Notas iniciais
Finalmente consegui postar. Espero que gostem.

Os anjos só podem estar ao meu lado, para não bater em algum muro quando corria em toda velocidade para a casa da Emily. Assim que parei em frente a casa dela, corri até a entrada, sem me limitar em bater na porta.

Assim que atravessei a porta, me deparo com Graice saindo do quarto de Emily com uns lençóis sujos de sangue.

_Oh meu Deus! Até que fim a senhora chegou. _ ela disse ao me ver.

_Onde ela está Graice?_ perguntei inutilmente. Sem deixar ela responder, corri em direção ao seu quarto.

Ao passar pela porta do quarto me deparo com uma cena nada agradável na qual jamais imaginei em ver. Emily estava deitada na cama se contorcendo em dor. Por entre suas pernas havia uma nova poça de sangue.

Ao me ver seu rosto pálido mostrou sua tristeza...

_Bella... eu estou perdendo meu filho._ ela sussurrou em meio ao choro.

Corri até ela me ajoelhando ao seu lado, agora acompanhando sua dor em meu próprio choro.

_Os espíritos guerreiros estão me punindo Bella... Eles estão tirando o meu filho por ser uma concepção impura._ ela disse entre as dores.

_Cale a boca! Não diga isso._ a repreendi duramente._ Essa criança é o fruto de um amor verdadeiro. Então seja quem for não tem o direito de julgá-lo impuro. Eu vou te levar para o hospital e seu bebê ficará a salvo...

Ela ia abrir a boca para dizer algumas palavras. Mas antes que eu soubesse o que ela iria dizer, lançou um grito, que atingiu até o fundo da minha alma.

_AHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH.

_Santo Deus! _ exclamou Greice que agora estava perto de mim.

Emily inclinou um pouco seu tronco como se estivesse fazendo força, e seus gritos foramabafados por um segundo. No entanto ela outro vez repousou seu tronco na cama, chorando compulsivamente. Não sabia o que estava acontecendo, olhei para Graice que chorava rezando baixinho como se alguém acabará de falecer.

Temo em perguntar o significado daquilo tudo, porém no fundo já sabia a resposta. Infelizmente foi tarde demais... Se Emily estava certa ou não, os espíritos guerreiros não permitiram que aquela criança viesse a nascer. No entanto eu ousaria em dizer, não são eles quem dita a quem vive ou não, e sim Deus. Se ele decidir que não era para essa criança nascer, ele saberia as razões, e o propósito disso tudo.

Mesmo assim, era difícil de me conformar... Não importa que aquele bebê fosse o significado de uma traição,mas mesmo assim ele era uma vida. E mesmo que ele não estivesse sendo gerado no meu ventre, sentia como se ele fosse meu, já o amava, porque era a metade do meu Sam...

“Oh Sam!... Não faço idéia de como irei amenizar a tua dor.”

No entanto, permitiria que ele e Emily se consolassem, porque nesse momento não havia o porquê de tanto ciúmes ou egoísmo, e sim a dor.

Emily acabou de perder o seu bebê, a lembrança de um amor puro que teve... Ela perdeu o seu homem pelo imprint, e agora perde a única lembrança viva de que realmente existiu o amor entre eles.

Eu não tive coragem de me levantar e ver a prova de sua perda. Simplesmente inclinei e lhe puxando para um abraço disse:

_ Greice! Retire esse lençol... Queime-o, jogue fora, mas tire-o daqui!_ foi à única coisa que consegui dizer com coerência em meio ao choro. Isso pareceu despertar a Emily, porque ela começou a protestar para que não levasse o pequeno feto, como se ele fosse um bebê formado que tinha o direito de um enterro.

_NÃOOOOOOOOO... Meu filho...não o leve...NÃOOOOOOOOOOO... _ seus gritos foram incontroláveis. Mas segurei fortemente. Não era minha intenção ser cruel, mas era o fato de que deveria ser um forte alicerce para ampará-la naquele momento.

Com minhas ordens Greice fez o que lhe ordenei, e aos poucos Emily desistiu de lutar por algo que não tinha mais propósito de lutar, pois ela deixou-se cair novamente na cama continuando a chorar. Mesmo sentindo a sua dor, eu sabia que não poderia ficar parada. Emily havia perdido bastante sangue e suas feições estavam pálidas, sendo evidente o quanto estava fraca.

