Notas iniciais
**LÍNGUA ANTIGA: —Nalla ou Nallum(n): Amada (o).

PDV VISHOUS

Oh droga, como eu queria poder conseguir ler seus pensamentos.

Definitivamente queria muito isso.

Precisava...

(...)

—Eu, antes da transição meu poder começou a aparecer. Dar sinais... -digo mostrando minha mão com a luva.

Ali comecei a tirar revelando minha mão brilhante.

Damon só a havia visto uma única vez e ainda de longe, quando ajudei Butch depois de uma ronda.

Ali ele olhava fascinado.

Tentei controlar meu poder e o brilho diminuiu bastante, onde ficou exposto, revelando as tatuagens que também tem ali .

—Aquela outra vez não pude perceber... Que também havia tatuagem aqui. -confessou.

—Sim, eu imaginei . -sussurrei me sentindo péssimo lembrando seus significados. -Como estava dizendo do nada, simplesmente esse poder começou a agir. Ele sempre parecia quando eu estava nervoso, irritado. Eu não tinha controle dele, e alguns machos acabaram vendo certas situações. O que acabou chegando ao ouvido de meu pai. Todos estavam com medo de mim, diziam que eu estava possuído pelos escritos que havia numa caverna que tinha ali no acampamento. Lugar onde eu gostava de ir, lá escondido, lia o antigo idioma, livros, o que era uma desonra. Alfabetização não tinha valor, não servia pra nada . Não era possível matar com ela... Bom, eu não sabia como acontecia aquilo com minha mão, estava tão assustado quanto eles, pra ser sincero. E é claro chegou o dia, depois da minha transição, de Bloodletter vir me colocar contra a parede. Queria informações, queria saber se o que havia escutado durante meses se era verdade ou não. Tivemos uma discussão onde ele me humilhava, me desprezava e eu agindo pela raiva por tudo que ele me fez durantes esses anos o ataquei, não conseguindo me controlar, ali foi revelado minha mão brilhante. Eu iria o matar ... Dava pra ver o terror em seus olhos , até ... -minha voz morreu.

Eu estava em pânico era como se eu tivesse revivendo tudo aquilo novamente.

—A-ate ? -Damon gaguejou criando coragem de perguntar .

Senti seu toque suave em meu pescoço.

—Ate que um macho apareceu de repente me tirando de cima dele. Quando ele ficou em pé já esperava pelo pior, por apanhar até a morte. Mas foi ali que ele pediu a sua adaga.

—Ah. -Damon disse esse pequeno som já percebendo que não viria coisa boa depois daquilo.

E ele estava certo em pensar assim.

—ele pediu sua adaga, e apareceu mais machos que me seguraram . Ele cortou a palma da minha mão. E esfregou uma na outra batendo em meu peito. Aquilo era o sinal que eu estava sendo expulso dali. Que eu seria desconhecido por todos. E isso não acabou, me levaram para a caverna onde eu gostava de ficar e levou ferreiro junto. Disse que era dever dele de alertar a todos sobre a minha natureza maligna . Fui deitado ali de barriga pra cima e ali ele deu as instruções no antigo idioma e assim fui segurado por vários machos e simplesmente fui marcado.

—As t-tatuagens? -Damon perguntou chocado gaguejando.

—Fui marcado na têmpora, coxas, virilha e na mão, assim surgiram essas tatuagens. -minha voz era baixa e rouca.

—Oh droga. -ele sussurrou chocado.

—E pensei que não poderia piorar... Ah me enganara. O pior de tudo veio depois... -comecei me sentindo péssimo.

Sem aguentar aquilo levantei me afastando dele e peguei meu cigarro, acendendo.

Traguei profundamente enquanto minha mão tremia totalmente segurando aquele cigarro.

Damon estava confuso com meu afastamento e preocupado pela situação que eu me encontrava. Deu de levantar e vir...

—Não aproxime. -digo firme, como uma ordem.

