Notas iniciais
Oi gente, não vou falar muito hoje porque estou com uma baita dor de cabeça. Não sei se irei postar o spoller no domingo,acabei de fazer as provas bimestrais e foi uma decepção... Se eu conseguir escrever o capítulo, ou pelo menos parte dele eu posto.
Não se esqueçam de comentar ou recomendar D:

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Quando finalmente o cheiro de carne queimada invadiu o porão, Emmett e Edward saíram da casa sem olhar para trás.

Gritos de dor eram ouvidos, mas eles se misturavam com as risadas frias dos irmãos. O corpo de Tom ficaria para trás e apenas seria visto duas semanas depois após que os empregados chegassem na casa para a limpeza mensal.



As notícias dos jornais eram claras e distintas. Estavam em negrito no topo da página do jornal. Forks estava em estado de alerta e terror.

Chegava a ser irônico, todos desconfiavam até mesmo de sua própria sombra.

O problema era que em uma cidade pequena os boatos se espalhavam com tanta facilidade... Os boatos diziam que essa série de assassinatos ia desde um pacto satânico até mesmo um pequeno Serial Keller.

Os fatores em comum? Ambos os corpos tinham o corpo completamente queimados.
Mas os policiais viam uma esperança no final do túnel. A esperança em achar os assassinos estava depositada em uma única pessoa: Isabella Swan. Uma das únicas que havia escapado e duas experiências mortíferas em seguida.

Isabella estava encolhida em uma cadeira em frente ao delegado. Seus ombros estavam visivelmente rígidos e sua voz estava trêmula. Duas semanas. Foram apenas duas semanas dadas para que ela tivesse a chance de recuperar do segundo estupro.

Ela não se importava com isso. Seu único medo era ver aquilo se repetir e perder seu pequeno bebê.

Automaticamente a garota levou a mão ao ventre fechando os olhos com força.

O carro deslizava pela a pista com tal facilidade que assustava Isabella.

Tom corria pelas ruas em uma velocidade tremenda. O coração de Isabella acelerava constantemente, seus olhos se fecharam e suas unhas se cravaram em torno do banco de couro.

O som alto da banda não tão conhecida naquela região fazia com que Alice cantasse e se remexesse no ritmo da música, mesmo que aquela fosse de um roque pesado, fazia com que se lembrasse dos velhos tempos, onde ia para shows com as amigas.

Isabella mordeu o lábio ao sentir o carro girar várias vezes na pista.

– O que está acontecendo? – foi à última coisa que ouviu dos lábios de Alice e em seguida sentiu o impacto de algo contra o carro.

– Você está bem? – sussurrou Tom em seu ouvido.

Isabella não conseguia nem fizera questão de abrir os olhos ou de pronunciar qualquer palavra, pelo menos até que a mesma ouviu um gemido baixo de dor.

– Você está bem? – ela ouviu a voz de Tom sussurrar novamente.

A garota forçou os seus olhos a se abrirem novamente e assustou-se ao ver o sorriso diabólico surgindo de um rosto que possuía feições tão angelicais. Ela fitou todos os lados tentando recordar-se de onde estava, mas era em vão. Ela nunca estivera ali.

– Onde está Alice?

– Perdida em algum lugar desse mato... Não me importa. – deu de ombros. – Estou preocupado com algo muito mais importante.

– Como o que? – A garota perguntou confusa.

O que seria mais importante para um rapaz de família do que a segurança da própria namorada?

– Acabar de uma vez com sua raça saumensch.

Tom olhou para o corpo de Isabella com um olhar guloso, sua mão subiu pelas pernas de Isabella cravando suas unhas na perna da garota. Com agilidade, ele retirou a calça da mesma que gritava desesperada. Ele a amordaçou e a puxou novamente para próximo ao carro, Alice estava desacordada e nem sequer parecia respirar.

O rapaz sorriu ao constatar aquilo. As chances de acabar com a raça de Isabella aumentavam.

Tom estava tomado pelo ódio, seu coração estava acelerado e isso era a prova que a adrenalina circulava a puro vapor em seu sangue.

Há dias tentava convencer aos rapazes de que aquela era a única saída. Acabar de uma vez por todas com aquela saumensch. Mas eles ouviram? Não, é claro que não, eles nunca o ouvem.

Para os rapazes, Edward, principalmente, Tom não passava de uma máscara. Ele era o “vigia”, fingia-se de bom moço para em um sábado ou outro ele sair junto com os rapazes para a matança. Mas não passava daquilo.

– Me deixa em paz! – gritou Isabella em vão, suas mãos foram de encontro com o rosto de Tom com força.

Tom rosnou de raiva, se afastou um pouco e socou várias vezes repetidas o rosto de Isabella, até ela ficar completamente desacorda. Ele retirou sua roupa e em seguida a dela e a penetrou com força, sem dó nem piedade, ele se movimentava cada vez mais forte. Os olhos de Isabella permaneciam fechados.

