Amor X Preconceito
16 Capítulo quinze.
Notas iniciais
Obrigada gente.
Explicações por que não postei antes: Desde quarta-feira minha crise de renite piorou. Estou tomando um ante-alérgico terrível. É eu tomar e capotar para dormir. Ou seja, fico dormindo quase que 24 hras por dia.
- Amor, preciso ir até o banheiro. – sussurrou levantando-se e praticamente correndo até a casa.
Ao passar pela porta a fechou com força fechando os olhos várias vezes seguidas. Uma onda de vertigem a atingiu.
Com dificuldade caminhou até o sofá se jogando e apagando instantemente ali.
A cabeça de Isabella latejava de tal modo que chegava a assustá-la. Um gemido baixo de dor escapou por seus lábios sem sua permissão e automaticamente sua mão foi até sua testa. Seu corpo estava extremamente mole, o que poderia ser considerado com uma simples virose se não fosse pela tontura e sua gravidez de risco.
Seus olhos estavam fechados e seu corpo encolhido. Ela podia sentir a movimentação ao seu redor, mas fazia questão de ignorá-la, talvez assim ficasse melhor. Estar no mesmo cômodo que Edward e Emmett na situação que se encontrava indefesa, sem poder proteger a si e seus filhos era apavorante. Sentia-se encurralada como nunca esteve antes. Presa entre quatro paredes na casa dos inimigos.
Assim que seus olhos se abriram a realidade a tomou quase tão rápido quanto um furacão. Seus olhos se abriram lentamente.
- Bella. – O homem que aparentava estar na casa dos quarenta anos sussurrou contando até a garota ignorando qualquer pudor. Ele parecia um verdadeiro adolescente de dezessete anos e apesar de odiar aquilo, não se importava, pelo menos não quando estava com ela. Ao lado de Isabella toda a sua preocupação estava nela. – Você está se sentindo melhor? – sussurrou enquanto a abraçava.
A garota assentiu rapidamente voltando a fechar os olhos por breves segundos. A luz estava incomodando seus olhos, fazia com que sua cabeça doesse ainda mais.
Sua mão foi até seu ventre e ao sentir o pequeno volume voltou a abrir os olhos e olhar pra Carlisle.
- Está tudo bem. – tratou de tranquiliza-la rapidamente. – A sua pressão caiu um pouco, o que é normal na sua situação. – suspirou. – Te dei alguns remédios enquanto dormia.
- Como vim parar aqui? – sussurrou tentando encontrar forças.
- Edward te encontrou lá embaixo e foi até a festa para me chamar. – sorriu um pouco.
Isabella respirou fundo, olhou para Edward e sorriu um pouco ignorando o tremor que percorreu por seu corpo.
- Obrigada. – sussurrou.
O rapaz por sua vez apenas deu de ombros desviando o olhar.
- Você nos deu um susto! – Alice entrou praticamente gritando dentro do quarto. – Isabella Marie Swan, você não faz ideia do susto que nos deu. Não anda se alimentando bem mocinha? – A garota baixinha cruzou os braços irritada.
Bella riu baixinho envergonhada enquanto abaixava o seu olhar para as suas mãos que nesse momento estavam entrelaçadas com as de Carlisle.
- Ela não desmaiou porque não comia Alice, faça-me o favor, não é? – bufou Emmett. – Essa garota antigamente não comia praticamente nada durante uma semana, hoje, um pão com ovo para ela é como um banquete.
Alice revirou os olhos e deu língua para o irmão mais velho de modo infantil.
- Deixe de ser idiota e tão primitivo Emmett. – sussurrou Alice aproximando-se da cama. – Não ligue para eles. – ela olhou para Emmett e Edward. – Tudo que tinha de ruim no papai e na mamãe foram diretamente para eles... Sem ofensas papai. – sorriu. – Enfim, vou ter que ir para o meu inferno particular, já que o papai não me deixou alternativa, mas prometo que assim que chegar iremos para o shopping de Seattle. Temos que comprar algumas coisas para os bebês e Tânia vai nos esperar lá.
- É uma ótima ideia Alice. – intrometeu-se Carlisle tomando a chance de Isabella de responder. – Ficar em casa não faz bem Isabella, você sabe bem disso. – sussurrou encarando-a e em seguida levantou-se da cadeira. – Agora acho melhor irmos, Edward ficará com você, tudo bem?
- Tudo. – gaguejou Isabella.
Por um momento o medo tomou conta do seu coração que apertou. Ela sabia que algo de ruim poderia acontecer por somente estar sozinha com ele, tinha a certeza que eles só esperavam a oportunidade certa para acabar com sua vida e a de seus filhos. Flashes da noite onde sua vida mudou completamente invadiram sua mente. Porém, por pura sorte, sua atenção foi chamada para longe.
