Amor Do Contra
17 Capitulo 16 – Um pulo no tempo.
Notas iniciais
Este é o ultimo capitulo dessa história que eu amei escrever, e que vocês minhas leitoras deram a inspiração necessária para que eu perseverasse.
A eu odeio despedidas ='(
vejo vocês lá nas notas finais, não deixem de ler.
Estava tão feliz, comecei a bolar um plano infalível pra aquela tarde.
Já fazia Cinco anos que estava junto do meu amor, e minha vida estava muito bem encaminhada.
Na hora do almoço fui direto pra casa da Magali, estava com saudades da minha melhor amiga e também precisava da ajuda dela pra fazer umas comprinhas.
Entrei sem cerimonia, fui direto pra cozinha procura-la, mas o que eu vi não foi o que eu queria.
(Mô) – Quim me desculpa eu queria falar com a Maga, mas eu ligo mais tarde Ok. – ele estava usando só uma toalha na cintura e tanto eu quanto ele ganhamos uma cor rubra no rosto.
(Quim) – Não tudo bem Mônica eu vou ali... Magali. – eu já ia me afastando, e ele passou rapidamente pela porta, enquanto a Maga entrava no recinto, meio confusa.
(Maga) – Mônica que susto, o que aconteceu? – eu realmente não sabia o que dizer, estava mais vermelha que um tomate e não tinha ideia do que dizer.
(Mô) – Olha Maga, me desculpa não sabia... Não quero atrapalhar, eu vou embora, mais tarde você me liga e a gente conversa. – eu comecei a me movimentar, mas ela me puxou pra sentar num banco de frente para o balcão.
(Maga) – Não senhora, pode me dizer agora o que aconteceu, e não se preocupa com o Quim ele já estava indo mesmo, — fez uma cara meio triste o que só piorou meu constrangimento.
(Mô) – Tem certeza? – ela confirmou com a cabeça. – amiga eu vim te ver, estava com saudades, e preciso te pedir uma ajuda.
(Quim) – Meninas eu já estou indo. – ele voltou já vestido, deu um beijo na maga e um aceno de cabeça pra mim. – Mais tarde eu te ligo amor, tchau Mônica.
(Maga) – Tchau meu lindo, — ela esperou o barulho da porta se fechando, e se virou pra mim, — Meu noivo não é um gostoso? – eu revirei os olhos, e ela prontamente começou. – Mas e ai o que quer de mim?
(Mô) – Bem é que eu e o DC fazemos cinco anos hoje e eu... — não tem como não ficar envergonhada em dizer essas coisas, nem pra sua melhor amiga.
(Maga) – Queria apimentar as coisas pra essa noite? — ela começou a rir da cara que eu fiz.
(Mô) – É amiga, por ai mesmo. – ela ainda ria muito de mim, — dá pra parar?
(Maga) – É muito engraçado, depois de todo esse tempo e você ainda tem vergonha em falar sobre sexo.
(Mô) – Magali...
(Maga) – Desculpa ser tão direta, mas me diz o que tem em mente pra dar para o bonitão? Além do de costume, — Quanta malícia essa minha amiga tinha na cabeça, mas quem eu queria enganar, era isso mesmo que eu ia fazer.
(Mô) – Não sei direito, por isso vim te procurar, preciso de algumas ideias e preciso fazer compras. – Ela alargou um sorriso e me puxou pra fora da casa.
(Maga) – Então vamos mulher o que está esperando?
Fomos até o shopping, Magali me dava um monte de ideias uma mais louca que a outra, quando chegamos lá ela me puxou direto para a loja de lingeries, ficamos um bom tempo lá escolhendo um modelo pra mim.
Maga acabou comprando alguns também.
(Maga) – Mô vamos ali à praça de alimentação, tá na hora do almoço e minha barriga esta doendo de fome.
(Mô) – Claro Maga, vamos sim? O que vamos comer?
(Maga) – Acho que depois de todas as calorias que gastei ontem à noite, mereço um MC Quarteirão com um copão de Coca-Cola e uma batata grande. – Dei risada da cara dela, fui em direção da lanchonete enquanto ela foi procurar uma mesa.
Bem depois de tanto tempo, tudo estava tão tranquilo, eu e DC morávamos juntos como o Quim e a Maga, meu namoro ia bem e o noivado da Maga era perfeito.
Não vou mentir que estava com uma pontinha de inveja deles que tinham dado um passo a frente da relação, mas tudo há sua hora né?
