Notas iniciais
Reviews? Por favor kkkkkkk ❤️

PVD VISHOUS.

Não aguentarei.

Porra, maldito amor...

[...]

Sinto a raiva, o amor e o desejo circulando pelo meu corpo. Sempre tive as pessoas que quis, desejei. Aliais, eu sou um dominador e às vezes um submisso. Mas referindo a dominação, eu sempre consegui o que quis. Sempre domei e gosto disso. Agora Damon?

Céus... Ele é tão teimoso e dono de si. A verdade é, eu precisarei de tempo pra domá-lo ou eu nunca conseguirei.

Essa é a verdade.

Queria tê-lo agora... Pela raiva e pelo ciúme que me consomem eu o tacaria naquela cama e o tomaria, o domaria. Sim... Faria ele entender que me pertence. Que ele é meu. Mas ele não esta aqui. E como desejo de domar, mandar e possuir estavam presentes, eu acabei fazendo algo, que eu sabia que eu iria arrepender-me mais tarde. Com certeza!

Mandei mensagem pra uma das minhas submissas e como sempre, ela estava ali, disposta, rápida e obediente.

—meu senhor. –ela disse se ajoelhando, assim que desmaterializou no terraço.

—levante-se. –digo.

Na hora ela levanta, mas não me olha, fica fitando o chão.

Perfeito. Obediência, sem olhar ou falar quando não é pedido.

Agindo por esse desejo, aproximo e começo abrir o seu sobretudo e quando tirei não havia mas nenhuma peça de roupa, apenas sua lingerie preta.

Sorrio.

—preparada?

—sim.

—sim o que?

—sim, meu senhor. –ela diz com a respiração já ofegante.

—preparada pra tudo?

—tudo, meu senhor.

Sentindo o desejo passar pelo meu corpo, tomo seu pescoço onde beijo. Não sou de beijá-las, apenas gosto que me obedeçam, que me deem prazer no que eu gosto. Mas comecei imaginar que fosse Damon ali, todo entregue e obediente. Céus... O que eu tinha em mente pra ela, eu duvido que Damon deixasse-me fazer com ele.

Mas de imaginá-lo fazendo, já me deixava cheio de tesão.

—vou te amarrar no teto. –digo a ela.

Ela em vez de se assustar e me olhar com medo, ela da um sorriso de felicidade. Ela gosta disso tanto quanto eu.

Vicio...

—sim, meu senhor. Faças o que desejas, que eu ficarei honrada em lhe servir.

—ótimo. –digo tomando seus lábios em um beijo nada delicado e sim feroz e ate mesmo doloroso onde eu mordia sem dó.

Ela gemia gostando e retribuindo.

Beijamos e logo eu passei pro seu pescoço e fui descendo sem ter pensamentos sãos, eu com um puxão tirei seu sutiã, rasgando-o. Sem demorar tomei seus seios em meus lábios, onde mordia, chupava e outro eu acariciava, beliscando. Ela gemia em meio à dor e prazer. E seus gemidos só me davam mais força e desejo.

Logo paro e vou pro seu ponto mais sensível. Coloco a mão no meio de suas pernas e sorrio quando sinto que ela esta molhada.

—tão pronta. Ansiosa não?

Ela concorda com a cabeça e sem avisar tiro essa peça rasgando-o com força. Sorrio e já estava tocando-a ali e logo a invadindo com meus dedos. Ela gemeu com as pernas bambas. Rosnei gostando de tão entregue que ela está.

Quem me dera se Damon estivesse assim. E com tal pensamento aumentei o ritmo. Ela contorceu gemendo alto.

Sem avisar paro e ela solta uma lamentação.

Sem paciência pra isso pego seu pulso a puxando e a coloco em baixo da madeira que esta ligada no teto e onde tem correntes pra prender seus pés e mãos.

—tome cuidado com a respiração. Pode se engasgar se não a fazer corretamente. Vou fazer a posição suspensão horizontal. Isso pode machucar. –aviso.

—sim, meu senhor.

—levante os braços. –ordeno.

Ela obedece e prendo seus braços.

—me de seu tornozelo esquerdo.

E ela levanta. Com isso prendo.

—o outro.

E prendo seu outro tornozelo. E com isso ela esta preparada.

