Amor por acaso

13 Capitulo 13


Notas iniciais
Primeiro, quero me desculpar pelo sumiço, vocês não tem ideia da correria que esta aqui. Segundo, quero agradecer muitoo mesmo a Jhe Caetano pela recomendação maravilhoasa da minha fanfic e que eu amei e quero dedicar esse capítulo para ela. Terceiro e último, quero agradecer todos os leitores que comentam e dizer que amo vocês e ou comentários. É isso amores, boa leitura.

Eu não sabia o que pensar dela, uma hora estava fria comigo, na outra flertava comigo e depois estava normal como agora como quando me mudei para cá, mas o problema não era essa inconstância dela e sim que essa imprevisibilidade só me atraia mais.

O resto do dia foi normal e Henry só acordou lá pela hora do jantar e Regina também apareceu.

– Você não vai conseguir dormir a noite Henry, porque foi inventar de dormir a tarde toda? – disse Regina que mesmo depois de um dia inteiro trabalhando continuava espetacular.

Não sei como ela conseguia estar sempre em ordem, desde que cheguei nunca a virá sem uma maquiagem linda com aqueles batons que não me deixavam tirar os olhos da sua boca e daquela cicatriz no canto superior direito de seu lábio e sempre estava com um terninho ou um vestido que delineava seu corpo, um corpo que eu não me importaria de ver andando de lingerie pela casa o que seria bem irônico, se acontecesse, dadas as circunstâncias.

– A culpa é da Emma que ficou fazendo carinho na minha cabeça e me fez dormir. – ao ouvir aquilo fiz minha melhor cara de ofendida pondo a mão no peito.

– Você não reclamou enquanto eu fazia carinho. – ele começou a rir

– Que dó Emma, você não tem dó desse menino? Como pode mima-lo desse jeito ele odeia. – disse Regina sendo irônica e nos fazendo rir – Sinceramente se eu fosse você não faria mais.

– Acho que você tem razão Regina, é uma judiação fazer isso com ele. –disse entrando na brincadeira, me dei conta de que a tinha chamado pelo nome, mas acho que ela não se importou porque não disse nem expressou nada.

– Ah não, vocês podem parar óh. – ele começou a reclamar e nó duas começamos a rir dele que se fingia de magoado.

Depois daquela manhã cheia constrangimentos a situação entre nós duas parecia ter ficado mais leve. Sei que se ficasse a sós com ela só pensaria naquela situação, mas naquele momento parecia que nada havia ocorrido entre mim e Regina, parecia que tudo estava como antes de beija-la, sabia que ainda demoraria para restaurar a confiança que ela tinha em mim, mas aquilo já era um começo.

Na manhã seguinte acordei com a Regina me chamado, eu não entendi direito o porquê de ela estar ali me acordando, mas só de vê-la ali na de pé do meu lado na cama me fez desperta e sentar rapidamente.

– Calma, não precisa se desesperar. – ela disse quando viu a rapidez com que eu me levantei, o que me fez sentir uma leve tontura.

– Eu posso te ajudar com alguma coisa? – fiquei sem saber o que falar, o que exatamente ela estava fazendo no meu quarto? Não sei se era sua presença, mas eu estava com muito calor me sentia quente e suava.

– Na verdade eu vim aqui ver se você estava bem. – ela falou se sentando do meu lado e pondo a mão em minha testa. Cada coisa que ela fazia ou falava fazia menos sentido para mim a cada instante – É, parece que sua febre só aumentou. – ela disse com uma carinha preocupada e aquele toque dela mesmo que por alguns segundos no meu pescoço e testa fez com que meu corpo pedisse por mais. Eu mesma verifiquei, estava mesmo com febre, mas como ela sabia?

– Por favor, será que por favor você pode me explicar como você sabe que estava com febre e o que está acontecendo? – eu falei olhando fixamente para ela sem ter a mínima ideia do que se sucedia ali.

