Notas iniciais
Minhas gostosas (e possíveis gostosos que leiam!), tudo bem com vocês? Mais uma vez venho dizer que estou muito feliz por estarem aparecendo cada vez mais leitoras que eram da galera do halloween (fantasmas rs) e que também são novatas, isso me deixa muito orgulhosa. Aliás, sem querer sem mendiga e pedir as coisas à vocês, mas já pedindo... Gostaria de pedir a todas que lêem e tem carinho pela história que recomendem. Como sabem, a All Over Again estava perto do fim e ganhou mais capítulos, mas ainda assim não está tããão distante de chegar ao final e para ser franca, não queria terminar só com 7 recomendações. Quem gosta da escrita, da história e está sempre acompanhando, por favor recomendem. E quem não gosta de algum rumo que tomei para a fic, pode reclamar também. Foi como disse para a linda da Yanê: os comentários "contrários" que deixam aqui me levam a refletir sobre como estou escrevendo e dar novos rumos. Sendo assim, comentem, critiquem, me xinguem, me mordam .. Whatever! kkkkkkk Um beijo e estou com saudade das sumidas.

Apesar de estar submersa em pesadelos, meu corpo respondeu aos estímulos. Eu gritei, me debati e agoniada tentava me libertar da cena que invadia meu inconsciente. Era como se tivesse passado horas presa a tudo aquilo e não conseguisse acordar.
– NÃÃÃÃÃO! — Eu gritei me sentando na cama e já desperta pude sentir as lágrimas insistentes escorrerem pelo meu rosto. Coloquei a mão ao meu lado procurando pelo meu marido e me aterrorizei ao cogitar a possibilidade de que algo tivesse lhe acontecido. Tateei a cama diversas vezes enquanto minha boca pronunciava seu nome com pânico. Finalmente, ele apareceu.
– Amor, amor! O que houve? — James entrou no quarto gritando tanto quanto eu e sendo seguido por mais dois seguranças, mas tratou de dispensá-los quando percebeu o que era. Com pressa ele pulou sobre a cama abraçando-me e me apertando contra seus músculos definidos. — Shhh, calma, eu estou aqui. Foi apenas um sonho ruim!
– Ele vai matar você, eu não posso deixar ele matar você. — Eu dizia desesperada em meio ao choro
– Não minha princesa, é claro que não vai. Olhe! — Ele disse puxando minha mão e colocando contra seu peitoral — Eu estou aqui, eu estou vivo. Você precisa relaxar, Gi. Alejandro é um homem influente e seu sócio, não se esqueça. Ele precisa da mídia e não vai arriscar ir para a cadeia por bobeira, ele também tem uma carreira a proteger.
– Ai meu Deus! — Me desesperei e depressa escondi meu rosto em seu pescoço
– O que foi?
– Eu vou ter que trabalhar com ele em algum momento. Você sabe que Alejandro além de investir na empresa costuma selecionar as modelos para os desfiles, ele que trabalha diretamente com as agências.
– E não pode escolher outra pessoa para esse trabalho? Katherine te acompanha desde sempre e com certeza vai saber exercer essa função.
– E como vou terminar a sociedade dessa maneira? Existe um contrato, isso não é assim. Posso até perder a minha empresa!
– Vamos deixar para resolver isso amanhã, está bem? Agora não é o momento para se incomodar.
– Uhum. — Assenti ainda nervosa e repetia para mim mesma diversas vezes mentalmente o quanto tinha que respirar. Olhei para o relógio tentando ver quanto tempo dormi e percebi que já era quase meia noite. Devagar, fui passando meus dedos pelos cabelos ajeitando-os e resmunguei — Dormi mais do que imaginei.
– Tudo bem, você estava precisando. — Ele disse afagando meus cabelos ainda bagunçados
– Não tanto, só preciso de você por perto. Aliás, onde estava? Por que não estava ao meu lado?
– Acabei de chegar da delegacia, amor.
– Delegacia? Como assim? O que houve?
– Já demos queixa pelas ameaças e por nos seguir. Pelo que parece ele vai ser intimado, mas temos que falar com a advogada amanhã para que ela possa elaborar isso melhor e faça o requerimento com a empresa telefônica da conversa que tiveram mais cedo, além de levar as fitas do hotel. Não se preocupe, estamos seguros.
– Vamos marcar isso o mais rápido possível, por favor. Quero esse homem preso!
– Vida, você sabe que não é assim, ele não cometeu um crime que o deixe preso.
– Está me dizendo que com qualquer fiança ele pode ser solto?
– Estou dizendo para a senhora se acalmar, senhora Walker.
Ele disse de brincadeira e segurou em meu queixo erguendo-o suavemente para dar um leve beijo em meus lábios. Respirei fundo e deixei meus ombros relaxarem apesar de toda a tensão que me acometia.
– Não quero relaxar, marido. — Resmunguei como uma criancinha e fiz bico. Que engraçado, não me lembro de ter me comportado assim antes.
– Ah mas vai relaxar, sim!
– Vou?
– Vai! — Ele disse de repente pulando em cima de mim e fazendo algumas cócegas na minha barriga enquanto gargalhadas altas e sonoras dançavam entre meus lábios até atingirem o ar
– Para, paixão, para. Olha nossa idade, já não basta a guerra de chocolate! — Eu ria e ele parou aos pouquinhos puxando-me para um abraço forte
– Tem razão, tenho uma ideia bem melhor. — Seu sorriso foi ligeiramente para o canto dos lábios e pela maneira que seus olhos queimavam minha pele, eu já podia imaginar qual era.
– E qual é? Posso saber?
– Vou fazer uma massagem na minha esposa linda para que ela se acalme mais.
– Conheço bem seu tipo de massagem amor.
– Que bom que conhece, esposa. — Ele falou dando-me um beijo no rosto e levantando — Vou pegar aquele óleo de maracujá que você gosta.

