Amantes
22 Capítulo 20
Notas iniciais
Boa leitura.
– Nalla, anda. Já estamos atrasados—chamei-a do corredor.
–Calma to indo. – Ela apareceu na porta colocando os sapatos.
–Ate que enfim. – Fomos para o vestíbulo onde todos estavam esperando para ir jantar.
–Nalla. Oi. Você cresceu. – Cormia gritou assim que chegamos àsescadas.
–Cormia, você voltou. Pensei que você ia ficar mais tempo. –Nalla correu e deu um abraço nela.
–E perder o seu casamento? Mais nem que a Virgem Escriba pedisse. — Elas riram juntas.
–Vamos jantar? –Beth perguntou.
–Bora, to morto de fome. -Butch ladrou alto.
Entramos na sala de jantar, conversamos e comemos. Nalla colocou Cormia a pá de toda a atuação do casamento e cada noticia, Cormia ficava mais e mais animada.
–Ei Tohr. Pronto pra casar de novo?- Plury perguntou.
–Acho que sim. Nervoso como se fosse a primeira vez. Mas acho que Welssie iria gostar. –Falei um pouco baixo.
–É claro que iria gostar nallum. Não tenho duvidas. – Nalla passou os dedos pela minha bochecha.
–Mais é claro. – Beijei as pontas de seus dedos.
–Meninas, eu tenho uma novidade pra vocês. Ontem não deu tempo de explicar tudo, mas agora dá. John. Pode entrar- Wrath falou alto.
John e Xhex entraram na sala de jantar, de mãos dadas. John com um sorriso que não cabia e Xhex sorrindo meio sem graça.
–Oi pessoal, – John falou em uma voz forte e segura. Todos assustaram com aquilo. Afinal John era mudo desde... desde sempre.
–John, você... tá... falando?- Perguntei meio abobalhado.
–Estou sim pai. – Ele me olhou com lagrimas.
–Não acredito. Como?-Me levantei indo ao seu encontro.
–Foi a Virgem. Depois de eu me... declarar para Xhex, ela apareceu e me deu esse presente. – A voz dele agora saia embargada pelo choro. Dei-lhe um abraço.
–Quem ia gostar de ver isso seria Welssie, filho.
–Tenho certeza que sim. –Ele me deu um abraço.
–Mais ela está vendo. –Nalla veio dar um abraço forte em John.
–Oi pequena. –John bagunçou o cabelo de Nalla.
–Oi. To vendo que perdi meu companheiro de balada. Né Xhex. -Ela riu.
–Mais é claro que sim. -Xhex abraçou John e deu-lhe um beijo no rosto.
–É mais você ainda tem a nós. — Qhuinn e Blay falaram ao mesmo tempo.
Mais é claro. O meu casal de gays favoritos. — Nalla se meteu no meio de um abraço a três.
–Agora eu posso entra no meio das discussões dos dois né?-John riualto.
–Mais você já se mete. — Qhuinn riu junto com Blay.
–Ei, em briga de marido e mulher ninguém mete a colher não John. -Rhage gritou do canto da sala.
–Eu me meto Rhage. Se não depois eles se matam e quem vai ouvir lamentou sou eu. –Todos na sala riram alto.
–Então a gente promete não brigar mais, não é Qhuinn?-Blay passou os dedos nos cabelos dele.
–Pelo amor da Virgem vocês dois, parem com isso. -Butch falourindo.–Ai Marissa isso dói.
–Era pra doer mesmo. Ei Blay, Qhuinn, vocês dois são mais macho que certo ser que está sentado do meu lado. -Marissa bateu no ombro do Butch.
–Não foi o que me disse hoje de manha. -Butch contra atacou.
–BUTCH. -Ela repreendeu.
–O que?
Todos na sala ficaram rindo atoa John se juntou a mesa junto com Xhex. Fritz serviu a sobremesa e logo todos estavam seguindo seu rumo.
Hoje era o dia em que todos nós sairíamos para lutar. Xhex foi para oZeroSum, as fêmeas foram para o Lugar Seguro e Nalla e Jane ficaram na mansão com Lucas e Wrath.
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3 dias depois...
–Nalla. Calma. Você não está indo pra forca. –Minha mãe tentou me acalmar.
–Eu sei. Mais não to dando muito certo sabia. — O fato de saber que eu iria estar casada em menos de uma hora me deixava nervosa.
–Nalla. Para de se mexer. Não to dando conta de fechar o espartilho. — Marissa reclamou
–Espera. Já resolvo o problema. –Minha mãe saiu pela porta. – Quando voltou estava com meu pai ao lado dela.
–Porque você o trouxe? –Beth perguntou.
–Todo mundo. Para fora. Já! –Minha mãe expulsou todos do quarto.
–Porque ela te trouxe?
_ela falou que você está nervosa. Quer ajuda para fechar? -Ele apontou para o espartilho ainda aberto.
–Por favor. –Virei de costas para ele. Ajoelhou-se e foi apertando o espartilho a cada puxão.
–Anos fechando os da sua mãe me deram um pouco de pratica. –Ele riu baixo.
–Pois é. Mais ainda estou nervosa, e se... –Ele não deixou terminar a frase.
–“E se” nada. V ai dar tudo certo. Estou com tanto medo quanto você, mais não estou me pondo nervoso. Bota o dedo aqui. -Ele deu um laço e se levantou.
–Obrigada.–Me olhei no espelho.
O vestido estava perfeito, o tecido era de seda e de um vermelho sangue vivo. As pedras do rubi brilhavam conforme a luz batia. Os sapatos estavam perto da cama. Meu pai pegou-os do chão.
–Senta aqui. Deixa eu colocar os seus sapatos. – M sentei na cama e meu pai colocou os meus sapatos.
–Obrigada pai. Me sinto bem melhor agora. –Me levantei soltando um suspiro.
–Estou aqui para isso. Vamos descer? Já está na hora. – Ele me estendeu a mão.
–Vamos. – Respirei fundo.
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