Amargo Prazer

20 Cap. 20 - Só Acredite Naquilo Que Você Conhece


Notas iniciais
Sorry pela imensa demora em postar um cap. novo, meeeeeesmo. Aconteceu tanta coisa comigo nesses dias que as notas finais viraram um texto ¬¬
Mas leiam mesmo assim, tah tudo bem explicado lá *--*
Enfim, Voltei pra ficar e terminar a fic o/
Sobre o cap: Ele está legal, eu acho *--* #Tah, ele tem um pequeno mistério no meio, mas já digo uma coisa, não vão logo nas opções obvias u.u
Sobre eu: estou sofrendo de sono, então, relevem u.u
Bem, agradeço todas as recomendações q recebi até agora, reviews e favoritos. Agradeço até mesmo aos leitores fantasmas (somente alguns, outros são malvados e ameaçam arrancar minhas unhas :/) Sério, eu sei que estou em divida com essa fic assim como com as outras, e isso me mata de raiva, então, saibam que vou fazer o possível para manter tudo em ordem com vcs, oks?
Bjs e té as notas finais ^^

– E? – Sydney perguntou do outro lado da linha, parecendo um pouco impaciente.

– E mais nada. Nós nos beijamos e ele me trouxe para casa. O que mais você esperava? – eu perguntei, embora já soubesse a resposta.

– Como se fossem dois adolescentes? – eu ouvi a voz de Jill soar perto do telefone. Sabia que não havia sido uma boa ideia Syd colocar o celular no viva-voz.

– Não, como duas pessoas que acabaram de se conhecer – falei cansada. – Vocês estão muito rápidas.

– Como se vocês nunca tivessem ido além disso – Syd falou baixinho, mas ainda sim eu ouvi.

– Foi diferente, e vocês sabem disso – eu falei, não querendo entrar em detalhes.

– Certo. Nos avise quando convidá-lo para ir a sua casa e aí saberemos que realmente vão agir como namorados. – Jill disse divertida.

Eu fiquei calada.

– Oh meu Deus, você realmente o convidou? – Sydney exigiu, parecendo cética.

– Não exatamente – disse, me xingando por saber que elas me conheciam bem. – Ele me convidou para sair à noite, mas não podia deixar Carly sozinha, então ele vai jantar em minha casa hoje.

– Porque você o convidou – Jill falou lentamente.

– Não foi bem assim – murmurei, sabendo que o interrogatório se estenderia por um pouco mais de tempo se eu não as interrompesse. – Eu ligo para vocês quando chegar em casa, tudo bem?

– Claro, claro, e aí nós vamos querer todos os detalhes – Syd avisou me fazendo revirar os olhos. – Até mais, Rose.

– Até mais.

Eu desliguei o celular e o coloquei dentro da bolsa. No momento em que ia puxar a porta Tomás apareceu.

– Damas primeiro – falou, abrindo a porta de vidro e fazendo um sinal para que eu entrasse.

Eu sorri e entrei no restaurante, vendo a mesma fila de sempre.

– Você se acostuma – ele falou me cutucando levemente e caminhando para a fila. Realmente esperava me acostumar com aquela 'revista'.

Eu esperei o dia passar impaciente, mal vendo a hora de voltar para casa. Tudo tinha que estar pronto quando Dimitri chegasse e eu ainda não havia pensando no que faria. Eu não era uma negação na cozinha, mas não era como se meus pratos fossem lá muito diversificados. Quando finalmente a outra garota chegou para assumir meu lugar, eu fui para o vestiário feminino, trocando meus saltos por uma sandália mais baixa e pegando minha bolsa. Teria ido embora sem nenhum problema se assim que eu tivesse saído Tomás não tivesse feito um sinal em minha direção, me chamando para ir até ele.

– O que foi? – eu perguntei, pensando que eu estava me atrasando cada vez mais.

– Um cara está no bar perguntando por você, disse que era urgente. – ele meneou com a cabeça na direção do bar.

Respirei fundo, olhando no relógio de Tomás para saber quando tempo eu ainda tinha para realmente começar a apressar as coisas. Eu fui até o bar, mas não precisei me aproximar muito para reconhecer quem estava sentado em um dos bancos com um copo em sua mão.