Também eu andava bem ocupada no novo cargo de advogada Junior e o DC também estava bem cheio de serviço na nova empresa então quem sabe daqui alguns anos?
Dei um suspirou bem longo. Peguei a bandeja com nossos lanches e fui atrás da Magali.
A encontrei sentada, concentrada olhando para alguma coisa.
(Mô) – Magali o que tanto você tá olhando? – Tentei ver mais tinha muita gente ali naquela hora.
(Maga) – Mônica o DC tá no trabalho agora não tá? – ela estava com uma expressão séria.
(Mô) – Não acho que deve estar almoçando agora por quê? – Ainda não entendia a súbita mudança de humor da minha melhor amiga.
(Maga) – Olha pra lá, do lado de uma loira, — olhei e me deparei com a cena, era o DC com certeza, mas a mulher, não tinha certeza.
(Mô) – É o Do Contra ali, mas quem é ela, não me parece estranha. – olhei mais atentamente pra cena um pouco distante, os dois estavam rindo como se fossem velhos conhecidos, senti um embrulho dentro de mim.
(Maga) – É a Carmen, Mônica, mas o que ela está fazendo aqui? E ainda com o seu namorado? – ela me olhou procurando a resposta que nem eu tinha.
(Mô) – Não sei, mas não estou gostando, pelo que me lembro da Carmen tinha uma queda por ele na época da escola, — fiquei com vontade de ir correndo até lá ver o que estava acontecendo.
(Maga) – Um abismo pelo que eu me lembro. Porque não liga pra ele Mônica? – olhei mais uma vez pra cena.
(Mô) – É o que eu vou fazer. – Peguei o celular e disquei, não demorou muito pra ele atender.
(DC) – Oi Meu amor. – segurei um riso de deboche
(Mô) – Alô DC tudo bem? – “O que está fazendo com essa loira oxigenada” tive que me segurar pra não perguntar logo de cara.
(DC) – Tudo sim amor e com você? – nada bem já que meu namorado está se encontrando as escondidas com outra mulher
(Mô) – Bem, está almoçando? – Se ele mentir vou até lá e faço um escândalo.
(DC) – Sim estou, e com uma velha amiga, não vai adivinhar quem é. – Menos mal, espero que seja só amiga mesmo.
(Maga) – Ela tá rindo – olhei pra loira e notei certo deboche em seu sorriso.
(Mô) – Deixa-me pensar... Carmen? – Estou te vendo não faça nada do que possa se arrepender.
(DC) – Nossa você é muito boa, acertou em cheio – É às vezes acho que sou boa até demais.
(Mô) – Háha é sou boa mesmo, espero que esteja tudo bem. – Vai, me conta logo o que estão fazendo.
(DC) – Ela mandou um oi e um beijo. Onde você está? – falsa, e agora o que eu falo, não posso dizer que estou no shopping.
(Mô) – Com a Magali almoçando. Vou desligar, — Não sei mentir é melhor parar com isso agora.
(DC) – tudo bem, até mais tarde, te amo, — sei.
(Mô) – Ahan, — desliguei ainda desconfiada.
(Maga) – E ai o que ele falou, — continuei fitando eles por um bom tempo.
(Mô) – Falou a verdade, mas sei que está me escondendo algo.
Nós comemos o nosso lanche, e nos despedimos, DC e Carmen já haviam saído há algum tempo.
Fui para o estacionamento e de longe me deparei com uma cena que fez meu coração se despedaçar.
DC ajoelhado em frente àquela loira azeda segurando uma caixinha azul na mão. Não podia ser.
Aproximei-me o máximo que pude sem que eles me notassem e fiquei ali para ouvi-los.
(DC) – Amor... — ele começou a falar e meu coração ficou menor.
(DC) – Desde o primeiro dia em que te vi sabia que tínhamos algo diferente, — Não acredito é isso mesmo? Ele está se declarando.
(DC) – E agora que estamos juntos tive certeza de que é com você que eu quero passar todos os dias de minha vida. – Não pode ser verdade e eu Do Contra, você me esqueceu.
(DC) – Ter filhos seus e que tenham esses mesmos olhos. – por quê? Só porque os olhos dela são azuis? Não acredito não pode ser,
(DC)- Envelhecer ao seu lado, ser seu pra sempre. – Eu quero envelhecer ao seu lado, não faça isso. Estava eu ali parada apenas ouvindo e chorando.