Sorrio gostando dessa cena. Ela tão entregue. E fecho os olhos imaginando Damon ali. Ele todo lindo, tão exposto, entregue e com confiança em mim. Pois sadomasoquismo não é só prender, ordenar, e bater na busca de prazer. Mais sim, confiança.

Não me importo se meus submissos têm confiança em mim. Mas ia amar em relação a ele.

Suspiro. Abro os olhos a fitando. Ansiosa e tentando controlar a respiração. Ótimo. Não quero ninguém engasgado ou morto no meu quarto.

—vou te vendar.

Pego e logo ela não vê nada. Percebo sua respiração mais pesada. Ela esta a gostar disso tudo. Perfeito.

—não quero ouvir você. Se gritar ou gemer, eu vou bater em você.

—sim, meu senhor.

Sorrio maldosamente sabendo que isso tudo é psicológico. É difícil ou impossível você e seu corpo não reagir ao desejo. No caso gemer quando se sente prazer.

Aproximo e vou pra sua coxa, onde começo a chupar ali e vou subindo. E mordo.

Ela geme.

—não vou te avisar novamente. –digo com autoridade.

Respiro fundo e continuo subindo ate que encontro seu sexo exposto, molhado e pedindo por atenção. E logo faço um oral nela, e minha língua entra com voracidade.

Sinto-a tremer. A olho esta mordendo os lábios, na busca de não gemer. Gargalho baixinho gostando de toda essa dificuldade e tentativa de controle dela. E com maldade mordo, chupando, seu clitóris e isso foi o ponto final.

Ela gemeu alto e como prometido dei um tapa violento em sua nádega. continuo em seu clitóris e ela gemeu alto.

Bato novamente, e ao mesmo tempo sem esquecer-se do oral.

E ela gemia e eu sem dó batia nela. Paro e seu gemido sai cortado. Caminho ate a parede e pego o chicote. Bato em minha mão e com o barulho, a vejo-a tremer de ansiedade.

Volto pra ela.

—eu mandei não gemer. Você não obedeceu. -digo. –você será castigada. –digo indo pra trás dela e puxando seu cabelo com força.

—sim, meu senhor. –sua voz é baixa e com dificuldade.

—sim o que? –pergunto com autoridade.

—me bata. Eu mereço. Desobedeci a sua ordem, meu senhor.

Com satisfação vou e dou uma chicotada em seu sexo, ela treme gritando. Bato em seu seio e seu grito é ouvido, bato com força em sua coxa e ela geme. Motivado bato em seus seios ela balança tremendo.

Se ela soubesse que mexer tudo dói mais, ela não fazia. Sorri com maldade sentindo muito prazer vendo-a com dor e prazer. Na busca de se mexer, mas sem resultado.

Aproximo segurando seu queixo com brutalidade. Sinto sua respiração ofegante em meu rosto.

Tiro sua venda com força.

—o que vou fazer com você? Tão desobediente. Precisa aprender a me obedecer. –digo encarando seus olhos.

E ali, sem ela responder, sem gemidos, barulho de chicote ou todo o envolvimento com o desejo, sem estar tão concentrado em algo eu sinto a presença de alguém. E rapidamente olho pra grande janela de vidro e me deparo com aqueles olhos que me afogam...

Tudo desmoronou.

Ele fitava tão frio a nós.

Oh não. Isso não.

Penso, soltando o queixo dela junto com o chicote.

—Damon? –digo abrindo a janela com a mente e na hora já fui em seu direção.

Ele não estava normal. Parecia tonto, bêbado? Ele andou bebendo.

Mas ele me olhou com ódio e simplesmente se jogou da sacana.

—não. -grito sentindo meu coração parar.

Quando chego na sacada, eu o vejo já lá em baixo... Por incrível que pareça, ele não caiu, se quebrando , e envolta de sangue. Ele simplesmente parou em pé e me olhou balançando a cabeça, me repreendendo.

Na hora já me materializei lá em baixo e no meio da chuva que começava o encarei.

—Damon? –digo indo segura-lo, mas ele simplesmente sumiu usando sua velocidade. –não. –grito de raiva, de medo e de arrependimento. –Damon... –digo fitando a ruas escuras.

Céus...

Minha respiração se encontra acelerada, ofegante. Mas não pelo o que fazia com aquela mulher, mas sim por arrependimento e medo por Damon.

