Notas iniciais
Capítulo flash!!!

Acabei de escrever o 11° capítulo! Comecei Às 5h e acabei agora, ou seja, 3 horas!!

É claro q não está betado, então, se alguém encontrar algum erro, me avisem!!

Enfim, estava tão fissurada para escrever esse capítulo quando terminei o enterior que ele saiu assim: de uma vez!

Espero que gostem!

Beijos,

Tilda

Caminhar deveria ser uma coisa fácil para os seres humanos. Afinal, nós nos levantamos das quatro patas há mais de 500.000 anos atrás e já deveríamos estar acostumados a isso: um passo na frente do outro. E assim por diante.

Então porque porra era tão difícil pra mim continuar andando?

A cada passo que eu dava para longe daquele grande ginásio minhas pernas pareciam mais pesadas. Os músculos recusando-se a responder meu apelo de me levar pra longe dali.

Parei na calçada. Outros estudantes passavam por mim no seu caminho para os dormitórios ou as aulas. Dois ou três colegas do treino deram tapinhas amigáveis no meu ombro dizendo “Bom jogo” e seguindo em frente.

E minha mente não parava de repetir que por duas vezes Blaylock tinha tentado falar comigo e por duas vezes eu fui arrogante, estúpido e burro, e não deixei ele continuar. E que eu iria me arrepender disso pelo resto da vida, porque qualquer coisa seria melhor do que carregar essa indefinição. Até mesmo a verdade de que ele e eu jamais poderíamos ser nada mais do que amigos seria melhor do que jamais saber o que diabos ele quis me dizer e eu não quis escutar.

— Porra!!

Xinguei baixo e dei meia volta, andando o mais rápido que podia sem correr.

Cruzei com mais caras do vôlei e todos eles tinham aquele sorriso satisfeito da endorfina correndo pelas veias depois do exercício. Mas eu sabia que não era só a endorfina que estava deixando eles felizes. Ninguém era imune ao “Efeito Blaylock”, mulheres ou homens. E esses caras tinham visto o Paul nu. E eles deviam estar muito, muito confusos sobre aquela necessidade que toda humanidade tem de continuar olhando quando Blay passa.

Entrei de volta pela porta lateral. Poucas luzes ainda estavam acesas no ginásio, mas havia ainda claridade vindo do corredor administrativo onde ficavam os vestiários.

Ninguém mais passou por mim. Eu estava em dúvida se já tinha perdido o Blay de vista. Conforme fui chegando próximo à entrada do vestiário apurei os ouvidos, mas não havia mais barulho de água corrente. Ok, me fudi de novo...

Ía dando meia volta quando ouvi o zunido discreto de um zíper de bolsa vindo de dentro do vestiário. Num ímpeto passei pelas portas. Se eu tivesse o azar de não ser o Blay naquele banheiro poderia alegar que tinha esquecido algo e me recolher à minha solidão.

Mas não. Assim que virei a esquina azulejada em branco para entrar na área dos armários fui premiado. Paul estava de costas pra mim e subia sua calça jeans pelas pernas no momento em que eu entrava. Engoli em seco ao ver em primeira mão os músculos das costas se movendo sob a pele branca. Os cabelos molhados bem vermelhos descendo pela nuca graciosamente, seguindo um caminho perfeito e simétrico, alinhado com a sua espinha, deixando de serem vermelhos e se tornando dourados conforme seguiam pescoço abaixo.

Ele se virou para mim, como se soubesse o tempo todo que eu estava chegando. O rosto de lado, tímido, mas olhando diretamente para meus olhos.

E de frente ele ficava ainda mais magnífico. Seu peito arrepiado ainda úmido, os bicos vermelhos e encolhidos. Nenhum mísero pelo no seu tórax, que continuava majestosamente para baixo, desenhando-se como um tablete de chocolate. O estômago tensionando-se a acada respiração. Sua calça ainda estava aberta e eu podia ver o elástico da boxer Calvin Klein sob os oblíquos. E ele estava descalço. E, puta-que-apriu, até a porra dos dedos dele eram perfeitos, rosados e delicados, apesar do seu pé gigante.