– Ah, você deve estar me achando uma louca, mas foi meu instinto materno falando mais alto. – ela disse timidamente olhando para a própria mão em seu colo – O Henry acordou hoje e estranhou você não ter ido chama-lo, já que ele me falou que você iria levar ele na casa de um coleguinha, então ele veio aqui te chamar e quando encostou em você viu que estava com um pouco de febre e foi ao meu quarto me chamar, vim aqui e estava mesmo, então resolvi não te acordar e eu mesma o levei para a casa do tal colega dele. Eu sabia que ficaria gripada com aquela chuva que tomou ontem e com os espirros que não parava de soltar. – Ela disse a última parte como uma mãe repreendendo um filho e vi que, mesmo me tratando como me tratou e sendo grossa algumas vezes, ela nutria um carinho por mim e ao perceber isso mesmo estando com um pouco de dor no corpo uma sensação maravilhosa me invadiu.

– Regina... quero dizer....

– Não se preocupe pode me chamar de Regina. – ela falou me interrompendo quando tentei arrumar por chama-la pelo primeiro nome como a algum tempo não fazia.

– Tudo bem. – eu sorrio de leve – Mas acho que não precisa se preocupar é só uma gripe, vou tomar um remédio e logo passa. Enquanto isso posso muito bem cumprir com minhas obrigações. – ela me olhava com um ar preocupado e eu não me sentia muito bem mesmo, além da febre meu nariz estava entupido, mas tinha certeza que logo passaria. Além disso hoje eu só faria o almoço, pois as meninas sempre trabalhavam até 12:00 no sábado então eu gostava de me ocupar antes de ir vê-las, logo depois iria para a casa da Ruby.

–Você tem certeza? Se quiser pode descansar, eu posso arrumar o almoço e buscar o Henry. – desde quando ela se preocupava tanto comigo? Eu disse, essa mulher é cada vez mais difícil de se entender — Além disso você não parece nada bem, seu rosto está branco como papel. – ela falou tocado em meu queixo delicadamente e analisando meu rosto.

– É sério, está tudo bem. Eu busco ele, se não é bem capaz de ele ficar preocupado você sabe como ele é. — eu disse me levantando pelo outro lado da cama já que ela continuava sentada. Tentei parecer bem olhando para ela, mas quando me levantei tive que ser forte para não cair sentada novamente na cama pela tontura súbita.

Preferi fingir que estava tudo bem porque pelo jeito que ela estava me tratando, se soubesse que fiquei tonta e que meu corpo parecia em chamas talvez pelo fato de minha febre estar aumentando, ela me levaria ao médico e eu tenho pavor de ir ao médico. Não sei se é trauma de criança ou algo como alguma fobia, mas se tem uma coisa que eu odeio fazer é ir ao hospital.

– Tudo bem então, qualquer coisa eu vou estar na biblioteca aqui em casa. – ela disse se levantando e eu agradeci a preocupação enquanto ela saía.

Peguei um remédio no criado mudo e após tomar fui ao banheiro tomar um banho, pois apesar de o dia estar chuvoso e frio novamente meu corpo estava suando por conta da febre e eu mal conseguia respirar pelo nariz. Após o banho meu corpo continuava quente mais podia sentir que estava bem menos do que antes. Durante o banho eu tinha pensado, sobre aquela preocupação da Regina comigo, e conclui que ela nunca tinha deixado de sentir como minha amiga só tinha se retraído.

Desci e já eram dez da manhã, já tinha atrasado então mesmo com o corpo um pouco dolorido eu arrumei depressa o almoço para que quando fosse buscar Henry ele visse que estava bem, não queria que ele se preocupasse comigo sem necessidade.

O vi correndo assim que parei em frente à casa do Arthur, a chuva tinha dado uma trégua, eu já estava quase sem sinal de febre e minha garganta havia parado de doer, eu sabia que logo ficaria boa.

– Emma, você está bem? – ele falou assim que entrou no carro e pulou no meu pescoço me abraçando.

– Claro que estou lindinho. – falei retribuindo o abraço – Só acho que deveria ter me acordado hoje cedo e não incomodado sua mãe.

