Amor X Preconceito
17 Capítulo dezesseis.
Notas iniciais
Desde quando postei a fanfic aqui o meu principal objetivo foi, começa-la e concluí-la. Tanto que desde do inicio eu já tinha o inicio e o final dela em minha mente.
Agradecimentos: Ao Tom, meu fiel namorado que está me dando uma baita força e a minha BETA que também está me ajudando e muito com a fic e nessa fase.
Então fora isso, boa leitura.
* Aviso importante nas notas iniciais e finais
– PARE LOGO COM ISSO. – Praticamente gritou forçando seu corpo a empurrar o meu com todas as forças.
– Por que eu iria parar? – Sussurrei dando um meio sorriso.
– Porque estou grávida. – os olhos de Bella se fecharam e meu sorriso apenas aumentou.
– Mais um motivo para eu acabar com você e esses dois lixos que estão aí dentro.
– Não fale assim deles. – sussurrou abrindo os olhos. Ela parecia fazer questão de olhar nos meus olhos. – Eles... Eles não têm culpa de serem seus filhos.
O coração de Edward vacilou por alguns segundos, suas mãos fecharam-se em punhos. Ele estava em estado de choque e suas mãos formigavam. Sua vontade era de bater em Isabella até que ela confessasse que tudo que havia falado era mentira. Mas alguma parte dentro de si o alertava para que não fizesse aquilo. Pela primeira vez em sua vida a razão falava mais que o preconceito.
Aos poucos seu corpo foi se afastando inconscientemente de Isabella. Quando percebeu, seus olhos estavam fechados e ao abri-los novamente deparou-se com o olhar curioso e vitorioso de Isabella. De alguma forma aquilo o incomodava ainda mais.
Um pequeno sorriso surgiu pelos lábios da mesma, o que fez com que um rosnado escapasse por seus lábios.
– Reze para que você esteja errada. – sussurrou. – Se não estiver, transformarei a sua vida em um verdadeiro inferno. – Completou levantando-se da cama e caminhando em direção à porta do quarto.
Sua respiração estava irregular o que assustava até a si próprio. Seus lábios entreabertos tremeram assim que o mesmo ultrapassou a porta do quarto. Uma figura o encarava de forma estática. Tânia o observava de cima a baixo com a boca aberta. Ela sempre soube que Edward era um cara frio, mas ao ponto de praticar tal ato covarde ela nunca sequer desconfiou.
– Está tentando afastar a namoradinha do seu papai usando seus dotes de sedução? – A ruiva levantou-se do sofá se aproximando aos poucos do rapaz. – Parece que Carlisle gosta muito dela, não irá abandoná-la apenas para fazer os desejos do filhinho mimando.
– Cala boca Tânia. – A voz do rapaz não passou de um sussurro. – Acho melhor entrar ali e cuidar bem direitinho da “noivinha do papai”. – deu um meio sorriso se aproximando da garota e roçando seus lábios nos dela. – Preciso falar com Emmett. – se afastou caminhando em direção à escada.
– O que fez com ela? – Tânia segurou o braço de Edward.
– Não é da sua conta. – Deu de ombros.
– O que fez com ela Edward? – repetiu a pergunta.
Edward puxou seu braço e empurrou o corpo de Tânia contra a parede.
– Não toque em mim. – murmurou entredentes.
Um gemido de dor escapou pelos lábios de Tânia que fechou os olhos com força e cravou suas unhas em torno do braço de Edward e aos poucos ele foi a soltando.
– Agora vá e não me faça perder a paciência.
Tânia respirou fundo, se afastou de Edward lentamente e entrou no quarto de Isabella. Ao se aproximar da porta fitou com ansiedade o corpo da garota que se mantinha encolhida na cama com os olhos fechados com força e suas mãos em torno do seu ventre.
– Isa. – Tânia correu até Isabella tocando em seus ombros com cuidado. – Você está bem?
Com um pouco de dificuldade Isabella olhou para Tânia revelando sua face machucada.
– Meu Deus. – sussurrou Tânia chocada.