Em poucos minutos Greice voltou ao quarto então reuni minhas forças para tomar as rédeas dessa situação, pois mesmo sendo tarde demais para o bebê, eu tinha que levar a Emily para o hospital para que fosse examinada.

_ Greice. Ajude-me aqui com a Emily. Tenho que levá-la ao hospital..._ pedi.

_Sim senhora. _ ela assentiu prontamente.

_Vamos. Pegue a bolsa dela com seus documentos, e me ajude a levá-la até o carro._ disse me inclinando para ajudar Emily a se levantar.

_Mas senhora... Não é melhor que a limpamos e trocamos suas roupas...

_Não. Não há tempo. Ela está fraca, perdendo muito sangue. È preciso ,que um médico a examine...

Sem mais protesto Greice foi fazer o que pedi, pegando a bolsa de Emily.

_Vamos Emily... Só um pouquinho de força para se levantar._ pedi delicadamente, pois ela agora parecia em um estado de choque, tendo lágrimas escorrendo pelos seus rosto, e os seus lábios estavam trêmulos... Ela murmurava palavras sem nexo ,mas mesmo com dificuldade ela se levantou ,com a minha ajuda e de Graice que veio nos ajudar.

Assim que pus Emily no carro pedi a Greice, que viesse conosco. Prontamente ela veio amparando a Emily, enquanto eu dirigia... Durante o caminho até o hospital Emily desmaiou duas vezes, mas na segunda vez, ela não acordou.

_Santo Deus! Ela ontem estava tão bem..._ Greice exclamou agora também em prantos.

Eu tentei manter a calma, evitando bater em algumas árvores, por estar correndo ao máximo para chegar ao hospital. Porém eu precisava de algumas informações, porque não era possível que Emily estivesse bem e de repente ela ficaria muito mal.

_Se ela estava tão bem ontem, porque hoje piorou? _ disse. _ Greice porque não ligou antes, quando ela estava passando mal?

_Senhora, eu não faço idéia!Quando eu cheguei cedo para lavar suas roupas, ela estava de pé, mas reclamando de cólicas. Então sugeri que chamasse alguém para levá-la ao médico, mas ela disse que não precisava, porque havia acabado de tomar o remédio que o médico receitou para suas cólicas. Depois disso foi se deitar, então fui fazer o que tinha que fazer, e quando acabei fui vê-la, só que ela estava dormindo, então fui preparar o almoço. Porém tinha acabado o sal então fui comprar.Juro que não demorei nem mais de dez minutos .Voltei e escutei ela gritando.Corri para socorrê-la ,foi então que me deparei com ela se contorcendo em dor e as roupas da cama ,estava todas encharcadas de sangue...Desesperei-me na hora mas criei forças para poder ligar ...Liguei para a casa da senhora,mas ninguém atendeu ...na casa dos Black a linha estava ocupada ,nem o celular do senhor Sam estava ligado...

_É a Bateria do celular dele pifou. Ele está sem telefone._ disse.

_Foi aí, que liguei para senhora..._ ela concluiu._ Eu não deveria ter saído...

_Não._ eu neguei. _ Não se culpe... Duvido que a senhora, mesmo estando aqui pudesse fazer alguma coisa._ tentei confortá-la.

_Pelo menos poderia ter uma chance maior, dela não perder o bebê. _ ela retrucou.

_Você não poderia fazer nada para evitar. Eu mesmo não pude... Emily teve um aborto, porque não estava bem..._ lamentei.

Chegamos finalmente ao hospital, logo o enfermeiro vendo, que era uma emergência veio com a maca até o carro, colocando-a na maca ainda desmaiada, logo a levando para a obstetrícia. Enquanto eu fui até a recepção fazer a sua ficha, relatando o que aconteceu. Pedi para Greice ligar do meu celular para os rapazes, para um deles encontrar o Sam, para mandá-lo vir para cá.

Após ter avisado a todos o ocorrido e ter feito a ficha, tudo o que pude fazer era esperar até o médico vir dar a notícia. Quarenta minutos havia se passado e nada de notícia dela. Um movimento no corredor me chamou atenção, mal ergui meu rosto e vi Sam caminhando apressadamente até a sala de espera. Corri até ele para me jogar em seus braços. Ele estava tão desolado, seus olhos estavam vermelhos, sinal de que havia chorado. Seus braços apertaram meu corpo, e afaguei seus cabelos em um consolo.

