Notas iniciais
Boa tarde e boa leitura! Não me aguento de ansiedade pra postar pra vocês! Espero que gostem...

Eduarda abre os olhos. Pega seu celular que está em seu lado para ver as horas, desbloqueia e dá de cara com a foto de sua tela de bloqueio. Era Lucas abraçado com ela, fazendo caretas para uma selfie. Ela acaba sorrindo, e olha pra ele, que se meche na cama.

Ela levanta, chega perto dele, e sopra em seu ouvido, o fazendo acordar.

Du: Acorda seu dorminhoco! — ela joga seu travesseiro no rosto de Lucas, que sorri, abraçando o travesseiro e a puxando para cama. — Tá maluco, lek.

João Lucas a olha, e se espreguiça na cama.

JL: Fica fria, Du. E aí, tu vai na festa da Mel?

Mel, ou Melissa, é uma "andante" da turma deles. Uma das quatro garotas que andam com a turma do Lucas. Ela faria aniversário amanhã, e convidou todos para uma festa numa boate. Lugar reservado. Só andam quem pode, quem tem pra gastar. Ela não era nenhuma milionária, mas o pai era um advogado muito importante. Filha de Merival, advogado da família de Lucas.

Du: E tu acha que eu vou perder? Eu hein, se liga! Tu vai?

JL: Já que tu vai, eu vou! — ele pisca pra ela.

Pior que o Felipe vai tá lá... Droga! Esse cara podia largar do pé da Du.

Du: Beleza, então. — ela está prestes a se levantar da cama, quando ele a puxa pelo braço. Eduarda toma um choque, ao sentir suas mãos sob sua pele. Ela se vira aos poucos, e ele a faz sentar na cama, pegando em sua cintura.

Se controla, cara. Quê isso, João Lucas?!

JL: Tu não vai ficar se agarrando com aquele cara não, né? Se for, me avisa, que eu nem dou as caras. — Eduarda sorri, surpresa.

Du: Tá com ciúmes, João? — ela gargalha, provocativa.

JL: Pirou? Eu hein. Convencida! Eu só não gosto de te ver com aquele babaca...

Du: Hum, sei. Não sei não. Depende do clima, se eu quiser eu fico, se não, bye pra ele. — ela levanta da cama e solta um beijinho com piscada, pra ele, que sorri, e sai do quarto com a bolsa do lado.

Ela pega seu ônibus, que a leva pra casa. Logo que abre a porta, vê sua mãe, Natália.

Natalia: Pensei que não fosse mais voltar! Tava se atracando com aquele teu amigo, lá? Teu pai não gosta disso!

Du: Sei muito bem, e não me importo! Quero mais que se dane!

Natalia: Quando engravidar, não conte com a gente, que te dá o pão de cada dia. Sua mal agradecida!

Por Deus, que inferno!

Du: Grande coisa me dar comida, que na maioria das vezes nem tem. Não vou ficar discutindo contigo. DROGA!

Já no outro dia, faltava pouco para as oito da noite, Eduarda colocava seu brinco, quando um carro lhe chamou atenção do lado de fora da casa. Era João Lucas, apertando a buzina.

Du: JÁ VOU! — ela grita. Pega seu sapato, e calça.

João Lucas, vê por dentro da janela fumê, Eduarda aparecer sob a pouca luz do poste. O cabelo da ruiva, se encontrava liso, com a franja caindo por seus olhos marcados de preto, sua boca em vermelho. Seu corpo escultural, coberto por tecido preto, um vestido que caía perfeitamente em suas curvas. O vestido indo até a altura de suas coxas, desnudas. A ausência da meia calça o encantava. Em cima de um fino salto, com a presença de uma bolsa de lado, preta.

Que paraíso, meu Deus. Que linda! Caralho, agora vai ficar foda...

Du: Lucas, acorda. João! — ela passava as mãos na frente de seu rosto, o que o fez despertar pro transe.

JL: Ah, oi, foi mal, Du!

Du: Tu tava em que mundo?

Mais precisamente no seu, Eduarda.

JL: Marte. — ele sacaneou — Entra aí, vai.

Ela abria a porta, sentando-se no banco de carona. Suspirou. O vestido curto, deixava-se a mostra suas belas pernas, suas coxas da qual Lucas olhava disfarçadamente.

Du: Vamo lá! Vamo cair no mundo, lek.

Lucas acelerou, perdendo sua concentração em Eduarda. Ele mal conseguia respirar, o que dirá dirigir... Ele tentava manter sua concentração no volante, mas não suportava a tentação que se submetia.

Estacionou, então, em frente à boate, onde haviam fileiras de carros. Eduarda lhe olhou, provocante.

JL: Du, ... — ele foi chegando perto dela, e ela, se afastando, encostando-se no banco. Quando não pôde mais se afastar, e o olhou, Lucas colocava uma mão em sua bela coxa, desnuda, enquanto a outra mão, lhe acariciava a nuca. — Eu não vou, conseguir, mais, resistir... — ele lhe falava pausadamente, com os lábios sedentos fixos em Eduarda.

Ai meu Deeeeeeeeeeus!, ela gritava em pensamento.

Eduarda estava entrando em transe, assim como Lucas. Ela sorriu para ele, derretida. Lucas lhe roubou um selinho, que sua amiga continuou, virando um beijo.

Lucas não queria parar, ele queria continuar. Não queria entrar em lugar algum. Ele queria ela! E somente ela. Ele sentia o batom dela se borrar, sentia os estalos do beijo, sentia as mãos dela, que estavam em seu pescoço, descerem para o braço, apertando seus músculos contraídos.

Eduarda pensou que iria desmaiar. Sua visão ficou turva, e para não amolecer desmaiada nos braços de Lucas, fechou seus olhos.

É um sonho! Um sonho... É doce, é rude. É maravilhoso. Eu quero pra sempre. Quero pra mim. Quero mais...

Notas finais
E aí, o que acharam? Esse é o meu capítulo preferido até agora! O motivo de ser pequeno é a falta de tempo... Infelizmente o tempo não colabora e nem a bateria do meu celular! Bom... Beijos! Quero comentários.