Ele quebrou o silêncio com um suspiro longo e um suave fechar de olhos. Como se tivesse sofrendo de alguma maneira.

Eu, que continuava parado no mesmo lugar, a mão apertando a alça da bolsa de ginástica no meu ombro, já não conseguia sentir nenhum sentimento negativo contra ele ou qualquer outra pessoa.

Foda-se o Japa e seu desaparecimento noturno. Foda-se a Kirstin e seu descaso. Foda-se Eve e seu mistério.

Foda-se Qhinn. Porque naquele momento quem estava com Blay era eu.

E, foda-me Blay. Agora.

Não ouvi minha bolsa batendo no chão, porque, mas rápido que um piscar de olhos, o corpo de Blay fez um estrondo contra o armário e eu estava sobre ele, atacando sua boca com desespero. Meus dedos seguravam sua mandíbula e meus lábios esmagavam os seus. E eu sentia seu coração bombeando contra o meu peito.

Minha língua procurou a dele na boca aberta, a respiração doce e fragrante, com aquele mesmo aroma característico de especiarias escuras.

E eu demorei alguns segundos para perceber que seus braços estavam em volta de mim e que ele me puxava para perto ao invés de me afastar.

E sua língua macia estava entre meus lábios. E ele me mordia a boca suavemente. E havia uma ereção dolorida dentro da minha calça e outra dura e longa contra a minha.

Desci as mãos pelas suas costas, seguindo a coluna e os músculos até chegar ao monte firme que eram suas nádegas. Sem hesitar passei os dedos por dentro do elástico da boxer e cheguei àquela pele incrivelmente macia e suave da sua bunda.

Ele gemeu contra a minha boca quando eu apertei e trouxe seu quadril mais próximo do meu, como se quisesse fundir nós dois.

Tive de tirar minhas mão daquele doce lugar porque minha camisa estava sendo puxada para cima por Blay, e bem, para ela sair de uma vez eu precisava tirar meus braços. Me afastei só o suficiente para ele terminar de puxar a camiseta pela minha cabeça, então era eu que estava sendo empurrado contra uma parede de armários e era ele quem dominava o show.

Agora sua boca procurava a minha com paixão. Sua língua tocando a minha e o sabor de sua saliva impregnando minha mente. Me enlouquecendo como ambrosia enlouquece os mortais.

Sentia sua respiração ofegante no meu rosto e seus dedos descendo pelo meu pescoço e clavícula, em seguida tocando levemente meu peito, o mamilo acordando com o suave roçar de sua pele da mão. E cada toque seu na minha barriga, nas minhas costas, era absolutamente embriagador, como se ele estivesse me enfeitiçando.

Então ele desceu a boca para meu pescoço. E um choque delicioso me atingiu no fim da coluna. Meu pau pulsando loucamente de vontade de gozar já. E um inexplicável desejo avassalador de que ele me mordesse tomou minha mente.

E pensar naquela boca fechando-se no meu pescoço, o agudo dos seus dentes furando minha pele, ele bebendo o meu sangue vermelho foi a coisa mais sensual que eu já tinha pensado na minha vida.

Me morde, Blaylock...

O ar saindo rápido da minha boca. Todo meu corpo aceso como uma lâmpada, pronto para liberar aquela energia em forma de gozo.

Eu senti minha pele sendo sugada e um gemido vindo de Paul. Uma mão apertava com força minha bunda por dentro da cueca, a outra segurava minha nuca. Uma pressão aguda sobre minha jugular. Seus dentes iriam perfurar minha pele.

Revirei os olhos. Já não conseguiria me controlar.

E, de repente um frio inexplicável.

Abri novamente os olhos confuso. E Blay não estava mais ali.

A dois passos de mim ele tremia. As mão sobre os olhos. Rosnando.

Engoli algumas vezes pra tentar me acalmar. Meu coração ainda batia desenfreado. Minhas bochechas vermelhas e a boca inchada do beijo.