—Por que ? -ele perguntou confuso.

—Essa droga é tão poderosa, que somente o seu cheiro... principalmente tão perto pode viciar. -digo a verdade.

Claro que Damon não se importou, ele não era do tipo que obedece cegamente.

—Eu não ligo. -disse levantando dando de ombros. -Como se eu nunca estivesse experimentado alguma droga em todo minha vida.

—Por favor. Te peço não aproxime. -peço extremamente chateado com tudo aquilo.

Ele bufou irritado, balançando a cabeça inconformado.

Mas fez o que pedi, por incrível que pareça. Ele deve ter percebido o quanto desobedecer aquele pedido me deixaria triste.

Aliais eu já me encontro extremamente chateado em ter ouvido sua confissão sobre drogas.

Fico pensando em quantas coisa Damon passou, viveu, quantas experiência teve em todos os sentidos e principalmente sobre drogas, bebidas e vícios no geral...

Ele continuou em pé de braços cruzados me fitando .

Quando terminei de fumar suspirei me sentindo mais calmo. Minha mão já não tremia descontrolavelmente, nem minha respiração irregular.

Estava aliviado com isso.

Odeio perder o controle de mim mesmo, de meus sentimentos e ações.

Depois de um tempo de silêncio, criei coragem de continuar...

—O pior veio depois, ele simplesmente falou pra abrirem as minhas pernas e assim ele veio com sua adaga, mas desistiu, ele concluiu que precisava de algo a mais e por isso pediu com o ferreiro executasse com uma pinça em brasa.

—Oh não. -Damon sussurrou já imaginando o que havia acontecido.

Qual seria a conclusão dessa história.

—Não, não, não. -ele bem dizer gritou. -Não é possível que ... -ele dizia transtornado andando de um lado pro outro. -Vishous , me diz que não é o que eu estou imaginando. -ele pediu me olhando.

Suspirei profundamente abaixando o olhar . Sentia-me péssimo. E extremamente envergonhado.

Vishous? -ele me chamou.

—Infelizmente essa é a verdade, meu querido pai tentou me castrar feito um cachorro. Não queria que eu reproduzisse seres como eu... A dor era horrível. Mas não conseguiram terminar, completar totalmente aquilo... Não por causa de piedade. Eu estava prestes a desmaiar, de tanta dor, mas mesmo assim todo meu corpo se acendeu completamente. Todos que estavam me segurando mais o ferreiro que estava usando uma ferramenta de metal, todos foram mortos no mesmo instante. Em chamas...

—Céus... E o que aconteceu depois?

—Eu rolei para o lado onde simplesmente, passei muito mal, vomitando muito. E assim me arrastei para a saída. Todos me assistiram me vendo deixar aquele lugar. Nem mesmo Bloodletter teve coragem de me impedir. Nem sei como sobrevivi a isso. Foi horrível aquelas próximas horas, até que civis da minha raça me acharam e me ajudaram , mas o que não durou mais de um dia. Eles estavam avisados... Viram os sinais em meu corpo. -digo tocando meu rosto, minha mão brilhante, minha virilha e em minhas coxas. Meu pai quis me tornar em uma aberração. Ser temido, rejeitado por todos... -disse sentindo meu peito doer.

Aquilo era horrível.

Sem conseguir ver, acompanhar sua velocidade, simplesmente pude perceber que Damon já estava tão perto de mim e seus braços em minha volta me puxando, aninhando contra seu corpo.

—Eu sinto muito V. -sua voz era rouca e baixa.

Me abraçava tão firme mas ao mesmo tempo seu toque em meu cabelo era delicado.

Damon nunca tinha me abraçado, nem mesmo nas várias vezes que o tinha abraçado ele havia retribuído.

E agora ... Ele estava ali , me aninhando ...

Me senti tão bem ali, tão em paz. Sim, eu me acalmei só tendo ali , me tocando.

Que era chocante. Sem me importar apenas permiti meu rosto afundar em seu ombro.

