Amantes
5 Capítulo 5
Notas iniciais
Olha eu fiquei doente, então eu estou atoa em casa. Aí vim escrever hoje para vocês e acabar com essa greve de capitulo atrasados.
Não sejam maus comigo, e a primeira vez que eu escrevo uma cena assim.
Chega de enrolar. Boa leitura.
Entrei no chuveiro soltando fogo pelas ventas, nem me dei ao trabalho de entrar no meu box, entrei no primeiro que vi. Entrei de roupa e tudo. Liguei o chuveiro e me joguei naquela água quente.
– Ele não podia ter feito isso comigo._ Gritei dentro do vestiário esmurrando a porta do box. Dei um chute na porta do box que amaçou onde meu pé bateu. Meu pai é um idiota, como ele me bota numa situação dessa. – Eu mato ele._ Esbravejei. – Calma Nalla._ Jake falou abrindo a porta do box. – CALMA? Calma? Vai pedir calma pra sua mãe._ Gritei empurrando ele porta a fora. – Que isso gata. Ta com raiva?_ Ele era cínico mesmo. Só podia ser, e noção de perigo zero. – Que isso, é impressão sua. Não ta vendo que estou calma como uma sacerdotisa? _ Falei com sarcasmo. – Credo, precisa ser mal educada desse jeito?_ Ele replicou. – Se for pra você parar de me encher o saco, ta valendo. Agora faz o favor de sumir._ Ladrei. – Ta precisando de uma massagem lindinha... _ Jake tentou pegar no meu ombro. – Lindinha e a sua avó. _ A voz de Tohr soou perto do box._ É melhor você ir. O ônibus já chegou. Mais que depressa, Jake saiu dali deixando-me com meu futuro hellren. – Você esta bem lellan?_ Ele falou com a voz mais tranquila. – Não... Quero esganar meu pai, como ele pode me matar de vergonha?_ Falei serrando os dentes. – Lellan vem cá._ Tohr falou me abraçando e me dando um beijo leve. -Ele não podia ter feito isso comigo._ Falei me desvencilhando dele e desligando o chuveiro. — Lellan, ele faz isso só pra te irritar. Não leve seu pai tão a sério. Se ficar caindo na pilha dele, aí que ele nunca vai parar._ Tohr falou enquanto me seguia até meu armário. Não respondi, simplesmente abri meu armário e joguei uma muda de roupa sobre o banco de madeira. Tirei meu short ficando só de calcinha e top. –Nalla, não faz isso._ Tohr falou com a voz rouca. –Eu não estou fazendo nada. Só estou trocando de roupa._ Falei dando de ombros, estava irritada demais para me importar. Tirei o top com sutiã junto, ouvi Tohr arfar, mas nem liguei, minha cabeça estava fervendo. Tirei a calcinha e peguei outra no armário. Não deu tempo de vestir. -Você provoca demais garota, ainda não sabe o homem que tem do seu lado._ Tohr falou me jogando em cima do banco. -Já que você acha que te provoquei, vamos até o fim. O que esta impedindo? aqui não tem câmeras, não tem alunos, não tem meu pai. Vá em frente. _ Pisquei o olho. Ele subiu em cima de mim, começou beijando a minha testa, desceu para a minha boca, chegando no meu pescoço. Ele dava chupões, roçava as presas na minha jugular. Suas mãos passavam pela minha cintura chegando aos meus braços e prendendo-os acima da minha cabeça. Ele desceu pros meus seios, dando leves beijos e chupões em volta me levando a loucura. Eu mordia a boca abafando os gemidos, não daria essa alegria a ele. -Vamos Nalla, se solta, deixa eu escutar você gemer, eu quero escutar._ Ele falou no meu ouvido. -Não, eu não vou deixar você vencer._ Falei arfando. -Tudo bem. Vamos brincar mais um pouco._ Tohr falou me soltando e descendo pela minha barriga. Ele dava beijos nas minhas cochas, passava a mão por dentro delas, abrindo as minhas pernas aos poucos. -Tohr você não vai fazer isso né?_ Perguntei com a voz rouca. Ele não respondeu, subiu a boca pela minha cocha direita chegando no meu centro. Joguei minha cabeça para traz. Aquilo era loucura. Ele dava chupões, beijos, estava me deixando louca. Eu mordia o lábio inferior evitando gritar. -Vamos Nalla, pode gritar, ninguém vai te ouvir._ Ele falou baixo. -Eu não posso._ Arfei sem folego. -Claro que pode. Deus, é tão formosa sendo só minha._ Falou subindo pela barriga, dando beijos pelos meus seios, dando mordidas pelo meu pescoço. -Não faz isso Tohr._ Falei baixinho. -Enquanto você não falar meu nome do jeito que eu quero, eu não vou parar._ Sussurrou no meu ouvido dando uma leve lambida. Ele me torturou o que pereceu uma eternidade, até que não aguentei mais, gemi alto demais e acabei por gritar o nome dele. -Viu, não foi tão difícil._ Ele deu um sorriso lindo. -Você não presta._ Falei arfando, porem sorrindo satisfeita. -Tão formosa, tão bela. É uma pena que eu não posso te-lá agora. Tão linda e com um sabor tão doce, e tão frágil._ Ele falava enquanto me aninhava nos braços dele. -Porque não pode me ter?_Perguntei me aconchegando no peito dele. -Eu prometi a mim mesmo. Não posso, eu quero fazer isso direito, não aqui na irmandade e sim em um lugar especial._ Ele beijou o topo da minha cabeça. –Eu não posso dizer que estou triste por isso. Mas pra ser sincera nunca me senti tão bem._ Senti minhas bochechas esquentarem. -Sabe, acho melhor a gente subir. Daqui a pouco os outros vão começar a desconfiar._ Ele riu em tom de ironia.
Notas finais
Eu: Ficou com? Digino de reviews? Tohr, você aqui denovo?
Tohr: Sempre minha gatinha. Aí menina, não falei que ia rolar uma coisa caliente nesse capitulo.
Nalla: Tohr, pelo amor da Virgem. Você não precisa ficar falando pra todo mundo né.
Tohr: Eu não preciso falar, elas já leram mesmo.
Nalla: T.O.H.R.
Eu: Da pra você dois deixarem eu terminar de escrever?
Nala e Tohr: Desculpa.
Eu: Obrigada. Esses dois eu não sei não. Serio mesmo. Kkk. Ta, chega de enrolar. Gostaram? Se sim que bom, literalmente dei meu sangue aqui, além de doente to toda machucada porque cai de bicicleta ontem. Podem rir, eu sei que chega a ser engraçado, porque eu só cai, porque eu espirrei e perdi o equilíbrio. Kkkkk. Eu ri muito sozinha depois.
Minha cat's posso fazer um pedido? Recomendem essa fic para os seu amigos lerem também. Gosto muito de receber leitores novos. Amo isso de Paixao.
Já chega, enrolei muito.
Beijo meus amores. Até o próximo capitulo.
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