Com algum esforço, já que meus joelhos não me obedeciam mais, desencostei dos armários.

— Paul? — chamei num sussurro.

Ele tirou as mão da frente do rosto e respirou fundo, trincando o maxilar, as asas do nariz abertas. Seu peito subia e descia forçando um ritmo calmo ao seu pulso acelerado. Suas bochechas estavam tão vermelhas como se ele tivesse corrido uma maratona.

— Por favor, Adam... Não aguento você me chamando assim. — ele disse e seu olhar ficou triste.

— Assim como, Paul?

— De “Paul”. — ele disse, balançando levemente a cabeça para os lados.

Estreitei meus olhos, intrigado.

— Esse não é seu nome?

— Não.

Uma sensação de perigo percorreu minha espinha.

— E qual é seu nome?

— Blaylock. Filho de Rocke.

— Que porra de nome é esse? — tive de perguntar, saindo do meu estado de torpor para um estado de alerta, como se eu estivesse em risco ali naquele lugar.

Ele virou de costas pra mim e deu um soco numa porta de armário que fez uma mossa na chapa de metal.

— Eu sou uma porra de um vampiro, ok? — ele gritou olhando pra mim.

Eu fiquei parado no meio de um passo. Olhei pra ele incrédulo. Não sabia se gritava de volta ou se ria da sandice que ele estava dizendo.

Apertei os olhos e sorri, me preparando para retrucar semelhante besteira.

— É verdade. — ele disse antes de eu abrir a boca. Agora no seu tom suave. Sua expressão relaxou e pude ver, surpreso, que ele tinha os olhos brilhantes.

Blaylock Filho de Rocke me fazia passar por uma montanha russa de sentimentos em menos de um minuto. Primeiro um desejo avassalador, em seguida receio, agora... Pena?

Ele deu o passo que nos separava, praticamente colando seu peito no meu e eu levantei meu rosto para encontrar sua boca. Senti suas mãos percorrendo meus braços até a ponta dos meus dedos, que ele entreaçou aos dele. Seu olhar era baixo e eu podia ver cada matiz de azul na sua íris. Então ele trouxe minha mão direita em direção à sua boca.

— Juro que isso aqui é de verdade. — ele sussurrou quando intruduziu meu indicador na sua boca para que eu tocasse a ponta afiada de uma presa.

Então pressionei meu dedo até sentir a pele sendo perfurada, ainda olhando dentro daquele olhos de oceano.

Seus lábios se fecharam em torno do meu indicador e sua língua fêz cócegas ao passar pela perfuração. Ele inclinou a cabeça para trás e fechou os olhos, escorregando meu dedos molhado da sua saliva para fora. Vi, com imenso prazer, seu pomo de adão se movendo para baixo enquanto ele engolia o que eu sabia que era meu sangue. E a ponta do meu dedo latejava do corte, mas não havia nada a não ser a pele rosada cicatrizando-se sobre o furo.

— Você só pode estar brincando... — disse olhando sério para ele. Meu coração palpitando loucamente com a constatação do óbvio impossível. Aquela sensação de presa contra predador que eu senti era verdadeira. Meus instintos eram mais eficazes que minha mente racional.

— Não. — fez uma pausa. — E seus instintos estão certos.

— Você sabe o que eu estou pensando?!?!? — perguntei agora realmente assustado. Dei um passo para trás. A verdade chocante movendo outra vez a roda de sentimentos.

— A maioria do tempo sim. — ele respondeu parado no mesmo lugar, me olhando sem piscar.

— Puta-que-pariu!! — minhas mãos foram para minha cabeça e a lembrança de uma pequena amostra de toda a sacanagem que eu pensava sobre ele passou pela minha mente. — Pu-ta-que-pa-riu... — repeti incrédulo.

Olhei para ele e ele contiuava parado no mesmo lugar, esperando meu próximo passo. Mas era inútil falar já que ele sabia tudo o que se passava na minha cabeça.