Aquilo era tão aconchegante.

E ficamos ali por um bom tempo.

Quando afastamos terminei de contar como vivi sozinho por anos até que um dia salvei um garoto em pre-transição, filho de um guerreiro de sangue... Então isso se espalhou e acabei sendo encontrado por Darius (pai de Elizabeth/ John) e ele me apresentou ao Wrath. E bom, Wrath me acolheu , me ajudou, nos tornamos amigos e nos entendíamos como ninguém. E assim fui aceito na Irmandade. Tive honra e respeito de todos...

Damon estava completamente chocado, transtornado , chateado mas mesmo assim esteve ao meu lado . Me abraçando, me tocando e me acalmando.

Ali depois o silêncio se formou , depois de um tempo pude o ver e sentir me soltando ...

Ele piscou algumas vezes e logo seu rosto formou em uma careta. Seu rosto tenso, sua sobrancelha grossa, estavam rígidos quase se encontrando.

Ele afastou me dando as costas.

Medos me invadiram...

Nunca sei o que esperar dele. Sempre tão indecifrável!

Rejeição?!

Será que ele vai me rejeitar agora?

Sentir nojo? Pena. Tristeza?

Me achar indigno para ti?

Oh não. Que isso não aconteça, por favor.

Ele continuou de costa para mim andando de um lado pro outro, lentamente.

Não aguento mais aquilo.

—Damon? -chamei.

Ali ele parou se virando me olhando. Seu olhar era maligno, era visível a fúria e o ódio ali presentes.

E sem esperar sua taça que estava em cima da mesa num piscar dos olhos já estava sendo espatifada contra a parede com muita força.

Meu coração agora batia rapidamente, minha respiração desregular, por tudo, por ter lhe contando algo do meu passado obscuro de merda e por ele agora assim e sem nada dizer.

—Por favor, só não me diga que sou indigno de ti. Que sente nojo e que não me quer mais...

Ali pude ver seu rosto ficar mais sombrio ainda.

—Ah, para de falar merda. Olha o que você acabou de dizer... Te rejeitar porque você tem só um testículo? Ou algumas tatuagens? Que porra, que tipo de pessoa você acha que eu sou? -ele perguntou gritando furioso. -Quer saber deixa pra lá. -ele bufou me dando as costas, enquanto apoiava suas mãos contra a parede.

Rapidamente caminho pra ele, aproximando.

—Não queria dizer isso. Só tive e tenho medo de você não me querer mais. E com você furioso sem dizer nada, fiquei receoso. -sussurro confessando, sendo sincero. -Desculpa...

—Sim, eu estou furioso, mas não é com você. Como pode existir tantas pessoas assim, tão ruins? Como tem coragem de fazer isso tudo com o próprio filho? -ele sussurra balançando a cabeça .

Suspiro tocando em seu ombro, com minha mão esquerda o fazendo se virar pra mim.

—Também não consigo entender. -sussurro. -Sou tão fudido, tanto fisicamente, como mentalmente... Que consigo reconhecer outras pessoas que sofreram e tiveram traumas no passado. -digo olhando dentro dos seus olhos enquanto minha mão esquerda tocaram envolta de seu pescoço, indo pra sua nuca segurando firme. -Eu sei que você sofreu. Que tem traumas, que Giuseppe foi horrível para ti. Eu sei... E espero que um dia você consiga e confie em mim pra poder se abrir comigo.

—Vishous...

—Xi. -digo o cortando. -Está tudo bem. -digo o acariciando.

—Sobre você ... -ele começou tendo sua expressão mais suave agora. — Bom, você disse que era perfeito. Que você é uma aberração... -ele disse balançando a cabeça bravo. -Você não é uma aberração! E você é perfeito, lindo! —ele diz segurando minha cintura e tão rápido que mal pude ver sua mão já estava sob a minha brilhante, segurando, tocando-me.

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—Não. -digo apavorado tentando afastar em desespero.

