Amor Do Contra
16 Capitulo 15 – Matando a saudade.
Notas iniciais
Antes que eu esqueça EmilyJobs amei a recomendação!!! Então você é minha leitora numero 1 ?? Que liiindo. Espero mesmo que depois da sua receba mais recomendações =)
A sua liiinda esse Cap é dedicado a você EmilyJobs
Good Reading.
Não eram minhas lágrimas, pois há muito tempo eu deixará de chorar. Olhei pra cima pra ver se tinha alguma goteira, e depois olhei pra ele.
Era ele quem chorava, seus olhos negros estavam abertos e um sorriso em seus lábios, meu coração palpitava loucamente e tudo o que consegui fazer era chorar.
Ele finalmente estava acordado, enfim depois de tanto tempo, inacreditável, será que era um sonho? Finalmente ele estava ali, não só de corpo mais de alma também.
Ele segurou meu rosto me dando um selinho, seus lábios deixaram de ser frios e secos e voltaram ao mesmo estado úmido e quente.
(Mô) – DC graças a Deus, você está bem? Com alguma dor? Quer que eu te busque algo pra comer? Que saudade... – ele me impediu de continuar falando com um beijo, como sentia falta daquilo.
(DC) – Eu estou bem sim, putz estou morrendo de fome, quanto tempo eu estou aqui? – Aquele jeito todo descontraído de falar as coisas, seu senso de humor estava intacto.
(Mô) – Claro que está eu vou buscar alguma coisa pra você comer e chamar o médico. – eu sai feliz e gritei pra que alguém fosse atende-lo
Comprei um monte de lanches gostosos e uma garrafa de Coca-Cola e fui até o quarto. O médico me viu chegando deu um sorriso e veio em minha direção.
(Mô) – E ai está tudo certo doutor? Tem alguma coisa errada? Ele está se sentindo bem? – eu disparei uma torrente de perguntas, pois meu nervosismo estava misturado com ansiedade e alegria de vê-lo ali inteiro de novo.
(Médico) – Calma mocinha, ele está bem sim, graças aos bons cuidados e se tudo der certo daqui a dois dias no máximo ele receberá alta. – Não o queria daqui dois dias queria agora.
(Mô)- Dois dias? Porque doutor? – ele me olhava com um sorriso no rosto.
(Médico) – Faremos alguns exames e check-ups pra ter certeza de que está tudo certinho, não precisa ficar nervosa, seu namorado estará inteirinho em pouco tempo, — ele foi embora me deixando ali observando a porta do quarto, fazia tanto tempo, será que mudou alguma coisa?
Entrei vagarosamente na sala, e ele estava no celular, encostei a porta e fiquei ali pra não atrapalhar.
(DC) -... Eita mãe tudo isso? – ele me olhou assustado
(DC) — Não sabia, — deu risada coçando a nuca.
(DC) — o médico deu uma passada aqui disse que vou receber alta em dois dias, — parecia mais feliz.
(DC) – Certo então nos vemos em breve, — ele fez sinal para que me aproximasse.
(DC) – Te amo gatona e manda um abraço para o pai. – desligou e eu deixei a bandeja em cima do seu colo. Ficamos em silencio por um tempo.
(Mô) – Trouxe alguns lanches porque a comida daqui não é a melhor. – não sabia o que dizer, e ele ainda me olhava.
(Mô) – É melhor você comer alguma coisa, aproveita que ainda está quentinho, — porque ele ainda me encarava eu não sei, mas senti minhas bochechas a começarem a enrubescer.
(Mô) – Porque está me olhando tanto tem alguma coisa no meu rosto? – comecei a passar a mão no rosto pra ver se tinha algo grudado sei lá.
(DC) – Não eu só estou recuperando oito meses sem olhar pra você, como eu consegui sobreviver? – abri um sorriso e ele retribuiu.
(Mô) – Ai Do Contra só você mesmo, anda, come. – ele abriu um saquinho e pegou uma coxinha a devorando rapidamente me fazendo rir, tomou um gole da Coca e continuou me observando em silencio por um tempo.
(DC) – Quer dizer que você ia seguir em frente, me deixar sozinho aqui se eu não tivesse acordado. – eu congelei, será que ele tinha ficado bravo comigo?
(Mô) – Eu... Eu... – não sabia o que dizer.
(DC) – Você é uma boba vem aqui, — ele me puxou pela cintura me fazendo sentar do seu lado na beirada da cama, — Não deveria ter ficado tanto tempo dentro desse hospital minha linda. – Me deu um beijo na testa, e sorriu.
(Mô) – Como você sabe que eu fiquei aqui com você e não paquerando o médico bonitão lá. – dei risada e ele me apertou um pouco mais contra seu corpo.
