Amor Perdido
9 A noite dos sonhos
Notas iniciais
Sesshoumaru ainda estava na sala, decidiu tomar um pouco de licor, sentou-se no sofá e fechou os olhos.
A rin entrou e sentou-se ao pé dele.
-(como ele é lindo!) pensava.
Ela levantou-se, despindo-se e sentou no colo dele de forma colocando uma perna da cada lado, começou a rebolar em cima do seu membro e beijou-o no pescoço. Ia descendo até ao seu peito, ele começou a gemer baixinho e abriu os olhos. A garrou nas coxas da Rin apertando com força, ele estava louco, sentindo o desejo que emanava do corpo dela. Deitou-a no sofá e retirou o seu quimono.
- Eu quero ser tua — a Rin falava dando gemidos baixos.
Quando ele ia a começar estoucar, saiu de cima dela.
- Eu não posso Rin — falou quando vestiu o seu quimono de volta.
- Tu não podes ou não queres — olhava para ele aborrecida
- Rin, escuta... por última vez não podemos. Nós... eu já falei sobre isso
- Tudo bem, como queiras!
A Rin levantou-se, vestiu-se e dirigiu para a porta
- Se tu não queres, há quem queira — virou-se para ele
- O que tu queres dizer com isso?
- Nada e agora se me dás lincença vou ter com o Li e a sua famosa companhia nocturna
- Rin volta aqui, eu não acabei de falar contigo
A rin retirou-se
-RIN!! — mas ela não voltou
- (será que ela estava falando sério?... não... a Rin não fazia isso comigo... ela ama-me... mas saiu chateada comigo e para não falar que ela está fértil... eu senti o seu cheiro... teme!)
Sesshoumaru não conseguiu pensar no que acontecera. decidiu verificar se a Rin foi para seu quarto. Chegando uma grande surpresa, a Rin não estava lá. Sem pensar duas vezes aquele youkai correu em direcção ao quarto do Li. Quando chegou verificou que a porta estava trancada.
- Li, abre a porta — mandou sem obter uma resposta
- LI!!! abre já a maldita porta senão eu mando-a abaixo
Pouco depois ele ouviu a porta ser destrancada. O inuyoukai entrou com pressa olhando para todos os cantos.
- Onde ela está?
- ela quem?
- A rin, baka! — falava o lord rosnando para o Li
- Baka és tu! eu não sei onde a Rin está e eu não sei se reparas-te mas o meu quarto não tem o cheiro dela ou o teu ofalto ficou variado
-(mas se ela não está aqui, para onde ela foi?)
- Sesshy o que se passa? — perguntava o Li vendo o seu amigo com um ar preocupado
- nada, eu vou atrás dela — o sesshoumaru saiu e a Ling entrou, ela fora a acordada com os gritos deles.
- Li, o que é que foi?
- não sei direito Ling, mas o que parece que a Rin desapareceu!
- nani!?
Sesshoumaru segiu o cheiro da Rin, desceu as escadas até ao primeiro andar. O corredor terminava numa janela, mas ele parou um pouco antes, abriu a porta e entrou.
Esta divisão não tinha paredes e também não era feita de pedra, mas sim de anuliss. A madeira fora, tal como as pedras do castelo, trabalhada em finos e primorosas arcadas, de pelo o menos três metros, que se entralaçamvam umas nas outras e se estendiam até formarem uma cúpula fechada, a qual constituía o tecto. Ela tinha, em determinados sítios, vitrais azul claro que lhe conferia uma estranha, mas encantadora luminosidade. Aquela sala fora outrora a biblioteca privada do seu pai. A rin estava deitada no sofá vermelho chorando.
- Rin, nakanaide — disse aproximando daquela humana que ele amava tanto — Dome, onegai
- Doushite? — a rin olhou para ele com os olhos inchados de tanto chorar
Ele não disse nada, simplesmente retirou a franja dos olhos dela e beijou-a carinhosamente
- Aishiteru — disse ele
- Aishiterumo — ela respondeu baixo, ele sorriu, levantou-se.
- Konbanwa, Rin
- Demo , matte yo? — o youkai parou sem olhar para ela.
- Rin, será que nunca vais entender?
- Damare
- ( nani, ela nunca desrespeitou-me assim)
- Estou farta, aquela menina que seguia-o para todo o lado agora cresceu, tornou-se uma mulher, e como qualquer mulher eu tanhos sonhos, vontades e desejos.
A rin aproximou-se dele colocando uma mão do youkai no seu peito
- Eu não desejo o seu trono ou as suas terras, e eu sei que jamais serei a tua mulher, mas eu quero-te, eu amo-te tanto que eu estou disposto a ser apenas tua amante. Eu quero ficar junto do senhor, não interessa como, apenas ficar junto de si para mim basta.