– O que faz aqui André? – meus ombros caíram em desanimo quando ele se virou, me analisando. O brilho irritado em seus olhos deixou bem claro para mim que ele não estava aqui para uma reunião entre amigos.

– O que você pensa que está fazendo com o Belikov? – ele exigiu arrogantemente.

Alguns clientes que estavam no bar nos olharam curiosos. Minha vontade de socar André outra vez se foi parcialmente quando eu vi Sarah a alguns metros.

– André, vá para casa, depois eu te ligo e então conversamos – eu falei, começando a dar as costas para ele quando puxou meu braço com força. Eu bati contra ele, que me olhava parecendo ainda mais irritado. Okay, desta vez, quando eu o socasse, não sentiria o mínimo de arrependimento.

– Algum problema, Rose? – eu ouvi um dos seguranças do restaurante perguntar quando se aproximou.

– Nenhum problema – André respondeu quando soltou meu braço. – Eu e Rose só estamos tendo uma pequena conversa – falou, em um tom tão ameaçador que até mesmo eu fiquei surpresa.

– Rose? – o segurança perguntou novamente e eu o olhei, assentindo com a cabeça, dizendo que tudo estava bem.

– Lá fora, André! – eu caminhei para longe e ele me seguiu. Assim que vi que estávamos bem longe do olhar curioso de qualquer um, eu me virei para ele, batendo minhas mãos em seu peito, com todo o direito em estar me sentindo nervosa – Qual é o seu problema?! Você sabe que esse é o meu local de trabalho, André! Não tem o direito de vir até aqui e acabar com tudo!

Ele continuou com sua expressão congelada de fúria e eu nem ao menos sabia o motivo para aquilo.

– Eu te fiz uma pergunta, Rose! O que você está fazendo com o Belikov?

Eu ergui minhas mãos em exasperação e então as deixei cair. Aquilo era uma crise de ciúmes?

– Por Deus, André, o que você tem com isso?

– Ele não é uma boa escolha para você – ele falou seu tom agora parecendo mais baixo, mas não menos raivoso.

Eu abri a boca algumas vezes, incerta sobre o que dizer.

– Isso quem decide sou eu, você não acha? Pare de ficar dando escândalos, André, e vá cuidar da sua vida – eu finalmente respondi. – É o que estou fazendo com a minha.

Eu o deixei para trás e atravessei a rua, logo tomando consciência dos seus passos me seguindo.

– Você não pode ficar com ele, Rose! – eu o ouvi dizer – Se você quer manter Carly em segurança, não deixe ele se aproximar.

No mesmo instante eu parei de andar e me virei para ele. Se André queria a minha atenção e meu ódio ele havia conseguido.

– O que eu sair com Dimitri tem a ver com a segurança de Carly? – eu perguntei, não hesitando em ir até André, quando ele deu alguns passos para trás, parecendo arrependido por ter dito aquilo. Tarde demais – Responda André!

– Não é nada, Rose.

– É sim! – eu disse, praticamente vendo a mentira à minha frente – O que é?

– Nada, eu só estou nervoso com você estar saindo com outro cara. Eu me preocupo com você, Rose, entenda isso.

– Eu entendo – falei, desviando o olhar quando eu vi mais do que preocupação em seus olhos – E agradeço por isso, André, mas, realmente, sei o que estou fazendo.

Eu olhei uma ultima vez em seus olhos, antes de sair dali e fazer meu caminho para a creche em que Carly ficava, e me sentindo aliviada em ver que não estava sendo seguida.

Quando eu cheguei a casa e deixei Carly me ajudar com o jantar, eu ainda pensava sobre o que André havia dito sobre Dimitri. Ele parecia realmente estar sabendo de algo, mas André era impulsivo e vivia dizendo coisas que não devia. Talvez fosse por isso que tenhamos ficado amigos por tanto tempo...

– Você está cheirando à cebola – Carly falou quando eu me sentei ao balcão ao seu lado. Seu nariz estava enrugado enquanto ela me olhava.

Eu ri.

– Vem, vamos tomar banho antes que Dimitri chegue e sinta meu cheiro de cebola.

