Amor Esquecido...

11 Mais vale tarde do que nunca...


Notas iniciais
Oi!! Tadaima Desculpem o atraso, mas não tenho tido muito tempo livre... Muito obrigado a quem comentou, adoro ler os vosso comentários!!! Um obrigado ESPECIAL a Wendy Marvell por ter recomendado a minha fic, fiquei SUPER feliz quando li a recomendação :D Bem... para quem não sabe e não quis perguntar, "lamechas" significa sentimentalista, está a demonstrar demasiado os seus sentimentos. O Natsu diz isso como se fosse uma coisa má porque não é algo que ele normalmente faz, expressar os seus sentimentos daquela maneira. E não vou empatar mais... eu sei que vocês querem o hentai por isso espero que gostem xD Boa Leitura

NARRADORA POV

Ele deitou-a na cama, tirou o colete de uma manga juntamente com o cinto e atirou-os para o chão. Agarrou o cachecol e também o tirou, mas desta vez teve o cuidado de o deixar pendurado aos pés da cama.

Natsu olhou para ela e passou os dedos pelos seus lábios como se os decorasse. Depois afastou-os lentamente e cobriu-os com os seus.

Lucy não estava preparada para a ferocidade daquele beijo…. para a sua paixão. Era tão exigente… quente… doce. Ele rosnou ligeiramente enquanto a sua língua provocava a dela e explorava a sua boca.

Ela enterrou as mãos no cabelo espetado de Natsu e gemeu enquanto ele a lambia e mordiscava até ela estar quase a desfalecer de prazer… Nunca conhecera nada assim. Nada como ele.

Natsu afastou-se para lhe puder abrir o fecho do top. Embora ele o quisesse rasgar rapidamente. Queria estar dentro dela, sentir o corpo dela contra o seu, enquanto a possuía com toda a paixão que estava a sentir. Mas não seria capaz de a tratar assim. Queria que aquela noite durasse e queria passá-la com a loirinha nos seus braços.

Ele abriu-lhe o top e ela sentou-se para o poder tirar e atirar para o chão. Desapertou o soutien e ia para o tirar rapidamente mas o Natsu impediu-a. Ele agarrou numa das alças e o soutien deslizou lentamente pelos seus braços deixando-a arrepiada. Quando, finalmente o tirou, deixou-o cair no chão.

Tomou o rosto dela na sua mão e beijou-a gentilmente. A mão do Natsu deslizou do rosto dela até ao seu ombro e empurrou-a levemente para que se voltasse a deitar. Lucy deitou-se lentamente e ele acompanhou-a para não quebrar o beijo.

Natsu apoia-se com as mãos na cama, uma mão de cada lado do corpo dela. Quando ela se deitou, ele chupou-lhe o lábio inferior, separou os lábios dos dela e começou a trilhar um caminho de beijos… pelo queixo… pescoço… peito… barriga. Ela ia arqueando as costas à medida que sentia os lábios dele a percorrerem a sua pele nua. Quando chegou à saia, Natsu levantou-se.

Ele agarra-lhe numa das pernas, descalça-a e começa a beija-la desde o pé até ao joelho. Agarra na outra e repete o processo. A maga já não conseguia aguentar tanta calma, parecia tortura…

Quando acabou, o mago tirou-lhe o cinto e a saia. Lucy estava à espera que ele fizesse o mesmo com as cuecas* mas percebeu que estava enganada quando o sentiu a agarrar no elástico das cuecas e os dentes dele a roçarem na sua anca. Antes que ela o pudesse impedir, Natsu rasga-lhe as cuecas e atira-as para longe.

– Natsu?! – Lucy chama-o, chocada.

– O que é? Não gosto de cuecas, ficas bem melhor assim… — Disse-lhe olhando-a com malicia.

Natsu afastou-se para poder olhar para o corpo dela. Os seus seios eram enormes, os mamilos rosados estavam inchados e duros, exigindo atenção. A pele dela era clara e brilhava com a luz da fogueira… Mas foi a imagem das suas pernas ligeiramente afastadas e dos seus caracóis húmidos, de um louro-escuro, entre as suas pernas que o deixou sem fôlego…

Lucy susteve a respiração enquanto via o olhar animalesco de Natsu percorrer-lhe o corpo. Era tão quente que parecia que ele lhe estava a tocar de verdade. Ela surpreendeu-se quando ele a puxou, ficado os dois de pé colados um ao outro. Ela estava completamente nua enquanto ele ainda tinha as calças vestidas.

– És tão linda, Lucy – disse-lhe puxando-a mais para ele. Ela não conseguiu evitar o sorriso.