– Mas você não parecia bem e estava quente não achei certo te acordar. – ele disse se acomodando no banco ao meu lado.

– Tudo bem, obrigada, mas não precisa fazer isso de novo, esta bem? – ele concordou e fomos para casa.

Assim que desci do carro fiquei um pouco mole e tive que me apoiar no carro, mas logo me recuperei e entrei para almoçarmos.

Regina sentou na minha frente e não parava de me olhar como se ela se certificasse de que eu estava mesmo bem, eu fiquei prestando atenção em Henry tentando fingir que aqueles intensos olhos castanhos não estavam me olhando, mas sempre acabava olhando e ela desviava o olhar tentando esconder que estava me observando.

– Mãe, o Arthur me chamou para ir na casa dele no sábado que vem, eu posso? – ele olhava para ela cheio de expectativa.

– Pode sim, meu amor, mas não quero saber de mal comportamento na casa dos outros não, ok? – ela fala e ele concorda feliz.

– Emma, já gente pode jogar vídeo game hoje já que você está melhor? – ele se voltou para mim.

– Desculpe Henry, mas hoje eu já marquei de ir na casa de uma amiga minha, mas amanhã a gente pode jogar, está bom? – ele ficou um pouco despontado e eu também nem sabia se iria mais, estava muito cansada, mas queria ver elas. Já faziam quase duas semanas que eu não via elas, na última vez eu fui jantar com elas e ficamos conversando e a Mulan tentava me ajudar com o assunto Regina.

Eu queria ir não só para passar um tempo com elas, mas para atualiza-las dos recentes acontecimentos na mansão Mills. Também sobre a recente mudança de comportamento da minha estonteante patroa, eu já até podia ouvir a Ruby falando “ Ela te quer, mas não assumi. Beija ela de novo que duvido que ela vá resistir” e eu até seguiria os conselhos dela é o que eu mais tenho vontade de fazer, empurrar aquela morena contra a parede e beija-la por inteiro, mas não é tão simples primeiro porque eu nunca teria coragem se não desse certo seria como se eu retrocedesse ao negativo o meu nível de intimidade com ela, segundo eu acabei de descobrir esse meu sentimento, sinceramente, ainda estou confusa porque ao mesmo tempo que quero beija-la eu não sei se estaria fazendo algo certo, então por esses e outros motivos acabo preferindo os concelhos da Mulan que conhece meu ritmo e sabe que isso tudo é muito novo para mim e ainda não sei lidar muito bem com esses sentimentos.

Quando termino de ouvir uma história de Henry e me levanto para lavar a louça percebo que não comi quase nada, mas não estava com muita fome. Ele foi para sala ver desenho e Regina me seguiu até a cozinha para me ajudar com a louça mesmo eu dizendo que não precisava.

– Regina, obrigada por se dar ao trabalho de ver se eu estava bem hoje. –falei enquanto ensaboava a louça tentando puxa assunto e quebrar aquela tensão esquisita entre nós duas.

– Não precisa agradecer, como eu disse é bobeira de mãe.- ela dá de ombros enquanto seca e guarda – E além do mais, quem iria cuidar tão bem do Henry se você ficasse mal? – ela fala brincado e me faz sorrir.

– Você fala como se fosse uma péssima mãe.- disse olhando para ela que por estar de bota baixa teve de se esticar para alcançar um armário o que me fez deixar escapar um riso.

– Acha engraçado, neh? – ela olhou para mim e pôs a mão na cintura fingindo estar brava.

– Quem, eu? — me faço de inocente –Claro que não, porque eu iria rir de você lutando para alcançar o armário alto? – ela faz uma cara irônica e eu começo a rir.

– Ha Ha Ha. Muito engraçado.