(DC) – Te Amo mais que tudo. – Foi o suficiente pra me desabar em lágrimas, aquele era o meu pesadelo se tornando real.
(DC) – Amor da minha vida você quer casar comigo.
Num ato súbito me levantei aplaudindo a cena.
(Carmen) – OH Mônica, quanto tempo. – Falsa vadia, como pode rouba-lo de mim.
(Mô) – Mas você não mudou nada não é? – dei um sorriso sarcástico, — se fosse comigo eu aceitaria o pedido, vai que ele resolve te trocar também.
(DC) – Não espera Mônica não é bem isso que você tá pensando... – Típica frase, assume logo seja homem.
(Mô) – Eu pensando? Estou vendo Mauricio, eu apenas queria que você tivesse sido sincero em nome de tudo o que já passamos juntos, que tivesse o mínimo de respeito por mim. Eu aceitaria, não compreenderia mais aceitaria se todos esses sentimentos que tem por ela são verdadeiros. – Suspirei e uma tristeza horrível pesou em meu coração – Parabéns, vocês formam um belo casal.
(DC) – Mônica você entendeu errado eu e a Carmen... – Formam um lindo casal.
(Mô) – É um casal. Eu realmente entendi errado, pensei que me amava e que ficaríamos juntos, mas não era verdade. Adeus.
Sai rapidamente dali com os dois me chamando, entrei no carro e fui pra casa.
O céu que antes estava nublado agora estava completamente escuro, e uma chuva fina caia. Era uma paisagem triste, exatamente como estava o meu coração.
Lágrimas rolavam incessantemente em meu rosto, não conseguia acreditar. Como ele escondeu e porque escondeu que amava a ela e não a mim. Porque me fez de idiota todo esse tempo, depois de tudo como ele pode fazer aquilo.
Cheguei em casa e estacionei dentro da garagem, a esse momento a chuva ia ficando cada vez mais forte, mas mesmo assim consegui ouvir aquele barulho conhecido. Porque está vindo atrás de mim agora? Não deveria estar celebrando?
DC parou a moto na calçada e entrou pelo portão correndo em minha direção.
(DC) – Caramba Mônica da pra me escutar?
(Mô) – Fica tranquilo que eu não vou te atropelar que nem a outra fez, — ele deu um sorriso de lado.
(DC) – Caramba, deixa eu falar eu não pedi a Carmem em casamento. – revirei os olhos, porque ele estava fazendo aquilo? Porque ainda queria me machucar?
(Mô) – Mais deveria Mauricio, se a ama tanto, — tentei ser o mais indiferente possível.
(DC) – Vem cá, — ele me agarrou pela cintura me fazendo grudar em seu corpo, tentei me soltar mais não adiantava.
(Mô) — Me solta, fala logo o que você quer e vai embora Mauricio, não quero mais te ver. – ele deu um beijo no meu pescoço e deu pra sentir que sorriu aquilo me fez ficar possessa.
(DC) – Sabe que eu adoro quando você me chama de Mauricio, para com isso Mônica, você não escutou nem metade da conversa pra estar me julgando assim. – ele me olhava sério agora, mas o que ele queria, me dizer a quanto tempo me traia, que ela estava grávida, que já teria me chutado há mais tempo, o que aquele homem ainda queria comigo droga.
(Mô) – Então me conta, o que é ela está grávida ou alguma coisa do tipo. – ele riu, achou engraçado a minha desgraça que canalha.
(DC) – Não dona Mônica Souza, eu não tenho e nunca tive nada com a Carmem sua boba, eu estava apenas treinando. – Não entendi, fiz cara de interrogação e ele continuou.
(DC) – Eu fiquei sabendo que a Carmem viria passar uns dias aqui, e pedi pra ela me trazer uma encomenda especial, por isso á encontrei hoje no shopping, e lá no estacionamento eu estava apenas treinando, ela estava me ajudando. – A raiva ainda era tão grande em mim que acabei não entendendo.
(DC) – Putz Mônica eu estava treinando pra te pedir em casamento hoje caramba, estava nervoso, não sabia o que dizer, então tive a brilhante ideia de treinar com a Carmem pra que quando chegasse á hora eu não travasse e começasse a gaguejar como sempre faço, deu pra entender agora. – estava pasma, eu sou uma idiota, como eu sou boba, porque eu sempre faço isso ajo impulsivamente e acabo magoando as pessoas.
