Notas iniciais
Boa noite, pessoal! Como vão? Estou muito feliz, várias pessoas estão acompanhando, e eu adoro isso! Boa leitura e obrigado pelos comentários!

O beijo continuou eufórico, até faltar o ar. Tiveram que parar. João Lucas, temeroso do que poderia acontecer. Ele estava esperando Eduarda o matar, por ter feito isso.
Droga, agora ferrou! Ela vai me matar...
Passou-se alguns segundos, até que Du lhe sorriu, fazendo-o também sorrir. Lucas se afastou dela, tirando sua mão da coxa branca de Eduarda, e se encostou no banco de couro de seu carro.
Meu Deus, meu Deus, socorro! Que foi isso?, ela se negava a acreditar que tivesse rolado.
Ela abriu a porta do automóvel, saindo de dentro, fechou a porta novamente e se recostou nela. João Lucas olhava seus movimentos.
Ah, Eduarda...
Ele também saiu de seu carro, foi em direção à ela, ficando em sua frente. Eduarda sorriu, colocando sua mão no ombro de Lucas, que a pegou pela cintura, entrando na boate.
Nenhum dos dois estavam entendendo o quê acontecia. Nenhum. Eduarda não queria brigar e estragar aquele momento, mágico. E Lucas, mal acreditou que ela não havia metido a mão em sua cara depois daquilo.
Rebeca: Du!!! — Eduarda sai dos braços de Lucas, para comprimentar sua amiga — Tu tá uma gata, mulher! Oi Lucas!
Du: Valeu, tu que tá linda. — ela correspondia ao elogio, enquanto Rebeca e João Lucas se comprimentam.
Rebeca: Du, o Felipe... Tá te procurando desde que ele chegou. Vai ficar hoje?
Vai começar... Era o quê me faltava! Esse babaca...
Du: Acho que não... Avisa pra ele, beleza? Eu vou tentar achar a Mel!
Rebeca: Pode deixar. — Eduarda olhou para Lucas, que sorria com a atitude dela. Rebeca saiu a procura de Felipe, e eles viram ela sumir no meio da galera.
Du puxou João Lucas, que ia andando atrás dela. Até acharem a aniversariante. Eles a comprimentaram e engataram um papo, que só acabou quando Marcos chamou Mel para se pegarem.
Assim que ela sai, Eduarda sai do lado de Lucas e se encosta em uma parede, num canto, distante, piscando pra ele.
Eduarda não sabia ao certo o quê fazia, nem por quê fazia, mas ela estava fazendo. Ela queria se divertir. Queria experimentar, mais uma vez, o beijo quente, doce, e bom, que Lucas tinha. Ele caminhava a passos rápidos em direção à ela, que a pegou pela cintura iniciando um beijo.
Diferente da primeira vez, o beijo era quente, rápido, desesperador.
As mãos de Lucas, que apertavam a cintura de sua amiga, passou a percorrer todo o corpo dela. Explorando cada parte. Separaram suas bocas para respirar.
Felipe: É, né Du, me deu um pé na bunda pra ficar com esse aí. Legal você, né. Me usou! — ele aparecia entre eles.
Du: Que usar o quê. Tu sabia muito bem que a gente só ficava. Eu não tinha compromisso contigo! — ela se soltou dos braços dele, para ficar de frente com Felipe.
Felipe: Mas me iludiu! E eu pensando que tinha chances com você... Quando na verdade, tu tava de olho no dono da bufunfa!
JL: Pera aí, pode ir parando! Vai ofender a Du, agora? Tu tá maluco? Ta a fim de pagar mico e levar surra aqui, agora? — ele se mete na frente deles, fazendo Du prever uma confusão.
Du: Chega Lucas! Deixa esse aí. Vamo vazar! — ela pega no ombro dele, tentando acalmá-lo. Lucas a olhava.
Felipe: Não te mete no meio, o papo aqui é entre eu e a tua peguetizinha.
João Lucas partiu pra cima dele, dando um soco em seu olho.
Ai meu Deus! Que confusão!
Du: Lucas, para com isso! — ela gritou, até olhar a sua volta e chamar um de seus amigos para apartar a briga. Gustavo segurava Felipe, e Du, tentava acalmar Lucas.
Du: Chega Lucas, vamo vazar! Chega! Olha a confusão!
Lucas: Beleza, Du. Eu vou! Mas é melhor eu não ficar sabendo que esse aí foi atrás de você, ou falou mau de você. Tá ouvindo? Deixa a Eduarda em paz! — ele berrava, gritando, deixando pra trás os rostos das pessoas, assustadas. Acompanhado de Du, Lucas entrou no carro, relaxando no banco.
Du: Cara, tu tá maluco? Graças a Deus que tu não tá machucado... Imagina se acontece alguma coisa!?
JL: Relaxa, Du. Eu também não ia ficar vendo aquele lá te ofendendo!
Du: Beleza! — ela começa a dirigir, e quando João Lucas percebe, eles já estão no estacionamento do prédio.
JL: Tu vai dormir aqui hoje, né? — ele olhou e Eduarda sentiu seu rosto queimar.
A gente tá ficando... Eu, dormir aí com o Lucas...

Du: Ah, acho que, é, melhor não né.

JL: Qual foi, Du. Vamo subir sim! E também não é confiável ficar andando durante a noite por aí. Tá tarde, já!

Du: Não, Lucas, eu me viro, pego um táxi!

JL: Já falei que não. Quer que eu te leve a força lá pra cima? Vambora! — eles descem, trancando o carro. Pegam o elevador e sobem para o andar do apartamento.

Lá, dentro do elevador, eles trocam beijos. Até entrarem no apartamento, fazendo silêncio. Assim que Lucas fecha a porta de seu quarto, Eduarda se joga na cama.

Du: Esse sapato não é de Deus! — ela tira o sapato, relaxando os pés.

Lucas desabotoa alguns botões de sua camisa, deixando metade de seu peitoral à mostra. Eduarda o olha, e ele acaba rindo.

JL: Que foi, hein Eduarda? — ele morde seus próprios lábios, enquanto tira seus sapatos, seguido das meias.

Du: Nada, ué. — ela sorri, provocante.

JL: Tá, sei...

Ela continuava lhe sorrindo de forma provocante, Lucas saiu de seu lugar, e foi por cima dela na cama, começando um beijo.

Eduarda tremia. Ela não sabia como reagir. Seria a primeira noite deles, se caso rolasse.

Notas finais
E aí, o que acharam? Quero opiniões e comentários! Acho que agora vai, e vocês? haha Beijos! Até a próxima!