All I Need

1 Miss You...


Notas iniciais
Então... pela primeira vez eu to fazendo uma fic que não seja oneshot, e vamos ver... Ela só continua se gostarem, e se vocês acharem que valeu a pena, ne? ^-^ Boa Leitura

*/Aoi’s pov\\*

E então esse foi o nosso para sempre…

“Ah Yuu seu chorão! Estaremos com você para sempre!”

Rapazes… Eu queria tanto que o para sempre fosse infinito…

Quando prometemos amor eterno, amizade eterna… Esquecemos que a vida tem um fim, esquecemos de tudo que não seja conveniente. Talvez isso seja errado…ser assim tão despreocupado…

Setenta anos… Cerca de setenta anos foi o para sempre. Setenta anos de paixão e amizade “eterna”.

Porque vocês se foram primeiro?

Lembro de meus dezenove anos, quando te conheci, Kouyou. Comecei a te secar, você me ignorava… Demorei dois anos pra te conquistar… O loiro mel complicado, ou também, a “coisa loira” como o Ruki te chamava, quando estava nervoso.

Porque eu tenho de ser o último? Porque vocês tiveram de ir antes?

Eu sei que não estou sozinho, eu tenho os nossos filhos, tenho os meus “sobrinhos”. E talvez por ser o último a restar, o último pra contar a história, talvez, por isso eu seja tão mimado por todos eles. Mas, mesmo assim… Eu quero vocês.

Eu quero o pequeno Takanori me xingando alto e dizendo que me odeia. Quero o Reita cochichando coisas no meu ouvido e dizendo o quão lindo é ter os nossos namorados conversando graciosamente. Quero o Kai fazendo aqueles banquetes enquanto estragamos a casa dele. Quero o Nao segurando o Kai para ele não nos bater. Quero rir das piadas de mau gosto do Saga. Quero ver o Hiroto brigando com o Ruki por chocolate. Quero voltar a ter o Tora para debatermos sobre música, como só nós podíamos fazer. Quero ver o Shou totalmente vermelho diante de nossas piadas. E quero você meu amor, eu quero te encontrar… Quero te beijar, te abraçar, dizer que te amo. Não me importa de que forma, com 19 anos ou com 80 anos, você sempre foi lindo, você sempre foi tão meu… Sempre carinhoso, amoroso, atencioso, maravilhoso… Seu corpo tão quente quando eu enlaçava sua cintura com meus braços. Mesmo com os cabelos já grisalhos, mesmo com a idade nos atacando, você nunca mudava… Você era lindo, e mesmo quando estávamos no meio de estranhos, eu sempre ouvia aquela frase: “Que senhor tão bonito”. Eu te disse todos esses anos, Kou, você é lindo…
O tempo mudou nossos corpos, mas, nunca o nosso jeito de ser…

Quando vocês vão me levar?

Eu fico rindo alto quando lembro de todos os nossos momentos, de como nos conhecemos, de como brigávamos, como festejávamos. Fazíamos tanto barulho e ficávamos tão bêbados que dormíamos pelo chão mesmo…

/Flashback on\\

- Reita, melhor você controlar o Ruki, senão daqui a pouco você vai ter uma bolinha na cama…

- Como é que é, Saga!? – O pequeno esbracejava enquanto Reita o puxava. – E você Saga!? Porque não faz uma cirurgia nessa coisa aí!? – Apontava para o nariz de Saga – Quem sabe assim seu nariz fique quase “normal”! Porque normal é impossível! – Gritava.

- Você fala do nariz do meu namorado, mas o seu nem tem um! – Hiroto se metia no meio e tirava o último chocolate que restava.

- O MEU CHOCOLATE! SEU ESQUILO DEVOLVE MEU CHOCOLATE!!! – O ruivinho gritava e continuava esbracejando. Todos gargalhávamos. Era tão engraçado… O visível esforço de Reita pra segurar a pequena fera em seu colo, o riso debochado do outro casal.

- Vamos vamos… Já chega. Daqui a pouco vocês quebram minha casa. – Kai sorria amigável.

- Porquê você está aqui? Deveria estar na cozinha. A comida já estava acabando… — Eu provocava só mesmo para o ver irritado. Aquilo o deixava puto.

- E desde quando eu sou seu empregado, hein Aoi?! Cozinhe você mesmo!

Me levantei em direção á cozinha, as risadas baixas dos outros eram completamente audíveis. Era lógico que o Kai iria enlouquecer e me impedir de chegar até a mesma.

- Nem se atreva a tocar na minha cozinha! – Vociferou e passou por mim apenas para trancar a cozinha. – Minha cozinha é sagrada, entendeu? – Logo as risadas preenchiam o local. O próprio Kai ria.