– Tu também não estás mal – respondeu divertida, olhando-o nos olhos e passando a mão nos seus abdominais.

Ele também sorriu e agarrou-lhe na nádega surpreendendo-a.

– Não estou mal?! Já vais ver… — Ele chupou e mordiscou-lhe o lábio inferior provocando-a.

Ambos se riram das provocações. O Natsu inclinou-se e puxou o lençol a cama para trás. A Lucy deitou-se e observou-o enquanto ele tirava as calças.

Ela engoliu a seco, quando o viu duro e inchado por ela. A sua pele ligeiramente bronzeada, aqueles músculos bem definidos… Ela tinha de admitir que o rapaz era lindo. O seu Dragon Slayer.

Ele deitou o seu corpo sobre o dela e tomou-a nos braços. Ela adorou sentir o peso dele, fechou os olhos e deixou que a força e o poder dele a varressem enquanto sentia aquele corpo masculino e duro com o seu.

Natsu lutou por respirar. Sentir o corpo dela contra o seu, era a melhor sensação que alguma vez tivera. As mãos dela percorriam as suas costas, enquanto ele fitava aqueles olhos castanhos… olhos lindos.

Ele beijou-a suavemente provando o sabor doce da boca dela, sabia a morangos…

Lucy gemeu, quando o Natsu quebrou o beijo e abriu caminho com os lábios e a língua, pela sua garganta até aos seus seios. Sentiu a ereção dura contra a sua coxa… íntimo e escaldante. Isso fê-la tremer.

Ele tomou, suavemente, na mão um dos seus seios enquanto passava a língua em redor do mamilo inchado, mordiscando-o e chupando, gentilmente.

Ela segurou a cabeça dele entre as mãos e observou-o a gemer de prazer, parecia que o seu corpo era o paraíso para ele. O Natsu demorou algum tempo a prová-la, toda a sua pele foi lambida, provocada, provada e saciada. Parecia que ele não conseguia se cansar dela. Nunca nenhum homem lhe tocara daquela maneira e sentia-se aterrorizada com o que estava para vir. Ela sabia o que era o sexo, mas a sensação era-lhe desconhecida.

A cabeça do Natsu girava com o perfume e a sensação de ter a loirinha nos seus braços. Ele adorava lamber e mordiscar aquela pele suave e escutar os seus murmúrios de prazer. Ele precisava de ter mais dela.

Lucy gemeu de prazer quando o Natsu lhe afastou mais as pernas e a tomou na boca.

Era incapaz de respirar ou falar enquanto o prazer enorme lhe percorria o corpo. Cada chupadela… cada lambidela… lançava ferozes ondas de prazer pelo seu corpo.

Nunca tinha imaginado algo assim. Devia de estar aterrorizada mas não estava. Ela queria mais daquilo, queria mais dele.

Com o coração acelerado, olhou para baixo para o ver entre as suas pernas. Ele tinha os olhos fechados e a sua expressão indicava que ele sentia tanto prazer em prová-la como ela a ser provada.

Lucy abriu mais as pernas, dando-lhe melhor acesso, e enterrou a mão no cabelo espetado dele. O Natsu riu contra ela, enviando novos arrepios de prazer pelo seu corpo… Ela gemeu de prazer.

Ele deslizou os dedos para dentro dela, tocando-lhe onde ela mais o desejava.

Demorou o seu tempo e o prazer foi aumentado até ela não conseguir suportar mais.

– N-Natsu… — o nome dele escapou-lhe dos lábios quando ela atingiu o clímax pela primeira vez.

Ele não parou. Continuou a provocá-la até ela pedir que parasse.

– Natsu, por favor, tem pena de mim.

Ele afastou-se para olhar para ela com aqueles olhos quentes.

– Pena, loirinha? Estou só a começar.

O Natsu gatinhou pelo seu corpo, como um animal feroz, mordiscando e lambendo o seu caminho até cobrir o corpo dela com o seu. A cabeça dele zumbia com o sabor de Lucy. Nada era melhor do que ter as suas mãos a deslizarem pelas suas costas, a agarraram-lhe o traseiro e a apertarem-no contra ela. E nada soara tão bem como o seu nome nos lábios dela, quando ela voltou a atingir o clímax.

Ele voltou a beija-la profundamente, percorrendo-lhe a boca com a língua. Percorreu o braço dela com a mão até entrelaçar os seus dedos nos dela. Segurando-lhe a mão sobre a cabeça, aprofundou ainda mais o beijo.