Ela riu alto e segurou em minha mão quando eu a levei até o banheiro.

Carly estava sentada no tapete, rodeada de bonecas, quando eu tirava o frango do forno e ouvi o som da campainha.

– Ele chegou – Carly falou, mantendo sua atenção nas bonecas.

Eu fui até a porta, passando em frente ao espelho da sala e olhando para ver se tudo estava em ordem comigo. Eu abri a porta sorrindo e lá estava Dimitri, com um sorriso iluminando seu rosto. Dessa vez seus cabelos estavam presos em um curto rabo de cavalo enquanto ele vestia um suéter preto que não deixava muito espaço para minha imaginação.

Notei um embrulho cor de rosa em sua mão direita, mas antes mesmo que eu falasse algo Dimitri deu alguns passos para dentro de casa e me beijou. Eu correspondi, notando o quanto eu havia me acostumado e gostado daquilo. De qualquer forma, mesmo me acostumando, sempre parecia ser algo novo, a sensação sempre era mais forte.

– Hey! – uma voz infantil disse atrás de nós e Dimitri me soltou para que eu me virasse para Carly. Ela olhava Dimitri curiosamente.

– Hey, Carly, eu trouxe isso para você – Dimitri disse, dando alguns passos até ela e a entregando o embrulho, que, antes de pegar, me olhou.

Dimitri me puxou para mais perto e colocou um braço ao redor da minha cintura enquanto eu me deixava ser abraçada por ele e sentia o calor emanando do seu corpo para o meu.

A embalagem rosa ficou em pedaços no chão quando Carly abraçou a boneca de cabelo marrom.

– Obrigada – ela falou, sorrindo timidamente para ele, antes de voltar para o tapete e colocar a nova boneca no meio da brincadeira.

– Você não está tentando fazer ela gostar de você, está? – eu perguntei, ficando de frente para ele. Dimitri sorriu, colocando uma mecha solta do meu cabelo para trás dos meus ombros.

– Você sempre achando que há um motivo por trás de tudo que eu faço – respondeu, colocando o dedo indicador em cima da ponta do meu nariz – Foi só um presente para a menina, eu não tinha nenhuma intenção a forçar ela a gostar de mim por causa disso, até por que...

Ele deixou a frase no ar e eu o provoquei a continuar.

– Até por que...

– Até por que a tia dela já está praticamente apaixonada por mim.

Eu dei um tapa em seu ombro e ele fingiu um careta de dor.

– Não seja convencido, camarada, você ainda tem um caminho longo até isso acontecer. – eu disse e ele ergueu uma sobrancelha daquele jeito legal que ele sabia fazer, como se duvidasse do que eu havia dito. Rolei os olhos e o puxei pela mão – Vem, vamos jantar.

Durante o jantar eu fiquei olhando para Dimitri, esperando qualquer expressão que denunciasse o meu fracasso na cozinha. Eu também estava comendo, mas sabe o que dizem, temos que nos acostumar com nossa própria comida, não importa o quão ruim ela seja.

– Foi ela quem fez tudo.

– Carly! – eu ralhei e ela virou sua cabeça para mim.

Bem, lá se iam minhas chances de dizer que havia pedido para outra pessoa fazer o jantar por mim.

– Ela cozinha bem – ele falou, chamando minha atenção. Eu o olhei descrente, mas ele não parecia estar mentindo. E, bem, considerando que ele não parecia a ponto de passar mal, ela talvez não estivesse tão mal. Eu sorri, comendo alegremente um pouco do arroz de forno.

Depois do jantar, Dimitri me ajudou a tirar a louça e nos sentamos na sala com Carly, que ficou no maior sofá enquanto eu e Dimitri dividíamos o menor. Eu não prestei muita atenção ao novo filme da Barbie, que eu por acaso estava vendo pela terceira vez somente naquela semana. Também, eu não tinha culpa, se as mãos de Dimitri ficavam subindo toda hora pelos meus braços, deslizando algumas vezes para a minha cintura e subindo um pouco, fazendo o caminho até debaixo da minha blusa e então voltando para os meus braços. Carly não estava prestando muita atenção em nós, então eu não vi problemas em me aconchegar para mais perto de Dimitri, e ele passou um braço por baixo da minha cintura, me puxando para baixo. Minhas costas ficaram encostadas ao sofá quando ele ficou com o corpo quase totalmente em cima do meu. O pouco espaço do sofá não parecia ser um problema naquela hora.