_Sinto muito meu amor..._ sussurrei em seu ouvido._ Não consegui chegar a tempo.

Ele afastou seu rosto de meu pescoço e limpei suas lágrimas.

_Como ela está? Ela está..._ ele tentou formular a pergunta, mas sua voz embargada pelo choro o impediu de concluir.

_Eu ainda não sei. O médico ainda não veio dar notícias... Mas creio que esteja tudo bem. _ disse.

Ele não disse mais nada, somente voltou a me abraçar. Vi que Seth, Jared e Jacob estavam ali nos observando, no entanto Jacob foi até Greice perguntar o que havia acontecido. Seth e Jared também fizeram o mesmo...

_ Com licença? _ uma voz grave chamou nossa atenção.

Sam e eu separamos, nos deparando com um homem de cerca de trinta e poucos anos, loiro, olhos claros e bem bonitos, mas o que definia ele e o jaleco branco, que ele vestia e não suas roupas, que não era nada apropriada para um médico.

_Algum de vocês são familiares da senhorita Yang ?_ ele perguntou.

_ somos seus amigos, ela não tem família vivos._ disse me pondo a frente.

Percebendo que a falta de familiares da paciente lhe obrigava a não seguir com o protocolo do hospital em só dar notícias a familiares do paciente, se vendo obrigado a dar a mim, que foi a quem a socorreu.

_Bem, sou o Drº Ackles. Atendi a senhorita Yang ._ ele se apresentou.

_E como ela está doutor? _ Sam perguntou aturdido.

_A senhorita Yang , teve um aborto espontâneo no qual perdeu muito sangue. Seu estado agora é muito delicado, tivemos que fazer uma transfusão de sangue. Por enquanto ela ficará em observação para vermos como ela reage até as doze horas... Se ela estiver bem até lá, iremos lhe transferir para a enfermaria, onde ela poderá receber visitas.

_Então quer dizer, que não podemos vê-la agora? _ Sam perguntou desanimado.

_Infelizmente não._ o doutor negou.

_Er... Doutor... Pode nos dizer se ela vai ficar bem, quer dizer, ela poderá ter filhos sem correr risco de ter outro aborto. _ dessa vez foi eu quem perguntei.

_Obviamente que sim... Entenda que pode ocorrer risco de aborto nas primeiras semanas de gestações, mas isso não quer dizer que causara esterilidade nela.

O doutor nos explicou o que houve com ela nos garantindo que ela poderia ter filhos. Mas ele não deixou nós a vermos. Sendo assim a nossa única alternativa era ir para casa e voltar no dia seguinte para vê-la. No entanto, Sam se recusou ir embora, pois mesmo não podendo estar ao seu lado, ele queria ser a primeira pessoa que ira consolá-la. Também não tive vontade de ir, mas os rapazes me convenceram de voltar para casa e descansar, porque tive um dia bem exausto. Era verdade, tudo aconteceu ao mesmo tempo. Quando saímos do hospital notei, que à tarde já havia passado se tornando noite.

No entanto, não fui diretamente para casa. Antes voltei para a casa de Emily e fiz uma mala para ela com roupas limpas, escova de dente, sabonetes, toalhas... O suficiente para ela usar no tempo que ficar no hospital. Como hoje ela ainda não precisaria dessas coisas levei para casa, para que no dia seguinte, quando eu fosse vê-la lhe entregar-se.

Ao chegar a casa, fui tomar um banho... Os rapazes se prontificaram em fazer o jantar. Se bem que eu não tinha a mínima vontade de comer. Meu estômago estava um pouco embrulhado devida a toda pressão que sofri a tarde toda vendo a Emily perder o seu bebê. Não vou dizer que isso é por conta do sangue que vi, porque nunca tive esse tipo de aversão. Mas na verdade ultimamente não tenho comido direito e ando com muita falta de apetite... Não creio que seja alguma doença porque ainda me sinto forte... Porém, devo acreditar que isso seja causa física, e pelos aqueles pesadelos e excesso.