A Lucy envolveu a cintura dele com as pernas e ele pressionou a ponta do seu membro contra o centro dela. Ela arqueou as costas esperando que ele a penetrasse.

Sem quebrar o beijo e com um único movimento, deslizou profundamente dentro dela. Lucy encolheu-se e gemeu perante a dor súbita que foi mais forte do que qualquer prazer…

Natsu afastou-se de imediato.

– Oh, Lucy, magoei-te? Desculpa, eu…

Ele parecia realmente assustado e confuso. Ensinaram-lhe muitas coisas mas esqueceram-se do mais importante…

– Não faz mal – ela voltou a puxar o rosto dele para junto do dela. – É normal doer, da primeira vez – ela beijou-o levemente para o acalmar.

O Natsu pareceu um pouco pensativo e depois voltou a olhá-la nos olhos.

– A mim não me doí nada…

Ela teve de rir, achava-o tão fofinho…

– É uma coisa de raparigas. Eu estou bem, a sério – ela voltou a beijá-lo.

Lucy estendeu o braço ao longo do corpo dele e descobriu-o ainda duro. Ele gemeu no fundo da garganta, enquanto ela lhe tocava e o guiava de volta na sua direção. O Natsu hesitou um pouco antes de, lentamente, deslizar para dentro dela. Ambos gemeram.

Ela arqueou as costas perante a incrível sensação de o ter dentro de si. Já tinha tentado imaginar como seria… mas nada a tinha preparado para aquilo.

Natsu movia-se devagar e com facilidade, como se desejasse que aquele momento durasse para sempre. Voltou a beija-la. Ela tomou-lhe o rosto nas mãos. Ele aprofundou o beijo enquanto se movia com mais força e mais profundamente, uma e outra vez. Como ela gostava de o sentir ali.

Ele quebrou o beijo e começou a mordiscar-lhe a pele do pescoço… a orelha.

– Eu amo-te, Lucy – disse ele com uma voz profunda e ofegante. Ela sentiu os arrepios a percorrerem-lhe o corpo.

– Eu também te amo – ela respondeu abraçando-o.

Ao ouvir aquelas palavras ele também não aguentou. Enterrou-se mais nela e veio-se dentro dela.

Lucy mordeu o lábio quando o sentiu a atingir o clímax. Ele tremeu nos seus braços e ela segurou-o perto de si, sorrindo.

Permaneceu deitado em cima dela, fraco e a arquejar, ouvindo o coração dela a bater.

Ele afastou-se e deitou-se ao lado dela. Estavam ambos suados, cansados e ofegantes. Ficaram deitados a olhar o teto da gruta alguns minutos antes de conseguirem falar.

– Isto foi… — Natsu falou ofegante.

– Eu sei… — disse Lucy virando-se de lado para poder olhar para ele.

Natsu agarrou no lençol aos pés da cama e puxou-o para cima tapando as pernas de ambos. Também se deitou de lado para olhar para ela.

– Então Luce… — ele coloca cuidadosamente, uma madeixa loira atrás da orelha dela. – Queres ser minha namorada?

Ela começou a rir-se. Ele ia retirar a mão do rosto dela, mas ela impediu-o segurando a mão dele na sua.

– Calma… — Lucy disse divertida. – Não achas que estás um bocadinho atrasado?

Natsu fez uma careta, como se só agora percebesse a situação. Ele também se começou a rir antes de responder.

– Talvez… mas mais vale tarde do que nunca.

– Não sei… Vou pensar no teu caso – ela respondeu provocando-o.

– Não sabes? – Ele também fez um tom provocador. Envolveu a cintura dela com o braço e puxou-a mais para si. Ambos se riram e ficaram uns minutos em silêncio a olhar um para o outro.

– Se aceitares, eu prometo proteger-te e fazer-te feliz.

Lucy ficou surpresa com a sinceridade na voz do Natsu, ele estava a falar a sério.

– Sendo assim… aceito – Ela sorriu e ele sorriu de volta.

Natsu juntou a testa à dela.

– Agora sou o homem mais feliz do mundo.

Ela sentiu algo duro contra a sua barriga.

– Estou a ver que sim… – disse a rir.

Ele puxou-a mais para si.

– Sabes o que é que isto significa? – Depositou-lhe um beijo nos lábios impedindo-a de responder. – Segunda ronda…

Notas finais
*cuecas- cá em Portugal é calcinha e é usada por mulheres. (Perguntaram-me por isso decidi meter aqui) Ohh meu deus... não acredito que escrevi algo assim... Espero que tenham gostado!! Comentem à vontade xD E se tiverem alguma duvida podem perguntar :D Até ao próximo!! Beijoo