/Flashback off\\

Sinto tanta falta disso…

Lembra Ruki? Lembra de quando nos conhecemos? Aquilo foi a coisa mais engraçada da minha vida. E pensar que quase namoramos… Agradeço internamente todos os dias por não ter acontecido… O baixinho nerd, que parecia da 8ª série, quando na verdade estava no 3º ano, assim como eu… Você me xingava e me chamava burro, dizia que eu nunca aprendia nada. Era um puto rebelde.

Mas, no fim todos éramos loucos. Todos cometíamos as mais derivadas loucuras. E isso, é algo do qual não me arrependo… Ser louco… Quebrar as regras idiotas da sociedade para poder ser feliz. Pra quê elas serviam mesmo? Ah, lembrei… Não serviam para nada, só mesmo para tentar nos separar da felicidade.
Á medida que as quebrávamos, superávamos as barreiras e fechávamos os olhos para a estúpida sociedade… nossos laços se apertavam mais. Como laços de sangue.

E eu, nunca esquecerei que o Saga superou o cancro por um milagre. Como ele mesmo diz: “Um milagre chamado amizade”, pois, em momento nenhum…em tempo algum, nos separamos dele. Estávamos todos lá, o apoiando, fazendo-o sorrir, transmitindo toda a força que podíamos, e também a que não podíamos. Fazendo o possível e o impossível para lhe dar tal força.

“Nee, me prometam que se eu morrer… Vocês cuidam do Hiroto. Apresentem pessoas legais, que o mereçam, façam-no sorrir. E se ele chorar, que seja apenas de alegria.”

Seu idiota, você foi tão forte… Não sei se algum de nós teria a força que você teve, não deixando de ser comediante mesmo quando a voz te falhava. Não deixando de sorrir. Dizendo para eu jamais desistir do Uruha, porque mais cedo ou mais tarde ele iria ceder.

“Se eu não vir um beijo entre vocês antes de eu morrer, eu te mato antes de falecer. Juro!”

O beijo nunca aconteceu. Quero dizer… não nessa época. Mesmo Saga dizendo isso, o Uruha disse que o mesmo não morreria tão cedo e, por isso, não iria haver beijo algum. Naquela época, cheguei até mesmo a pensar que jamais teria o Kou pra mim… Loiro cruel… Foi só Saga se curar que ele me deu o melhor beijo da minha vida.

“Moreno, eu não vou te recusar mais… Me beije, aqui na frente de todo mundo mesmo. Até porquê, o Saga quer ver um beijo, antes de morrer.”

Loiro descarado. Eu cheguei a ficar com vergonha por conta de tal tom sensual usado em sua voz grossa. Acho que superei o Shou com aquela vermelhidão em meu rosto…

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Os anos foram passando… Fomos conquistando todos os sonhos, juntos. Sem pressa, vivendo a vida intensamente como se a mesma, realmente, fosse infinita.

Passávamos por dificuldades financeiras, muitas mesmo, já que, não podíamos recorrer ás nossas família preconceituosas. E claro, ninguém entre nós era rico… mas felizmente tínhamos o Taka, certo?

“E se juntássemos dinheiro para abrir uma espécie de hotel? Sabem… Eu conheço muitos estudantes que precisam de um quarto não muito caro. E bem… Um amigo meu está vendendo um hotel perto da faculdade. É pequeno, tem 40 quartos, e está em bom estado. O único problema é que as canalizações estão todas problemáticas… Mas acho que a gente consegue dar um jeito? O que acham?”

Aquilo foi nossa salvação. Não só morávamos lá, como também rendia bastante. E por incrível que pareça, mais tarde, começamos a abrir mais e mais locais com o mesmo jeito, para estudantes. Cada um tinha sua parte do negócio e estávamos bem com isso. Com esse dinheiro, tempos depois cada um de nós foi morar junto de seus amados, mantendo o negócio, claro.

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Mais tarde, eu me tornei pediatra, o Kou professor. O Ruki tinha uma loja de doces em parceria com o Hiroto. O Tora e o Shou abriram uma agência de modelos, onde o Saga era um dos modelos. Reita era advogado. Preciso dizer que o Kai e o Nao abriram um restaurante? Acho que não…

Éramos tão felizes, mesmo com nossos desentendimentos… Éramos bem sucedidos e mesmo sendo criticados por tantos por aí, nenhum de nós ligava.

“Que se foda a puta da sociedade! Eu já caguei em cima dela quando comecei a namorar com você, Aki! Eu quero uma filha e ponto final!”

Lembro-me de Ruki ter chorado muito, Reita não queria adotar uma criança porque tinha medo de que ela sofresse preconceito na escola, ou que tivesse vergonha dos pais.

