Notas iniciais
Sentiram minha falta? Quase iam me perder eternamente, pois é.
Levei um susto quando entrei no nyah e vi: 10. D-E-Z recomendações. Sabe o que é surtar? Quase subi nas paredes... Quero pedir obrigada a:
elispreta
Stéfane Souza
AnnaBlackReed
isabella
NaiaraCullen
Megan Fox
Neusa Santos F
Lilith
yarabastoss
carla-flor
Ufa, cabei. kkk
Enfim, se quiserem entrar na listinha também, to aceitando mais pessoas e recomendações (a).
agora vamos deixar de enrolar e vamos ao capítulo.

A garota forçou os seus olhos a se abrirem novamente e assustou-se ao ver o sorriso diabólico surgindo de um rosto que possuía feições tão angelicais. Ela fitou todos os lados tentando recordar-se de onde estava, mas era em vão. Ela nunca estivera ali.

- Onde está Alice?

- Perdida em algum lugar desse mato... Não me importa. – deu de ombros. – Estou preocupado com algo muito mais importante.

- Como o que? – A garota perguntou confusa.

O que seria mais importante para um rapaz de família do que a segurança da própria namorada?

- Acabar de uma vez com sua raça saumensch.

“O pequeno corpo de Alice estava encolhido no banco do passageiro do carro. Sua respiração era irregular e seu batimento cardíaco estava acelerado.

Uma leve camada de sangue escorria por sua pele pálida, apesar do grave acidente em que havia se envolvido ela não estava muito ferida. Conseguia se locomover com facilidade, pelo que havia aprendido sobre a medicina com seu pai aquilo era um bom sinal, queria dizer que ela não tinha sofrido nada grave.

Os seus olhos se abriram lentamente, no banco do motorista estava seu namorado, Tom, ainda desacordado. Seu braço estava aparentemente quebrado. Alice suspirou deixando escapar um gemido de dor por seus lábios.

A garota ergueu a cabeça com dificuldade, olhou pela janela do carro até que ela conseguiu finalmente enxergar Isabella que estava caída próxima a uma árvore. Olhando para trás Alice percebeu que a janela estava quebrada.

Ela tentou abrir a porta forçando com muita força, ao perceber que foi tudo em vão ela bufou irritada.

- Bella. – sussurrou Alice. – Bella. – sussurrou novamente após algum tempo tentando quebrar a porta.

Alice estava prestes a ficar desesperada quando finalmente ouviu o barulho de um veículo passando em uma estrada próxima. Ela esticou as mãos trêmulas em direção à buzina tocando-a várias vezes seguidas.

- Por favor... Por favor, ouça. – suplicou buzinando com mais rapidez.

Ela olhou novamente para fora do carro enquanto buzinava novamente.

- Oh meu Deus! – Uma mulher gritou desesperada. – Bryan ajude-me!

A mulher correu em direção a Isabella que estava desacordada no chão e o homem baixo que aparentava ter sessenta anos arrobou a porta do carro.

Assim que viu a porta sendo tirada ela saiu cambaleando em direção a amiga abaixando-se ao lado dela.

- Você está bem? – perguntou baixinho.

- Sim. – gaguejou Isabella, mas ao ver Tom saindo do carro com o braço próximo ao peito seu corpo automaticamente estremeceu.

A garota fechou os olhos com força e tentou pronunciar palavras coerentes.

- Me tirem daqui. – sussurrou para Alice.”

- Você realmente acha que conseguiria fugir de nós Tom? – A voz fria surgiu em meio à escuridão. – Está com medo? – Edward se aproximou da luz saindo da escuridão. Um riso frio escapou por seus lábios. Simultaneamente, todo o corpo de Tom estremeceu. – Acho que já deve saber o que está por vim. – completou dando um meio sorriso.

- Eu fiz o certo. – A voz de Tom saiu trêmula e não passou de um sussurro.

- O certo? Você feriu minha irmã em uma tentativa fracassada de acabar com a vida daquela imunda. Desrespeitou nossas ordens colocando tudo em risco. Agora, nada mais junto do que você pagar por todos os seus atos precipitados. – Edward se aproximou do rapaz que agora estava paralisado, um soco foi direcionado em sua direção.

Tom caiu no chão e cuspiu o sangue que escorria por sua boca, uma grossa camada de sangue escorria por seus lábios. Ele levantou-se do chão com dificuldade e ao tentar avançar em Edward foi socado novamente, mas dessa vez por Emmett que o imobilizou imediatamente.

- Vai com calma Emmett. – Edward deu um meio sorriso. – Alice também é minha irmã, não acha que deveríamos acabar com ele juntos?

- Nada mais justo meu caro irmão. – Emmett deu de ombros.

