Amor Perdido
32 Sayori especial Parte II
Muita coisa se passou nestes anos, Inutaisho agora com 19 anos, já era um homem feito e desde dos seus 16 anos já não morava mais ali. A sua irmã com 16 anos tinha recebido um baile de debotante só para ela, no castelo do seu tio. Este dividiu as terras que pertenciam a ele devido ao casamento com a Sara, dando assim o Reino do Este para o Inu e o Reino o Sul para Izayoi como dote. O seu pai ao príncipio recusou mas compreendeu a vontade do seu irmão, ele não queia nada que lembra-se daquela maldita neko youkai e para ele bastava o seu Reino do Oeste, já não era ambicioso por terras e conquistas como antigamente. Entretanto a Sayori havia completado 13 anos, começava a espertar o interesse nos youkais puros, jovens e herdeios de terras mais pequenas. Agora treinava todos os dias com o seu pai, possuía um poder incrível e há um ano para cá mostrava habilidades como poder de miko e curiosamente de manobrar os elementos sagrados. Sesshoumaru sabia que a maior parte dos poderes da sua filha, vinha da parte da Rin, já que esta era miko antes de se transformar em youkai. Mas o que ele não conseguia entender era como a sua pequenina conseguia manipular os elementos. O youkai enviou uma mensagem para o shiro da sua mãe e outra para o vilarejo do seu irmão, ele tinha que desvendar este mistério. Dois dias depois, todos encontravam-se reunidos no escritório do senhor do Oeste. Quando conversavam sobre a hime, o Jaken apareceu avisando da chegada de uma youkai estranha. O lord deu autorização para que ela entra-se.
A jovem youkai, que permanecia muito direita e infantilmente sorridente à sua frente, era uma femêa pequena, principalmente tendo em conta a altura normal dos youkais com aspecto humano mas, muito elegante. Usava um quimono formato de vestido, com bordados prateados, azul muito escuro que quase parecia preto, uma capa de vaigem com capuz do mesmo azul escuro. Os seus cabelos eram negros e, embora fossem lisos na raiz, encaracolavam no fundo, formando uma espécie de cachos. Os seus olhos eram azuis brilhantes. Sayori nunca vira uns olhos simultaneamente tão bonitos e desconcertantes. No meio da testa apresentava uma estrela negra. Ela analisou a Sayori e sorriu mais ainda.
- Como te chamas? — perguntou o lord om o seu tom frio habitual
- Hanon e vim falar sobre a tua filha, acho que por esta altura ela, já revelou poderes não muito comuns para a tua espécie youkai?
Sesshoumaru cruzou os braços e franziu o cenho.
- E suponho que vens dizer-me que sabes o que se passa
- Hai, eu sei de tudo já que ela é como eu
- Nani? — Agora o youkai estava confuso
- Ora meu caro lord, não me digas que não sabes da história da tua família e dos teus antepassados?
Ele apontou o dedo para o sofá, para que ela podesse sentar. O youkai e a sua mãe sabiam da história mas, o restante não. O que ela não entendia, o que isso tinha a ver com a sua filhota.
- Gostaria de saber dessa história — pediu o Inuyasha e a Hanon sorriu respondendo que sim
- Muito bem senhor...
- Inuyasha, esta é minha esposa Kagome e os meus dois filhos, Inutaisho e a Izayoi — o hanyou apresentou a sua família
- Hum, interessante o nome do seu filho
- O meu irmão quis homenegear o nosso falecido pai. Agora vamos ao que realmente interessa.
- Hai, é claro. Bem Inuyasha-sama, como explicar isto resumido? Tudo isto começou nos tempos primórdiais, no início em que os youkais reinavam na terra na sua forma henge. Nos céus havia duas donzelas celestiais. A Mizuki que era senhora da Noite e da Lua e a sua irmã caçula, a Mianon, a senhora das Brumas e da Chuva. Um dia decidiu-se que a Mizuki protege-se e contola-se os youkais e a Mianon os humanos.
- Ainda não estou entender o que isso tem haver com a minha família? — comentou o Inuyasha
- É simples, os inu youkais são descendentes directos da Mizuki, tendo como símbolo a Lua Crescente e eu sou a única descenente viva da Mianon e, como podes ver na minha testa, o símbolo é uma estrela. Bem, um dia a Mizuki apaixonou-se por o inu youkai, o primeiro do vosso clã, e daí dessa união começaram a nascer inu youkai com forma mais humana e muito pederosos, podendo transformar-se na sua forma henge. A sua irmã segiu o mesmo caminho, e apaixonou-se por um humano e foi dessa união que apareceu os primeiros monges e mikos, por causa esta afronta a Mizuki foi amaldiçoada pelo o próprio pai. Eu sou a reencarnação da Mianon.
