Amargo Prazer
10 Cap. 10 – Ação Injusta
Notas iniciais
Estou bem, muito feliz com os reviews que recebi, voces são super demais *-------* Obrigada mesmo ;)
Bom, cap. dedicado a Sra Maddox e a Marcela pelas recomendações super, super, super lindas. Sério mesmo meninas, amei elas, cap. dedicado a vcs :')
Bem, como podem ter notado eu respondi todos os reviews #Sem coro de aleluia kkk' É, estou em um acordo permanente com meu Nyah de que vou responder todos os meus reviews em dia, nem q seja de madrugada hehehehe
Sobre o cap: Tem um hentai leve e algumas coisas sobre o assunto, então é. Só isso mesmo kkk'
Espero que gostem ;)
Mikhail estava sentado em uma cadeira do bar e eu próxima a ele. Uma de suas mãos percorria minha cintura de cima a baixo.
- O que você acha Amanda? – ele perguntou, bebendo sua vodka e me olhando de soslaio. Era óbvio que ele já estava mais do que bêbado.
- Eu acho que você deveria ir pra casa, isso sim. – Eddie respondeu por mim, tentando tirar o copo de perto dele, mas Mikhail puxou de volta, lançando a Eddie o que eu supus que fosse para ser um olhar de advertência.
- Eu só vou pra casa quando eu quiser e eu ainda não quero! – falou segurando o copo com possessão e sorvendo mais um pouco da bebida. Ele apertou minha cintura com um pouco de força e eu suspirei. Eu não estava tendo um bom dia.
Onde estava Damon quando se precisava dele?
Eu percorri a boate com os olhos, tentando encontrá-lo. Ele estava parado próximo as escadas que levavam para os quartos nos andares de cima. Estava falando com Meredith que parecia sem a mínima paciência com ele. Contendo outro suspiro eu voltei meus olhos para Mikhail, ou essa era minha intenção já que quando eu olhei rapidamente para a direção da entrada eu fiquei vidrada com o que vi. Dimitri Belikov.
Eu não soube dizer se ele já havia me visto ou se olhava para mim nesse instante. As luzes coloridas em meio à escuridão não me ajudavam muito
- Rose! – eu ouvi a voz de Mikhail e logo em seguida um puxão na ponta de uma mecha do meu cabelo.
Virei-me irritada para ele, resistindo ao impulso que senti em arrancar seu dedo fora.
- O que você quer? – perguntei ríspida. Quem ele pensava que era para puxar meu cabelo.
- Whoa – falou erguendo as mãos como se estivesse rendendo-se – cuidado aí hermosa, não queremos que eu me machuque, não é? – falou fingindo um sotaque espanhol e logo em seguida rindo de sua imitação idiota.
Eddie me olhou como se entendesse minha irritação e me deu um sinal quase que imperceptível com a mão, erguendo-a levemente com a palma para cima. Eu entendi o recado. Mantenha a calma.
Olhei rapidamente para trás de mim, notando que Dimitri já não estava lá. Não havia sido uma alucinação, eu sabia disso. Até porque, mesmo tendo pensando durante todo o dia naquele maldito almoço cujo único propósito pareceu ter sido para fazer eu me sentir ainda mais humilhada, eu não estava pensando tanto em Dimitri para que visse apenas ele. Eu sabia que ele estava aqui. Torcia para que alguma das outras meninas tenha parecido atraente o suficiente para entretê-lo...
Virei meu corpo totalmente para Mikhail que analisava criticamente seu copo agora quase vazio. Eu inclinei-me para mais perto, tendo que me erguer um pouco já que mesmo com o salto Mikhail não ajudava com seu corpo pendendo para o balcão do bar.
Quando eu me inclinei, atrai um pouco de sua atenção e ele sorriu ingênuo para mim.
Aproximei-me um pouco mais dele e quando estava com a boca próxima à sua orelha, eu disse:
- Mikhail, — minha voz doce enquanto meus lábios tocavam ligeiramente a ponta de sua orelha – O que acha de irmos lá para cima, uh? Podemos conversar melhor sozinhos. – quando me afastei ele pareceu estar sóbrio o suficiente para entender minhas palavras.
Senti que sua mão estava geladíssima quando ele a subiu pela minha perna esquerda em uma leve carícia.