Se ele veio me ver, talvez significasse algo. Talvez ele quisesse conversar, assumir algo. Mas... Não. Ele se deparou com uma cena vergonhosa. Pela primeira vez senti vergonha disso.

Sem o que fazer, materializo no quarto e fito a mulher suspensa no ar. Naquela posição. Apesar da minha saída sem me olhar, simplesmente calma, serena.

—meu senhor? Tudo bem?

Suspiro.

Caminho ate ela e solto suas pernas e logo seu braços. Como ela não tinha forças caiu no chão. Pude ver seus pulsos, tornozelos vermelhos, roxos, machucados.

—meu senhor?

—vá embora. –digo desesperado colocando a mão na cabeça e deslizando pelo meu cabelo.

—meu senhor...

—já mandei você ir embora. –grito com raiva de mim.

Caminho pra parede onde a soco com força várias vezes. Sinto meus dedos reclamarem de dor. Não ligando fito tudo aquilo. Chicotes, palmatórias, velas, régua, vendas, mordaças, coleiras, algemas, algemas de braços de vários tipos, chibatas, varas, cintos, mascaras.

Viro e a vejo já de sobretudo, pegando sua lingerie rasgada e ela se ajoelha sem me olhar e com isso vai pra sacada onde materializa, sumindo.

Respiro fundo. Céus... O que ele deve estar pensando de mim? Não que eu fosse esconder isso dele. Ele já imaginava algo assim ... Mas... Sim da cena. Ele de repente da de cara com isso, com meu segredo (não tão segredo assim), e ainda mais com uma mulher. Ele não sabia desse quarto. Ele só viu o outro, que é normal e organizado.

O que será que ele viu?

Tudo?

Uma parte?

O que adianta. Vendo tudo ou um pedaço não faz diferença alguma. A merda é a mesma.

Agindo pela raiva pego um vaso e taco na parede onde se despedaça por inteiro.

Droga. Maldição. Eu o deixei com os irmãos. E eles o deixaram sair sozinho? Porra.

Com medo de onde ele esteja, do que esteja pensando e o que fazendo, fico preocupado.

Preciso o encontrar. Preciso conversar com ele. Preciso disso...

Suspiro lembrando-me de meu sangue estar nele. E agradecendo por isso mentalmente, me concentro e logo consigo o sentir. Ele esta perto da boate Iron Maiden .

Na hora saio trancando a porta com a mente e me materializo pro estacionamento. Rapidamente sigo pelas ruas correndo indo a sua procura.

Estou de frente pra boate. A chuva só aumenta. Sinto que ele não esta ali dentro e sim perto. Saio do carro e sigo andando e viro a esquina e vejo alguém. Sentado no passeio, na chuva.

Damon?

Começo aproximar e vejo que a pessoa esta como rosto escondido nos joelhos, abraçando as pernas.

Sim, é ele.

Aproximo rapidamente.

—Damon? –digo tocando seu ombro.

Rapidamente ele me olhou e tirou seu ombro de minha mão.

—não me toque. –ele diz com fúria levantando.

Claro se apoiando na parede, pois agora ele está completamente bêbado.

—não faz assim. –peço indo o segurar e vejo garrafas de uísque ali.

Mas ele bateu em minha mão.

—já disse pra não me tocar. –ele grita indo pra descer do passeio, totalmente cambaleante.

Se eu não tivesse apressado e o segurado ele teria caído de cara no chão.

—pare. Você vai se machucar. –digo o prendendo na parede.

—como se você se importasse não é mesmo? –ele diz tirando minha mão e ficando encostado ali.

Suspiro o encarando.

—o que você quer? O que faz aqui?-ele perguntou.

—vim te ver. Saber como você esta.

Ele ri mostrando todos os dentes.

Se não fosse por essa situação eu ate diria que amei esse sorriso dele. Esse sorriso aberto, sem ser só o de lado.

—não me faça rir. Você devia estar lá, domando aquela mulher. Agora eu entendo o termo “servir”, que aquela outra mulher disse quando apareceu aquele dia. Elas te servem, são suas submissas. Você gosta de domá-las. Ser o dominador. Sadomasoquista...

—pare. –digo não querendo ouvir tais coisas.