Os lábios de Carlisle foram colados contra os dele. Numa fração de segundos ambos os lábios se movimentaram lentamente. Era uma sincronia quase que perfeita, poderia ser considerado um conto de fadas. Com certeza já tinham um príncipe, Carlisle. Mas nesse caso a princesa não amava o príncipe, o que dificultava e muito as coisas. Uma das mãos de Carlisle foi direcionada ao rosto de Bella, acariciando-a com cuidado. Por fim, ambos afastaram-se ao ouvirem um breve pigarreio.
- Alice está lhe esperando. – resmungou Edward da porta do quarto se afastando em seguida.
- Você ficará bem sem mim? – A voz de Carlisle transbordava preocupação.
- Não se preocupe. – Bella sorriu um pouco tentando passar uma confiança que não existia para o noivo. – Ficarei bem.
Com pesar, Carlisle se levantou e caminhou de encontro ao seu filho que olhou com nojo.
- Não sei como consegue ficar com essa daí. – sussurrou em tom de reprovação. – Mamãe iria odiar vê-lo com ela.
- Essa daí é muito melhor que muitas com que você já dormiu. Aliás, sua mãe não era nada preconceituosa.
- Por que ela não sabia de seus podres.
- Onde está Tânia? – perguntou mudando de assunto. – Gostaria que ela ficasse aqui com Bella.
- Hoje é o primeiro dia dela na faculdade de Seattle, conseguimos a transferência mais cedo do que esperávamos.
- Isso é bom. – Carlisle pegou o jaleco em cima do sofá e jogou sobre os ombros. – Então, cuide de Isabella e não se esqueça de dar o remédio de pressão para ela. Alice chega às duas.
- E qual será meu salário de babá por um dia?
- Poupe-me de suas ironias Edward. – Reprovou Carlisle saindo da casa. – Cuide bem dela. – praticamente implorou enquanto entrava no carro e pisava no acelerador.
Ao ver o carro do pai virando a esquina um meio sorriso formou-se por seus lábios. Aquela era a oportunidade perfeita.
Caminhou lentamente em direção à cozinha, abriu a geladeira de onde tirou uma garrafa de cerveja, pegou dois copos e subiu até o quarto de Isabella. Ao entrar no mesmo deparou-se com a imagem da garota que dormia abraçada a um travesseiro.
O semblante de seu rosto era calmo, Edward caminhou lentamente em direção a ela, aproximou os lábios se sua bochecha e quando ameaçava beijava apenas estapeou seu rosto.
- Acorda! – Sua voz foi quase que um rosnado. Ele estendeu a garrafa para a garota. – Abra.
Sem entender os olhos de Isabella abriram lentamente, Bella respirou fundo e olhou para Edward sem entender. Pegou a garrafa com as mãos tremulas.
- Como vou abrir?
Um meio sorriso surgiu pelos lábios de Edward.
- Com as unhas. – deu de ombros.
Os olhos de Bella se arregalaram, a garota sentou com cuidado na cama e em vão tentou abrir a garrafa diversas vezes. Suas unhas já sangravam e ardiam. A garota fechou os olhos.
- Me deixe em paz. – implorou.
- Nunca seria tão fácil. – Edward deu de ombros. – Deite-se Isabella.
Bella deitou-se na cama com cuidado e Edward caminhou até a porta a trancando.
- Ouça o que eu digo. – sussurrou no ouvido da garota enquanto retirava toda a sua roupa. – Fique bem quietinha. – deu um sorriso frio. – Caso não fique... Acho que não preciso dizer o que vai acontecer.
POV ESPECIAL (Edward)
Seu olhar transpirava sofrimento, sua expressão de dor e agonia me dava prazer. Ela se contorcia abaixo de meu corpo, tentava a todo custo se soltar, mas quem disse que eu ligava?
- Será pior para você se não ficar quieta.
- Não... Por favor, por favor. – Falou entre um choro compulsivo.
- Eu falei que era para você ficar quieta sua vadia. – praticamente rosnei estapeando seu rosto novamente.
- Acabe logo com isso. Já não foi o bastante o que fez comigo? – Ela fechou os olhos.
- Não, não foi o bastante. – Dei um meio sorriso. – Fique tranquila, vou fazer sua dor se prolongar muito mais. – Terminei de falar enquanto a penetrava com força.
- PARE LOGO COM ISSO. – Praticamente gritou forçando seu corpo a empurrar o meu com todas as forças.
- Por que eu iria parar? – Sussurrei dando um meio sorriso.
- Porque estou grávida. – os olhos de Bella se fecharam e meu sorriso apenas aumentou.
- Mais um motivo para eu acabar com você e esses dois lixos que estão aí dentro.
- Não fale assim deles. – sussurrou abrindo os olhos. Ela parecia fazer questão de olhar nos meus olhos. – Eles... Eles não têm culpa de serem seus filhos.
Notas finais
Enfim, espero que gostem do capítulo. Agora acho que só depois das minhas provas, dia 17.
Amo vocês ♥ -q
(Ps.: Não me matem. )
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