“Amor… vamos criar uma criança diferente dessa sociedade maluca… Estou cansado de ser apenas gentil com elas… conviver com elas todos os dias, ver aqueles sorrisos lindos… Aki, eu quero ser pai, eu quero saber o que é isso… Não quero que nossa filha se sinta inferior por ser nossa filha. Quero que ela sinta orgulho por ser criada de uma forma que a sociedade podre não permite criar… Eu tenho certeza, que ela se sentirá privilegiada por ser diferente de todo esse lixo aí fora. Ter um pai como você, ter tios como os nossos irmãos… Ela com certeza será uma criança muito sortuda…Se sentirá única, tudo por ter sido escolhida no meio de tantas outras, para ser filha de alguém como você…”

O Akira chorou, e essa foi a primeira vez que o vi chorar. Ele se sentiu péssimo por ser tão idiota, ao ponto de negar, algo tão único ao amor de sua vida e, por isso, adotaram a pequena Miho.
E lógico, o Hiroto não demorou a se cansar de ver crianças todos os dias sem ter um filho. Aí pronto, adotaram o Mitsuo.

Suzuki Miho, Sakamoto Mitsuo. Esses dois se casaram mais tarde. É… simplesmente aconteceu. Foram criados juntos desde criança, indo para o trabalho dos pais todos os dias. Não sei como aqueles dois não viraram bolinhas de tanto comer doces…

Cerca de três anos depois o Shou e o Tora também adotaram uma menina, Hikaru. Kai e Nao na mesma época adotaram a Tsubaki.

Eu fiquei bastante cabisbaixo depois de todos eles já terem seus filhos e eu e o Uruha não termos… Eu já estava com 32 anos e sempre que falava sobre isso com o Uruha ele dizia que ainda não estava preparado e desconversava. Até que eu me fartei e, numa noite depois do trabalho, pressionei Uruha a me contar o porquê de nunca querer ter um filho.

“É que… eu não quero adotar uma criança Yuu… Eu queria… uma mulher que fosse barriga de aluguel, queria que ela fizesse uma inseminação e que cada um de nós tivesse nossos filhos de sangue…”

Eu sorri para aquele homem, saber que ele estava com receio de eu negar aquele pedido, aquilo era tão lindo.

Devo dizer que ele foi muito exigente quanto a escolha das mulheres que dariam a luz aos nossos filhos. Ele queria que a mulher que fosse dar a luz ao filho dele, tivesse o máximo de parecenças físicas comigo, e o mesmo para a mulher que daria a luz ao meu. Ele ficava tão concentrado naquela escolha… Ele até pediu ajuda ao Shou, já que ele era ótimo para traços e tudo o mais.

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Nossos filhos nasceram no mesmo dia. Um menino e uma menina. Yasu e Emi.
A Emi era a cara do Kou, loirinha e meiga, mas a boca era minha! Eu tinha um ciúme imenso dela. Eu quase bati nuns meninos uma vez por ouvir eles dizerem que ela era meiga e linda, e que os lábios grossos dela eram uma tentação. Só não quebrei a cara deles porque o Kou me segurou.

Yasu tinha os meus cabelos e olhos negros. E mesmo que a boca dele também fosse como a minha, quando ele sorria os dentinhos eram infantis como os do Kou. Sem contar que, por gostar demais do Kou, ele acabou por herdar aquele jeitinho delicado.

Emi se casou com um rapaz muito bom. E Yasu acabou por se tornar bissexual assim como nós, meu filho passou por vários desgostos amorosos, e por isso, neste momento está sozinho e criando uma criança.

No fim, de todos os filhos que havia naquele grupo, Yasu era o único que tinha seguido um caminho como o nosso. O caminho de ser ter de superar a sociedade por ser diferente. Todos os outros eram heterossexuais. Mas ao menos, não faziam parte da suja e nojenta sociedade preconceituosa.

Vimos cada um deles se casar, serem felizes, chegamos a ver nossos netos, e alguns de nós, bisnetos. Os levamos á escola, ensinamos muitas coisas, como uma família normal. E no fundo, éramos sim uma família normal.

“Vovô Akira e o vovô Takanori são os melhores vovôs do mundo!”

O Taka chorou tanto nesse dia… Um velho de cinquenta anos se matando de chorar por ouvir aquilo. Devo dizer que eu também choro quando ouço meus pequenos anjinhos dizendo tais coisas. Mas isso, só acontece agora que tenho 88 anos, por isso, nem vale comparar com aquele chorão.

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Doeu, doeu de forma inexplicável quando o primeiro de nós se foi… Não que não tenha doído demais cada vez que um de nós se ia…

Aos, 67 anos, Naoyuki deixou este mundo. Kai tentou se matar tantas vezes que chegamos a perder a conta. Eu só vim a perceber essa angústia, quando meu amor se foi 15 anos depois.