—parar por quê? Esta achando que eu sou seu submisso? Agora entendo o seu “você parece um leão selvagem, Damon. Um leão que precisa ser domado”. –ele diz balançando a cabeça e fechando os olhos.

Um tempo de silencio pareceu uma eternidade.

—e eu burro me culpando pela forma como você saiu do ZeroSum. Achei que você realmente gostava de mim. Burrice a minha.

—não. –digo. –Eu não gosto de você. Eu te amo.

—ama? –ele grita. –tem certeza? Nem passou meia hora da nossa briga você já estava com aquela mulher.

—você não tem direito de me culpar. Você estava com uma prostituta no banheiro. Alimentou-se dela. –grito.

—Ele rosna. –quer saber eu não acredito nesse seu amor. Talvez você esteja interessado em mim, só pelo fato de eu ser cabeça dura. Talvez eu seja mais divertido de domar, não é mesmo? Do que aquelas mulheres, homens, submissos. Eles já estão sem graça, chatos, monótonos? E eu seja um brinquedinho mais divertido, não é mesmo?

—porra, não é isso. –digo segurando seus ombros. –eu não o quero pra ser um mero brinquedo. Eu lhe amo. Quero você. Eles não são nada pra mim. Eles são brinquedos, você não.

—pare de mentir. Você só me quer, pois sentira mais prazer em me domar. Mas lhe digo, isso nunca vai acontecer... -ele diz me empurrando.

Na hora que ele ia sair, eu agindo pelo momento o segurei e o prendi na parede. –tem certeza disso? Então me diga por que foi ate meu apartamento? Por quê? Pra se desculpar? Dizer que sente muito? Ah fala serio. Você foi pra algo mais... Diga. –grito puxando-o e o batendo com força contra a parede.

Ele gemeu sentindo dor.

E me senti tonto, alucinando com esse som. Seu gemido é perfeito. Nunca ouvi um como o dele.

Na hora já senti o desejo circulando pelo meu corpo.

Meus olhos se encontraram com os dele e ele me fitava sem nada a dizer. Aproximei-me.

—não vai dizer? –digo entrando em sua mente.

—não há nada a dizer! –ele grita, tentando me afastar.

—sorrio. –como você é ingênuo. –digo fazendo força com ele.

E apesar dele ser incrivelmente forte, pelo fato dele estar totalmente bêbado, eu ganhei e o prendi de volta e sem nada a dizer tomei seus lábios aos meus. Ele tentou impedir, fechando os lábios, mais eu não ia perder isso. Mordi seus lábios com força, rasgando sua pele e ele gemeu lindamente abrindo-o. Minha língua invadiu sua boca e já foi de encontro com a sua. Quando elas tocaram, veio junto o sangue, gemi de prazer, o beijando com fúria e desejo. Minhas mãos se fecharam em seu pescoço e não o permitiria sair dali.

Ele sem mais força, retribuiu e nossos lábios se moveram em perfeita sincronia. Seu beijo era perfeito, seu gosto então nem se fala. Colei meu corpo ao seu e beijamos por um bom tempo. Ele sem me interromper. Ambos queriam que aquilo durasse pra sempre. Mas logo fui sentindo falta de ar. E ele não. Terminei o beijo chupando seu lábio inferior onde sangrava...

Seu sangue é incrível. Tudo nele é perfeito. Tudo tão maravilhoso, feito pra mim.

Afasto e ele esta de olhos fechados, cabelo bagunçado, lábios avermelhados e sem falar do pouco sangue que ainda saia do corte. Sorrio achando aquela cena perfeita.

Logo ele abre os olhos e respira fundo.

Silencio...

—vem. Você esta bêbado de mais. Vou cuidar de você.

Coloco seu braço envolta do meu pescoço e seguro a sua cintura. Caminhamos ate chegar no meu carro. O coloco e logo eu já estava dirigindo.

Eu estava feliz, mas ao mesmo tempo preocupado. Damon não dizia uma palavra sequer. Não me olhava. Nada. Só ficava fitando a janela, vendo as casas, pessoas e ruas por onde passávamos...

Notas finais
Aí aí aiiii. As coisas estão esquentando. Ui,ui adoruuuu hahaha (Quem quer ver mais cenas deles se pegando diga: Euuuuu hahahah ^.^