Após essa nossa descontração quase não conversamos mais, mas esse momento foi um grande avanço em comparação as últimas duas semanas. Assim que terminei ir em direção a porta da cozinha uma vertigem me subiu e tudo ficou escuro e senti que cai no chão. Quando voltei a recobrar a consciência senti que não estava mais no chão frio da cozinha, abri os olhos constatei que estava no sofá com um coberto me aquecendo, me sentei e vi um homem conversando com a Regina no corredor e Henry abraçado em sua cintura.

– Emma. – grita o Henry quando vê que acordei.

– O que aconteceu? – eu pergunto abraçando-o.

– Você desmaiou na cozinha e minha mãe chamou o médico. – ele diz sentando-se no meu colo – Ele disse que pode ser só uma gripe, mas tem que conversar com você.

– Isso mesmo. – diz o homem que já estava mais perto e do lado Regina, que estava um pouco abatida.

– Mas não precisa, foi só uma queda de pressão tenho certeza que não foi nada demais. – falo calmamente. Não queria um médico, eu estava bem.

– Lógico que precisa Emma. Para de ser criança, não custa nada ver se está tudo bem, o que eu tenho certeza que não está porque senão eu não teria levado um susto enorme com você desmaiada na cozinha. – Regina não elevou o tom de voz, mas aquelas palavras me atingiram como uma bronca, então fiquei quieta e esperei que o médico falasse algo.

– Bom. – pigarreia o homem enquanto se senta na poltrona ao lado do sofá onde estou – Meu nome é Whale e a Regina me contou que você teve febre alta e tosses além desse desmaio, então eu vou te perguntar alguns sintomas e você me diz se sentiu ou está sentindo, ok? – eu confirmo com a cabeça e ele continua – Você tem sentido fraqueza, dor no corpo, mal estar, dor no tórax? – ele vai gesticulando enquanto fala.

– Sim.

– Você fuma ou se expos a alguma mudança brusca de temperatura?

– Bom, eu tomei chuva na sexta feira. – ele pegou o estetoscópio e levantou minha blusa nas costas colocando aquele metal frio na minha pele me fazendo ter calafrio.

– Ok, então eu vou passar um antibiótico porque com os seus sintomas, a febre alta, as tosses, as dores, o mal-estar, aqueda de pressão e pude ver que os seus pulmões estão com excesso de muco, isso quer dizer que você está com pneumonia, mas não é um caso de ter de ficar internada. Você pode ficar em casa contanto que fique em repouso e tome o antibiótico de 8 em 8 horas – ele ia anotando em um papel enquanto falava. Henry já tinha se levantado e não estava com uma carinha boa, Regina, que estava ao lado do filho, olhava para o médico e prestava atenção ao que ele dizia.

– Tudo bem. – eu falei enquanto recebia aquelas instruções de sempre tomar líquidos, me alimentar bem e etc.

Ele terminou, eu agradeci e ele foi embora.

– Você quer que eu te ajude a subir ou você quer ficar aqui em baixo? – disse Regina coma voz carinhosa ao chegar na sala após ter levado o Dr. Whale a porta.

– Eu acho que vou subir, mas não precisa me ajudar eu consigo ir sozinha. – falei já me levantando e Henry se levantando comigo.

– Tudo bem, mas cuidado. Você disse que estava bem e olha no que deu. – ela me olhava com os olhos carregados de preocupação, mas eu não podia culpa-la, também ficaria assim ou até mais apreensiva se ela tivesse desmaiado.

– Eu vou com ela mãe. – Henry fala entrelaçando os dedos nos meus – Ai eu posso terminar de ler aquele livro que você estava lendo para mim.

Eu concordei e fomos quando passei pela Regina ela pôs mão em meu ombro e disse que se eu precisasse de alguma coisa era só chamar ela, e eu tinha uma coisa que queria dela que tenho certeza que faria eu me sentir melhor, um abraço daqueles em que a gente não quer mais soltar, um abraço com o cheirinho dela tenho certeza que me faria melhorar.

