Amor Demoníaco

7 Capítulo 6: Mais uma noite quente.


Notas iniciais
Gomen a demora pra postar o capitulo, mas os deveres da escola estão impedindo que eu poste mais!

Depois daquele súbito sequestro, a rainha enviou três missões para que eu e Sebastian realizássemos. Foi fácil, eram sobre roubos em pequenas lojas e um assassinato. Nada que eu e meu mordomo não pudéssemos resolver.

Depois dessas missões, a minha vida voltou ao normal, nenhum incidente, Claude nos deixou em paz (o que levantou suspeita de minha parte) e Sebastian continuava com seu amor incondicional.

Sebastian queria viajar, comemorar nossa paz. Isso era tão cômico da parte dele. Um demônio, querendo comemorar paz? Realmente motivo para piada. Dessa vez não abri mão de minha opinião, e disse logo que não iria.

- Bochan? –Uma voz suave disse.

- Diga. –Eu respondi.

- Porque não quer viajar? –Aquele mordomo insistia quando algo era realmente importante para ele.

- Bom, vejamos, da ultima vez que concordei em sair com você, eu fui sequestrado e quase fui assediado por um demônio que quer minha alma. Preciso de mais algum motivo? –Eu disse cheio de desdém e ironia.

- Eu sei meu querido bochan, mas a causa disso foi que eu...

- Por favor Sebastian, não insista. –Interrompi- Foi horrível pensar que aquele demônio estava me tocando com tanta malicia... Eu não quero que isso aconteça. –Sebastian caminhou até mim, me abraçou e em seguida me beijou. A língua de Sebastian passava entre meus dentes deixando um rastro quente e cheio de malicia.

- Ele nunca mais tocará em você. Eu impedirei. Com certeza. –Ele disse- Então já que não podemos viajar, vamos dar um passeio no jardim, o bochan esta nesse quarto a horas.

- Esta bem!

Nós descemos a escada e fomos para o jardim. Era incrível como Sebastian gostava daquele jardim. Mas eu o entendia, aquele lugar era extremamente calmo e intenso.

- Sebastian! –Eu disse olhando para ele- Não vamos passear?

- Vamos bochan!

- Então solta esse gato! –Confesso que aquele fetiche de Sebastian por gatos as vezes me irritava, ele realmente me esquecia para ficar com gatos.

- Oh, claro bochan. Me perdoe. –Sebastian fez uma cara de desapontado. Mas que mania essa a dele de prestar mais atenção em um gato do que em mim.

- O que tem de mais em gatos? –Eu perguntei a ele, mas ele nem deve ter escutado, estava olhando para aquele neko baka. Como eu estava com raiva.

- Bochan, já que não quer viajar, o que acha de irmos até o interior e passarmos uma noite juntos? –Ele sugeriu ainda olhando para trás para ver onde estava o gato. Que irritante.

- Interior? Porque eu deveria ir?

- Não é um lugar qualquer. É livre de qualquer incomodo, é um bom lugar... E porque eu estou pedindo –Ele se ajoelhou e olhou para mim- Bochan, vamos... Por mim!

- Levante-se... Tá, eu topo... Mas só porque hoje a mansão está pacata.

- Obrigada meu querido bochan. –Ele se levantou, me abraçou forte e em seguida me deu um beijo. Sua língua pedia passagem, e sem hesitar eu permitia que ela explorasse cada parte de minha boca. O toque da língua dele me trazia imensa satisfação e prazer... Era inexplicável.

Logo depois daquele passeio e de muitos outros beijos e abraços, Sebastian me deixou de baixo da cerejeira e foi preparar o almoço. Assim que ele estava pronto, fui chamado e sem hesitar entrei. Estava faminto e eu adorava a comida de Sebastian. Era completamente bem temperada, tinha um gosto muito bom.

Depois do almoço, Sebastian me indicou que arrumasse o que eu gostaria de levar para o hotel. Disse que não precisava de muitas coisas... Seria somente uma noite e, provavelmente, não haveria muitas coisas a se fazer. Eu peguei uma roupa preta com detalhes pretos, um par de meias e sapatos e só.