(Mô) – É sério, você queria me pedir em casamento? – ele riu e não entendi o por que,
(DC) – Queria? Ainda quero meu amor, por mais que você seja esquentadinha demais, — deu um beijo na minha testa que queimou minha pele, — Eu te amo, não posso evitar, — ele se ajoelhou, — então dona Monica Souza, aceita ser minha esposa, para o resto dos meus dias?
(Mô) – É claro, — eu chorava incontrolavelmente, mas agora de alegria, ele colocou um anel extremamente lindo no meu dedo. Era prateado e tinha uma pedra muito bonita azul. Fiquei admirando aquela belezinha na minha mão e o meu futuro marido lindo todo molhado de chuva. O agarrei e o beijei loucamente.
Sob a chuva incessante e nos braços do amor da minha vida tudo parecia perfeito eu não iria larga-lo nunca mais.
Ele me acariciava sem pudor, me agarrou pela cintura forte e começou a andar, acabou escorregando caindo de costas em cima da grama do jardim. Eu estava em cima dele e nós rimos. Voltou a capturar minha boca dando um beijo cheio de desejo.
Embora eu tentasse levantar e entrar em casa pra continuar aquilo o desejo falava mais alto. Seus braços fortes me puxando para seu peito me obrigaram a ficar ali ardendo no desejo.
Ele nos virou, me deixando por baixo, mordeu meu pescoço me fazendo soltar um leve gemido, sua boca em sintonia com a minha me envolvia cada vez mais naquela situação. Senti o volume aumentar em sua calça enquanto no meio das minhas pernas concentrava-se um calor incomparável.
O puxei para mais perto de mim, enquanto ele acariciava todo o meu corpo com as mãos, abriu o zíper do meu vestido e arrancou a própria camiseta.
Fome era o que eu sentia, estava faminta para prova-lo ali, cheia de desejo e adrenalina correndo em minhas veias.
O ouvi gemer quando seu membro encostou-se à parte quente do meu corpo. Deslizei minha mão até o zíper de sua calça e fui lentamente a abrindo, abafei seus gemidos, pelo contato, com minha boca, o envolvendo em um beijo desesperado.
(DC) – É melhor pararmos, alguém pode ver.
(Mô) – Não vou parar, não agora.
Ele endoidou e tomou meu corpo com a boca mordendo e beijando cada pedaço.
Tirei com dificuldade a calça grudada em seu corpo por causa da chuva, aproveitei pra beijar cada pedaço seu, pescoço, boca peito. Tomei seus lábios dessa vez com mais ardor.
Depois de tirar meu sutiã tomou meu seio com a boca me massageou e foi descendo aos beijos pelo caminho da felicidade, a proximidade da sua boca com meu sexo me fazia enlouquecer, quando beijo o interior de minhas coxas soltei um gemido, e ele me olhou sorrindo, voltando a tomar meus lábios mais uma vez.
Agora a chuva se tornava uma garoa fina, porém constante.
Depois de nos livrarmos do resto da roupa ele me penetrou olhando em meus olhos, encarei os seus vendo suas pupilas ditadas em desejo, ele gemia de prazer junto comigo naquela loucura que estávamos cometendo.
(DC) – Você é minha e eu sou seu pra sempre, — não foi uma pergunta e sim uma afirmação, nos entregamos ao deleite do momento, tomados no êxtase final.
Beijamo-nos mais uma vez e entramos correndo em casa já com a chuva cessada, entramos em um banho quente onde terminamos o que tínhamos começado há pouco.
Depois de um tempo e de já voltarmos a pensar sensatamente, nos arrumamos e voltamos a trabalhar aquela tarde, já sabendo o que esperar não só para aquela noite, e sim para o resto da vida.
Era a mulher mais feliz do mundo por ter o homem perfeito pra mim, impossível entender como aconteceu, mas eu me tornei dependente dele que seria pra sempre, meu amigo, namorado, vida, meu amor Do Contra.
Notas finais
A eu to tão feliz por ter tanta gente que perdeu seu precioso tempo e leu minha história, quando eu comecei a escrever e postar nunca que imaginei que tanta gente iria ler e comentar positivamente meus delirios psicoticos. hasuhasuahs'
Minha leitoras prediletas Paloma, Raoli, Téeh, Emilyjobs, Fabesanders, nyne e todo mundo que já me deixou review espero que tenham gostado.
E quem sabe eu não poste um epilogo, vai depender do quanto vocês deixarem comentários.
Amo vocês e espero em minha próxima fic suas lindas.
=)
Fale com o autor