- Eu acho que estamos bem aqui. – falou e subiu mais sua mão por minha perna, entrando por debaixo do robe e indo de encontro a fina calcinha que eu usava. Eu segurei sua mão a tirando de perto da minha intimidade. Sorri novamente como se tivesse gostado de sua atitude, o que era uma coisa completamente mentirosa vindo de mim.
- Vamos lá Mika. – falei forçando novamente aquela simpatia e me virei, puxando sua mão comigo.
Normalmente eu apreciava sua companhia, mas não hoje quando ele estava quase caindo de tão bêbado.
Ele se levantou do banco e esmagou seu corpo contra o meu, roçando nossos quadris. Bem, se ele continuasse como estava agora eu realmente duvido que ele vá ser capaz de fazer algo naquele quarto...
Eu não queria Dimitri perto de mim como se a qualquer momento começasse a gritar por aí quem eu era. Bem que tentei esquecer que ele estava no mesmo perímetro que eu, mas ainda temia o que ele pudesse fazer. Talvez ele contasse para meu pai ou para... Bem, afinal, como ele podia me prejudicar? Colocando anúncios nos jornais e me chamar de puta na frente de todo o mundo? Que eu dormia com homens por dinheiro? Eu não tinha amigos, exceto por André, mas eu ainda não estava certo sobre o motivo de tão repentinamente ele ter voltado. Meu pai e Carly eram os únicos cuja opinião me era válida... Dimitri não tinha nada a ver com minha vida! Ele não se meteria no meio dela, certo?
Deixei meus pensamentos de lado quando senti uma ligeira pressão em meu pescoço, seguido do hálito quente de Mikhail.
- Espero que faça valer a pena, Amanda. Eu realmente precisava beber um pouco.
Eu ri como se tivesse achado graça de seu comentário, mas não precisei fingir já que realmente havia achado. Ele provavelmente não poderia ficar mais bêbado do que aquilo e eu não achava que ele pudesse fazer algo lá em cima.
Quando estávamos lá em cima, no lugar onde eu atendia os clientes, eu percebi que realmente estava certa.
- Droga! – Mikhail falou se sentando na cama e olhando impaciente para o meio de suas pernas. — O que há de errado com você? – ele perguntou como se falasse como uma criança e então olhou para mim. Ele parecia bêbado, mas ainda tinha consciência do que havia acontecido – Desculpe-me Amanda, eu realmente não sei o que-
- Tudo bem, — eu falei e afaguei seu ombro, logo em seguida vestindo de volta meu robe.
Eu havia acabado de despi-lo e ele fazia o mesmo comigo quando percebeu que algo estava acontecendo, ou melhor, que não estava acontecendo.
- Vai ver foi toda essa chateação com a bolsa de valores. – eu falei, dando um nó em meu robe, mas não muito apertado.
- É, vai ver. – respondeu parecendo desolado. Eu me virei de costas a ele, indo até o espelho do banheiro e arrumando meu cabelo. Quando estava longe de sua visão eu peguei uma das toalhas brancas dali e mordi ponta com força, tentando controlar meu ataque de risos. Só ficou pior quando eu olhei para Mikhail através do espelho e vi que o mesmo novamente falava com seu membro, como se aquilo fosse fazer com que ele levantasse. Bem, a culpa não era minha, afinal, eu havia feito o que podia e principalmente não podia para animá-lo. Após ter certeza de que não iria mais rir eu sai do banheiro e Mikhail se levantou da cama se vestindo rapidamente.
- Desculpe Amanda. – ele disse novamente, constrangido – Isso nunca aconteceu, eu juro. – afirmou novamente.
- Tudo bem Mika, isso é perfeitamente normal. – tentei tranquilizá-lo. A culpa realmente era dele. Talvez, se ele não estivesse tão bêbado...
Ele murmurou novamente um pedido de desculpas antes de abrir a carteira e tirar de lá algumas notas e me entregá-las. Logo depois ele saiu do quarto olhando mais uma vez pesarosamente para mim. Eu poderia dizer que aquilo tinha sortido o mesmo efeito que teria um balde de água fria caindo em sua cabeça...
Eu guardei o dinheiro dentro de uma pequena caixinha de ferro e me joguei na cama fofa, tendo mais um acesso de risos.