- Bochan está pronto? –Disse Sebastian entrando em meu quarto.

- Acho que sim... Só estou levando...

- Sei que é o suficiente meu bochan. –Ele interrompeu minhas falas pegando minha mala e sorrindo em seguida.

Nós descemos as escadas e, logo que olhei para porta, lá estava à carroça.

- Porque ela está diferente? –Eu perguntei- Está toda enfeitada...

- Sim. Eu observei o bochan enquanto ele pegava a roupa então... Enfeitei a carroça de acordo com os detalhes de sua roupa. –Sebastian realmente reparava em mim. Em meus gostos, meu modo de falar, minhas roupas... Tudo. Era impressionante como ele era gentil e se preocupava comigo. Eu o amava não só por isso, mas também pelo “demônio” que ele era.

- Arigato, meu... –Eu não terminei. Não conseguia dizer aquela palavra em voz alta, e se quer olhando para ele. Eu senti meu rosto queimar e imediatamente corar.

Nós entramos na carroça e, desta vez, não era Sebastian que estava dirigindo. Eu não sabia quem era, mas não me importei. Sebastian estava comigo em seus braços e acariciava meus cabelos como quando ele estava com um gato em seus braços. Não que eu estivesse me comparando a um gato... Sei que Sebastian me ama mais que isso.

- Bom... Chegamos! –Ele desceu da carroça e em seguida me ajudou a descer.

- Mas você disse que era um hotel. Não vejo pessoas lá dentro... Ou uma placa com o nome do local.

- Digamos que eu menti um pouco... Eu aluguei essa casa para que eu e o bochan tivéssemos privacidade para fazer...

- Sebastian! –Eu interrompi insinuando que o homem que dirigiu a carroça pudesse ouvir. Mas esse meu mordomo não mede suas palavras.

- A tá, entendi... Obrigada senhor. –Sebastian acenou e deu a ele algo que provavelmente era dinheiro.

Entrando na casa eu realmente me deslumbrei: Ela estava decorada com um azul-meia noite, alguns lugares tinham flores do mesmo tom decorando e dando um toque de serenidade, os móveis eram de uma madeira linda e parecia muito nobre. Até mesmo o ar era agradável.

- Sebastian, está tudo tão... Bonito. –Eu olhava as coisas tentando reparar cada detalhe.

- Fico feliz que o bochan tenha gostado. Bom, vamos subir, vou mostrar onde vamos dormir.

- Vamos dormir juntos? –Perguntei espantado.

- Sim, sou seu namorado e quero receber carinho. –Ele falou tão seriamente que me fez engasgar e dar pequenas risadas. Essa noite seria realmente quente.

- Mas que cama enorme! –Eu exclamei com os olhos brilhando. Ela tinha um lençol branco e as bordas eram roxas, travesseiros aparentemente macios estavam ali esperando que alguém deitasse neles... Ela parecia realmente muito macia.

- Claro que é grande, assim eu posso brincar a vontade com o bochan. Posso rolar na cama, posso fazer com que o bochan se desmanche em...

- Não fale mais nada eu já entendi! Vamos comer...

- Não antes de brincarmos. –Sebastian largou a mala no chão e foi em minha direção. Ele agarrou com força meu quadril e me jogou na cama. Naquele momento eu estava realmente ofegante. Meu rosto estava completamente corado e eu queria muito que Sebastian sentisse isso também. Que ele entrasse em mim como nunca havia feito antes.

- Sebastian... Faça isso como nunca fez antes. –Pedi sem olhar para ele. Minha timidez não permitia, mas Sebastian não se importava e respeitava isso.

- Então bochan... Tirarei toda sua roupa calmamente, para que você fique ainda mais excitado. –Ele dizia desabotoando cada botão de meu casaco, suavemente e com muita paciência. Ele sabia que movimentos leves me excitavam. Depois do casaco as calças, a parte mais delicada. Depois que eu estava sem calças ele começou a me beijar e, com a boca, tirava minha cueca.