E ficava um vazio nesse círculo de 10 pessoas…

Á medida que o tempo ia passando e a morte levando meus amigos, eu esperava ansiosamente pela minha vez… Não que eu quisesse deixar os amigos que ainda estavam aqui, apenas porque, não queria estar na situação em que estou agora.

Há 2 anos que meu último apoio, o Hiroto, se foi. E eu me encontro assim… Sei que meus filhos, meus sobrinhos, meus netos e bisnetos, rezam para que eu continue vivo e com saúde como estou. Mas eu, apesar de amá-los tanto, quero o meu amor, quero voltar ás minhas origens, voltar ao lugar ao qual eu pertenço. Para os braços do meu loiro. Para aquele círculo de pessoas. Para além deles não quero mais ninguém, não quero meus pais ingratos, não quero meus irmãos preconceituosos… Quero vocês...

Me levem por favor… Eu quero ver os sorrisos das pessoas importantes.

Lamento crianças… Mas farei o impossível para encontrá-los ainda hoje.

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*/Narradora pov\\*

A senhora loira com alguns fios brancos, chorava agarrada a outra senhora ruiva. Soluçava alto e gritava por seu tão amado pai.

- Miho! Eu quero meu pai de volta!!!! Eu quero Miho… Meu pai… quero me devolvam ele… — A ruiva que também chorava dizia palavras reconfortantes mesmo que cortadas pelos soluços. Se sentiam todos tão indefesos. Mesmo já tendo sofrido assim outras vezes. Desta vez era medonho… Desta vez, se ia o último deles, o último dos homens que todos consideravam como uma espécie de heróis.

- Emi… Olha o que eu encontrei… — Yasu foi até á irmã, os olhos extremamente vermelhos por conta das lágrimas já derramadas. Entregou um envelope á irmã e se sentou ao lado de Mitsuo, que chorava silenciosamente. Á medida que a mulher ia lendo o que estava escrito naquele papel seus soluços se tornavam mais altos.

- Pai… — a mulher acabou por desmaiar mas foi amparada por Hikaru antes mesmo de chegar ao chão.

- Eu entendo o sofrimento do tio Yuu… — Tsubaki falou enquanto chorava soluçando baixinho. – Ele perdeu os alicerces que tinha. Por mais que fossemos importantes na vida dele… Não éramos as pessoas que o tinham acompanhado. Eu acredito que… nossos pais e nossos tios, tenham o chamado para perto… — A moreninha sorriu infimamente assim como os outros quatro acordados.

- Vamos falar com eles, agora? – Mitsuo se pronunciou limpando as lágrimas. – Será um grande choque. Mas, nossos filhos já não são crianças, é impossível esconder algo assim.

- E quanto ás crianças? Ah… — Miho soltou um pequeno gemido dolorido. Mais um pedaço de cada um ali, havia sido levado.

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O moreno andava a passos incertos por aquele campo cheio de flores. Sequer havia reparado que sua aparência era de quando tinha por volta de seus 20 anos. Ia se guiando pelo caminho com flores de malva, tinha a impressão que se seguisse esse, chegaria ao local que necessitava.

Avistou uma grande cerejeira e uma cabeleira espetada e ruiva que logo reconheceu.

- Não é possível… — Sussurrou baixinho. Correu naquela direção com tudo o que podia. Encontrou o ruivinho que sorria pra si.

- Yuu… você demorou… — O abraçou gentilmente. Yuu correspondeu mas não deixou que o abraço se prolongasse mais tempo.

- E os outros? – Perguntou aflito. Takanori começou a rir, apontou para trás e ele encontrou os amigos.

Foi desesperadamente abraçar a todos eles. E era tão bom… Se sentir completo denovo. Ver aqueles sorrisos que tanto amava…

Por fim, sentiu falta de alguém, e não era um alguém qualquer… Se tratava da pessoa mais importante para ele.

- Uruha…? Onde ele está…? – Perguntou com temor na voz.

Sentiu mãos circularem sua cintura em um abraço apertado. Um beijo depositado em sua nuca. O cheiro que vinha daquela pessoa era inconfundível.

- Amor… Okaeri. – Sussurrou contra o ouvido do moreno.

- Tadaima. – Sorriu e se virou para dar um beijo no amado.

- Eu te encontro em breve. – Disse depositando um selinho no seu moreno.

- Amor!? Onde vai? – O loiro sorriu.

- Só faltava você. Brevemente nos encontraremos em outra vida. Não se esqueça de nós…

Notas finais
E aí, ficou muito ruim? Se leu até aqui, deixa review? Mesmo que seja pra dizer "não continue! tá horrivel!" O.o Pra quem leu obrigadíssima :)