O rosto de Tom fora tomado pelo medo, ele já havia visto os dois irmãos Cullen trabalharem contra inúmeras pessoas. Eles matavam de forma fria e sem piedade. Os dois Cullen sozinhos eram mais fortes do que junto com o resto do grupo e comprar briga com eles não era nada bom.

A sepultura de Tom já estava aberta e nela o nome de Tom estava gravado. Ele tinha certeza de alto, em poucas horas ele morreria, mas qual pessoa aceitaria a morte de tão bom grado? Muito poucas e com certeza Tom não seria uma delas.

O rapaz começou a se debater tentando a todo custo libertasse dos braços de Emmett.

- SOCORRO! – ele gritava desesperadamente, mas era em vão.

Infelizmente a casa de Tom da mesma forma que a dos Cullen ficava localizada em uma parte deserta da sociedade. A propriedade era gigantesca.

- Está desesperado por sua vida não é desgraçado? – sussurrou Emmett com uma voz dura perto do ouvido do rapaz. – Talvez fosse essa a sensação que Alice sentiu mesmo sem saber o que você faria.

- Você irá se arrepender pelo o que fez.

Emmett derrubou com agilidade Tom no chão.

- Te darei trinta segundos para tentar se salvar. Caso consiga, tudo bem, fuja. Se não conseguir, se prepare, pois sua morte será uma das piores que já provoquei.

Sem pensar duas vezes, Tom levantou-se do chão correndo o mais rápido que podia.

- 15... – gritava Emmett. – 14... – O rapaz corria de tal forma que suas pernas começaram a doer.

Edward e Emmett apenas andavam atrás dele de forma calma, porém, ameaçadora.

- 5... – gritou Emmett. – 4... 3... 2... – ambos os irmãos pegaram uma pequena arma, miraram em uma das pernas de Tom.

– 1... – ambos sussurram ao dispararem o gatilho.

O sangue do rapaz espalhou-se pela grama verde. Os irmão andaram até ele puxando-o pelas pernas de volta para a casa.

- Lembra-se daquela sala de tortura que fez questão de nos mostrar? – Edward perguntou. – Pois bem, aquela será a fonte de sua morte. – ele pronunciava aquelas palavras com tanta calma que assustava as pessoas que ouviam.

O rastro de sangue deixado da sala até o porão era forte. Ao abrir a porta e ligar as luzes várias armas típicas da segunda guerra mundial e da era medieval ficaram a mostra.

Os rapazes encararam todos os possíveis métodos de torturas que tinham guardados ali.

Emmett puxou Tom até uma espécie de tronco que havia no porão. Ali, Tom foi preso sem dó nem piedade. Edward pegou em seu bolso uma espécie de faca, subiu em um banco que estava próximo dali, rasgou com a faca a camisa dele.

Aos poucos, Edward ia tirando a pele de todo o corpo de Tom, que gemia desesperadamente de dor.

- Vocês estão traindo sua própria raça! – gritou desesperado.

- Errado Tom. – disse Emmett ao soltar o rapaz do tronco. – Você se igualou a um deles ao ferir nossa irmã.

Emmett subiu até a cozinha pegando um pote cheio de sal, ao voltar ao porão ele espalhou todo o sal pelo corpo de Tom que consequentemente urrou.

O olhar de Edward seguiu em direção a uma grande maca coberta por pregos, nela havia um tubo bastante apertado que só cabia uma pessoa.

“ O método do tubo do crocodilo” – pensou imediatamente.

(N/A: Link da foto para quem quiser ver: http://www.trilhacomercial.com/wp-content/uploads/2009/09/u3.jpg)

Ao seguir o olhar do irmão imediatamente Emmett ergueu o corpo de Tom o encaixando no tubo.

Tom gemeu de dor novamente à medida que o tubo ia se encolhendo. Edward buscou um isqueiro no bolso e um pouco de querosene e jogou na madeira fazendo com que o metal se aquecesse. Apenas a cabeça e os pés de Tom poderiam ser vistos.

Edward ficou em cima de Tom e Emmett abaixo, com agilidade Emmett puxou os pés de Tom com força prendendo os mesmos em dois pedaços de metal, Edward vendou o rapaz e pegou a arma novamente. Tiros eram ouvidos, mas nenhum atingira Tom.

A única coisa que o rapaz sentia era a dor do metal quente em sua pele e de Emmett cortando friamente cada um dos seus pés.

Quando finalmente o cheiro de carne queimada invadiu o porão, Emmett e Edward saíram da casa sem olhar para trás.

Gritos de dor eram ouvidos, mas eles se misturavam com as risadas frias dos irmãos. O corpo de Tom ficaria para trás e apenas seria visto duas semanas depois após que os empregados chegassem na casa para a limpeza mensal.

Notas finais
Esse foi o maior capítulo que já escrevi na vida. '-'
Espero que tenham gostado... Capítulo onze talvez saia na quinta, mas se o capítulo estiver feito até domingo eu posto um spoler aqui. hehe'