— Fale mesmo assim. — ele respondeu aos meus pensamentos.

— O que mais você pode fazer? — era a pergunta mais simples que eu tinha naquele momento.

— Posso me desmaterializar.

— Me mostra. — falei. E no mesmo segundo ele não estava mais na minha frente. Tomei um susto e pulei quando ele tocou meu ombro por trás de mim.

— Caralho!! — exclamei.

Então me dei conta que saber esse segredo não sairia barato.

Minhas mãos começaram a tremer e entendi perfeitamente que havia cruzado a linha que separa o mundo normal do sobrenatural. E que todas aquelas lendas e filmes que me assustavam quando eu era criança eram muito mais reais do que meu ceticismo me fez acreditar. E que meu destino estava selado na forma de um caçador ruivo de dois metros de altura irresistivelmente sensual.

Seria doce morrer naqueles braços.

Mas eu não queria morrer.

— Não quero me tornar um morto vivo. — eu disse baixo. Olhando para o chão com vergonha do que estava dizendo.

Ele se aproximou de mim e eu não me afastei. Ele faria ali naquele vestiário e eu poderia passar a eternidade com ele no seu caixão.

Meu coração, sentindo que em pouco tempo pararia de vez, resolveu dar tudo de si e bater como um martelete hidráulico.

Mais uma vez Blaylock pegou minha mão. Mas dessa vez a levou até o centro de seu peito, onde pude sentir novamente a pulsação cadenciada de seu próprio coração.

— Eu não estou morto, Adam. Você pode sentir.

Abri meus dedos contra sua pele quente. Eu sou um idiota! É claro que ele estava vivo! Eu tinha sentido sua respiração, o calor da sua pele contra a minha, seu peito batendo no mesmo ritmo do meu!

— E isso não acontece assim como nos filmes. Eu não durmo num caixão e não é mordendo que se vira vampiro. A gente nasce assim. Sou de uma espécie diferente. É só.

— Mas... Vocês bebem sangue? — falei ainda com a mão no seu peito.

— Sim. E comemos comida. E bebemos bebidas normais.

— E seduzem seres humanos... — subi a mão eu direção ao seu pescoço para segurar sua nuca.

— Não. Somos seduzidos por eles. — um sorriso mínimo entortava sua boca.

Fechei os olhos e me aproximei para capturar aquele lábio carnudo entre os meus mais uma vez.

Ele encurtou a distância entre nossos rostos, me beijando com volúpia, sugando minha língua para dentro da sua boca. Eu estreitei a distância entre nossos corpos, colando minha pele nua contra seu peito, minha ereção renovada contra a sua.

Mais uma vez ele se afastou.

— Não podemos continuar fazendo isso. — falou ofegante.

Então, como um quarto se revela quando a luz se acende, as lembranças de tudo o que aconteceu voltaram de uma vez. Minha cabeça deu uma fisgada bem parecida com a que eu senti quando fiquei doente e eu me afastei dele, segurando as têmporas.

Meus olhos se arregalaram incrédulos, mais uma vez.

Agora era mais fácil entender os olhares intensos que ele me dava.

— Eu te beijei quando nós saímos do Jack’s! E... Você me beijou no hospital!! — falei surpreso, ao mesmo tempo certo do que estava dizendo.

Então seus olhos se encheram de lágrimas imediartamente. E eu não pude acreditar quando uma delas desceu cristalina pela sua bochecha.

— E eu fui o responsável por te deixar do jeito que você ficou. — ele disse grave. Rígido com uma estátua. Os punhos fechados ao lado do corpo, com os nós dos dedos brancos da força que ele estava fazendo para se manter calmo.

— Como? — perguntei num fio de voz. Oscilava entre a vontade de fugir e de abraçar aquele gigante ruivo que parecia estar em sofrimento.

— Tentei apagar o que você sentia por mim, mas isso não pode ser feito. Eu só te machuquei e jamais vou me perdoar por isso. — mais uma lágrima gorda descia pelas suas bochechas.