Fui forçada a parar quando ouvi uma batida na porta..
Levantei-me rapidamente e arrumei meu cabelo antes de caminhar até ela e abri-la. Veja bem, não me senti muito surpresa quando vi que Dimitri estava parado lá me olhando apreensivo. De qualquer forma, eu nunca pensei que ele me deixaria em paz depois de ter me visto na casa de Lissa.
Ele passou uma mão entre seus cabelos castanhos parecendo constrangido e sem saber o que estava fazendo ali. Honestamente, aquele teatro todo de 'eu não quero sexo' estava indo contra sua atitude voltando aqui.
- Entre. – falei saindo de perto da porta enquanto sorria para ele, quando na verdade eu queria gritar com ele e chamá-lo de maníaco perseguidor de mulheres.
- Pensei que você fosse voltar lá para baixo quando terminasse com o cara aqui, mas quando o vi descer antes do tempo resolvi subir. – falou parando no meio do quarto próximo a cama. Ele parecia não querer me olhar e eu fiquei indecisa sobre aquilo. O que ele estava fazendo ali afinal?
- É, ele gosta de conversar também. – respondi me lembrando da primeira vez que vi Dimitri. Fazia parte da nossa ética não falar muito dos outros clientes. Tínhamos que tratá-los como se fossem os melhores homens do mundo na cama, até mesmo quando acontecia algum incidente quando havia acontecido com Mikhail. – E então, Dimitri, em que posso ser útil?
Dimitri movimentou uma mão em direção a minha cintura e então parou o movimento no ar. O olhei confusa novamente. Ele estava hesitado, mas por quê? Não era para isso que ele estava aqui? A expressão de Dimitri não denunciava nada, mas ainda sim, ele hesitava em me tocar como se fosse algo proibido a ele, o que certamente não era.
- Dimitri, — eu chamei, me perguntando seriamente se ele estava bem – O que voc-
O final da minha frase foi engolindo por um gemido baixo quando Dimitri avançou em cima de mim e mordiscou meu pescoço com um pouco de força. Uma de suas mãos apertou meus seios sobre o tecido fino do robe e o espartilho que eu usava enquanto a outra mão me firmava no lugar. Um cheiro inebriante de pós-barba invadiu minhas narinas enquanto eu me agarrava a ele.
Com uma agilidade que me surpreendeu ele abriu meu robe e o jogou no chão enquanto me puxava para a cama.
Ok. Eu realmente admito que seja rápida para despir alguém, mas Dimitri ganhou de mim nesse quesito quando ele retirou a própria camiseta e a jogou em um canto qualquer do quarto e veio para cima de mim.
Sua mão rodeou uma das minhas pernas e a colocou em volta da sua cintura. Eu queria ter feito algo se ele não tivesse aprisionado minhas mãos juntas acima da minha cabeça usando apenas uma de suas mãos para isso.
Com a mão livre ele puxou o laço do meu espartilho, fazendo assim com que ele se abrisse completamente já que aquela pequena e fina linha era o que o prendia.
Eu senti o gosto de sangue em minha boca quando mordi meus lábios impedindo que um gemido alto demais escapasse quando ele mordeu um de meus seios. Eu não estava precisando fingir que estava gostando daquilo como quase sempre fazia. Eu realmente estava gostando.
- Santo Deus! – ofeguei quando seus dedos serpentearam pela minha calcinha e insinuaram um movimento sexual. Tentei livrar minhas mãos do seu aperto, mas isso só fez com que ele as apertasse ainda mais. E eu não brinco quando falo que aquilo não me incomodou, nenhum pouco. Era bom variar de vez em quando. Mas era um fato que eu estava morrendo para tocá-lo.
Eu senti a sua boca subir para o meu pescoço quase no mesmo instante em que ele me soltou e levou as duas mãos para minha cintura, a levando de encontro a dele. O tecido fino de sua calça não me impediu muito de sentir ele, mas eu ainda sim o queria fora dela.
Levei minha mão entre nossos corpos até que alcançasse o cós da sua calça e serpenteei minha mão para dentro dela e em seguida de sua boxer.
Ouvi um arquejo em meu ouvido conforme eu intensificava os movimentos da minha mão em seu membro.