Com um pouco de dificuldade Isabella se levantou da cama enrolada em um fino lençol de seda. Seus olhos se fecharam e uma pequena lágrima brotou de seus olhos.
Em suas bochechas estava a marca do tapa que Edward havia dado em seu rosto.
O silêncio apavorou ainda mais Tânia que andou em direção a Isabella e a levou com dificuldade até o banheiro.
– Vamos cuidar disso. – suspirou. – Eu e Alice tomaremos conta de você e dos bebês. Prometo que Edward não se aproximará mais. – sussurrou enquanto passava o algodão molhado com água no rosto de sua amiga.
[...]
O ambiente dentro do carro não era um dos melhores. O som era alto e o olhar de Edward vagava de dentro do carro para a estrada constantemente, seus pés estavam praticamente cravados no acelerador. O que fazia com que ele praticamente voasse pelas estradas até Seattle. O rapaz só realmente descansou quando os seus pneus cantaram próximo à faculdade local de medicina.
Ao fixar seu olhar em seu irmão e em Jasper, um de seus melhores amigos, suspirou parando o carro em seguida. Com agilidade saiu do carro, respirou profundamente e se aproximou ainda mais deles.
– O que tem para nos dizer? – Jasper perguntou de forma tão calma que chegou a irritar Edward.
Ele sempre gostou daquele jeito calmo de Jasper, mas quando ele estava realmente irritado chegava ao ponto de querer bater em qualquer pessoa que aparecesse na sua frente.
– Não é algo para ser dito nesse local. – sussurrou enquanto olhava para os lados. – Melhor sairmos daqui.
– Acha mesmo que vou engolir essa maldita curiosidade? Se fosse algo bom ele teria dito pelo telefone. – Emmett deu um meio sorriso. – Vamos para a biblioteca. É mais perto. – deu de ombros.
Edward, Jasper e Emmett caminharam em direção à biblioteca de forma rápida, mas sem chamar atenção.
Ao entrar, procuraram o lugar mais reservado que acharam e sem sentaram.
– Isabella está grávida. – falou Edward sem pensar duas vezes.
– Caramba, Carlisle foi mais rápido do que eu pensava. – murmurou Emmett em um tom um tanto “brincalhão”.
– O problema está ai... O filho não é do Carlisle.
– Então isso é ótimo, não é? – Jasper se pronunciou. – Se o filho não é de Carlisle isso quer dizer que é de outra pessoa. Ou seja, ela traiu seu pai.
– Na verdade não, segundo ela, o filho é meu.
– Isso é um problema... – sussurrou Jasper.
– O que faremos?
– Não sei. – Edward deu de ombros.
– Se descobrirem que você é o pai do bebê eles chegarão até a gente. Seremos presos.
– Dos bebês. – corrigiu Edward.
– São dois? As coisas estão piores do que eu pensava. – Emmett fitou o chão.
– Poderíamos matar Bella e os bebês. Nos livraríamos de dois problemas de uma vez só.
– Não vão matar os bebês. – sussurrou Edward.
– Como? – Emmett e Jasper perguntaram quase que no mesmo instante.
– Apesar de tudo eles são meus filhos. – suspirou. – Vamos esperar que eles nasçam, só depois veremos o que iremos fazer com Isabella. Até lá, pra todos os efeitos o filho é de Carlisle.
– Tem certeza? – Jasper se intrometeu. – É uma jogada muito arriscada.
– Está decidido. Ninguém tocará nos meus filhos.
Notas finais
Como sempre, não se esqueçam, qualquer coisa a ask vai estar constantemente aberta para perguntas e para respostas (ask.fm/JulyCarter).
Não sei se vocês viram, pelo menos uma pessoa viu que eu postei lá na ask que eu precisava da ajuda de vocês. Querem mesmo a vingança da Bella? ME informem. Porque quando a nega começar meu bem, sai de baixo. hehe
Hm... Acho que é só.
Ps.: Obrigada para quem me desejou boa prova, até agora seu desejo ta funcionando divinamente. hehe'
Fale com o autor