Fiquei praticamente uma hora na banheira tentando relaxar meus músculos, mas de nada adiantou... Sentindo minha cabeça começar a doer, decidir não recusar a janta, pois se eu ficar sem comer nada só iria piorar... Durante o jantar comemos em silêncio. Paul dessa vez estava presente, e após se interar de tudo o que aconteceu mostrou solidário ao irmão, dizendo que depois iria ao hospital ficar com ele. Tirando isso o único diálogo que ocorreu antes do silêncio dominar o ambiente. O Paul contou como foram as coisas com a madrinha da menina de doze anos imprint... Pelo que escutei as coisas não foram muito boas a principio, mas com muitas explicações a responsável da menina aceitou, mas ele afirmou que mesmo assim isso será um comentário para as pessoas falarem por um bom tempo... No entanto ele deixou transparecer ,que talvez não tenha outra coisa para ser alvo de fofoca.

Entre essa conversa eu só observei sem dar palpite, enquanto tentava empurrar algumas garfadas na boca. No fim , a comida ficou fria e meu apetite sumiu de vez.

_Eu vou tomar um remédio e me deitar._ anunciei levantando da cadeira com meu prato nas mãos para lavá-lo.

_Tudo bem... A gente cuida de tudo. _ Disse Seth.

Ninguém disse mais nada, não que tivesse alguma tensão entre nós ou distância. Mas era que eles sabiam como eu estava, e não havia nada que pudessem fazer para amenizar as coisas. Após lavar o meu prato, dei boa noite para todos dando um selinho em cada um. Assim que cheguei ao meu quarto após tomar um comprimido para enxaqueca fechei a porta atrás de mim, e fui até a minha cama deixando o meu corpo desabar. Eu já podia imaginar que hoje teria outro pesadelo para me atormentar.

Lembrando dos benditos pesadelos, percebi que não seria hoje que contaria sobre eles para os rapazes. Até porque minha intenção é contar a todos e não posso excluir Sam. Não posso também jogar isso para eles nesse momento, pelo menos até a Emily estar bem.Não desisti, ainda vou contar a eles, talvez daqui a dois ou três dias.

Nesses pensamentos escutei o meu celular tocar... Esperando ser o Sam ligando com notícias de Emily levantei novamente da cama indo até minha bolsa para pegar o meu celular ,atendi sem ver no visor.

_Alô? _ perguntei ofegante.

_Er... Bella? Sou eu, Leah.

_Ah...er.oi!_ disse

_Bem eu to ligando para saber como vai as coisas.Fiquei sabendo o que aconteceu com a Emily.Você está no hospital?

_Não...estou em casa. Ela ainda está em observação .Por hora não pode ter visita de ninguém .Amanhã cedo irei levar algumas coisas, e com certeza ela já estará na enfermaria._ disse.

_Puxa, que barra...Ela deve ficar péssima..._Leah murmurou em desânimo.

Respirei fundo, relembrando de toda cena de mais cedo.

_Não sabe quanto...Foi horrível! Mais para ela que sentiu tanta dor, por perder o seu bebê.

_Nessa hora eu nem sei o que dizer.Pelo que você me contou ela não estava tendo uma gravidez sadia ,mas sempre há uma esperança.No entanto para ela a esperança se foi.

_Verdade..._ lamentei dando outro suspiro,sentando na beirada da minha cama.

_Er...Bella. Sei que não é hora de fazer essa pergunta,mas..._ ela hesitou um pouco,mas já imaginava o que ela iria dizer. Não a interrompi, e deixei que ela prosseguisse . _ Com isso tudo você vai ter que atrasar aquela conversar com os rapazes,não é?

_Pelo menos por dois dias . _ afirmei._ Eu sei que não há problema com a reação dos rapazes no momento ,mas tem o Sam que com a perda do bebê da Emily .Não seria uma boa idéia jogar essa preocupação para eles. Pelo menos não antes de sabermos se ela está bem...

_Não há como disser que isso foi conveniente para continuar protelando. _ ela comentou.

_Isso soa insensível ...A verdade, e uma acusação de mau gosto!_ acusei. _ Além do mais, tanto a situação que esta acontecendo e quanto a mim ,não temos culpa que tudo aconteceu quando decidi falar com eles . Mas eu já disse, não desisti...Vou contar para eles .

_Eu sei que vai...Só comentei. Me desculpa! Bem eu só liguei para saber como tudo esta ...Vou desligar porque tenho que fazer aqueles Benditos exercícios caseiros que o fisioterapeuta me recomendou , antes de dormir.Passa aqui em casa amanhã depois que voltar do hospital.

_Pode deixar! Vou sim.