(DC) – Desde que você volte a ser só minha agora tudo bem. – Tinha esquecido que a ciumenta da relação era eu e não ele.
(Mô) – Então quer dizer que se eu tivesse no seu lugar você ia sair por ai ficando com enfermeiras gostosonas? – o olhei em desafio, ele apenas continuou sorrindo.
(DC) – Claro que não, eu amo só você, minha enfermeira particular, mas não queria que tivesse dormido aqui por tanto tempo Mônica podia ter te feito mal, olha só você muito magrinha. – ele parecia um pouco mais sério.
(Mô) – Até parece que eu iria te deixar sozinha aqui, esse hospital está cheio de enfermeiras taradas que adoravam “examinar” quando você ficava sem camisa. E eu precisava mesmo emagrecer ok – Lembrei-me de alguns momentos em que tive que respirar muito fundo para não expulsar certas enfermeiras que adoravam ficar olhando meu namorado.
(DC) – Como é bobinha. E eu prefiro você gostosa. – fiquei um pouco envergonhada, mas ele segurou meu rosto olhando firmemente em meus olhos e me deu um beijo calmo.
(Mô) – Não acredito que você voltou pra mim, estava com tanta saudade, — o abracei com muita força, para que não pudesse escapar.
(DC) — Mônica me conta o que aconteceu aquele dia? Perguntei pra minha mãe mais ela estava tão emocionada que não conseguiu dizer quase nada. – respirei fundo, pois só de lembrar aquele dia passava um pouco mal.
(Mô) – Aparentemente, depois que você fechou a porta na cara da Daniela aquele dia, ela não foi embora, ficou no carro na frente da sua casa, muito transtornada ela resolveu ir embora, acelerou o carro e foi, mas depois decidiu que não iria deixar barato então deu meia volta e entrou com tudo dentro da sala, infelizmente você estava de frente pra porta foi arremessado contra a parede, bateu forte a cabeça, quebrou o braço e três costelas, e acabou entrando em coma. – só de lembrar aquelas cenas lágrimas rolaram pelo meu rosto.
(Flashback – ON)
Eu tinha ido depor sobre o acontecido na policia, ouvi Daniela falar tudo para o policial sem expressar nenhum remorso, seu rosto era calmo, até esboçava um sorriso. A visão daquela menina me fez perder a cabeça, quando ela saiu da sala de interrogatório, mesmo com a proteção dos policiais eu fui até ela.
(Mô) – Como pode fazer aquilo, agora ele está lá em coma por sua culpa sua vadia sem coração. – Os policiais me olhavam incrédulos e minha chefa, que me ajudava com o acontecido tentava me acalmar.
(Dani) – Minha culpa, eu queria ter acertado você, — ela riu maleficamente o que me fez tremer, — E é bom mesmo que ele continue lá, porque EU que amo ele, EU que mereço ficar do lado dele pra sempre, não você sua metida a besta, acha que fez ele feliz? Pode ter certeza que não, você sempre o fez chorar e sofrer e eu sempre fiquei do lado dele. Não venha me dizer que eu não tenho coração, porque é você a responsável por tudo isso, se não tivesse resolvido brincar com o DC, agora ele estaria feliz e bem do meu lado. – ela sorria debochadamente, sabia que aquelas palavras me machucaram.
(Mô) – Você está louca, precisa de tratamento. – foi tudo o que consegui dizer antes dos policiais levarem-na para longe.
(Flashback- OFF)
Não vou mentir que só de lembrar-me daquelas palavras meu coração doía, percebendo meu aborrecimento DC segurou meu rosto fitando diretamente meus olhos.
(DC) – Não fica assim, pode ter certeza que você é a menos culpada de toda essa história ouviu? Nada do que aquela doida disse é verdade, Eu Te amo ouviu, se tivesse que passar por tudo isso pra ficar do seu lado, não pensaria duas vezes, — me deu um beijo na testa me fazendo acalmar.
(Mô) – Não diga isso nem brincando, não quero mais passar tanto tempo em um hospital, — demos risada e ficamos uns segundos em silencio, — DC Eu te amo viu? De verdade, como nunca amei antes, de um jeito que nem eu consigo entender, cada minuto sem você é uma tortura. – suspirei fundo e lhe roubei um selinho.
(DC) – Linda – retribuiu o beijo e sorriu, — Mas com relação ao hospital não sei não, daqui há alguns anos seremos obrigados a frequentar isso aqui, — o olhei assustada ele riu, — Ué Mônica eu quero ter no mínimo 12 filhos com você, quero montar um time de futebol e ter uma princesinha pra mimar o resto da vida, — dei um tapa em seu ombro e nós rimos.
(Mô) – 12 é muita coisa DC, pode ir pensando em um número novo. – rimos e depois ficamos mais um tempo em silencio.