Subimos, deitei na cama e enquanto Henry foi busca o livro eu liguei para a farmácia para entregarem o medicamento também mandei uma mensagem para as meninas falando que não daria para ir e que depois ligava explicando. Henry chegou e se enfiou de baixo das cobertas, se aconchegou em mim e começou a ler fui ficando cada vez mais sonolenta e me entreguei ao cansaço que não havia me permitido sentir até aquele momento.

Acordei com a campainha, deveria ser a entrega da farmácia, sai com cuidado da cama para não acordar Henry que também havia dormido e desci par pegar o remédio. Fui a cozinha para beber um leite, pois o médico falou que eu não podia tomar o remédio de estômago vazio, e Regina estava lá.

– Oi. – eu falo abrindo a geladeira e ela me olha da bancada desviando o olhar do livro que estava lendo.

– Você não deveria estar em repouso? – ela me olha por cima dos óculos.

– Eu só vim tomar o remédio. – disse me sentando ao seu lado.

– Só não desmaie de novo, por favor. – ela disse séria, mas pude ver que estava brincando.

Fiquei um tempo sem saber o que dizer porque eu nem sabia o que dizer por tudo que ela vinha fazendo e o amor que ela vinha sendo comigo. Eu sei que ela não é a pessoa mais paciente do mundo e todo esse carinho não é do feitio dela, eu não sei o que pensar, quero tanto que isso signifique que ela gosta de mim como gosto dela, mas ao mesmo tempo tenho medo do que vá acontecer entre a gente se ela sente ou vá sentir algo por mim e ao mesmo tempo que eu quero que ela seja minha eu tenho medo de que ela seja realente minha...

– Sabe, você me deu um susto enorme quando desmaiou. – ela falou fechando o livro e me olhando, eu que olhava para um ponto fixo no chão desviei e olhei para ela também.

– Eu sinto muito por faze-la se incomodar com isso, eu não achei que fosse algo assim. Achei que fosse só uma gripe aí mesmo passando mal eu fiz que estava tudo bem porque achei que logo ficaria bem.

– Emma não fala assim, você não está incomodando, você não tem culpa de ter ficado doente, talvez um pouco por ter esquecido o guarda-chuva, mas você entendeu. – nó esboçamos sorrisos – E olha, da próxima vez que você ficar doente vou te levar direto n hospital. Eu fiquei muito preocupada.

– Regina não precisa se preocupar, sério. Mas eu tenho uma pergunta.

– Pode falar.

– Eu queria saber porque você está se preocupando tanto com tudo isso e está me tratando de uma forma tão diferente se depois daquele ocorrido, que eu prefiro não lembrar, você disse que não iriamos interagir nada além de empregada e patroa?

Ela respirou fundo e falou:

– Olha Emma, eu desde que te entrevistei soube que gostaria de você e depois que vi como meu filho se apegou a você e em como nos dávamos bem sabia que seriamos amigas, mas acho que aquele dia você acabou confundindo as coisas e eu não tinha outra alternativa a não ser me afastar de você, mas eu nunca deixei de te ver como uma amiga porque para mim você é como da família e eu me preocupo com quem eu gosto. – não sei ficava feliz porque ela me via como da família ou triste por me ver apenas como amiga, mas o importante é que agora eu tinha certeza de que se eu fosse com calma ela não se afastaria novamente.

Conversamos mais um pouco e subi, tomei banho e acordei Henry para que comesse alguma coisa e tomasse banho, deitei e li mais um pouco do livro até que bateram na porta.

– Pode entrar. – assim que falei Henry pôs a cabeça na fresta da porta.

– Posso dormir aqui com você? – sorri com a carinha de cachorrinho pidão que ele fez e assenti. Ele se ajeitou debaixo das cobertas, pus o livro no criado mudo, desliguei o abajur e dormi abraçada naquele meu principezinho.

Notas finais
Gente eu queria explicar também para quem fala para eu não desistir da fanfic, podem ficar tranquilos quanto a isso, pois eu não vou desistir até terminar, posso demorar, mas eu não desisto da fic, tá?! Comentem o que acharam me incentiva a continuar e a melhorar. Espero que tenham gostado.