A sala estava parcialmente escura, de forma que eu não podia ver completamente o rosto de Dimitri, mas eu conseguia ver claramente o sorriso que dançava em seus lábios pouco antes dele descer eles para o meu pescoço, beijando a pele ali.

Eu mantive meus olhos presos na tela da TV, mesmo que não estivesse prestando atenção, e entrelacei meus dedos nos cabelos de Dimitri, os soltando do rabo de cavalo.

– Ela dorme rápido – eu o ouvi sussurrar em meu ouvido e olhei para onde Carly estava no sofá, completamente adormecida.

– Eu volto já – falei e ele saiu de cima de mim no mesmo instante. Eu arrumei minha blusa que havia subido um pouco e fui até Carly a pegando no colo. Olhei com pesar para Dimitri.

– Não vou sair daqui – ele disse, entendendo meu olhar.

Subi as escadas rapidamente, colocando Carly em sua cama e descendo novamente. Dimitri continuava no mesmo lugar. Sentei-me ao seu lado e coloquei minhas pernas sobre as suas quando ele colocou uma mão em meu pescoço e me beijou. Minha pele se arrepiou quando eu senti seus dedos tocarem por baixo da blusa fina azul que eu usava, e eu não demorei a levar as minhas até o seu suéter preto, sentindo seus músculos escondidos pelo tecido e sentindo vontade de tocá-los sem a peça.

Eu procurei com a outra mão pelo controle remoto, e quando finalmente o encontrei apontei para a TV e a desliguei, deixando a sala completamente escura.

– Eu preferia como estava – Dimitri falou.

– Hm, eu gosto assim.

Desci minhas mãos até encontrarem a barra de seu suéter e depois de sua blusa. Senti seu abdômen perfeitamente esculpido sem nenhuma roupa para atrapalhar no processo. Eu beijei o pescoço de Dimitri enquanto descia minhas mãos arranhando sua barriga. O senti beijar meu colo e então descer mais, levantando minha blusa. Eu ergui meu tronco o ajudando a tirar a peça de roupa e a joguei sobre o tapete da sala. Segurei os dois lados do rosto de Dimitri e o trouxe para mais perto, em um beijo terno. No mesmo instante em que senti seus dedos passaram sobre a borda do meu sutiã preto um barulho irritante foi ouvido. As minhas mãos e as de Dimitri pararam.

– Mas, o que... – eu comecei a dizer e ele se levantou. Meu corpo reclamou pela falta de contato e eu tateei em busca do abajur que ficava na mesinha ao lado em que estávamos. A pouca luz iluminou Dimitri e eu o vi vasculhar os bolsos a procura do aparelho celular. Quando o encontrou me olhou, como se pedisse desculpas, e atendeu.

Eu revirei os olhos e olhei para o chão em busca da minha blusa recém-tirada e a coloquei rapidamente. Fui até a cozinha, pegando um copo d'água para dar tempo e espaço a Dimitri, mesmo que minha vontade fosse xingar com quem quer que fosse que ele estivesse falando e mandar a pessoa procurar algo melhor para fazer à aquela hora da noite.

Eu esperei algum tempo até voltar para a sala.

– Algum problema? – perguntei quando vi sua expressão preocupada.

– Problemas na empresa. Janine precisa que eu vá a sua casa para resolvermos algumas coisas – sua testa estava franzida e ele parecia estar deixando algo de fora nisso tudo.

– Então...

– Eu tenho que ir – ele disse e eu estalei a língua, dando de ombros. Janine e ele eram sócios, e mesmo eu sabendo que conhecia e estava saindo com Dimitri há pouco tempo, era impossível não sentir um pouco de raiva de Janine por tirá-lo de mim naquela hora.

– Tudo bem.

– Desculpe por isso, mas eu não posso deixar Janine sozinha agora. Temos muito o quê resolver – ele falou arrumando suas roupas no lugar e passando a mão no cabelo que estava um pouco bagunçado.