Sesshoumaru retirou a sua mão do peito dela e colocou-a na nuca, puxando-a para perto de si. Olhou-a nos olhos, beijou-a e agarrou-a ao colo. Sairam daquela sala e subiram as escadas sem pararem de beijarem-se como um casal apaixonado recém casados. Quando chegaram ao quarto da sua hime colocou-a suavemente na cama.
- Amor — disse a Rin já com o coração cada vez mais acelerado
- Doshitano — sussurou-lhe ao seu ouvido
- Bem... sê meiginho — pediu a Rin já corada
- Hai, minha hime — deu-lhe um sorriso meio maroto
Começou a dar-lhe um beijo na testa, e foi descendo até ao seu pescoço, passando pelo os seus lábios. Retirou-lhe o quimono deixando o seu corpo exposto. Ficou admirando para aquelas curvas enquanto despia-se também. Recomeçou a beijar um dos seus seios, arrepiando-a, e com uma mão acaraciou o outro seio.
Foi descendo passando pelo o seu ventre até à parte íntima dela. Ele viu que já estava húmida, passou a língua nas suas coxas e subiu até clítoris, fazendo movimentos circulares e Rin colocou as suas mãos no rosto.
- Aí não, eu tanho vergonha
Ele subiu dando-lhe um beijo ardente e penetrou-a com um dedo, fazendo movimentos de vai e vem nela, quando sentiu que ela relaxou enfiou-lhe o segundo dedo continuando a movimentar-se. Ela gemeu baixo e ele desceu de novo para continuar onde tinha parado.
A Rin começou a gemer mais alto agarrando o lençol. Quando ele reparou que ela estava chegar no ápice parou e penetrou de uma vez.
- Ai! Sesshy — reclamou
Ele colocou os dedos nos lábios da sua amada.
- Shii — pediu ele — Calma,...estás tensa,.... apenas relaxa.... senão eu vou magoar-te e eu não quero isso.
Ele esperou que ela habitua-se aquele membro duro dentro dela. A Rin começou relaxar e ele continuou, ao princípio, devagar.
- Anh...anh, se-sesshy — ela enrolou as suas pernas ao seu quadril
- Anh, m-mais, eu qu-quero m-mais.
Ele começou a ser mais rápido e profundo.
- anh... anh... anh...!
A rin encrava a suas unhas nas costas dele, deixando-o cada vez mais louco e excitado.
- Mais, eu quero mais anh... sesshy, onegai
- Anh... Rin anh, não me provoques mais — pediu ele.
- Eu não sou frágil só por ser humana. Agora faz do mesmo jeito que fazes com as outras youkais
Sesshoumaru não se contendo mais agarrou-lhe nas suas pernas e colocou-as em cima dele aumentando a profundidade e as suas estocadas aumentaram de velocidades
- Anh... s-sim, é issoooo mesmo! — gritava a Rin quando atingiu o seu ápice, Sesshoumaru segundos depois atingiu também.
Ele deitou-se ao lado de peito para cima. A Rin virou-se para ele dando um sorriso marota
- Eu ainda não acabei, meu lord
Ele não queria acreditar, a sua menina virou uma mulher insaciável. Ela começou a beijar o seu peito defenido e desceu até avantajado membro. Passou a língua até que por fim abocanhou sem dó nem piedade, chupando com prazer.
O youkai ficou admirado deixando entrar naquela sensação de prazer e gozou o seu líquido na boca boca da Rin, esta engoliu e sentou-se no seu membro cavalgando por cima dele. Ele colocou uma mão no seio direito e agarrou na coxa esquerda dela, e gemia, era a primeira vez que deixava-se ser mandado por uma fêmea. Por norma ele é que mandava no sexo.
- Rin... anh... n-não pa-pares, anh...onegai
Rin aumentou a intensidade do seus movimentos gemendo como uma louca. Antes que ela chagasse ao ápice, o lord colocou-a de quatro estocando-a com força brutal, agarrou-lhe no pescoço para a asfixiar um pouco. A Rin queria gemer mas não conseguia faltando o ar. Os dois chegaram no gozo ao mesmo tempo, ele soltou-a deixando que ela enchesse os pulmões de ar.
- calma, respira devagar — beijou-a nas costas tentando acalmá-la um pouco.
Os dois dormiram aconchegando os seus corpos, um no outro, e adormeçeram cansados, mas realizados.
Notas finais
NANI - como
NAKANAIDE - Não chores
DOME - Pare
ONEGAI - Por favor
DOUSHITE - Porquê
AISHITERU - Amo-te
AISHITERUMO - Também amo-te
KONBANWA - Boa noite ( despedida)
MATTE YO - Espera
DAMARE - Cala-te
HIME - Princesa
DOUSHITANO - O que foi
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