- Rosemarie... – eu ouvi o nome ser sussurrado em meu ouvido com lentidão e deleite e um arrepio percorreu meu corpo deixando meus pelos eriçados, mas não foi isso o que me fez parar o que eu estava fazendo. Eu parei com os movimentos quando senti uma leve pressão no canto da minha boca e então Dimitri deslizou sua boca pela minha, pedindo passagem com a língua. Eu não teria deixado se tivesse pensando coerentemente quando ele abaixou minha calcinha que já estava completamente encharca e me penetrou com dois dedos no mesmo momento em que sua língua invadiu minha boca.
Sua boca abafava os gemidos que eu soltava quando ele estocava seus dedos cada vez mais fundo em mim e aumentando o ritmo. Lancei meus braços ao redor do seu pescoço e sua mão que estava em meu pescoço subiu até o meu cabelo meio que o torcendo em sua mão e o puxando.
Dimitri se afastou e eu soltei um murmúrio de insatisfação quando não senti mais seu toque. Sua boca estava repuxada em um pequeno sorriso de canto, mas ao mesmo tempo ele parecia tão compenetrado naquilo que eu me perguntei se ele não estava presente ali apenas no corpo. O jeito como seus olhos estavam cravados em meu rosto, parecendo medir cada centímetro dele me fez desejar saber seus pensamentos,
Ele abaixou sua calça e eu logo o ajudei a jogando em um lugar qualquer. Ele deitou seu corpo novamente sobre o meu. Nossas intimidades se roçando me fazendo desejá-lo cada vez mais.
Eu empurrei seu peito e ele caiu na cama ao meu lado. Comecei a descer beijos e mordidas pela extensão do seu peito que parecia ter sido esculpido em muitas horas de academia. Quando eu me abaixei novamente Dimitri me segurou pelos ombros e me puxou de volta para cima. Ele novamente selou nossos lábios e desceu sua mão para a minha bunda apertando-a um pouco.
Estiquei-me para a cômoda ao lado da cama e abri a primeira gaveta, tirando de lá uma camisinha. Dimitri a tomou da minha mão como se parecesse aliviado e então a colocou rapidamente. Logo em seguida eu fiquei sobre seu quadril com uma perna de cada lado da sua cintura e segurei seu membro pela base antes de me abaixar em cima dele lentamente sentindo cada centímetro dele me preenchendo. Dimitri me puxou com uma mão pelo quadril me fazendo descer e subir rápido sobre ele. Sua mão livre esmagou meu seio e eu me abaixei sobre ele enquanto ainda me movimentava. Ele ergueu seu tronco de forma que eu fiquei sentada sobre seu colo e puxe fechar minhas pernas ao redor da sua cintura fazendo o contato ficar ainda maior.
Eu tentava fazer um esforço sobre-humano para conter meus suspiros e gemidos, mas esta se tornava uma tarefa cada vez mais difícil. Eu não havia procurado sua boca e nem faria isso, embora ele tivesse o feito algumas vezes.
Eu aumentei o ritmo em cima dele e Dimitri me ajudou me segurando pela cintura e me ajudando a ir cada vez mais rápido. Meu cabelo grudava no suor que escorria da minha pele e Dimitri não estava diferente. Seu cabelo marrom estava completamente grudado em sua testa. Quando eu senti meu orgasmo se aproximar eu vacilei, mas ele continuou firme e rápido dentro de mim. Senti minhas paredes apertarem seu membro e o ouvi soltar uma frase sem o mínimo sentido. Bem, nada fazia sentido para mim naquele momento a não ser a sensação de tê-lo me preenchendo a cada nova descida. Eu arranhei suas costas com minhas unhas enquanto sentia espasmos percorrerem todo o meu corpo e uma moleza me dominava. Dimitri continuou me segurando mais um pouco estocando fundo até que caiu do meu lado com a respiração entrecortada e ofegante.
- E eu achando que você era gay. – falei rindo pelo nariz ainda me sentindo um pouco aérea.
Ele não riu. Permaneceu sério com uma expressão que beirava a hostilidade. E então, do nada, Dimitri se levantou da cama e foi até o banheiro e quando voltou minutos depois começou a catar suas roupas que estavam espalhadas pelo quarto e vesti-las tão rápido que eu cheguei a me assustar. Em momento algum olhou em minha direção.