Isabella estava mais uma vez consciente e a dor de ver aquilo tudo se repetindo novamente pela segunda vez a apavorava. Agora estava sozinha, seu bebê estava ali, ela não podia simplesmente deixar com que aquele homem maldoso acabasse com sua vida.

– ALICE. – gritou Isabella. – ALICE. – continuava gritando desesperada.

Atrás dos dois pode ser ouvido um resmungo baixo vindo do carro. Tom rosnou mais uma vez levantando-se de cima da garota e pisando em sua perna com força. Ele caminhou calmamente em direção ao carro, olhou para o espelho e deu um meio sorriso, olhou para o lado e pegou uma pedra grande o suficiente para quebrar uma janela de vidros em vários pedaços. Ele entrou novamente no carro e dai a atirou.

Olhou novamente para Alice, que permanecia dormindo e praticamente correu para o banco de motorista, antes disso, ele forçou seu braço para baixo, ao senti-lo doer, ele fechou os olhos reprimindo o gemido de dor.

Assim que sentou no banco de motorista percebeu que Alice acordava, fechou imediatamente os olhos e ali fingiu estar desmaiado.

– Tome. – Um homem devidamente uniformizado sussurrou enquanto estendia um copo de plástico para a garota. – Está com um pouco de açúcar... Carlisle disse que fará bem para você para seu bebê.

Com as mãos ainda tremulas, Isabella se agarrou aquele pequeno copo como se aquela fosse à última Coca-Cola de um enorme deserto. Esse era o maior trunfo que uma pessoa poderia ter contra ela. A saúde e segurança de seu filho.

Ela bebericou a bebida, respirou pesadamente.

– Então Isabella, o que pode me dizer do acontecido? De onde conhecia Tom?

– Eu... Eu não sei de nada. – gaguejou Isabella. – Tom era apenas o namorado da Alice. Nos conhecemos no dia do acidente em que... Em que ele quebrou o braço. Depois disso não nos vimos mais.

Apesar de tudo, Isabella tinha um bom coração. Após a morte de Tom ela nada disse sobre o acontecido, escondeu de todos o que Tom fizera e assim continuaria.

– Você sabe que o encontramos morto, da mesma forma que encontramos os corpos de seus pais, não sabe?

A garota assentiu timidamente, respirando fundo.

– Não sei o que pode ter levado a alguém ter feito aquilo, Tom era filho do prefeito da cidade e sua família... Quer dizer, a única ligação entre vocês foi o método do assassinato.

– Senhor... Se não se importa eu prefiro não saber de nada que tenha ligação a isso. – Isabella se levantou da cadeira. – Eu já disse tudo que eu sabia, não quero ter que ficar recordando sobre o acontecido todas as vezes que sou obrigada a vir aqui. Apenas quero esquecer tudo isso, tudo bem? – Suspirou.

– Me desculpe por todo o constrangimento. – assentiu o delegado. – Pode ir.

– Obrigada. – sussurrou Bella saindo da minúscula sala.

Seu olhar percorreu por toda a sala, a garota suspirou pesadamente ao ver o pequeno corpo de Alice próximo ao balcão. Elas haviam faltado às aulas desde o dia do acidente.
Os olhos de Alice estavam fundos, seu olhar estava sem vida.

A alegria que era seu símbolo registrado havia sido substituída pela dor.

– Você o amava mesmo. – Bella deu um meio sorriso ao se aproximar da amiga.

– Ele foi meu primeiro amor. – sussurrou Alice. – Meu primeiro beijo foi com ele e minha primeira vez também. – engoliu o choro.

– Não posso dizer que entendo você... Mas eu sei como é perder alguém que amamos. – Isabella abraçou Alice. – Pode contar comigo. Sempre.

– Eu sei que posso. – ela escondeu seu rosto em meio os cabelos de Isabella.

Esse era um dos motivos para que Isabella não gritasse sobre o que Tom fizera com ela. Querendo ou não, Alice o amava e ela não queria decepcionar sua única e melhor amiga. Não em um momento tão delicado como esse.



Notas finais
Queria pedir um pequeno favor, quem puder dá uma passadinha na minha fic com a Carol : Psychosocial? É sobre a Alice. -q
Sinopse: Quais os segredos que um psicopata pode esconder atrás das aparências?
Uma mulher pequena, de aparência frágil e olhos bem azuis. Nascida e criada em Londres, Alice Brandon, tem uma mente implacável quando o assunto é dinheiro. Egoísta e calculista age de forma fria e sem pensar. É capaz de passar por cima de tudo e de todos para cometer as maiores atrocidades imagináveis tudo isso como consequência de um passado obscuro. Passou a maior parte de sua vida nas ruas londrinas e assim cresceu com sede de poder.
Entre e divirta-se, esse é meu mundo e daqui você não sairá, pelo menos não vivo.
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