCÊ SEMPRE TEVE TUDO, REGINA. DO QUE VOCÊ TANTO RECLAMA? — TIVE ATÉ VOCÊ RESOLVER ACABAR COM A VIDA DA IRMÃ QUE SEMPRE TE PROTEGEU E QUE ATÉ TEM UMA CICATRIZ POR TE DEFENDER. — NÃO SE FAÇA DE VÍTIMA AS PESSOAS SÓ SABIAM QUEM EU ERA POR SER SUA IRMÃ. — PORQUE DIFERENTE DE MIM ELES ENXERGAVAM A VAGABUNDA QUE VOCÊ SEMPRE FOI. Definitivamente aquela era a terceira guerra mundial. Eu estava no batente da entrada pra sala meio sem saber o que fazer e o pai delas ficava falando para que elas parassem, mas seu pedidos eram abafados pelos gritos delas. Elas estavam de pé de frente para a outra e mesmo assim gritavam. — MELHOR VAGABUNDA DO QUE UMA MEDROSA FEITO VOCÊ QUE NEM A NOSSA MÃE QUERIA COMO FILHA. — ISSO PORQUE VOCÊ A MANIPULOU. DEPOIS QUE VIU QUE EU SEMPRE FUI A PREFERIDA. JÁ QUE NINGUÉM, NEM OS NOSSOS PAIS, GOSTAVAM DE VOCÊ. E ATÉ HOJE PAPAI NÃO TE SUPORTA. — PELO MENOS EU NUNCA DEI DESGOTO PARA ELA E NÃO SOU UMA NOJENTA QUE CHUPA BUCETA. — Depois dessa última palavra eu quase não vi como a ruiva foi parar no chão. Regina havia lhe dado um tapa muito forte no rosto. — Parem com isso. Vocês não vão chegar a lugar algum, gritando dessa forma. — finalmente pude ouvir o pai das duas que estava no canto da sala tentando ser ouvido. Zelena se levantou e ia começar a gritar novamente quando um barulho que veio do canto da sala nos chamando a atenção. Henry estava caído no chão.
Notas finais
Gente me respondam, vocês achariam que sou doida se eu dissesse que tirei print dos meus comentários favoritos, mandei imprimir e colei na parede do meu quarto? Comentem também o que acharam do cap a opinião de vocês é importante para mim. Beijinhos e até o próximo.
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