— Você apaga mentes? — me aproximei, por fim.

— Sim. E vou apagar a sua mente antes da gente deixar esse ginásio. Mas juro que não vou te machucar, Adam. Nunca mais vou te machucar.

Ele parecia querer fugir da minha aproximação, mas, no entanto, permaneceu no mesmo lugar.

Toquei seu rosto e limpei uma lágrima molhada.

— E se eu não quiser esquecer?

— Desculpe, mas é preciso... Nós não deveríamos estar fazendo isso que estamos fazendo. Eu não deveria me aproximar de você do jeito que me aproximei.

— Blaylock... — o nome dele saiu de meus lábios com um significado completamente diferente do que tinha até então. — Estou apaixonado por você e não tem nada que você possa fazer quanto a isso.

Passei meus braços em volta da sua cintura, tocando suas costas suavemente. Deitei meu rosto na curva do seu pescoço, e beijei abaixo de sua orelha.

Ele virou a cabeça, baixando os lábio para encontrar os meus. Sua mão me tocou o rosto delicada, o polegar acariciando minha pele. Respirei fundo para sorver o odor dele que impregnava novamente o ambiente. E seu cheiro agia em mim como um catalizador sensual. Ele me enlouquecia e fazia com que o tesão que eu sentia fosse às alturas.

Desci as mãos pela sua barriga perfeita e, antes que ele se arrependesse, cheguei ao cós da sua boxer. Meus dedos tinham vida própria, circulando a ereção quente e longa dele, fazendo com que ele pulsasse contra mim, sem refrear um gemido quando eu o apertei.

Ele segurou minha mão no lugar, porque eu iria começar a ultrapassar a barreira de algodão da cueca.

— Não posso fazer isso... — falou rouco no meu ouvido.

— Pode... — respondi mais rouco ainda. Minha boca salivava.

— ... Com Qhuinn. Não posso fazer isso com ele. — ele andia me segurava, porém esmagando minha mão contra seu pau duro. Sentia a umidade molhando o tecido entre meus dedos.

— Ele não vai saber... — mordi seu lábio inferior para ouví-lo gemendo de novo.

— Ele vai... Ele vai sentir seu cheiro em mim. — sua resistência era tão fraca que ele nem parecia um vampiro cheio de super-poderes.

— A essa altura já é tarde pra se arrepender, Blay...

Ele abriu os lábios novamente para mim e soltou minha mão. E me prensou contra a parede, já fria, de armários de metal. Enquanto sua boca devorava a minha, meus dedos trêmulos de excitação passavam pelo elástico, puxando-o para baixo lentamente. Senti a ereção contra minha barriga. Era quente e pesada. Eu queria olhar para ela e deixei sua boca para baixar minha cabeça e ver o que eu tinha entre as mãos. Pude ver a cabeça vermelha e minha mão que subia e descia segurando a pele, que hora encobria toda a cabeça, hora a deixava de fora, molhada das gotas brilhantes que saíam pela sua fenda.

E Blay não tinha nenhum pelo na virilha também. Era liso e macio. Suave...

Ele deixava para mim todo o trabalho, já que tinha as duas mãos apoiadas no armário. Eu desabotoei minha calça jeans com uma só mão, enquanto a outra continuava masturbando seu pênis. Em seguida baixei minha cueca para que meu “amiguinho” também pudesse participar da brincadeira. E ele estava muito animado com a festa.

Blay acompanhava com o olhar meus movimentos. E, assim que minha ereção estava fora, colou nossos corpos novamente e desceu sua grande mão, nos segurando juntos e masturbando nossos dois paus de uma vez.

Meus joelhos quase cederam quando senti sua mão em mim.

Eu vou gozar muito gostoso...

Enqunto sua mão se movimentava para cima a para baixo, num ritmo enlouquecedor meu orgasmo vinha chegando pra me destruir.

E, de repente, o mundo apagou.

Notas finais
Não se esqueçam dos meus reviews!!

Beijos!