Desliguei o telefone após nos despedirmos . Depois de apagar a luz voltei para cama. E por mais que minha mente estivesse fervilhando, acabei pegando no sono rapidamente...Parecia que havia chumbo em minhas pálpebras,na verdade tudo em mim, me deu a certeza de que nada iria me despertar do meu sono ,porém...

Era como se meu corpo ao invés de estar repousado na cama , estivesse repousado na grama. Uma onda de calor consumia minha pele, como se tudo o que me cobria era a luz do sol. Porém algo molhado tocou em minha pele, e isso trouxe um gemido rouco do fundo de minha garganta.Foi o que bastou para perceber que de fato estava nua. Meus olhos subitamente abriram contemplando a luz solar,mas não foi pelo fato de descobrir meu corpo nu, foi pelo choque elétrico que passou por cada sistema nervoso do meu corpo.

Lábios sugavam um pedacinho da carne sensível por entre minhas pernas abertas,e devido ao toque gostoso, fez com que eu abrisse mais. Sucumbindo aquela onda de prazer, não tive forças ou intenção de ver quem me proporcionava aquele prazer, somente deixei minha pernas fincarem nas madeixas lisas de seu portador, conduzindo seu ritmo em me levar a cada segundos a louca.

_Ahmm.mmmm...

Gemi a medida que a boca dele me torturava, e como se não bastasse sua língua mergulhando com avidez em cada espessura rugosa de minha vagina, ele acrescentou dois dedos na equação me penetrando lentamente...

_mmmmmmm...mmmhrmmm...

Ele variava, entre movimentos lentos e rápidos,e a sensação magnífica de que iria explodir já consumia meu corpo.Porém , ele afastou, me fazendo choramingar...

_Não...Não pare. Demetri...por favor! Dem...mmm ._ gemi seu nome em suplica.

“Uwe quem?!” _ ao mesmo tempo em que meus lábios proferia seu nome, uma parte desconhecida em mim , estava espantada.Porém tudo gritava para mim, dizendo que essa parte era tola,porque na realidade ali pouco me importava se ele estava ali comigo.E se não fiz menção de saber quem era, porque eu já sabia.

Tudo em mim gritava por ele,vivia por ele, necessitava por ele...

O seu sorriso era de triunfo, de me ver implorar. Meu corpo contorcia de desejo...Mas antes que eu voltasse a implorá-lo , ele fez-se manifestar.

_Não adianta implorar...Você foi uma garota má...Terá seu castigo._ ele disse sedutor.

_Mas por quê? Eu nada fiz..._ disse sem ao menos saber o meu pecado.Mas tudo em mim já sofria por está sendo castigada por ele...

Eu precisava dizer quanto antes dentro de mim.

_Você sabe o que fez..._ ele sussurrou tocando com a ponta de seus dedos em minha fenda, eu lhe dei mais abertura para explorar minha intimidade.

_Não, eu não sei... mmm.por favor não me torture...uhmm..._ implorei novamente.

Mesmo assim ele afastou-se de mim, ficando de pé me dando a visão de seu pênis rígido, tendo a ponta tocando em direção ao seu umbigo... Por mais que sua distância em mim ,era desfavorável, eu podia ver uma gota de seus pré gozo , fluir na ponta.

Mordi meu lábio com a visão, não resistindo em passar a língua na mesma, salivando por tê-lo em minha boca. Isso o deixou mais duro, a ponto de gemer para mim .Devo deduzir de que ele também queria me deixar louca,pois ele mesmo tocou seu pênis com sua mão, e começou a se masturbar. Era uma maldade ele fazer aquilo sem me deixar lhe dar prazer. Fiz menção em lhe dar ajuda, mas ele me impediu dando uma ordem.

_Não!_ ele disse roucamente. _ Fique ai mesma, vendo o que perdi sendo uma menina má.

_MMmmm... não faça isso comigo. _ choraminguei._Me deixa tocar pelo menos um pouquinho. Seja o que fiz não farei mais. Aprendi minha lição.

Ele parou de se masturbar, e inclinou sua cabeça para o lado em um olhar avaliativo.

_Se fizer o que me pede o castigo não será válido..._ suas palavras fizeram-me querer chorar. Meus olhos arderam com a possibilidade de não podê-lo tocar.

Ele franziu a testa, percebendo o que sua tortura estava causando em mim. Lentamente ele aproximou de mim, tocando-me no rosto...