(DC) – E o que aconteceu com você aquele dia? Você se machucou? – ele parecia meio apreensivo com a resposta.
(Mô) – Eu fui sedada logo que chegamos ao hospital, aparentemente estava muito nervosa em estado de choque. Tive pequenas escoriações e alguns roxos, mas nada demais. – Era tão bom tê-lo em meus braços mais uma vez, pela primeira vez em oito meses eu sorri de verdade, com felicidade.
(DC) – Que coisa não? Não vejo a hora de terminar o que começamos aquele dia. – que safado, mas na verdade nem eu estava me aguentando mais de vontade. Dei um tapa leve em seu ombro e o mandei continuar comendo. Até que me lembrei de um detalhe.
(Mô) – A! Do Contra? Seu irmão depois de reformar a casa ele a vendeu, acabou comprando um apartamento pra ele e deixou sua parte guardada em uma conta. – As coisas do DC estavam na minha casa, mais especificamente aonde antes era o meu quarto quando meus pais moravam junto comigo.
(DC) – Caramba, nós já tínhamos combinado de fazer isso, mas e agora eu acho que vou ter que ir morar com meus pais de novo, até porque a faculdade esse ano já era né, junto com meu emprego, — ele encostou-se à cabeceira da cama comtemplando o teto.
(Mô) – Eu dei um jeito e tranquei a matricula pra você, ano que vem pode voltar da onde parou, mas não vai ser a mesma turma, O seu patrão disse que no dia em que você acordasse já teria seu emprego de volta, aparentemente você faz um excelente trabalho. – ele sorriu e tomou um copo de coca, eu é que estava nervosa agora.
(Mô) – Bem e suas coisa estão na minha casa, se você quiser tem um quarto a mais eu não me importo. – ele me olhou surpreso quase engasgando com a bebida, colocou o copo em cima da bandeja e segurou minhas mãos.
(DC) – Mônica, morar com você? Por mais que eu adore a ideia de dormir e acordar do seu lado todo dia, você não iria me aguentar nem por uma semana. Não precisa fazer isso por mim, eu dou um jeito ok? – ele olhava diretamente em meus olhos. Mas que menino bobo, uma hora tá falando em ter 12 filhos outra hora tem medo de dividir o mesmo teto, vai entender.
(Mô) – Não é incomodo DC, eu não me importo mesmo, e depois se não der muito certo, eu te mando dormir na casinha do Mônicão. – eu e ele demos muita risada, até que ele ficou sério novamente.
(DC)- É sério isso? Não quer voltar à trás? É sua ultima chance de desistir, — ele parecia sério, mas eu ri daquela cara.
(Mô) – Larga mão de ser bobo, se eu não desisti em oito meses acha que eu iria desistir agora? – e assim passamos o resto da tarde eu fiquei ali abraçadinha com o meu amor, queria dormir ali de novo, mas ele me expulsou disse que não queria que eu ficasse mais do que o necessário dentro daquele hospital.
Passando-se dois dias, DC saiu do hospital e eu fiz uma festinha de boas vindas em casa para a família e os amigos, estavam todos muito felizes em vê-lo bem e inteiro, principalmente eu.
Depois que todos foram embora ficou apenas eu e meu amor, naquela casa, eu tinha saído do banho e ele estava arrumando algumas coisas para voltar a trabalhar o mais rápido possível. Quando me viu de pijamas, me deu um olhar safado e logo foi me agarrar.
(Mô) – Você não está cansado não? Eu estou morrendo de sono. – eu queria aquilo tanto quanto ele, mas estava caindo de sono, louca pra matar a saudade da minha cama macia.
(DC) – sono? Eu? Eu dormi por oito meses acha que tenho sono? Não precisa fazer nada, eu só quero matar a saudade, cuidar de você um pouco, já que cuidou tanto de mim. – ele beijava meu pescoço e eu estava mole em seus braços, aquele homem era puro fogo, não tinha como negar um pedido daqueles.
Fechamos a casa e desligamos as luzes, ele me levou ate a cama e me deitou lá, massageou todo meu corpo, intercalando com beijos quentes e doces, ali o meu sono tinha ido embora, e tudo o que queria era aquele homem inteiro só pra mim.
Notas finais
Meus lindos e lindas tenho que confessar uma coisa, provavelmente eu demore a postar a partir dessa semana, muitas provas alguns trabalhos, sem contar que toda hora que eu tenho uma ideia louca na cabeça eu acabo transformando em fic e nisso eu tenho 10 histórias para serem desenvolvidas tirando essa e o Aprendendo o Valor do Amor.
Não fiquem bravos e nem desistam por favor, eu vou demorar só um pouquinho a mais do que o habitual.
A eu amo vocês meus leitores lindões então não fiquem bravos que eu ficarei triste.
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