Amor Perdido

40 Sayori especial Parte X


A Viagem demorou três dias, pois eles fizeram-na calmamnete e parando várias vezes para que os cavalos pudessem descançar. Durante o primeiro dia, cavalgaram lentamente, como se estivessem apenas passear pela a Floresta das Brumas. E quando, algumas horas depois de terem iniciado a viagem, anoiteceu, escolheram um sítio, relativamente abrigado, e adormeceram deitados no chão de folhas secas e tons dourados. No dia seguinte, levantaram-se, comeram e montaram novamente. Nesse dia, chegaram à fronteira do Reino do Oeste e fizeram um pouco da sua travessia. Sayori desmontou da égua e, correu pela erva verde daqueles campos. Dormiram no sopé de um pequeno monte, Sayori enroscou-se na sua manta e encostou-se ao pé do seu primo, deixano Elian enciumado. Quando acordaram, ela lavou a cara com a água de um dos cantis e penteou os cabelos, para que eles não tivessem um ar tão desgranhado. Depois, montaram novamente e prosseguiram a sua viagem. Até que, ao anoitecer do treceiro dia, chegaram, finalmente, à entrada do shiro. Os dois soldados apressaram-se abrir os portões, reconhecendo de imediato a sua hime. Sayori murmurou algumas palavras à sua montada e a sua égua, entrou no shiro. Continuaram a avançar e, de repente, Sayori vislumbrou um brilho prateado a avançar na sua direção. Era uma das borboletas da lua que vinha saudar. A borboleta pousou na sua mão esquerda e Sayori inclinou a cabeça, como que a cumprimentá-la. Ela bateu um pouco as asas, saiu da mão de Sayori e esvoaçou até ao seu ombro, onde se manteve. A noite caiu e tornou-se muito escura.

- Elian? — Sayori chamou-o

- Hai — ele deu um toque suave no seu cavalo, para que as suas montadas ficassem próximas

- Pensei que as borboletas da lua só voassem na Floresta das Brumas?

- Por norma sim, mas a líder segue sempre a sua Senhora, para one que esta vai

- Souka

Eles olharam para a entrada iluminada por archotes. Todos estavam à sua espera. Todos menos o lord. Sayori desmontou e correu para abraçar a sua avó e, Inutaisho, calmamente, foi ao encontro dos seus pais e da sua irmã. Elian, também desmontou e passou as rédeas dos cavalos a dois servos.

- Que saudades avó — disse Sayori

- Como estás crescida, minha querida — disse Satori, afastando um pouco para observar a sua neta

- E o meu chichiue? Onde ele está? — Sayori olhava para todos os cantos à procura do seu progenitor

- Aqui! — finalmente ela ouviu a voz que tanto esperava

- Chichiue! — gritou feliz e sorridente, correndo na direção dele

- Sê bem vinda minha cria — comentou Sesshoumaru, abrindo os braços para recebê-la e sorrindo de volta

Sayori saltou, literalmente, para os braços fortes e protectores do seu amado pai, fazendo-os cair no chão duro. Os restantes, ao depararem com aquela situação, soltaram uma gargalhada. Sesshoumaru ia para repreende-la, por aquela atitude, mas nada disse, em vez disso, apertou-a mais nos seus braços. A saudade falava mais alto.

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No fim e uma merecida refeição, Elian chama o seu amigo para uma conversa particular. Sayori ao vê-los a sair da sala, ficou nervosa e remexendo os dedos em cima da mesa. Esta agitação não passou espercebida pela a sua avó.

- Passa-se algo, Sayori?

- ... — Sayori não respondeu

- Não se preocupe, Satori-sama. A sua neta está com medo, de ficar sem o seu namoradinho — disse Inutaisho enquanto ia beber um pouco de vinho

Sayori pernunciou algumas palavras. E, o vinho da taça do seu primo, explodiu. Inutaisho ficou a cara toda molhada, com os olhos regalados e com cara de tacho, tentando perceber o que se passou.

- Kawaii, prima. Os teus poderes são incriveis — comentou a Izayoi

- Ainda não viste nada. E tu Inu... — virou-se para o primo — .... se voltares a falar demais, na próxima eu vou arrancar essa tua língua

- ( fria como o seu pai) — pensou o seu tio Inuyasha

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Numa pequena sala todos, menos o Elian e o Sesshoumaru, estavam sentados, a beberos seus chás e contando as novidades uns aos outros. Os dois youkais entraram na sala. Sesshoumaru foi até à uma mesinha e, serviu dois licores. Elian aproximou-se da Sayori e sentou-se ao pé dela. Sayori, viu o seu pai vindo na direção deles, com uma cara fechada, entregando o licor para o Elian.

- Quero apresentar-vos, um amigo meu de longa data. Este é o Elian, que apartir de hoje será o meu ... — Sesshoumaru parou para beber um pouco do licor

- ( genro) — pensou a Sayori feliz

- Bem, como eu ia dizendo, apartir de hoje será o meu novo general

- Nani?! — Sayori levantou-se gritando, fazeno que todos olhassem para ela

- O que foi, Sayori? Não ficas-te feliz por mim? — perguntou-lhe Elian

- Hai fiquei mas, não foi por isso que vieste aqui. Deixas-te de ser general da Hanon por outro motivo

- Calma Sayori — pediu o seu pai — Elian contou-me o verdadeiro motivo. E como, ele vai morar conosco, é claro que não iria peder a oportunidade de ter um exelente guerreiro ao meu lado. Eu não disse nada porque, não pensei que quisesses que o noivado fosse já anunciado

- NOIVADO?! — disseram todos em unissono

- Hai, pedi a mão da Sayori — disse Elian

- Sendo assim, daqui três dias irei organizar uma festa de aniversário e de noivado

Sayori pediu desculpas pela a sua atitude.