- Sebastian... Não faça isso com a boca! –Eu pedia.

- E por quê? O bochan não consegue segurar? –Ele beijou de leve meu membro e isso me fez arrepiar.

Agora que eu estava despido ele começou a tirar sua roupa. Essa parte ele fez com rapidez, porque provavelmente ele não aguentava me ver nu e não fazer nada.

- Bochan, irei te beijar, morder, acariciar –Ele se aproximou do meu ouvido- Porque você é meu bochan. –Naquele momento ele começou a acariciar meu corpo, descendo com pequenos beijos e passadas de mãos, até chegar ao meu membro. Ali ele começou a chupa-lo com toda sua força. Ele parecia desejar beber tudo o que estava por vir. Provocava sensações imensas com sucções e algumas passadas de mão.

- Sebastian! –Eu dizia seu nome numa exclamação de imenso prazer. Naquele momento ele parou e voltou ao meu ouvido:

- Diga o que não conseguiu dizer em voz alta. Diga somente para mim, e eu termino tudo isso. –Eu sabia o que ele queria que eu dissesse.

- Sebastian... Meu

- Isso, diga!

- Meu amor! –Eu disse numa voz calma.

- Isso meu amado bochan. Meu amor! –Ele me beijou e depois que o beijo terminou me virou de costas. Ali eu sabia que sentiria dor. Mas estava disposto a me integrar inteiramente a meu amado Sebastian. Naquele momento minha respira parou repentinamente.

- Calma bochan... Primeiro irei acalmar seus nervos. –Ali ele beijou por cima o meu pescoç e depois começou a acariciar toda a extensão de meu membro fazendo-o enrijecer. Depois disso ele colocou um dedo dentro de mim. Eu senti a dor, mas, era confortante saber que Sebastian fazia aquilo.

- S-Sebastian. –Eu disse na tentativa de aliviar o que estava sentindo.

- Isso bochan... Alivie tudo o que precisar! Pois agora é a hora de seu mordomo sentir suas vibrações, seu calor! –Foi ai que pude sentir Sebastian entrando em mim de leve. Seus movimentos eram frenéticos, mas tinham um ritmo que para mim estava bom.

- Sebastian! Eu... Eu... –Eu estava quase em meu ápice, mas, decidi aguentar mais. Queria sentir mais o calor de Sebastian em mim, queria sentir seus movimentos. Não podia desmanchar naquele momento.

- Então bochan, hoje quem chegará ao ápice serei eu. –Sebastian disse aqui retirando seu membro de dentro de mim e se desmanchando. O liquido escorreu pelas minhas pernas como se fosse meu. Sentindo aquilo eu não me contive e desmanchei junto a ele.

- Sebastian! Eu realmente o amo.

- Eu sei meu bochan. Eu também o amo.

Nós ficamos ali por alguns minutos. Sebastian me colocou em seu colo e se, pois, a acariciar meu corpo e meus cabelos fazendo com que toda a tensão daquele ato sumisse e se transformasse em total alivio.

- Vamos tomar um banho. –Ele se levantou e deu a mão para que eu a pegasse e fosse junto a ele tomar banho.

No banho Sebastian passava o shampoo em meu cabelo e o acariciava-o como se estivesse acalmando alguma dor. Aquele banho foi ótimo, acalmou a tensão da dor do amor e ainda permitiu que eu ficasse mais com meu amado mordomo.

- Sebastian... Quero ficar mais de uma noite aqui com você. –Disse abotoando meu casaco.

- Faço tudo o que desejar. Quantos dias quer ficar aqui? –Ele perguntou arrumando sua gravata.

- O suficiente para fazermos isso mais e mais vezes. –Eu terminei de me vestir e olhei para ele. Ele caminhou até mim e me beijou, jogou-me na cama e disse:

- Então assim será, bochan! –Ele selou aquele momento com um beijo terno.

Aquela noite foi linda, mágica e muito prazerosa, tudo graças a ele. Meu amado Sebastian.

Notas finais
Beijos amores!