– Eu já disse que está tudo bem, Dimitri.

Ele caminhou até mim, pegando meu rosto em suas mãos e selou nossos lábios rapidamente.

– Que tal um passeio amanhã? Podemos fazer um piquenique no parque ou algo assim depois que você acabar seu turno no restaurante...

Eu sorri, o novo convite deixando ir um pouco da raiva que eu sentia de Janine.

– Você gosta de piqueniques?

– Não muito – ele falou, dando de ombros – Mas eu posso passar a gostar se você aceitar ir a um comigo amanhã.

Eu assenti corando um pouco com o que ele disse e passando meus braços pelo seu pescoço, ficando na ponta dos pés para beijá-lo. Eu fiquei um tempo mais abraçado a ele, sentindo seu cheiro e então o soltei.

– Okay, por mim tudo bem.

– Ótimo, eu te ligo amanhã de manhã e combinamos tudo – falou, parecendo feliz com aquilo, mas ainda sim eu via que algo o estava preocupando. Eu não perguntei o que era e nem iria, mesmo me remoendo por dentro para fazê-lo.

Os três encontros que eu havia tido com Dimitri e aprendido sobre ele foram mais do que suficientes para me mostrarem que ele não falava sobre si com facilidade, principalmente sobre seus problemas.

Eu o levei até a porta, me despedindo dele ali e o vendo entrar em seu carro e partir. Suspirei, encostada contra o batente da porta. Eu sorri para mim mesma, quando percebi que Dimitri provavelmente estava certo no que havia dito. Quanto mais eu o conhecia e sabia sobre ele, quanto mais eu o tocava e ficava próxima, mais eu me acostumava com sua presença e mais eu o queria perto de mim. Cada vez mais eu gostava dele.

Notas finais
Então, antes que alguém me soque, ou ameace cortar minhas unhas, aqui vai o motivo de mais de um mês sem post.
Primeiro, eu tive provas, e depois mais provas. Passei direto, graças a Deus *--* Ai, provas na UFU e depois tava envolvida em uma pesquisa (colhi antes de ontem arroz, minha mão direita está doendo muito e minha perna esquerda pior ainda) e então, o pior de tudo:
Meu pc estragou o/ Não, ele não simplesmente deu defeito, ou algo assim. No inicio do mês ele precisou de formatação e eu paguei, depois, o estabilizador queimou e eu comprei outro e, por ultimo, minha irmã linda deixa a CPU cair no chão o/ ~ não sei até hj pra que q ela foi pegar nela :/ Ai, cheguei a conclusão de que era melhor comprar outro do que mandar arrumar.
Enfim, apenas nessa segunda a mamis linda resolveu me dar um pc novo, falando q era de natal adiantado e pelo meu esforço durante o ano *-*
Ou seja, coisas do outro pc; capitulos, fics, ones (chora) e trabalhos passados de escola, ficaram inacessíveis. Por isso só estou postando hj, pois foi quando consegui terminar os capítulos pra atualizar minhas fics juntas.
Eu mandei uma mensagem para os leitores, avisando sobre o que havia acontecido. Quem não recebeu, foi porque a caixa de mensagem estava cheia, ou porque meu tempo no pc dos outros havia acabado mesmo :(. Mas ainda sim, tinha um aviso no meu perfil. Eu até cometi um erro escabroso de português lá :( .Eu não podia postar aqui porque isso é contra as regras e o Nyah ia me dar uma bela de quatro advertências aushuhsasashaus Sorry, mesmo, mas a culpa não é minha #parte dela.
Enfim, é só '-'
Mentira, só uma coisa a dizer: Mesmo que eu demore (juro não demorar mais assim, a não ser que algo de muito ruim aconteça) eu vou terminar essa fic, oks?
Agora é só.
Bjs, té o proximo, comentem, recomendem, soltem fogos de artifício *o* AUHSUAHSAHSAS
Bjs amores, é bom estar de volta :)
P.S. AVISO PRA QUEM ACREDITA NO FIM DO MUNDO: Então, se vc acredita, que tal fazer sua ultima boa ação da vida e recomendar a fic? Ou, se for leitor fantasma, aparecer? *---* auhsauhsauhsuahsuahsa #Parei '-'