_Oras... não fique desse jeito amoré mio...Fez minhas veias secas sangrarem.

_oh... Dem...não me tortura assim..._ sussurrei em um choro sem lágrimas banharem meu rosto.

_Já disse que não posso voltar atrás em minha punição. Mas aliviarei sua angustia..._ isso me animou. _ Você irá gozar para mim. Mas não em minhas mãos, ou na minha boca, ou no meu pênis que fará isso .Quero que goze para mim com suas próprias mãos.

Suas palavras continham uma ordem suprema, e em seus olhos pude ver tanto a luxuria, quando o fogo crispando seu desejo. Não poderia tocá-lo, e nem ele iria me tocar. Mas fora a satisfação dele se satisfazer com sua ordem.

_Eu farei._ assenti olhando em seus olhos.

Lentamente me posicionei para ele, tendo minhas mãos apalpando meus seios. Uma desceu até encontrar meu clitóris e a outro continuou a estimular meu mamilo. Por um momento fechei meus olhos desfrutando do meu próprio toque. Deslizei meus dedos por entre minhas dobras, dedicando atenção no ponto sensível. Rebolei em meus dedos, alternei em lentas e ágeis penetrações.

E ao escutar ele gemer ente a visão de me ver dando prazer, aumentou mais o meu excitação. Ele não resistiu e veio sugar meus seios com a tua boca, dedicando atenção aos meus mamilos com a sua língua, mas isso foi rápido porque ele voltou a se masturbar observando a mim mesma no ato, até que ambos chegamos ao ápice

_Ahmmm...mmmm...Ahhhh..._ ainda senti atingido o orgasmo.Meu corpo contraia cada músculo em choques elétricos, fazendo tudo ser tão mais real do que eu poderia querer.

Estava completamente molhada do meu orgasmo. Tinha a sensação de querer mais, e continuei penetrando a mim mesma lentamente ...

“MERDA!”. –praguejei entre os dentes ficando sentada subitamente na cama.

Numa busca desnecessária olhei em volta do quarto à procura de companhia. Não que necessitasse, mas se alguém estivesse por ali, para me contar se eu estava fazendo aquele bendito pesadelo ser real. Sem vampiro cometendo a tortura em mim.

Porém tudo que vi foi escuridão... Só tendo a luz do meu abajur que sempre deixo acesso iluminando.

O meu corpo todo estava suando, meus seios estavam expostos tendo as alças da minha camisola arriadas. Minha mão direita ainda estava entre minhas pernas, na verdade ainda estava com a parte de meu dedo dentro da minha vagina.

Eu não consigo acreditar que essa merda de pesadelos esta afetando a mim na vida real, e nos meus sonhos ao mesmo tempo. Posso dizer que dessa vez foi mais que real..Como se eu compartilhasse no mesmo prazer durante o sonho.

Uma raiva se apoderou dentro de mim... Isso já está passando do limite! Eu não queria aquilo, como pode acontecer isso comigo. O que eu fiz para merecer isso... Minha enxaqueca passou a ficar forte . Me recompus na intenção de ir tomar um banho e tomar outro remédio.

Levantei inervada e torcendo que o rapaz não estivesse escutado. Assim que cheguei no corredor para ir ao banheiro, só escutei o silêncio. Respirei aliviada, porque dessa vez seria horrível acordar e ver expectadores. Nisso parei subitamente, percebendo que falei em voz alta.O pior foi chamar o nome do Demetri. Se bem que isso já aconteceu. Eu estava sonhando em fazer sexo com ele, e na minha realidade estava me masturbando.

Após o banho gelado, tomei outra pílula para a dor de cabeça, voltei para a cama... Mas parecia que o sonho não viria tão cedo. Eu estava mais que acordada, e agora com a lembrança nítida da porcaria do pesadelo. Como se passasse por minhas vista como um filme em 3 D.

Bufei de raiva. Mas uma coisa já estava decidida, quando amanhecer ,vou marcar uma consulta com a psicóloga... Tenho que acabar com isso antes que fico louca.

Notas finais
N/Lu : Povo meu,gostaram? Espero que sim. Bem,só para esclarecer,irei postar até o cap 7 que foi até aonde escrevi.Ok?!
Gente sei que não estou respondendo os rewies porque não to com tempo sobrando,mas estou lendo todos com carinho e amanda a reação daquelas que não me abandonaram. Bjs...até o próximo cap.