James caminhou até o armário e pegou o pequeno frasco amarelo, voltando em seguida até a cama. Ele pediu que eu me virasse de costas e obedeci enquanto o vi sentar ao meu lado. Apoiei minha cabeça no travesseiro e fechei os olhos deixando que suas mãos me acalmassem. Não demorou para que eu sentisse o zíper do meu vestido descer e logo minhas costas estavam desnudas. Ergui suavemente meu corpo parando de pressionar o tecido contra a cama e Jay terminou de puxá-lo deixando-me apenas com a lingerie. Calmamente, senti algumas gotas com cheiro de fruta pingarem sobre meus ombros e as mãos fortes e firmes de James deslizaram pela minha pele espalhando pelo inicio das minhas costas. Era tão gostoso senti-lo me apertando que apenas o fato da sua quentura estar sobre mim já fazia com que eu me arrepiasse. Um por um, seus longos dedos foram pressionando os pontos duros de tensão e subindo pela minha nunca fazendo movimentos circulares em meu bulbo. Devagar, James subiu sobre mim e seus lábios percorreram o mesmo caminho das suas mãos dando pequenos beijos molhados criando um rastro até o fecho do meu sutiã. Ele o abriu com agilidade retirando-o e foi dando pequenas batidinhas com os polegares pela linha da minha coluna. Em seguida, colocou um pouco mais de óleo nas mãos e subiu apertando minha cintura.
– Está relaxando? — Ele perguntou
– Uhum... — Sussurrei

Suas mãos vieram por baixo de mim e isso fez com que eu desprendesse meu corpo do colchão. James apertou meus seios com gentileza enquanto mais beijos eram depositados em meu trapézio. Carinhosamente seus dedos brincaram com meus mamilos puxando fraquinho e desceram pela minha barriga massageando. Quando chegou na altura do meu quadril, ele girou as palmas das mãos para trás tocando minhas nádegas e deslizando-as no contorno exato e arredondado das mesmas. Em resposta a empinei e Jay lentamente foi descendo minha calcinha. Eu estava completamente nua e a massagem estava tomando um ritmo mais intenso.