- Nossa, que história! E que malição foi essa? — perguntou a Kagome
- Jamais teria descendentes mulheres que podesse passar o seu poder celestial. Mas ao longo dos séculos a maldição tornou-se fraca.
- Isso é mentira — gritou o lord — O meu tio teve uma filha, a Lunam.
- Mas ela não é herdeira directa ao trono — falou a Satori
- Nani?!
- O teu bisavó teve cinco filhos todos machos. O teu avó paterno era herdeiro mais velho, por isso a maldição passou para ele e, teve dois machos, o teu chichiue e o teu tio. O Inutaisho era o primogénito e teve dois filhos machos devido à maldição, eu sempre quis uma filha mas não valeria a pena, por mais filhos que eu desse à luz seriam machos, é por isso, que só tive a ti. A Izayoi também teria o mesmo destino se o teu chichiue continua-se vivo.
- Eu sou o herdeiro mais velho do meu chichiue e tive uma filha, por isso é mentira essa maldição
- Exactamente, tu és o primeiro descendente real, a ser pai de uma femêa. A Sayori além de ser descendente da Mizuki, ela é a sua reencarnação, É daí que vem o sues poderes. A minha família, esperava há muito tempo por isto e após de milénios aconteceu finalmente. A Maldição foi quebrada.
- Mas o que queres de mim? — perguntou a hime receosa
- Não precisas ter medo de mim, eu vim aqui propor uma coisa. Quero que venhas comigo, iremos para o meu reino e lá serei a tua sensei. Ensinarei tudo o que precisas e poderás contolar os teus poderes.
- A minha cria não saíra daqui — afirmou o Sesshoumaru
- Souka. A tua preocupação como pai é normal. Mas peço-te que reconsideres. Se ela não aprender controlar, tudo o que conheces correrá perigo. Fazemos assim, voltarei para o Reino das Brumas e esperarei pela a tua decisão.
A Hanon levantou-se em direção ao lord e entregou-lhe um pergaminho.
- Aqui tens a localização do meu reino, também deixarei um mensageiro meu. Assim poderás entregar a tua desição. Até breve e espero que escolhas sábiamente, para o nosso bem
A youkai retirou-se deixando todos na sala apreensivos. A Sayori olhou par o pai percebendo que ele já tomara uma desição. A pequenina saiu correndo para os estábulos.
- Tsuki — abraçou a sua égua — Hoje apareceu uma youkai, querendo que eu vá com ela para o seu reino. Ela disse que queria treinar-me. O meu chichiue ao príncipio recusou mas, agora eu vi na cara dele que vai aceitar. O que eu faço? Eu não quero ir.
A jovem sentou-se num monte de palha.
- Dizem que o Reino das Brumas está sempre chovendo — acabou por se deitar e adormeceu.
Após de uns minutos, a jovem começou a contrecer-se suando, estava a ter um pesadelo. Uma estranha energia emanava dentro dela, fazendo-a levitar. Abriu os seus olhos, ainda en transe, a cor deles eram vermelhos cor do fogo e o seu cabelo vrou negro como a noite. O seu corpo fora envolto por chamas de fogo. Neste momento um soldado entrou e viu a cena. O fogo começou alestrar pelo o feno, incendiando o estábulo. O soldado pediu socorro. A Sayori acordou com o grito e assustou-se vendo o fogo, conseguiu retirar a sua égua, enquanto os outros soldados corriam para tirar os restantes cavalos. Todos os soldados e os servos conseguiram com muito esforço apagar o fogo. O lord correu até ao local com o seu irmão e sobrinho, tentando compreender o que se passara. O soldado que tinha visto tudo desde do ínicio contou o que se tinha sucedido. Logo o Sesshoumaru lembrou-se das palavras da Hanon.
- ( "se ela não aprender controlar, Tudo o que conheces correrá perigo" )
O lord olhou para a sua filha, ela encontrava-se assustada. Depois do tumúlto foram jantar, ou pelo menos tentar. Sesshoumaru comunicou a sua decisão.
- Sayori, partirás amanhã para o Reino das Brumas. Eu já comuniquei a minha desisão à Hanon e poderás levar um pequeno grupo á tua escolha.
- Mas chichiue, eu não quero ficar sem o senhor e ficar sozinha sem ninguem conhecido.
- Nesse caso prima, eu irei contigo e ficarei lá até acabares o teu treino. Isso claro se o meu chichiue e o tio não se importarem.
Os ambos irmãos entre se olharam e concordaram
- Então preparem-se os dois. Partirão ao amanhecer.
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