Sinto meu peito se contrair, medo de ele gritar, se machucar ou até se queimar completamente.

Mas isso não aconteceu. Simplesmente não aconteceu porra nenhuma. Minha mão brilhava mais ainda, tão intenso com seu toque.

—Como? -sussurro confuso.

Damon olhava aquilo fascinado, rindo.

—Não sei. -sussurrou. -Mas saiba que não tenho medo ou nojo de ti. Pelo contrário...

Fiquei em choque por alguns segundos até que senti seu toque mais intenso firme contra a minha mão.

Ele sorriu, gemendo.

O olhei assustado, mas não era um gemido de dor, pelo contrário parecia ser de excitação, prazer?!

—O que você está sentindo ? Está doendo, te machucando? -pergunto curioso.

—Não. Não está doendo. Sinto um formigamento gostoso onde você toca, uma quentura deliciosa e assim sinto tremuras dentro de mim... -gemeu baixinho.

O analisei e pude ver seu corpo rígido, sua respiração irregular, e fora a sua ereção enorme que estava se formando contra a calça de moletom. Era totalmente visível.

Ahh Damon...

—Oh céus, isso é excitante e prazeroso de mais . -ele diz sorrindo, confessando.

Gemi em resposta a suas emoções, me sentindo quente também .

Eu não entendia como aquilo era possível, estava em choque... Mas não nego isso é bom.

E ali fui surpreendido, ele abriu sua mão fazendo a minha fica aberta em sua frente...

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E simplesmente entrelaçou nos dedos.

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Pude ver minha mão brilhando mais ainda e ele estava certo aquilo era excitante de mais. Senti-me como ele. Meu coração batia irregular minha respiração afobada , fora que sentia meu pênis endurecendo indo contra minha calça e que acabava indo contra a sua... Estávamos tão perto colados que era impossível não as sentir.

Sorri bem abobado mesmo nunca havia tocado alguém, muito menos assim, tão intenso. Nunca me senti assim e nunca alguém me fez ficar assim...

Eu me sentia vivo!

Damon me olhou analisando-me em como eu sorria.

—E-eu nunca conseguir tocar alguém. Somente conseguia tocar, de certa forma ... -comecei gaguejando

—Butch . -ele completou, me cortando, e assim suspirando.

Dava pra sentir um pouco de irritação, ironia em sua voz.

Ciúmes? Oh não, não poderia ser.

O olhei sem entender...

—Sinto muito que isso tudo tenha acontecido, de verdade -ele diz chateado tocando meu rosto.

—Eu também sinto. Mas não foi uma surpresa. Ele era péssimo comigo desde de quando eu era uma simples criança. -confesso.

Ele balançou a cabeça furioso.

—Hei, tem muitas coisas em meu passado. Eu quero te contar, mas será aos poucos. Espero que entenda. Eu nunca contei isso pra ninguém, então é algo novo pra mim. -digo calmamente.

—Esta tudo bem. Não se preocupe com isso. Você não é obrigado e nem tem que me contar tudo.

—Eu quero te contar. Quero que você saiba e entenda quem sou eu. Quero que saiba quem é seu homem. -digo firme.

Meu homem?

—Sim, eu sou todo seu. Por inteiro...

Ali ele nada disse apenas sua mão ficou mais firme em minha cintura enquanto a outra foi pro meu pescoço, me puxando .

E logo seus lábios tocaram os meus ... Suavemente.

Inspirei apreciando aquilo. Nossos lábios se tocando, entreabri dando lhe passagem e assim sua língua indo de encontro a minha, onde se tocaram.

Uma tremura passou por nossos corpos...

Oh céus, que delícia.

Beijamos por algum tempo até que fui terminado o beijo em leve roçar dos lábios.

Afastei o olhando.

O analisando minuciosamente ele se encontra cansado. Mais pálido, com olheira. Era visível.

—Você está cansado. -digo tocando seu rosto, o acariciando.