Tudo bem que eu não esperava muito carinho depois do que havia acontecido. Na verdade, nunca tem carinho envolvido nisso, a não ser quando se encontra uma carinha legal ou sem experiência o suficiente para te tratar como sua primeira namorada. Mas eu nunca havia sido tratada como... Bem, como nada, que era como eu me sentia enquanto Dimitri andava pelo quarto. Eu puxei o lençol contra meu corpo e me ergui na cama acompanhando seus movimentos.
Dimitri pegou sua carteira e tirou de lá uma quantia em dinheiro e me entregou. Deveria ter bem mais do que o valor cobrado ali.
- Obrigada Rose.
A próxima coisa que eu ouvi foi a porta do quarto se fechando e então silêncio.
- O que diabos...
Obrigada Rose? Ele realmente havia dito aquilo? Me agradecido como se eu o tivesse prestado um favor? Ele realmente tinha feito! Qual era o problema desse cara?
[...]
Eu ainda tentava entender o que havia acontecido quando cheguei em casa de manhã cedo. Por mais que procurasse não encontrava razões para Dimitri ter feito aquilo. Mas o que eu estava tentando fazer? Eu havia falado poucas vezes com ele.
A porta da frente estava destrancada, eu notei quando não precisei de chave para abri-la.
Ouvi o barulho de vozes e as segui, estranhando pelo fato de ter alguém acordado àquela hora. Vi Carly sentada ao sofá brincando com sua Barbie e uma garota ao seu lado que alisava seus fios de cabelo louros e longos. Ela tinha os cabelos pretos com as pontas verdes e uma maquiagem muito escura em seu rosto para àquela hora da manhã.
Ela sorriu um pouco para mim quando me viu e eu sorri de volta, ainda confusa com o motivo de ela estar ali tão cedo. Seu nome era Liesel Evans, ela tinha 16 anos e era nossa vizinha. Ela colecionava uma série de piercings e tatuagens pelo corpo e uma vez ouvi Carly dizer que achava ela 'uma boa menina'.
Outra mulher apareceu, Clarice, a mãe de Liesel. Ela entregou um copo com alguma coisa laranja para Carly que prontamente bebeu, embora parecesse não ter notado minha presença.
- Rose. – Clarice me saldou e eu sorri para ela enquanto a mesma caminhava em minha direção. Carly olhou rapidamente para mim, mas permaneceu em seu lugar. Ela não riu ou veio me dar um abraço como sempre fazia e eu estranhei aquilo.
- Aconteceu alguma coisa? – eu perguntei notando o silêncio em que a casa se encontrava. Meu pai não gostava de Clarice pelo fato de viver afirmado que seu marido devia dinheiro a ele desde a época em que nos mudados para aquela casa e que nunca o pagou. Seria certo que ele estivesse nesse momento em alguma discussão com ela sobre 'valores éticos e morais'. Mas ele não estava.
Clarice ainda sorria de forma amigável para mim. Eu nunca gostei de pessoas que sorriem de mais para as outras sem nenhum motivo claro.
Notas finais
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Com raiva? kkk'
Bem, sobre o hentai: pode ter parecido um pouco sem emoção, aquela coisa dos olhares, carinhos e tals, mas vamos lá, eles ainda mal se conhecem. Rose é uma prostituta e no próx, cap vcs vão saber por que ele foi tão indiferente no final, oks? Sem pedras #Eu tenho um rosto a preservar kkk'
Bem, o hentai ficou beeeem levinho, mas é pra vcs irem se acostumando, eu não quero chegar já de cara e assustar vcs O.o E eu ainda tenho 15 anos, então, perdoai o próximo que não sabe o q escrever u_u kkk'
Então, estou tentando postar duas vezes por semana, então, logo tem mais ;)
Bjs e até o próximo pessoas que amo taaaanto ^^
Ahh, e assim, só pra ficarem informados, eu faço o favor de aceitar recomendações e reviews okay? Não se acanhem comigo kkkkkkk' #Aquele momento cara de pau meu *-*
P.S.: Agradeço pelas MP's e review que recebi no cap. passado, amei cada um deles e fiquei muito feliz por todo o carinho :)
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