—Sim... O cansaço bateu, desses dias que eu não dormi direito.

—vamos pra cama... -digo virando e dando dois passos mas ele me segurou.

—já, já vamos. Mas temos mais uma coisa a conversar... O que meu pai falou?

—suspirei. – Os assassinos tinham acabado de sair da mansão. Invadiram te procurando .

Pude ver a preocupação se formar em seu rosto.

—Eles estão bem . Está tudo bem, Damon. Wrath só estava avisando, que realmente aconteceu o que imaginávamos. E que estamos na frente deles.

Ele passou a mão pelo cabelo , ele está irritado, nervoso, ansioso, sinto.

—vai dar tudo certo. Não fica assim. Já já tudo isso terá terminado, eu te prometo. -digo o abraçando.

E ali ele retribui, me abraçando fortemente.

Sorri.

Quando separamos, coloquei minha luva e rapidamente peguei em sua mão o conduzindo escada a cima. Caminhamos pro quarto. Fui escovar dente, como ele . Sentei na poltrona e ele caminhou até mim, tocando meu rosto.

—Você não precisa ter ciúmes do Ric... Ele é um amigo. Meu melhor amigo. Mas nada além disso.

Mesmo não conseguindo controlar meus ciúmes, eu sabia que ele estava falando a verdade, sendo sincero comigo.

—Tudo bem, Nallum. -digo .

Ele sorriu. Toquei seu rosto acariciando...

—Eu confio em você . Sei que está dizendo a verdade. Só que tem hora que não vou conseguir controlar meu ciúmes. Me perdoe por isso. -sussurro.

—Tudo bem... Vai chegar algum momento que eu também vou surtar de ciúmes de você, então estaremos quites.

—Você sentir ciúmes de mim? -pergunto chocado, incrédulo não acreditando muito naquilo.

Nunca ninguém sentiu ciúmes de mim!

—Mas é claro , por que não sentiria? Acha mesmo que só sua raça que sente um ciúmes desenfreado, descontrolado ? Se prepare Vishous. Eu não dividido o que é meu. -Ele diz me beijando ferozmente.

Tinha carinho desejo e posse. Muita posse. Gemi retribuindo com muito desejo.

Oh céus como eu o queria em meus braços totalmente entregue. Mas aqui, nessa situação não é o momento certo para o tomar, o fazer meu finalmente... Me entregar a ele... Parei o beijo afastando.

—Vai descansar... Você está péssimo, precisando urgentemente dormir. -digo com autoridade.

—Estou mesmo. -Ele diz caminhando até a cama e deitando espreguiçando. -Você não vai vir? -perguntou me analisando.

—vou. Mas agora não estou com sono. Estou agitado de mais...

—Vishous?! -ele começou preocupado.

—Esta tudo bem, eu juro . Não se preocupe... Já já eu vou, só relaxe e durma, Nallum.

—Ok... -ele bufa sabendo que não adiantava me contrariar.

Ele virou fechando os olhos, suspirando e sem demorar logo puder perceber que ele estava dormindo profundamente.

Droga, ele estava completamente cansado...

Suspirei.

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O olhei e se encontra tão sereno, tão tranquilo, tão lindo!

Notas finais
V sofreu viu... Nossa se eu pudesse tirar toda essa dor do meu bebezinho =( Damon tem esse gênio, jeito dele de ser frio, que não liga, que não importa... (Nesses meses todas as vezes que V o abraçou ele nunca retribuiu! ) E agora quando V mais precisou , ele estava ali, cuidando dele , o aninhando contra seu corpo, o abraçando, cariciando seu cabelo ... Vcs tem noção disso? Aiii meu ❤️ não aguenta. #MomentoRomantico Misteriosamente Damon é a única pessoa que V pode tocar normalmente, fala sério se isso não é mais uma prova que eles foram feitos um pro outro? Ahhh meu casal hihi hahahah Mereço Reviews? Recomendações? ❤️